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Skype garante que dados de usuários estão seguros após invasão síria

A popular empresa de comunicações pela internet Skype garantiu nesta quinta-feira (2) que as informações de seus usuários estão seguras depois que o Exército Eletrônico Sírio tomou, momentaneamente, o controle dos perfis da empresa no Twitter e no Facebook e também de seu blog.

O Exército Eletrônico Sírio, um grupo de “hackers” que apoia o presidente sírio, Bashar al Assad, fez este ataque cibernético para protestar contra a espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos e acusou a Microsoft, proprietária do Skype, de vender informações dos usuários para os governos.

Apesar de o Skype ter recuperado rapidamente o controle de seus perfis nas redes sociais e do blog, os hackers tiveram tempo de enviar várias mensagens alertando os usuários que usam as contas da Microsoft sobre o risco de que seus dados pessoais acabem nas mãos de governos.

Com a mensagem, o Exército Eletrônico Sírio (SEJA, sigla em inglês) se referia às informações reveladas em 2013 pelo ex-técnico da NSA Edward Snowden que revelavam que o Skype fazia parte do programa da NSA para supervisionar as comunicações através das maiores empresas de internet dos EUA.

O Skype reconheceu em um comunicado nesta quinta-feira, depois que o SEJA reivindicou a autoria do ataque, que seus perfis nas redes sociais e seu blog tinham sido “hackeados” temporariamente, mas que o controle dos mesmos foi recuperado “rapidamente” e “nenhuma informação dos usuários foi comprometida”.

Esta não é a primeira vez que o Exército Eletrônico Sírio realiza um ataque cibernético. Os piratas já “hackearam” várias vezes no último ano os sites do “New York Times”, do “Financial Times” e um perfil da “BBC” no Twitter.

Fonte G1

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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Bradesco Seguros lança aplicativo gratuito para iPad

O Bradesco Seguros lançou nesta semana um aplicativo para iPad que permite aos usuários verificarem seus dados e adquirirem produtos do grupo de seguros.

Já disponível na App Store, o app é gratuito e permite aos consumidores adquirirem produtos do Bradesco Capitalização, além de planos de previdência privada do serviço Bradesco Vida e Previdência.

O software também unifica os dados das empresas que fazem parte do Bradesco Seguros, como Auto/RE, Capitalização, Saúde, e Vida e Previdência, com a intenção de que os clientes possam acessar seus dados de diversos serviços a partir de um único ambiente.

De acordo com o Bradesco, essa é a primeira ferramenta do tipo lançada no mercado de seguros do Brasil.

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Publicado por em 16 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Social business: o que pensam IBM, Marítima Seguros e Totvs

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Empresas compareceram ao evento #MarcaÚtil e descreveram como utilizam as plataformas sociais para aumentar a produtividade e reduzir custos.

Para discutir o uso das redes sociais no mercado corporativo, a RMA Comunicação realizou na terça-feira (6/03) em São Paulo o evento #MarcaÚtil. Representantes da Marítima Seguros, TOTVS e IBM deram suas versões sobre como têm aproveitado os recursos que a tecnologia oferece ou superado os desafios que ela impõe.

O primeiro a falar foi Armando Pasini, superintendente de atendimento da Marítima. Até dois anos trás a empresa não possuía uma estratégia para Twitter ou Facebook e ficava à margem do que ocorria nessas plataformas.

“Sabíamos que a marca estava lá, abandonada, mas tínhamos o receio de que não estávamos prontos para entrar”, afirmou logo no começo de sua apresentação.

Antes de aventurar-se, porém, Pasini decidiu iniciar um trabalho de monitoramento, e obteve o imprescindível crivo da alta direção da companhia, ou, em suas palavras, seu “apoio total e irrestrito”.

A estratégia traçada foi a seguinte: independentemente de o cliente ou corretor fazer parte da empresa, eles os ajudariam caso fossem requisitados. Além disso, ficariam de olho no microblog para que, assim que uma dúvida ou comentário negativo sobre a Marítima fosse publicado, uma solução fosse encaminhada.

Leia mais: Pesquisa mapeia a utilidade das marcas na Internet brasileira

Dentre os exemplos positivos, o tuite de um usuário que ameaçava a seguradora com um processo foi mostrado. Após a intervenção, porém, ele a agradeceu pela prontidão. Em outro, uma corretora reclamou do atendimento da empresas, o filho a retuitou, mas, antes que o problema se espalhasse a companhia conseguiu resolvê-lo.

De acordo com o executivo, os poucos anos de atuação nas redes sociais serviram para indicar o comportamento ideal a ser adotado. É preciso agilidade na ação – no Twitter, dois dias é tempo demais – e transparência, mesmo que esta explicite uma falha da corporação. Não se deve apagar comentários e respostas-padrão são abomináveis.

Segundo Pasini, a Marítima tem obtido sucesso no que se propões a fazer: unir o SAC offline com o online. Além de reduzir custos, a atitude ajudou na fidelização, já que muitos clientes se sentem mais confortáveis em contatá-la via rede social do que por telefone.

Uma rede só sua
Marcos Puccini, gestor da rede social byYou, da TOTVS,  foi chamado em seguida para falar sobre a experiência. Ele explicou que antes de liberar a plataforma para os clientes, eles a testaram dentro de casa. Primeiro com algumas das pessoas que lá trabalhavam e, depois, com todas.

“Nossos funcionários eram ativos nas redes sociais privadas. Por que então não poderiam ser na corporativa?”, questionou.

O executivo alertou, no entanto, que não há sentido em criar um portal social interno só porque o concorrente tem ou porque é legal. É necessário definir objetivos, preparar-se e acompanhar todo o desenvolvimento do projeto. No caso da TOTVS, por exemplo, a byYou é útil por aumentar a colaboração entre os funcionários e elevar a produtividade.

Já para a IBM, responsável por milhares de novas patentes a cada ano, as plataformas colaborativas servem para ajudar na inovação. A developperWorls, por exemplo, possui oito milhões de usuários – um milhão só no Brasil – e não só agrega desenvolvedores de todo o mundo, como ajuda a gigante a economizar com suporte técnico. Segundo Flávio Mendes, membro da IBM Latin America Social Business & Collaboration Tiger Team, o valor chega a 100 milhões de dólares anualmente.

Mendes também mostrou como a “Big Blue” consegue unir seus mais de 400 mil funcionários espalhados por 150 países. Sua intranet impressiona.  Se quiser saber quem é o responsável por determinado segmento em certo Estado, basta uma rápida pesquisa para descobrir seu nome e como chegar até ele. O sistema analise seus contatos e entrega qual é o caminho mais curto para alcançar a pessoa com quem precisa falar.

A IBM também incentiva seus executivos a atuarem em sua rede social e se comunicarem a partir dela. Em um mapa é possível ver as relações de cada pessoa e, grosso modo, quanto menos isolada ela estiver, mais importante em termos de liderança ela é. De acordo com Mendes, essas plataformas não são só uma questão de tecnologia, mas também – e talvez, principalmente – de sociologia. Afinal, lidam e influenciam o comportamento das pessoas e só funcionam se este seguir conforme o esperado.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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5 serviços de backup on-line para manter os dados seguros

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Conheça algumas opções que podem ser alternativa viável para armazenar informações na nuvem.

14 de fevereiro de 2012 – 07h30

O arquivamento de dados é essencial para evitar desastres. Ainda assim, estima-se que um terço dos computadores não realiza cópias de segurança, de acordo com pesquisa da Backblaze realizada pela consultoria Harris Interactive. O levantamento chegou à conclusão de que apenas 7% dos usuários usam práticas seguras em seus computadores, arquivando os dados diriamente em outro local.

Em vez de usar a técnica tradicional de realizar backups em um disco rígido externo, uma alternativa cada vez mais popular é a utilização de um serviço de backup on-line que guarda os dados em servidores na nuvem. Você não precisa de nenhum hardware adicional.

Agora dezenas de empresas vendem serviços de backup on-line. Eles têm características mais automáticas, e, além de restaurar os arquivos para o computador hosteado, muitos [embora não todos] permitem recuperar arquivos armazenados por meio de smartphones ou tablets ou ainda a partir de um e-mail enviado a um amigo.

Mas ao salvar os arquivos na nuvem é conveniente automatizar os backups, embora essa ação tenha suas desvantagens. Em primeiro lugar, fazer uma cópia de segurança inicial pode ser um processo lento dependendo da quantidade de dados e da velocidade de internet. A boa notícia é que apenas o primeiro backup é lento. Depois disso, a atualização com novos dados leva de dez a 15 minutos, em média.

Igualmente frustrante é que muitos serviços de armazenamento on-line fazem cópias de segurança apenas de arquivos pessoais [ou seja, aqueles que você cri] e não aqueles que o sistema exige, por exemplo. Isso significa que você está parcialmente protegido.

A tarefa mais difícil é decidir qual serviço de backup on-line usar. A COMPUTERWORLD norte-americana se inscreveu nos cinco mais conhecidos serviços de backup on-line: Backblaze, Carbonite, CrashPlan, Mozy e Norton Online Backup para mostrar o lado positivo e negativo de cada um. Veja o resultado a seguir:

Backblaze
Os usuários devem pensar no Backblaze como uma forma de cercar seus arquivos importantes de todos os tipos de desastres. O coração da aplicação é o Painel de Controle Backblaze, que pode ser iniciado a partir de um ícone na bandeja de tarefas. A interface coloca a informação-chave na frente, mostrando quando o último backup foi feito e quais arquivos estão esperando para serem enviados. Existem controles para fazer o backup imadiatamente, restauração de dados e alteração das configurações do software.

O serviço oferece capacidade de armazenamento ilimitada, mas restringe os tipos de arquivos que podem ser arquivados. Ao contrário dos outros serviços analisados, o Backblaze exclui uma série de tipos de arquivos. Por padrão, o serviço salva todos os arquivos do usuário, como músicas, fotos e e-mails, mas ignora programas do sistema e arquivos do Windows.

Embora faça backup do conteúdo de um disco rígido externo, não inclui a capacidade de fazer backup de todo o sistema para um disco rígido externo como três dos outros serviços aqui analisados.

Arquivos ficam disponíveis para recuperação por até um mês depois de terem sido excluídos – um limite de tempo curto comparado com a política do CrashPlan, por exemplo, de nunca excluir. E não há maneira de compartilhar seus arquivos.

Outro ponto negativo do Backblaze é que os seus servidores ficam alocados em um único data center nos Estados Unidos, onde o serviço mantém cópias redundantes de todos os backups. Por outro lado, ele tem um sistema de segurança incomum que usa uma chave de criptografia pública/privada de 2048 bits da RSA para garantir uma chave de 128 bits que codifica os arquivos reais.

Carbonite
O Carbonite possui uma série de serviços. O básico Carbonite Home custa 59 dólares por ano e oferece backup ilimitado para sistemas Windows e Mac. O serviço HomePlus [que custa 99 dólares ao ano] acrescenta drive externo de backup juntamente com a capacidade de criar imagens de espelho, enquanto o serviço HomePremier, que pode ser comprado por 149 dólares ao ano, acrescenta ao serviço a recuperação de correio, em que uma cópia do  backup é enviada a você.

O HomePlus e o HomePremier são direcionados para usuários Windows. Um serviço separado, chamado Business Carbonite, oferece armazenamento a taxas mais altas para os usuários corporativos. O serviço também tem aplicativos para acessar arquivos armazenados em iOS, Android e smartphones BlackBerry.

Por padrão, o Carbonite faz backup somente do desktop, música, documentos, fotos, configurações, e-mail e arquivos de vídeo. Você pode adicionar outros arquivos específicos, mas nos testes realizados ele hesitou em adicionar software e programas do Windows.

No sistema, uma vez que o backup for concluído, qualquer arquivo pode ser recuperado no computador hosteado ou ainda com um smartphone. Arquivos permanecem acessíveis a partir do servidor on-line por 30 dias depois de terem sido deletados do disco rígido do computador.

De acordo com o site do serviço, o Carbonite posiciona seus servidores em vários data centers nos Estados Unidos. Além disso, usa técnicas de RAID, que armazena os dados em um único disco e usa o outro para criar um espelho, garantindo recuperação em caso de falhas. O sistema usa cripitografia de 128 bits e tem segurança sofisticada.

CrashPlan
O CrashPlan se destaca da concorrência em termos de variedade de opções que oferece aos usuários. Para começar, está disponível para uma ampla variedade de computadores, Macs e PCs com Windows, sistemas Linux e Solaris. Há também aplicativos para acessar os dados armazenados em Apple iOS e Android, mas não para BlackBerry.

A versão gratuita realmente não oferece backup on-line, mas permite fazer cópias de segurança para outros computadores [por exemplo, a partir do sistema de um amigo ou do trabalho]. Ele tem uma característica interessante que diminui as chances de os seus dados desaparecerem, mas pode colocá-los em muitas mãos, embora o CrashPlan realize criptografia.

As versões pagas permitem realizar cópias de segurança dos dados para servidores on-line do CrashPlan. O serviço CrashPlan + testado pela reportagem oferece armazenamento ilimitado por 50 dólares ao ano. Há também um plano que limita a capacidade de 10GB pela metade do preço, mas ambos são limitados a um único computador.

O pacote ilimitado família realiza o backup de até dez computadores por 120 dólares por ano. A empresa oferece uma versão completa por 30 dias.

Ele tem uma interface central que mostra o status dos backups e quantos arquivos estão na fila, mas também tem lugares para clicar para restaurar os arquivos, para determinar onde os backups serão armazenados e para fazer alterações na configuração. O software tem um registo excelente que mostra todas as tarefas realizadas.

Blowfish 448 bits é a criptografia usada (a versão gratuita utiliza encriptação 128 bits). Ao contrário das outras aplicações analisadas, que têm prazos após os quais os arquivos apagados são removidos, os arquivos de backup do CrashPlan depois de deletados do disco rígido nunca são removidos a menos que você faça a atividade de forma manual, de acordo com a empresa.

Os servidores do CrashPlan estão localizados em vários data centers dos Estados Unidos, mas também backup espelhado.

MozyHome
É destinado à pessoas com poucos conhecimentos técnicos que não querem complicadas opções de backup. Ainda assim, o Mozy deve satisfazer as necessidades dos tecnófobos e especialistas em tecnologia da mesma forma. O serviço está disponível para PCs com Windows e Macs (mas não os que usam Linux). Ele também tem aplicativos de smartphones para acessar os dados arquivados, que incluem iOS e Android, mas não está disponível para BlackBerry.

Backups on-line podem ser agendados para a hora de preferência (por exemplo, durante o almoço ou durante a noite). O padrão de backup inclui arquivos de vídeo configurações, música, documentos por e-mail, favoritos do navegador e registros financeiros, no entanto, ele pode lidar com arquivos individuais ou de todo o disco, incluindo arquivos de sistema. Pode realizar backup dos dados em um disco rígido externo. Permite restaurar qualquer arquivo e o documento fica disponível durante 30 dias após ser eliminado.

Ele oferece aos usuários a opção de usar criptografia Blowfish 448 bits ou encriptação AES 256 bits. Os servidores estão nos Estados Unidos e na Eupora. E, em vez do espelhamento de dados, utiliza Distributed Reed-Solomon error correction.

Norton Online Backup
Embora a Symantec seja mais conhecida por seus programas de segurança e de proteção contra vírus, o Norton Online Backup também faz parte do arsenal da empresa. Ele está disponível para Macs e PCs, mas não para sistemas Linux.

O fabricante também oferece o Norton Connect, um aplicativo beta para iOS que permite fazer o download de documentos arquivados. A Symantec teve um app Android semelhante que foi retirado do mercado em outubro passado, mas o site da empresa diz que ela está trabalhando em uma nova versão dessa tecnologia.

A configuração padrão do Norton copia apenas os arquivos básicos, incluindo contatos, arquivos financeiros, fotos, favoritos do navegador e documentos. A interface inclui caixas de seleção para adicionar rapidamente música, e-mail e vídeo. É possível adicionar qualquer pasta ou arquivo de forma manual e você também pode copiar todo o disco, incluindo arquivos de sistema. O programa fornece uma barra de progresso e exibe a porcentagem da tarefa que foi concluída, a quantidade de dados e o número de arquivos que estão sendo movidos.

A qualquer momento, você pode restaurar um arquivo perdido ou reconstruir todo o computador a partir dos dados armazenados on-line. Os arquivos apagados permanecem ativos nos servidores da Norton por 90 dias.

Além de restaurar qualquer arquivo armazenado, o Norton oferece uma boa maneira de compartilhar o material com colegas ou amigos via e-mail. Para isso, basta selecionar o arquivo e os e-mails em um link. O processo pode ser protegido por senha.

A Norton tem servidores espalhados nos Estados Unidos e na Inglaterra e usa criptografia SSL 128 bits para transferências on-line e encriptação AES 256 bits em seus servidores. Os dados são espelhados em dois locais, para garantir recuperação em casos de falhas ou desastres.

O serviço pode ser utilizado por 30 dias de forma gratuita. Depois disso, custa 50 dólares para armazenar 25GB. Não há planos para capacidade ilimitada, mas uma única assinatura pode acomodar cinco computadores diferentes, algo que outros cobram um extra de 2 dólares a 5 dólares.

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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