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Rússia pede reunião de emergência com Conselho de Segurança da ONU

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O governo da Rússia pediu nesta sexta-feira (2) uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar a situação na Ucrânia.

De acordo com a agência de notícias France Presse, o encontro, em Nova York, era esperado para acontecer antes do meio-dia, hora local.

O pedido russo deve-se ao aumento da violência no leste da Ucrânia. A reunião seria aberta, informaram diplomatas.

O encontro seria o 13º a acontecer desde que a crise na Ucrânia se instalou, no fim de 2013. Nenhuma dessas reuniões formais ou mesmo sessões de consulta resultaram em uma posição comum do Conselho.

Operação militar

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

Ainda nesta sexta, o governo ucraniano iniciou uma operação militar na região de Slaviansk, reduto separatista, que ganhou uma resposta furiosa da Rússia. Segundo Kiev, a ação se encaminha para uma catástrofe.

De acordo com as agências russas, os milicianos pró-Moscou derrubaram dois helicópteros e um piloto morreu, enquanto outro foi capturado, segundo o autoproclamado prefeito da cidade, Viacheslav Ponomariov.

O Ministério do Interior da Ucrânia confirmou que as aeronaves foram destruídas e que dois militares morreram e vários ficaram feridos na operação até o momento.

Confronto em Odessa
De acordo com a AFP, confrontos entre partidários da Ucrânia e apoiadores da causa russa já deixaram feridos em Odessa, na região litorânea do país, próxima ao Mar Negro.

Segundo um jornalista da agência, centenas de militantes pró-Rússia, com capacetes e armados com pedaços de madeira, atacaram um grupo de apoiadores do governo da Ucrânia no centro da cidade.

A polícia tentou intervir, mas o incidente terminou com uma dezena de feridos.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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TV dos EUA mostra que segurança de mísseis usa disquetes ‘gigantes’

O programa de TV norte-americano “60 Minutes” exibiu no domingo (27) uma reportagem que mostra o funcionamento das bases que controlam o lançamento de mísseis nucleares nos Estados Unidos. A repórter Leslie Stahl ficou surpresa ao ver que parte do código de segurança de lançamento fica em disquetes “gigantes” de oito polegadas, que há muitos anos não são mais usados em computadores.

Stahl chegou a ter em mãos um disquete rotulo como “top secret” (ultrassecreto). Até soldados mais jovens que fazem parte da equipe nunca tinham visto esses disquetes antes de receberam a missão de cuidar dos mísseis nucleares. Os computadores não estão conectados à internet e a comunicação ainda usa linhas telefônicas analógicas.

A reportagem do programa mostrou os bastidores do funcionamento dos controles de controle de lançamento, que ficam no subsolo. O “60 Minutes” só teve acesso a essas instalações porque as forças armadas norte-americanas tiveram problemas com soldados eu cuidavam dos mísseis nucleares, incluindo evidências de “cola” em provas e uso de drogas. Agora, os miliares querem melhorar a reputação dos soldados que cuidam desse armamento.

Cada centro de lançamento tem dois soldados. Cada um tem um código que é preciso para lançar um míssil. Há ainda um terceiro código, que esses soldados não possuem e que só é comunicado a eles quando houver uma ordem de lançamento feita pelo presidente dos Estados Unidos.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Adolescente teria driblado segurança e subido no topo do WTC, nos EUA

Um adolescente de Nova Jersey teria driblado até três sistemas de segurança para entrar na torre 1 do World Trade Center de Nova York, e conseguido subir até o topo do edifício que já é o mais alto do continente americano.

O jornal “New York Post” divulgou nesta quinta-feira (20) que Justin Casquejo, de 16 anos e que estava sem documentos de identidade no momento da façanha, teria conseguido na madrugada de domingo (16) para segunda-feira (17) passar da cerca de segurança da obra, pegar um elevador para operários até o 88º andar acompanhado por um empregado e subir andando até o andar 104, onde um guarda, que estaria dormido, não o teria visto e também não o teria detido.

Finalmente, após o adolescente passar duas horas fazendo fotos e aproveitando a vista privilegiada. Até que um funcionário da obra o viu e advertiu sobre a presença irregular ali, retirando-o do local.

Justin, que contou à polícia que chegou até ao topo do edifício do Marco Zero do baixo Manhattan, ainda conseguiu escrever em sua conta no Twitter “inspired” (inspirado), sob um perfil no qual se define como “The Wildest” (o mais selvagem), e, no Facebook, postou fotos com a torre 1 do World Trade Center de fundo.

A polícia de Nova York e a segurança do prédio não comentaram e nem confirmaram ao jornal o ocorrido.

O adolescente enfrenta acusações que não chegam a ser de crimes e ironizou inclusive sobre sua facilidade para penetrar o que disse que deveria ser “um anel de aço” em termos de segurança. O guarda que não alertou sua presença foi despedido por dormir.

E o empregado que operava o elevador e não pediu documentação foi recolocado na empresa mas não despedido, devido às pressões sindicais, informou o jornal.

Justin declarou às autoridades que já havia circulado pela região para estudar uma maneira de entrar no edifício. E acrescentou ao jornal: “Adoraria poder lhes contar como foi, porque teria muito a contar, mas me disseram que não posso fazer isso sem permissão”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Google lança novo sistema de segurança do Gmail contra a NSA

O Google anunciou nesta quinta-feira (20) novas medidas de segurança para os e-mails enviados e armazenados pelo Gmail. A empresa afirma que um novo tipo de conexão (HTTPS segura) com o objetivo de impedir que as mensagens possam ser acessadas por sistemas de espionagem do governo norte-americano.

O Gmail usa criptografia HTTPS desde 2010 e constantemente faz aprimoramentos para proteger os usuários. A nova conexão segura funciona quando o usuário checa ou envia um e-mail independentemente do computador, da rede ou do dispositivo utilizado.

Para criar uma barreira a mais contra a espionagem da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), o Google diz que irá criptografar todas as mensagens enviadas ou recebidas enquanto são movimentadas nos centros de dados internos da empresa. Isso, segundo a companhia, pode derrotar a estratégia da NSA de interceptar mensagens no serviço gratuito de e-mails. O Google diz que essa mudança “foi a principal prioridade desde 2013”.

“As mudanças significam que ninguém poderá acessar suas mensagens enquanto elas trafegam pelos servidores do Google, não importa que o usuário estiver usando uma rede privada ou um Wi-Fi público ou conectando-se em um PC, smartphone ou tablet”, disse Nicolas Lidzborski, engenheiro-chefe de segurança do Gmail. “Enquanto você usa o serviço, por detrás estamos usando diversos sistemas para maner as mensagens seguras”.

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Síria diz que Israel ameaça segurança no Oriente Médio

A Síria acusou nesta quarta-feira (19) Israel de ameaçar a segurança no Oriente Médio por bombardear posições sírias nas Colinas de Golã, em resposta a um atentado contra soldados israelenses, o que pode desencadear um conflito entre os dois países após décadas de calma.

O ataque aéreo israelense na madrugada desta quarta-feira deixou um morto e outras sete pessoas feridas, segundo as forças armadas sírias.

“Advertimos (Israel) contra as tentativas desesperadas incitando a escalada de tensão. A repetição destes atos agressivos ameaça a segurança da região”, indicou o exército sírio em um comunicado.

Israel bombardeou na madrugada desta quarta-feira posições do exército sírio em resposta a um atentado com bomba, que feriu quatro soldados israelenses quando patrulhavam a linha de demarcação entre Síria e Israel nas Colinas de Golã.

“Atacamos quem nos ataca”, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante o Conselho de Ministros. “São elementos sírios que não apenas permitiram, mas também cooperaram nos ataques contra nossas forças”, acrescentou.

Soldados de Israel andam ao lado de unidades móveis de artilharia perto da cidade de Katzrin, nas Colinas de Golã, nesta quarta-feira (19). Israel atacou alvos sírios. (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)Soldados de Israel andam ao lado de unidades móveis de artilharia perto da cidade de Katzrin, nas Colinas de Golã, nesta quarta-feira (19). Israel atacou alvos sírios. (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)

Netanyahu também indicou que Israel continuará proibindo “a transferência de armas por ar, mar e terra”, em referência aos equipamentos militares destinados ao movimento xiita libanês, Hezbollah, que combate na Síria junto às forças do presidente sírio, Bashar al-Assad.

Jornalistas da AFP viram ao meio-dia desta quarta-feira três carros de combate israelenses perto da fronteira de demarcação entre os dois territórios, perto de Makhdal Shams, capital das localidades drusas de Golã.

O ministro israelense da Defesa, Moshe Yaalon, havia atribuído pouco antes ao regime de Bashar al-Assad ‘tudo o que ocorre’ em seu território.

“Se continuar cooperando com elementos terroristas que querem prejudicar Israel, faremos com que pague um preço muito alto”, disse Yaalon.

O bombardeio israelense foi feito “contra várias posições militares sírias, que serviram para realizar o ataque contra os funcionários militares ontem”, disse o exército de Israel em um comunicado.

O atentado com bomba, ocorrido na parte ocupada desde 1967 pelo Estado hebreu nas Colinas de Golã, deixou quatro soldados feridos, um deles em estado grave.

Este ataque aéreo é o episódio mais violento desde a guerra de 1973 nas imediações da linha de demarcação entre as partes síria e israelense das Colinas de Golã.

Algumas zonas do lado sírio desta região estão controladas pelos rebeldes que lutam contra as forças de Bashar al-Assad, entre eles grupos jihadistas hostis a Israel.

Segundo o Estado hebreu, o Hezbollah, aliado de Assad e inimigo de Israel, também está presente no lado sírio de Golã.

“Não toleraremos nenhum atentado contra nossa soberania, nossos soldados ou nossos cidadãos. Responderemos com determinação e com força (…) quando e onde ocorrer, como fizemos nesta noite”, acrescentou Yaalon.

O exército sírio considerou que o ataque israelense busca “desviar a atenção das sucessivas vitórias” das forças de Bashar al-Assad na guerra síria, que neste mês entrou em seu quarto ano.

Assim como muitos analistas de segurança israelenses, o general Amos Yadlin estima que o regime sírio pode estar por trás do ataque de terça-feira contra um veículo militar israelense.

“O ataque de ontem era profissional. Não há dúvidas de que os sírios estavam informados e pode ser que o tenham realizado em nome do Hezbollah”, indicou Yadlin em uma entrevista à rádio militar.

Trata-se do terceiro incidente nas últimas duas semanas na fronteira setentrional de Israel. Os oficiais israelenses acusam o exército sírio de cumplicidade nestes ataques.

Os dois ataques anteriores, nos dias 5 e 14 de março, foram atribuídos ao Hezbollah, o movimento xiita libanês que travou uma sangrenta guerra contra Israel em 2006.

Nesta ocasião, Israel não acusou diretamente o Hezbollah, embora Netanyahu tenha indicado na terça-feira que o número de jihadistas e de elementos do Hezbollah aumenta na parte síria das Colinas de Golã.

Embora até o momento ninguém tenha reivindicado o atentado de terça-feira, os analistas apontam semelhanças com o cometido na semana passada contra tropas israelenses na fronteira com o Líbano, atribuído ao Hezbollah.

Israel ocupou as estratégicas Colinas de Golã na Guerra dos Seis Dias, de 1967, e as anexou em 1981, sem nenhum reconhecimento da comunidade internacional.

Síria e Israel continuam oficialmente em guerra. No entanto, a linha de demarcação nas Colinas de Golã é considerada uma fronteira tranquila desde o fim da guerra de Yom Kippur, em 1973.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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