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UFRN investiga morte de saguis no segundo maior parque urbano do país

No Parque das Dunas, em Natal, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões)Grupo-tarfa apura mortandade de saguis no Parque das Dunas, em Natal (Foto: Vanessa Simões/G1)

Uma investigação científica apura a morte de saguis no Parque das Dunas, o segundo maior parque urbano do Brasil e um dos principais pontos turísticos de Natal. Desde fevereiro passado, oito animais apareceram mortos na área de uso público do parque. Em 2004, um evento semelhante de mortandade de saguis levou o parque ao fechamento por três meses. À época, cerca de 50 saguis apareceram mortos ou doentes.

O grupo-tarefa criado para investigar a mortandade é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, e pelo Laboratório Central (Lacen).

Nesta terça-feira (22), o grupo de reuniu no Parque das Dunas e traçou as estratégias da investigação científica. “Todos os oito animais que apareceram mortos desde fevereiro ainda passam por exames laboratoriais. Até o momento, a única certeza que temos que é eles não foram vítimas de raiva. Ainda não temos um diagnóstico do que provocou essa mortandade”, falou ao G1 a administradora do parque, Mary Sorage.

Os saguis que habitam o Parque das Dunas são da espécie Callithrix jacchus, conhecida como saguis-do-Nordeste. Segundo Mary Sorage, essa espécie é “agitada, inquieta”. Assim como em 2004, os oito animais que foram encontrados mortos no Parque das Dunas apresentaram alta debilidade física. “Os animais que morreram, aparentavam estar doentes. Eles apareceram na área pública e ficaram quietos, parados, até morrerem”, relatou.

No evento de 2004, segundo a administradora, não se chegou a um diagnóstico conclçusivo do que levou os primatas à morte. De fevereiro a agosto daquele ano, foram registrados aproximadamente 50 saguis doentes ou mortos. Na época, os exames realizados para raiva, bem como a sorologia e isolamento viral para febre amarela e outros arbovírus foram negativos.

Mary Sorage disse que ainda é cedo para se relacionar a atual mortandade com a registrada em 2004. “Não podemos fazer qualquer tipo de relação agora, até porque estamos em fase de investigação. Creio que entre 20 e 40 dias poderemos dizer o que está havendo e que providências poderemos tomar”. A administradora descartou a possibilidade de, pelo menos por enquanto, o parque ser fechado à visitação pública.

Os animais mortos recolhidos tiveram amostras de tecidos recolhidas. Partes dessas amostras já foi enviada para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, para ser analisada.

O Parque

O Parque Estadual Dunas do Natal Jornalista Luiz Maria Alves foi criado em 1977. É a primeira Unidade de Conservação do Rio Grande do Norte e tem uma área de 1.172 hectares, sendo o segundo maior parque urbano do Brasil. O ecossistema de dunas é rico e diversificado, abrigando uma fauna e flora de grande valor bioecológico, que inclui diversas espécies em processo de extinção.

O Parque das Dunas ainda é considerado um dos principais pontos turísticos de Natal e oferece condições para o lazer e a realização de atividades educativas e de conscientização ecológica.

Segundo a administração do Parque, o local recebe uma média anual de 150 mil visitantes e mantém ainda um cadastro com cerca de 10 mil coopistas – que utilizam o espaço para a prática de atividades físicas.

No Parque das Dunas, em Natal, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões)No Parque das Dunas, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões/G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Popularidade de Obama cai de 46% para 41%, segundo pesquisa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem índice de rejeição de 52%, segundo pesquisa (Foto: harles Dharapak/AP)O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem índice de rejeição de 52%, segundo pesquisa (Foto: harles Dharapak/AP)

A popularidade do presidente Barack Obama continua em queda, segundo uma nova pesquisa, no momento em que os americanos criticam a política do governo para as áreas econômica e de saúde, assim como a gestão da crise na Ucrânia.

A taxa de aprovação do presidente caiu para 41% em abril, contra 46% nos três primeiros meses do ano, segundo uma pesquisa Washington Post-ABC News divulgada na segunda-feira (28) à noite. O índice de desaprovação subiu a 52%, contra 50% no início do ano.

A pesquisa foi realizada entre 24 e 27 de abril entre 1.000 adultos. A margem de erro é de 3,5%.

Apenas 42% dos entrevistados aprovam a gestão da economia e 37% a reforma da saúde, conhecida como ‘Obamacare’, que enfrentou muitas dificuldades no início, mas que finalmente alcançou sete milhões de inscritos como esperava o governo.

O índice de aprovação da gestão de Obama na crise da Ucrânia é ainda menor, de 34%.

Os números são preocupantes para Obama e o Partido Democrata antes das eleições legislativas de meio de mandato em novembro. As disputas na Câmara de Representantes, atualmente dominada pelos republicanos, assim como um terço do Senado, de maioria democrata, deverão ser renovadas nas eleições.

De acordo com o jornal Washington Post, as eleições passadas mostram que quando a aprovação de um presidente é tão baixa, o mais provável é que o partido sofra as consequências nas urnas. Desta maneira, os republicanos devem manter o controle da Câmara e existe a dúvida sobre uma possível maioria no Senado.

A participação será importante para os resultados. Segundo o Post, o eleitorado do Partido Republicano – brancos e de mais idade – tem um hábito maior de participar nas eleições de meio de mandato, geralmente de menor apelo que a eleição presidencial, que contam com maior participação dos jovens e minorias que apoiaram Obama.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Socialista Bachelet está muito perto de ganhar segundo turno no Chile

A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

A ex-presidente Michelle Bachelet se encaminha para recuperar a Presidência do Chile, no domingo (15), com um audacioso programa de reformas para tentar corrigir as desigualdades sociais no país que é o maior exportador de cobre do mundo.

A socialista Bachelet conseguiu 46,6% dos votos no primeiro turno das eleições, há um mês, e de acordo com analistas não deve ter dificuldades para superar novamente a adversária conservadora Evelyn Matthei, que ficou com 25,01% dos votos na primeira votação.

Bachelet, de estilo amável e caloroso, quer entrar para a história como a presidente que diminuiu a enorme distância entre ricos e pobres no Chile através de uma revolução na educação pública financiada por uma milionária reforma tributária.

Essa é a parte relativamente fácil. Bachelet poderá encontrar muito mais resistência para rescrever a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, que limita a formação de maiorias no Congresso e dificulta o governabilidade.

“Temos duas opções neste domingo: uma que busca mudanças e a outra que se opõe a elas,” disse Bachelet, uma médica de 62 anos, que governou o país entre 2006 e 2010.

Sua promessa de melhorias sociais seduziu muito os chilenos, que não se sentem beneficiados pelas riquezas naturais do Chile, uma das nações mais estáveis da América Latina.

Matthei, de temperamento mais confrontador, concorre com a desvantagem de ter entrado tarde na corrida presidencial. Além disso, a ex-ministra do Trabalho não conseguiu convencer a maioria dos chilenos a apoiar a continuidade das políticas liberais do presidente Sebastián Piñera, que está de saída.

Depois do primeiro turno, a candidata de direita, rejuvenesceu sua equipe de campanha para tentar conquistar os eleitores de centro e diminuir a diferença com Bachelet.

“Se você votou em mim e trouxer alguém que não votou no primeiro turno, sim, é possível!,” disse Matthei em um anúncio de rádio.

A aposta da candidata é melhorar o nível de participação nas primeiras eleições com voto voluntário no Chile. Em novembro, metade dos 13,6 milhões de cidadãos habilitados votaram.

Para a maioria dos analistas, o resultado da eleição está traçado lançada e resta apenas saber qual o nível de apoio que Bachelet terá.

“Acho que o objetivo dela é (conseguir) mais de 60%, um pouco acima dos 65% é muito bom,” disse Kenneth Bunker, analista político da Universidade Diego Portales, em Santiago. “Qualquer coisa abaixo de 55% seria um resultado ruim para ela”.

Além de escolher entre esquerda e direita, os chilenos escolherão entre as filhas de dois generais da Força Aérea que estiveram em lados opostos durante o golpe militar de Pinochet, em 1973, um período que ainda divide os chilenos.

O pai de Bachelet se manteve leal ao presidente deposto, Salvador Allende, e morreu na prisão. O de Matthei chegou a integrar a junta de Pinochet.

Bachelet foi presa e torturada depois do golpe e foi para o exílio, como dezenas de milhares de chilenos. Durante seu primeiro governo, o Chile se estabeleceu como uma das economias de sucesso da América Latina, e agora Bachelet quer encurtar a distância social que ainda existe.

Para financiar a educação gratuita, Bachelet prometeu uma reforma fiscal que pretende arrecadar cerca de US$ 8,2 bilhões adicionais com um aumento dos impostos corporativos e com o fim de benefícios a empresas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de dezembro de 2013 em Brasil

 

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Internautas brasileiros chegam a 105 milhões, segundo pesquisa do Ibope

O número de brasileiros conectados na internet chegou a 105,1 milhões nos meses de maio, junho, julho e agosto de 2013, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope nesta quinta-feira (3). O número é 3% maior do que o registrado nos três meses anteriores, quando o país teve 102,3 milhões de internautas.

O estudo corresponde a pessoas com acesso à web em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, lan houses, escolas, locais públicos e outros locais).

O crescimento foi mais expressivo no acesso em casa e no local de trabalho. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes foi de 79,5 milhões até agosto, um aumento de 3,8% sobre os 76,6 milhões registrados nos meses de maio, junho e julho, de acordo com o Ibope. Já os usuários ativos em casa ou no trabalho no mês de agosto somaram 57,2 milhões, aumento de 1,8% sobre os 56,2 milhões dos três meses anteriores.

Em dois anos, a pesquisa afirma que o Brasil ganhou 20 milhões de novos internautas com acesso em casa, passando de 57,9 milhões em 2011 para 76,6 milhões em 2013, um aumento de 32%.

Dados dos três meses que antecedem agosto mostram que o tempo de uso do computador em casa e no trabalho diminuiu 4,8%, registrando média mensal de 57 horas. Anteriormente, a médida de uso nestes espaços era de 60 horas.

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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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No Brasil, tablets vendem 1,9 milhão no segundo trimestre; 95% é Android

A venda de tablets no Brasil atingiu a marca de 1,92 milhão de unidades entre abril e junho de 2013, o que representa um crescimento de 151% em relação ao mesmo período no ano passado. Entre os aparelhos comercializados nesses três meses, 95% tem sistema operacional Android. Os dados são da consultoria IDC Brasil.

A fatia de equipamentos de baixo custo, com preço de até R$500, representou a maioria das vendas no período de acordo com a IDC: 55% do total. O preço médio dos tablets caiu de 2012 para este ano: de R$968 para R$628.

“Apesar do domínio dos equipamentos mais baratos, vale a pena salientar que os fabricantes estão fazendo investimentos para melhorar a qualidade e evitar a frustração dos consumidores. Em médio prazo, isso deve levar a uma elevação no preço médio dos tablets”, afirma Pedro Hagge, analista da IDC.

Segundo o estudo liberado pela IDC, os tablets ocuparam 35% do mercado de computadores no período e foram superados apenas pelos notebooks, que responderam por 38% das vendas. Os desktops, ou computadores de mesa, ficaram com 27%.

De acordo com Hagge, a expectativa de vendas de tablets no mercado brasileiro em 2013 foi revisada para cima – estima-se que serão 7,2 milhões de unidades, 120% a mais do que o registrado em 2012. No final do primeiro trimestre, a projeção era de 5,9 milhões de unidades neste ano.

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Publicado por em 21 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Computadores ficam 12% mais caros no segundo trimestre, diz pesquisa

Os computadores estão vendendo cada vez menos e também começaram a ficar mais caros. Segundo a consultoria IDC, o preço médio dos PCs ficou 12% mais caros no Brasil, no segundo trimestre de 2013.

A guinada nos preços ocorreu, segundo a empresa de análises de mercado, devido às consecutivas altas do dólar. Nesses três meses, a indústria teve receita de R$ 5,7 bilhões, 1,2% na comparação ano a ano.

A alta do dólar sustentou o faturamento maior das fabricantes de computadores mesmo após queda de 10% entre abril e junho, frente ao mesmo período de 2012. Foram comercializadas 3,6 milhões de unidades no trimestre.

Muitos componentes embarcados nos computadores ainda são importados, o que afeta o preço final.

Em média, os PCs passaram a custar R$ 1.580 neste ano. No mesmo período de 2012, eram vendidos por R$ 1.412.

Além disso, segundo a IDC, há uma transição para novos formatos de computadores, de tecnologias mais avançadas, como equipamentos com design mais fino, tela sensível ao toque, modelos conversíveis (com telas removíveis, que fazem o PC virar um tablet).

O segmento corporativo foi o que registrou a redução mais acentuada das vendas, de 15%. Ainda maior que o de consumo, que registrou queda de 7%, mas já vinha encolhendo.

A nova queda nas vendas de computadores fez a IDC revisar novamente a expectativa de crescimento para 2013. Agora, a consultoria estima em 9% a queda nas vendas –antes era de 8%.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Forças sírias usaram arma química, segundo avaliação prévia ocidental

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Agências de inteligência dos Estados Unidos e de países aliados fizeram uma avaliação preliminar de que as forças do governo sírio usaram armas químicas para atacar uma área perto de Damasco nesta semana e que o ato provavelmente teve aprovação do alto escalão do governo do presidente da Síria, Bashar al-Assad, de acordo com fontes de segurança norte-americanas e europeias.

As conclusões iniciais devem intensificar a pressão sobre o presidente norte-americano, Barack Obama, por uma ação mais incisiva por parte dos Estados Unidos, embora ele já tenha sinalizado que pretende manter uma posição cautelosa.

Sob anonimato, fontes ouvidas pela Reuters ressaltaram que a avaliação é preliminar e que, nesta etapa, a busca por provas conclusivas ainda pode levar dias, semanas ou mais.

Em suas primeiras declarações sobre o caso, Obama disse à emissora CNN que o suposto ataque da madrugada de quarta-feira nos subúrbios de Damasco foi “claramente um fato grande, de grave preocupação”, mas salientou a importância de respeitar o direito internacional na resposta ao incidente, e alertou para os custos humanos e financeiros de um eventual envolvimento norte-americano em disputas externas.

Membros do Conselho de Segurança Nacional, do Pentágono, do Departamento de Estado e das agências de inteligência se reuniram na noite de quinta-feira na Casa Branca, mas não prepararam nenhuma recomendação ao presidente, segundo funcionários. Outras discussões estão programadas.

Uma fonte oficial admitiu que os participantes expressaram “pontos de vista diferentes”, mas negou que haja uma grave divisão no governo dos Estados Unidos sobre a Síria, tema que já provocou divergências internas anteriormente.

“Não é que as pessoas estejam gritando umas com as outras”, disse a fonte.

Potências internacionais, inclusive a Rússia, pedem que o governo sírio coopere com uma investigação da ONU sobre o incidente. Inspetores internacionais já estavam em Damasco desde domingo para apurar suspeitas anteriores de uso de armas químicas, em incidentes considerados menos graves do que o desta semana.

A oposição síria diz que pelo menos 1.300 pessoas morreram enquanto dormiam por causa do ataque com armas químicas em subúrbios de Damasco dominados pelos rebeldes. O governo sírio nega ter cometido o ataque, e não respondeu aos apelos internacionais sobre uma investigação independente.

Embora a avaliação preliminar dos EUA seja de que a cúpula do regime sírio autorizou o ataque, uma fonte oficial disse que não se descarta que um comandante local tenha decidido por conta própria disparar foguetes que emanam gás, preparando uma possível ofensiva terrestre.

arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Brasil terá temperatura de 3ºC a 6ºC mais alta em 2100, segundo relatório

Marcadores da Apac mostram barragem completamente seca em São José do Egito (Foto: Luna Markman / G1)Marcadores mostram barragem completamente seca em São José do Egito, no Pernambuco: eventos climáticos extremos, como períodos prolongados de seca ou de chuvas fortes devem ser mais frequentes até 2100, de acordo com relatório sobre mudanças climáticas. (Foto: Luna Markman / G1)

Em 2100, a temperatura média do Brasil será de 3ºC a 6ºC mais alta do que no final do século 20. A previsão faz parte do primeiro relatório de avaliação nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). O documento será divulgado em setembro na 1ª Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais, mas alguns dados foram adiantados na edição de agosto da revista “Pesquisa Fapesp”.

De acordo com a “Pesquisa Fapesp”, o relatório também traz dados sobre mudanças em relação às chuvas no país. Enquanto biomas como a Amazônia e a Caatinga devem receber cerca de 40% a menos de chuva, nos Pampas, há uma tendência de aumento de cerca de um terço na pluviosidade até 2100.

Especialistas ouvidos pela revista observam que os dados demonstram que o Brasil sofrerá mais com extremos climáticos, como períodos prolongados de seca ou períodos prolongados de chuva forte.

Amazônia mostra sinais de degradação devido a mudanças climáticas (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech)Amazônia deve ser um dos biomas mais afetados
por redução dos níveis de chuva, de acordo com
documento (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech)

Um dos instrumentos utilizados para se chegar ao cenário da evolução do clima no país nos próximos anos foi o Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre (Besm), primeiro modelo climático nacional. A ferramenta, em desenvolvimento desde 2008, foi apresentada em seus detalhes em fevereiro deste ano.

Especialistas afirmam que o Brasil é o único país do hemisfério Sul a ter um modelo climático próprio. A vantagem de ter um sistema nacional é a possibilidade de obter características mais detalhadas sobre o Brasil e sobre o continente sul-americano.

Um dos resultados obtidos exclusivamente pelo instrumento nacional, segundo a “Pesquisa Fapesp”, é que, em 30 anos, se a taxa de emissão de CO2 continuar na tendência atual, a temperatura média anual do país já deve aumentar 1ºC. Apenas as regiões Sul e Norte devem se manter com temperaturas estáveis no período.

O PBMC é uma iniciativa que reúne 345 pesquisadores de diversas áreas para reunir e sintetizar toda a produção científica nacional sobre as mudanças climáticas no Brasil. Ele foi constituído nos moldes do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC).

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Terra entra no vermelho em termos de ‘dívida ecológica’, segundo ONG

Área desmatada localizada pelo Ibama no município de Apuí (Foto: Divulgação/Ibama)Área desmatada localizada pelo Ibama no município de Apuí: Terra já gastou, este ano, recursos naturais que deveriam ser utilizados em 1 ano para não comprometer sua reposição. (Foto: Divulgação/Ibama)

Os habitantes da Terra entraram novamente no ‘cheque especial’ em termos de ‘dívida ecológica’, depois de terem esgotado em apenas oito meses o equivalente aos recursos naturais que o planeta pode utilizar em um ano sem comprometer sua reposição, anunciou a Global Footprint Netwart.

Essa ONG calcula todos os anos o dia em que o consumo da humanidade de recursos naturais (alimentos, matérias-primas, absorção de dejetos e de CO2…) ultrapassa o que a natureza pode gerar em um ano sem reduzir seu capital.

O chamado ‘Dia da Sobrecarga’ (‘Overshoot Day’) acontece neste 20 de agosto, segundo a ONG com sede nos Estados Unidos e presente na Europa e no Japão. Até 31 de dezembro, os humanos viverão de provisões que já estão superexploradas, como no caso dos peixes, por exemplo. E também viverão em um planeta mais poluído devido ao acúmulo de CO2 na atmosfera causando o aquecimento global.

Isso aconteceu em meados de novembro dos anos 80, em outubro nos anos 90, em setembro nos anos 2000. Esta data simbólica e aproximada, que em 2012 aconteceu em 23 de agosto, é antecipada um pouco a cada ano. Isso supõe um claro sinal, segundo a ONU, do nível de vida cada vez menos sustentável dos habitantes da Terra, cada vez mais numerosos.

Limite crítico
Durante algum tempo, a Terra conseguiu suprir as necessidades dos homens sem se esgotar, mas o ‘limite crítico’ foi atingido nos anos 70 com a elevação do consumo e da população, recordou a Global Footprint Network, criada em 2003. E nossa ‘dívida ecológica’ só fez crescer desde então.

Ao ponto em que hoje precisamos de ‘um planeta e meio’ para responder de forma duradoura às necessidades dos habitantes da Terra durante um ano, enfatizou, por sua parte, a WWF, associada à operação.

Se cada pessoa no mundo vivesse como um habitante médio dos Estados Unidos, seriam necessárias quatro Terras. Se cada habitante do planeta adotasse o nível de vida de um chinês, a cifra diminuiria, mas apenas um planeta ainda não seria suficiente (1,2 Terra).

‘Hoje em dia, mais de 80% da população mundial nos países usam mais recursos que seus próprios ecossistemas podem renovar’, advertiram as duas associações.

‘Globalmente, estamos numa trajetória na qual precisaremos dos recursos de dois planetas muito antes de meados do século XXI’, advertiram os defensores do planeta.

Esta ‘dívida ecológica’ crescente é, à semelhança da dívida financeira dos países, dificilmente sustentável por mais tempo, afirmou Alessandro Galli, diretor regional da Global Footprint Network para África do Norte e Oriente Médio.

‘Os déficits ecológico e financeiro são as duas faces de uma mesma moeda. Em longo prazo, os países não podem enfrentar um deles sem se interessar pelo outro’, afirma em um comunicado.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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HP inaugura segundo centro de excelência em cloud no Brasil

Espaço instalado em parceria com a Microsul vai funcionar em São Paulo e tem a proposta de apoiar clientes em projetos de nuvem.

O HP Enterprise Group inaugura, em parceria com a Microsul, integradora de soluções de TI & Telecom, mais um Centro de Excelência em Cloud. Instalado em São Paulo, este é o segundo de um total de seis Centros que a HP lançará no Brasil em 2013. 

Além da Microsul, a Planus (SP), Decatron (RJ), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, também assumirão o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Microsul é mais um centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente, baseado nas tecnologias da HP. É um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, sobre como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. 

Segundo a HP, esses espaços possibilitam que os clientes tenham conhecimento em primeira mão e experimentem diretamente como é criar e consumir serviços na nuvem, reconhecendo na prática os benefícios gerados por esta tecnologia. Para as organizações, soluções que ofereçam uma entrega híbrida de serviços, quer seja a partir de uma nuvem pública ou privada, e eficiência operacional superior, serão encorajadas a mudar sua visão tradicional a respeito de infraestrutura e serviços de TI com a utilização da nuvem.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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