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Nasa monitora iceberg que ‘nasceu’ na Antártica e segue para mar aberto

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Tensão segue após noite violenta de confrontos e protestos em Kiev

Protestos na Ucrânia reúnem milhares (Foto: Genya Savilov/AFP)Protestos na Ucrânia reúnem milhares e registram confrontos violentos com a polícia (Foto: Genya Savilov/AFP)Manifestantes improvisam proteções para o corpo que lembram trajes de gladiadores durante protesto e confrontos com a polícia no centro de Kiev, na Ucrânia. Após a noite de sérios conflitos nas ruas, um grande grupo voltou a se aglomerar para protestar. (Foto: Evgeny Feldman/AP)Manifestantes improvisam proteções para o corpo que lembram trajes de gladiadores durante protesto e confrontos com a polícia no centro de Kiev, na Ucrânia (Foto: Evgeny Feldman/AP)

A tensão entre os manifestantes pró-europeus e as forças de segurança seguia nesta segunda-feira (20) em Kiev, após uma noite de violentos confrontos e num momento em que o poder se comprometeu a criar uma comissão de conciliação.

Centenas de manifestantes seguiam pela manhã na Praça da Independência de Kiev, onde passaram a noite, e ainda eram registrados alguns confrontos, com lançamentos esporádicos de pedras ou coquetéis molotov por parte dos manifestantes contra as forças de segurança.

Quase 200 mil pessoas se reuniram no domingo (19) neste local, epicentro dos protestos que começaram em dezembro, quando o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, se negou a assinar um acordo de associação com a União Europeia (UE) e optou por uma aproximação com a Rússia.

Os protestos diminuíram após a assinatura de um acordo econômico com Moscou, mas a aprovação, no último dia 17, de uma série de leis que introduzem ou reforçam as sanções contra os manifestantes avivaram novamente os protestos da oposição.

Manifestante é flagrado lançando bomba contra policias em praça de Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)Manifestante é flagrado lançando bomba contra policias em praça de Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)

Furgões da polícia invadidos
Durante a manifestação de domingo, alguns dos presentes tentaram romper o cerco policial para chegar ao Parlamento e tomaram furgões da polícia.

Em um exemplo de violência pouco frequente desde o início da contestação, atearam fogo em dois dos furgões e em cinco ônibus, e lançaram pedras e coquetéis molotov contra as forças de ordem, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo e golpes de cassetetes.

O ministério do Interior disse que quase 20 manifestantes vinculados a estes confrontos foram detidos. Os líderes da oposição, entre eles o boxeador Vitali Klitschko, pediram calma, mas o apelo foi pouco ouvido e eles inclusive receberam vaias da multidão, que os critica por não terem um plano de ação nem um verdadeiro líder.

Com o objetivo de alcançar um compromisso, Klitschko se reuniu com Yanukovich no domingo. O presidente ucraniano prometeu que o secretário do Conselho Nacional de Segurança, Andriy Klyuyev, irá criar uma comissão especial com representantes da oposição e que a primeira reunião será realizada na segunda-feira.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Até novembro, iPhone 5S e 5C saem em mais 52 países; Brasil segue fora

Funcionário de operadora de telefonia mostra visores do iPhone 5S e do iPhone 5C em loja de Utah, nos Estados Unidos, na quinta-feira (19) (Foto: George Frey/Reuters)iPhone 5S e iPhone 5C foram lançados no dia 19
de setembro (Foto: George Frey/Reuters)

A Apple anunciou nesta quarta-feira (9) que o iPhone 5S e o iPhone 5C serão lançados em mais 52 países até o dia 1º de novembro.

O Brasil não aparece na lista e segue sem confirmação para a chegada dos dois novos smartphones. Na América do Sul, a Colômbia será o primeiro país a ter oficialmente os aparelhos.

Os próximos países que receberão o 5S e o 5C foram divididos em duas datas. No dia 25 de outubro, os aparelhos saem em mercados como Coreia do Sul, Espanha e Itália.

Já em 1º de novembro, além da Colômbia, a Arábia Saudita, Emirados Árabes, Guatemala e Índia poderão comprar os novos smartphones da Apple.

Veja abaixo a relação completa:

25 de outubro: Antilhas Francesas, Áustria, Bélgica, Bulgária, Coreia do Sul, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macao, Malta, Nova Zelândia, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Reunião, Romênia, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan e Tailândia.

1º de novembro: Albânia, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Colômbia, El Salvador, Emirados Árabes, Guam, Guatemala, Índia, Macedônia, Malásia, México, Moldova, Montenegro e Turquia.

Autorização para venda
No Brasil, os novos iPhone 5S e iPhone 5C foram homologados na sexta-feira (4) pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), o que permite a comercialização dos aparelhos em solo brasileiro.

Os modelos liberados para venda são o A1457, dos cinco possíveis do iPhone 5S, e o A1507, de cinco possibilidades do iPhone 5C. Como os aparelhos são capazes de sintonizar a frequência de 2,5Ghz (Gigahertz), ambos são compatíveis com o 4G brasileiro. O último celular top de linha da Apple, o iPhone 5, não era compatível com a banda larga de quarta geração do país.

Os dois aparelhos foram lançados no começo de setembro. No primeiro fim de semana de vendas, o total de unidades comercializadas pelas lojas dos nove países em que os modelos chegaram primeiro chegou a nove milhões.

Nos Estados Unidos, o iPhone 5C desbloqueado, sem contrato com operadoras, custa US$ 550 (16 GB) e US$ 650 (32 GB). Já o 5S, também desbloqueado, custa US$ 650 (16GB), US$ 750 (32 GB) e US$ 850 (64 GB).

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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Cristina segue decidindo apesar de repouso médico na Argentina

Cristina Kirchner levou uma cuia de chimarrão de presente ao Papa Francisco (Foto: Gregorio Borgia/AP)A presidente argentina Cristina Kirchner (Foto: Gregorio Borgia/AP)

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, vai continuar tomando decisões de governo, apesar de permanecer em repouso durante um mês por orientação médica devido a um hematoma subdural (acúmulo de sangue na cabeça), disse uma fonte do governo.

A fonte informou ainda que o vice-presidente do país, Amado Boudou, só cumprirá um papel protocolar durante o período em que exercerá a Presidência.

“Repouso não é desconexão. As viagens, os aviões, os eventos não são recomendáveis para o sanguíneo, mas estará em cima dos temas da sua casa”, afirmou a fonte, que falou nesta segunda-feira à Reuters e pediu para não ser identificada.

O afastamento gera preocupação e especulações no país.

O hematoma vai manter a combativa líder, de 60 anos, fora de ação faltando apenas três semanas para a eleição legislativa de meio de mandato, em 27 de outubro, a qual vai determinar quanto poder no Congresso ela terá nos dois últimos anos no governo.

O vice-presidente Amado Boudou antecipou durante o fim de semana o retorno de uma viagem ao Brasil e à França e assumiu a Presidência, mas apenas formalmente, de acordo com a fonte, segundo a qual Cristina permanece no comando.

Segundo o porta-voz presidencial, o estado da presidente pode ser resultado de uma queda sofrida em agosto, embora na ocasião ela tivesse sido liberada pelos médicos.

Cristina, conhecida por acompanhar de perto o trabalho de seu gabinete, pode ter dificuldades para se manter distante durante um período politicamente sensível para a Argentina, a terceira maior economia da América Latina.

Além disso, o seu governo está no auge de uma batalha em tribunais dos Estados Unidos sobre a crise do calote da dívida argentina, um caso do qual ela gosta de falar publicamente.

Pesquisas recentes indicaram que o governo pode perder o controle do Congresso na eleição de meio de mandato, um resultado que tiraria de Cristina a oportunidade de fazer uma reforma constitucional que lhe permitiria disputar um terceiro mandato em 2015.

Reeleita em 2011 com base na promessa de elevar o papel do governo na economia, a presidente tem dito que não pensa em um terceiro mandato. Mas persistem as especulações de que seus partidários querem emendar a Constituição para que ela possa concorrer novamente.

Cristina foi eleita pela primeira vez em 2007, quando a Argentina se recuperava do catastrófico calote da dívida em 2002.

Suas políticas comerciais protecionistas, controles cambiais e de nacionalização das principais companhias aérea e de petróleo e do sistema de previdência privada mantiveram a Argentina como um pária dos mercados internacionais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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