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Segredo da longevidade de ‘rato pelado’ pode estar nas células

O rato-toupeira-pelado é o roedor mais longevo. Ele não tem pelos e vive no leste da África (Foto: Adam Fenster/University of Rochester/PNAS/Divulgação)O rato-toupeira-pelado é o roedor mais longevo. Ele não tem pelos e vive no leste da África (Foto: Adam Fenster/University of Rochester/PNAS/Divulgação)

Um novo estudo publicado pela “PNAS” revela um fator que pode contribuir para a longevidade e qualidade de vida do rato-toupeira-pelado, o roedor que tem a vida mais longa. O animal vive em torno de 30 anos e geralmente envelhece saudável. O segredo pode ser a forma como suas células constroem as proteínas.

Os cientistas Vera Gorbunova e Andrei Seluanov, da Universidade de Rochester, nos EUA, observaram que os ribossomas (as “fábricas de proteínas” das células) desse animal são formadas de uma maneira diferente, que permite que encadeiem os aminoácidos (os blocos que formam as proteínas) de uma forma muito mais precisa, com margem de erro até 40 vezes menor que os de seus “primos” camundongos.

“Isso é importante porque proteínas sem aberrações ajudam o corpo a funcionar de forma mais eficiente”, explica Seluanov em nota da universidade. Os cientistas agora vão tentar recriar em camundongos a forma como o ribossoma do rato-toupeira-pelado é criado, para verificar se poderiam aumentar sua precisão na formação das proteínas.

O objetivo, a longo prazo, é conseguir chegar a uma forma de modular a síntese proteica em seres humanos, baseada no que foi observado no rato-toupeira-pelado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Por segredo, mulher ficou 9 anos em campo de trabalho na Coreia do Norte

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Uma mulher passou nove anos internada em um campo de trabalho, ao lado dos pais e dos filhos, onde viu a morte da maioria deles, para não divulgar a relação que uma de suas amigas tinha com o filho do ditador norte-coreano.

A ex-prisioneira norte-coreana Kim Young-Soon contou sua história esta semana na ONU.

Young-Soon, hoje com 77 anos, conseguiu fugir do país natal em 2001. Ao lado de outros ex-prisioneiros, a mulher relatou sua história à comissão de investigação das Nações Unidas que examina pela primeira vez oficialmente os direitos humanos sob o regime da dinastia Kim.

Pyongyang, que nega qualquer abuso, não reconhece a comissão e negou acesso ao país para uma delegação.

Nos anos 70, Young-Soon pertencia ao privilegiado círculo próximo ao poder.

‘Tinha uma vida fabulosa até os 34 anos. Dançava para Kim Il-Sung, (o ditador da época), viajava por todo o país como uma celebridade’, contou.

Entre suas amigas estava Song Hae-Rim, uma atriz casada que em 1969 virou amante de Kim Jong-Il, o filho e herdeiro do dirigente do país. A relação era um segredo de Estado, mesmo quando a mulher deu à luz a um filho.

Para garantir que o segredo jamais fosse revelado, as autoridades decretaram uma punição a Kim Young-Soon. Em 1970, ela foi convocada pela polícia, detida e interrogada durante dois meses.

A bailarina não revelou nada, mas foi enviada ao lado dos pais e dos quatro filhos para Yodok, um campo de prisioneiros situado em uma região montanhosa e isolada do nordeste do país.

‘O lugar mais infernal do mundo’, definiu Young-Soon.

‘Nunca me disseram do que eu era culpada. Falaram apenas que deveríamos estar todos mortos, mas que nos autorizavam a viver graças à imensa humildade do dirigente’.

Obrigados a trabalhar incansavelmente, desnutridos, agredidos e torturados, os detentos caíam como moscas. Os pais de Kim Young-Soon morreram após um ano de cativeiro, um de seus filhos morreu afogado em um rio e sua filha foi entregue a uma família de agricultores. Ela nunca mais viu a criança.

Libertada em 1979 graças à intervenção de uma autoridade militar, Young-Soon conseguiu fugir do país em 2001.

‘Os que vivem em um país livre nunca entenderão realmente o que acontece nestes campos de trabalho’, concluiu em seu relato à comissão.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Negociadores israelenses e palestinos se reúnem em segredo

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Negociadores israelenses e palestinos se reuniram em segredo nesta terça-feira (20) em Jerusalém, anunciou um funcionário palestino de alto escalão, uma semana após ambas as partes decidirem retomar as negociações de paz, congeladas por três anos.

“Ocorreu um encontro hoje (terça-feira) entre a delegação palestina, presidida por Saeb Erakat e Mohamad Shtaye, e a delegação israelense, com Tzipi Livni e Yitzhak Molcho”, disse à AFP o funcionário, sob condição de anonimato.

Último encontro
Os delegados israelenses e palestinos concluíram na noite da última quarta-feira (14), em Jerusalém, mais uma rodada de negociações de paz diretas, após três anos de estancamento, informou a imprensa israelense.

Os palestinos aspiram a um Estado plenamente soberano e independente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, com a capital em Jerusalém Oriental, enquanto Israel aceita apenas um Estado palestino desmilitarizado, com sua presença militar e controle do espaço aéreo e fronteiras externas.

A parte palestina exige que Israel saia dos territórios que ocupou após a Guerra dos Seis Dias (1967) e que desmantele por completo os assentamentos judeus, no momento em que os israelenses anunciam a construção de novas casas, incluindo em Jerusalém Oriental.

Israel tomou a zona árabe de Jerusalém da Jordânia em 1967 e depois a anexou, uma medida que nunca foi reconhecida pela comunidade internacional. Os israelenses consideram a cidade como sua capital “eterna e indivisível”.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Artigo: “Interface humana” é segredo para sucesso do design da Apple

Foco da empresa em criar aparelhos mais simples e fáceis de usar, como iPod, foi responsável pela virada em seu sucesso nos últimos anos.

Uma das chaves para o sucesso da Apple é a insistência da companhia em reduzir opções em nome de uma menor complexidade. As pessoas que chamam de forma negativa os usuários da Apple de “fanboys” atacam a nós e à companhia, dizendo que porque a fabricante escolheu focar em simplicidade, nós e ela também devemos ser simples. Essa é a interpretação errada dos fatos. Em vez disso, o foco da Apple em simplicidade não é sobre reduzir escolhas para fazer produtos “apenas para leigos”; é sobre focar nas parte importantes, em vez disso.

Nos anos 1990, os Macs eram para pessoas velhas e hipsters (na época “hipster” não era um termo que englobava qualquer um com menos de 30). Eles eram legais se você era o tipo artista, ou não conseguia usar um computador de verdade, mas para quem precisava do “trabalho feito”, o Windows era a única solução de verdade.

Ao menos, é claro, que você quisesse controlar seu computador em vez de deixá-lo controlar você. Nesse caso, você queria o Linux e suas intermináveis configurações. Enquanto isso, o Mac tinha seus próprios seguidores devotos, mas a maioria fora desse grupo se recusava a levar a Apple a sério. Não foi o primeiro iMac que chegou e mudou as coisas. Não foi nem mesmo o Mac OS X. Foi o iPod, e mesmo então, nem foi tudo de uma vez.

Música para nossos olhos

O primeiro iPod surgiu em 2001, e em 2005 já era possível ver aqueles fones de ouvido brancos em qualquer lugar (nos EUA). Claro, outras empresas produziam esses music player portáteis – alguns com Wi-Fi, outros com HD maiores. Mas nenhum rival capturava o público (e o dinheiro) como o iPod.

Por que? A resposta fácil é marketing. Esse é o mesmo argumento que costumava ser usado para explicar o sucesso da Microsoft, mas então Bill Gates e sua empresa lançaram o Zune e o mundo coletivamente bocejou. Obviamente que se as vendas fossem diretamente atribuíveis ao marketing, a Microsoft teria destruído o iPod nessa batalha. Apesar dos esforços da empresa criada por Bill Gates, até o Windows não é mais o que costumava ser.

A verdadeira vantagem do iPod era que ele simplesmente era mais fácil de usar. Tinha menos botões, um visual mais agradável, sincronizava com o iTunes, e era o único player do mercado na época que podia reproduzir faixas da iTunes Music Store. O iPod oferecia uma maneira simples para comprar música, gerenciar sua coleção, e ouvir suas músicas favoritas. O que os intermináveis rivais do aparelho da Apple não entenderam na época é que, para derrotar o iPod, você tinha de derrotar a experiência toda, não apenas o aparelho.

Desenvolvimentos no design

Design é uma série de decisões. Deve ser essa ou aquela cor? Qual a primeira coisa que você vê quando faz login? O que acontece quando o usuário clica aqui?

Algumas vezes essas perguntas são muito difíceis de serem respondidas, e a solução fácil é torná-las uma preferência para o usuário decidir. Mas os melhores designers costumam ver essa opção como admissão de fracasso. A Apple não se diferencia dos rivais na beleza estética, mas na sua habilidade e disposição em tomar decisões em interesse dos seus usuários.

Foi fácil pensar em um tocador de músicas como arquivos MP3 em um HD, e assim presentear os usuários com uma estrutura vertical. O que a Apple fez foi “quebrar” o produto não em como a tecnologia funcionava, mas na forma como as pessoas “funcionavam” ao usá-lo. Essa foi a abordagem com o primeiro Macintosh, e pode ser vista no mais recente iPad Mini. Durante os períodos em que a Apple mais teve sucesso, a companhia focou em linhas de produtos criadas e construídas por pessoas dedicadas que se importavam em tomar as decisões corretas.

A comunidade de código aberto por trás do Linux, por exemplo, aparentemente escolhe focar-se em lançar tecnologias importantes para frente. O mundo sempre vai precisar dessa perspectiva, mas a “corrida dos megahertz” acabou, e foi vencida pelas pessoas que só queriam verificar seus e-mails e navegar pela web sem precisar pensar muito no que estavam fazendo.

Enquanto a RIM estava ocupada fazendo BlackBerries que tinham apelo para administradores de rede, as pessoas que realmente precisam usar as coisas estavam saindo e comprando iPhones. Nenhuma surpresa, então, ao ver que o próximo grande passo na tecnologia foi a retirada do teclado e do mouse. O que poderia ser mais humano do que o toque?

O Linux e seu “primo” Android vencem entre os “hobbystas” e os entusiastas por tecnologia ao fornecer opções para tudo. Assim como o desenvolvimento em si, o uso de um aplicativo torna-se um “mapa aberto” de possibilidades. Mas então onde fica a linha entre configuração e programação?

A abordagem da Apple é remover complexidade e fazer escolhas muito antes de o usuário ver o produto. Para alguns, isso é como se o controle estivesse sendo tirado do usuário, e eles acusam a empresa de “emburrecer” seus produtos, dizendo o clichê antigo que os produtos da Apple são para pessoas estúpidas. Para quem prefere tecnologia com um toque humano, a mágica está no que podemos conseguir. Nossas ferramentas são extensões – não reflexões – de nós mesmos.

Estamos nos dias iniciais de um “renascimento” do design. A Apple, com o iPod e tudo que veio depois, provou que produtos simples, atraentes e úteis podem triunfar no mercado. O efeito em terceiros está dramaticamente evidente nas lojas de aplicativos iOS e para Macs, sem mencionar seus rivais – mas também está “espirrando” em locais inesperados. Serviços como Square e Simple estão mudando o mundo das finanças ao focar no lado humano da equação. A Nest iniciou e reinventou o termoestato doméstico. E isso só ficar mais interessante à medida que uma geração de jovens e crianças que cresceu com iPods e iPhones decidir que quer criar coisas para mudar o mundo.

Por décadas, alguns profissionais muito espertos passaram muito tempo e investiram muita energia para fazer as pessoas entenderem a tecnologia. Acontece que o verdadeiro segredo para tornar os computadores utilizáveis é fazê-los desaparecer. Nossa humanidade está finalmente alcançando nossa tecnologia.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Artigo: “Interface humana” é segredo para sucesso do design da Apple

Foco da empresa em criar aparelhos mais simples e fáceis de usar, como iPod, foi responsável pela virada em seu sucesso nos últimos anos.

Uma das chaves para o sucesso da Apple é a insistência da companhia em reduzir opções em nome de uma menor complexidade. As pessoas que chamam de forma negativa os usuários da Apple de “fanboys” atacam a nós e à companhia, dizendo que porque a fabricante escolheu focar em simplicidade, nós e ela também devemos ser simples. Essa é a interpretação errada dos fatos. Em vez disso, o foco da Apple em simplicidade não é sobre reduzir escolhas para fazer produtos “apenas para leigos”; é sobre focar nas parte importantes, em vez disso.

Nos anos 1990, os Macs eram para pessoas velhas e hipsters (na época “hipster” não era um termo que englobava qualquer um com menos de 30). Eles eram legais se você era o tipo artista, ou não conseguia usar um computador de verdade, mas para quem precisava do “trabalho feito”, o Windows era a única solução de verdade.

Ao menos, é claro, que você quisesse controlar seu computador em vez de deixá-lo controlar você. Nesse caso, você queria o Linux e suas intermináveis configurações. Enquanto isso, o Mac tinha seus próprios seguidores devotos, mas a maioria fora desse grupo se recusava a levar a Apple a sério. Não foi o primeiro iMac que chegou e mudou as coisas. Não foi nem mesmo o Mac OS X. Foi o iPod, e mesmo então, nem foi tudo de uma vez.

Música para nossos olhos

O primeiro iPod surgiu em 2001, e em 2005 já era possível ver aqueles fones de ouvido brancos em qualquer lugar (nos EUA). Claro, outras empresas produziam esses music player portáteis – alguns com Wi-Fi, outros com HD maiores. Mas nenhum rival capturava o público (e o dinheiro) como o iPod.

Por que? A resposta fácil é marketing. Esse é o mesmo argumento que costumava ser usado para explicar o sucesso da Microsoft, mas então Bill Gates e sua empresa lançaram o Zune e o mundo coletivamente bocejou. Obviamente que se as vendas fossem diretamente atribuíveis ao marketing, a Microsoft teria destruído o iPod nessa batalha. Apesar dos esforços da empresa criada por Bill Gates, até o Windows não é mais o que costumava ser.

A verdadeira vantagem do iPod era que ele simplesmente era mais fácil de usar. Tinha menos botões, um visual mais agradável, sincronizava com o iTunes, e era o único player do mercado na época que podia reproduzir faixas da iTunes Music Store. O iPod oferecia uma maneira simples para comprar música, gerenciar sua coleção, e ouvir suas músicas favoritas. O que os intermináveis rivais do aparelho da Apple não entenderam na época é que, para derrotar o iPod, você tinha de derrotar a experiência toda, não apenas o aparelho.

Desenvolvimentos no design

Design é uma série de decisões. Deve ser essa ou aquela cor? Qual a primeira coisa que você vê quando faz login? O que acontece quando o usuário clica aqui?

Algumas vezes essas perguntas são muito difíceis de serem respondidas, e a solução fácil é torná-las uma preferência para o usuário decidir. Mas os melhores designers costumam ver essa opção como admissão de fracasso. A Apple não se diferencia dos rivais na beleza estética, mas na sua habilidade e disposição em tomar decisões em interesse dos seus usuários.

Foi fácil pensar em um tocador de músicas como arquivos MP3 em um HD, e assim presentear os usuários com uma estrutura vertical. O que a Apple fez foi “quebrar” o produto não em como a tecnologia funcionava, mas na forma como as pessoas “funcionavam” ao usá-lo. Essa foi a abordagem com o primeiro Macintosh, e pode ser vista no mais recente iPad Mini. Durante os períodos em que a Apple mais teve sucesso, a companhia focou em linhas de produtos criadas e construídas por pessoas dedicadas que se importavam em tomar as decisões corretas.

A comunidade de código aberto por trás do Linux, por exemplo, aparentemente escolhe focar-se em lançar tecnologias importantes para frente. O mundo sempre vai precisar dessa perspectiva, mas a “corrida dos megahertz” acabou, e foi vencida pelas pessoas que só queriam verificar seus e-mails e navegar pela web sem precisar pensar muito no que estavam fazendo.

Enquanto a RIM estava ocupada fazendo BlackBerries que tinham apelo para administradores de rede, as pessoas que realmente precisam usar as coisas estavam saindo e comprando iPhones. Nenhuma surpresa, então, ao ver que o próximo grande passo na tecnologia foi a retirada do teclado e do mouse. O que poderia ser mais humano do que o toque?

O Linux e seu “primo” Android vencem entre os “hobbystas” e os entusiastas por tecnologia ao fornecer opções para tudo. Assim como o desenvolvimento em si, o uso de um aplicativo torna-se um “mapa aberto” de possibilidades. Mas então onde fica a linha entre configuração e programação?

A abordagem da Apple é remover complexidade e fazer escolhas muito antes de o usuário ver o produto. Para alguns, isso é como se o controle estivesse sendo tirado do usuário, e eles acusam a empresa de “emburrecer” seus produtos, dizendo o clichê antigo que os produtos da Apple são para pessoas estúpidas. Para quem prefere tecnologia com um toque humano, a mágica está no que podemos conseguir. Nossas ferramentas são extensões – não reflexões – de nós mesmos.

Estamos nos dias iniciais de um “renascimento” do design. A Apple, com o iPod e tudo que veio depois, provou que produtos simples, atraentes e úteis podem triunfar no mercado. O efeito em terceiros está dramaticamente evidente nas lojas de aplicativos iOS e para Macs, sem mencionar seus rivais – mas também está “espirrando” em locais inesperados. Serviços como Square e Simple estão mudando o mundo das finanças ao focar no lado humano da equação. A Nest iniciou e reinventou o termoestato doméstico. E isso só ficar mais interessante à medida que uma geração de jovens e crianças que cresceu com iPods e iPhones decidir que quer criar coisas para mudar o mundo.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Qual o segredo da longevidade do firewall e mainframe?

Apesar de antigas, as duas tecnologias continuam vivas e preferidas por algumas organizações. O motivo é segurança que ambas oferecem.

Os firewalls de rede e mainframes são tecnologias antigas, mas ao longo dos anos, apesar dos apelos para acabar um ou outro, elas permanecem difundidas. O motivo da longevidade de ambas, segundo profissionais de TI, que administram grandes ambientes, são os aspectos de segurança.

“Temos hoje três vezes mais que a quantidade firewalls que tínhamos anos atrás”, informa Andrew McCullough, líder de segurança da informação da rede de hotéis dos Estados Unidos Motel 6.

A cadeia hoteleira costumava usar firewalls para proteger o perímetro da rede, mas ao longo dos tempos passou adotar a tecnologia também para construir defesas contra ataques internos de aplicações web e bancos de dados.

O firewall tem também ajudado a Motel 6 a garantir conformidade com as regras do Payment Card Industry (PCI), padrão mundial de segurança, criado pelas administradoras de cartão de crédito para proteger dados dos portadores de cartão de crédito. A companhia ainda se apoia em sistemas de prevenção de intrusão e antivírus filtragem.

Há oito anos, o Forum Jericho ganhou atenção considerável dos profissionais de TI, empresas e governo associados que defenderam fortes críticas levantadas sobre o firewall, considerado uma barreira ao crescimento do comércio eletrônico em todo o mundo.

Alguns pediram a eliminação progressiva de firewalls de rede,  enquanto os fornecedores não descobrem alternativas de segurança, especialmente baseadas em nuvem.

McCullough concorda que até hoje os firewalls de rede são impedimento para avanço do e-commerce. Ele dá o exemplo da sua companhia que em 2006 enfrentou problemas com o sistema de reservas online. Os equipamentos novos interferiram no aplicativo, gerando lentidão nas solicitações de reservas dos clientes.

O problema ocasionou indisponibilidade e aumentou o tempo de respostas aos clientes. Alguns ficaram cansados de esperar e buscaram outro hotel.

Para evitar que a situação se repetisse, a TI da Motel 6 fez uma revisão dos firewalls e colocou no ambiente modelos da nova geração Crossbeam X-séries, que, segundo o executivo de segurança, têm capacidade para aumentar em dez vezes a performance comparado com a linha antiga.

“Os Firewalls se tornaram o centro da nossa infraestrutura. Em um chassi Crossbeam agora é possível executar seis firewalls independentes, isolando redes internas”, conta o executivo da Motel 6. Porém, ele reclama que a nova linha é mais sofisticada e exige mais treinamento da equipe para lidar com a tecnologia.

Força do mainframe
Outra tecnologia antiga que continua viva em muitas organizações é o mainframe, que muitos especialistas decretaram sua morte em 1990. As previsões eram de que os grandes computadores para processamento de dados seriam extintos em cinco anos, o que não aconteceu.

A tecnologia mainframe permanece em operação. Uma das razões de sua longevidade é a segurança. Basta perguntar a Bridget Dancy, CIO de Circuit Court, corte de Illinois, nos EUA.

“Fazemos toda entrada de dados no mainframe”, conta a executiva. O sistema do tribunal é acessado por dois mil usuários pela rede de thin-client HP. O órgão conta ainda com sistemas Citrix para hospedagem e armazenamento de pedidos relativos ao sistema de arquivamento eletrônico.

Bridget afirma que o uso de mainframe impede que os usuários de tragam da internet arquivos que podem ser prejudiciais para os processos da corte. Todos os dados são armazenados no mainframe IBM que pode ser acessado por funcionários autorizados de vários departamentos da Justiça.

No Brasil, os mainframes devem ter vida longa, principalmente nos bancos, que não abrem mão dessa plataforma, considerada robusta e segura para operações financeiras.

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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