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Anatel licita direitos de exploração de satélite por R$153 milhões

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou nesta terça-feira quatro direitos de exploração de satélites por R$ 153,15 milhões.

A Hispamar Satélites ofereceu R$ 65 milhões pelo primeiro direito de exploração de satélite licitado, para operar a banda Ku, o que representou um ágio de 431,8% sobre o valor mínimo para um lance, de R$ 12 milhões.

A SES DTH do Brasil apresentou as melhores ofertas para o segundo e terceiro direitos de exploração de satélite. Com a proposta de R$ 33 milhões de reais, ágio de 170%, a empresa obteve o segundo direito para operar nas bandas C, Ku e Ka. Pelo terceiro direito, a empresa ofertou R$ 26,8 milhões, ágio de 119,3%, para operar na banda Ku.

Pela banda Ka, as empresas podem fornecer banda larga. Já pelas banda C e Ku, as operadoras poderão oferecer diversas aplicações em telecomunicações.

A Hispamar, que levou o primeiro lote, e a SES DTH, compradora do terceiro, escolheram as faixas destinadas no país para proverem DTH (TV por assinatura via satélite).

A Eutelsat do Brasil apresentou a melhor oferta pelo quarto direito de exploração, de R$ 28,35 milhões, um ágio de 131,9%. O futuro satélite deverá operar nas frequências que podem atender a todos os serviços fixos de telecomunicações.

Todos os direitos de exploração terão prazo de 15 anos, prorrogáveis por igual período. O objetivo da licitação é reforçar a infraestrutura de telecomunicações do país, afirmou a Anatel.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Satélite francês flagra possíveis destroços de avião sumido no Índico

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

As autoridades malaias informaram neste domingo (23) que receberam novas imagens de um satélite francês que mostram objetos flutuando no sul do  Oceano Índico e que poderiam ser destroços do avião da Malaysia Airlines que está desaparecido há duas semanas.

As imagens mostram “objetos potenciais”, disse o ministro malaio de Transporte, Hishammuddin Hussein, em comunicado.

No sábado (22), a China também divulgou fotos de satélites do país que mostram objetos, um deles de 22,5 metros por 13 metros, flutuando ao Sul da área onde estão sendo realizadas buscas do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.

Também no sul do Oceano Índico, possíveis destroços foram avistados na última quinta-feira por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

No entanto os trabalhos de busca realizados na sexta-feira na área, que fica a 2,3 mil quilômetros da costa australiana, não tiveram sucesso, aumentando a tensão entre os familiares dos passageiros desaparecidos.

Neste domingo (23), o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, país que coordena as buscas no oceano Índico, disse haver “esperanças crescentes” de a aeronave ser encontrada.

Abbott afirmou em Papua Nova Guiné que “surgiram eventos significativos” nas últimas 24 horas, em referência ao anúncio de que satélites chineses detectaram objetos, um deles de cerca de 22 metros, a 120 quilômetros a sudoeste do ponto onde foram captados os primeiros sinais.

“Evidentemente antes de dar detalhes precisamos recuperar este material porque ainda é cedo demais para fazer um comentário definitivo”, explicou o primeiro-ministro.

Neste domingo mais dois aviões chineses e dois japoneses se unirão à busca na área, de 36 mil quilômetros quadrados, em que já ajudam Nova Zelândia e Estados Unidos.

Imagem de satélite mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)Imagem de satélite chinês mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Empresa divulga imagens de satélite e pede ajuda em busca por avião

As buscas pelo voo desaparecido MH370 agora incluem, além de especialistas, internautas de todo o mundo.

Milhões de “caçadores de aviões” online espalhados pelo planeta estão tentando encontrar alguma pista que possa sinalizar o que ocorreu com a aeronave da Malaysia Airlines desaparecida no último dia 8 de março.

A análise de imagens geradas por satélites estão no centro das buscas pelo MH370.

Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)

A companhia Digital Globe, que coleta imagens digitais geradas por satélite, compartilha essas imagens na internet e, assim, permite que membros do público possam inspecioná-las e ampliá-las.

Após a desaparição da aeronave, a empresa lançou uma campanha de crowdsourcing que permite fazer buscas detalhadas em imagens de satélites e destacar coisas que pareçam interessantes. O site também mostra como determinadas coisas parecem se vistas à distância, como uma mancha de óleo ou um bote salva-vidas.

De acordo com a empresa, as imagens são tão detalhadas, que seria possível encontrar algo tão pequeno quanto uma mala.

Após seu lançamento, o site da Digital Globe aumentou consideravelmente sua audiência. Os dados mais recentes fornecidos pela empresa indicam que os mapas foram vistos 385 milhões de vezes.

Alarmes falsos
Mas o efeito colateral dessa prática é o número de alarmes falsos que serão levantados com a iniciativa.

A companhia diz que cerca de 4,7 milhões de “coisas” foram avistadas, mas ainda não está claro quantas destas são significativas – se é que alguma delas é verdadeiramente importante.

A fim de se prevenir contra isso, o sistema faz com que múltiplas pessoas – cerca de 30 – analisem cada imagem.

As imagens mais “tagueadas” por voluntários são então enviadas para os especialistas da Digital Globe, que irão, em seguida, determinar se a informação deve ou não ser repassada para autoridades.

Em princípio, as imagens fornecidas pela companhia estavam centradas no Mar do Sul da China e no Golfo da Tailândia – refletindo os focos iniciais de buscas pelo aeronave.

Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)

Agora, com as atenções se voltando para a região em torno do Estreito de Malaca, na costa oeste da Malásia, as buscas online também estão sendo adaptadas.

Novas imagens da região devem ser divulgadas em breve no site da Digital Globe.

A empresa disse à BBC que essas imagens seriam atualizadas diariamente e que seria possível fazer com que os satélites possam ‘olhar’ uma nova área a cada 20 minutos.

Agregando informação
O site de compartilhamento de notícias Reddit está se lançando em um desafio diferente – coletando e organizando informações publicadas pela mídia e postadas nas mídias sociais.

Uma seção especial, conhecida como subreddit, foi criada para agregar informações sobre a aeronave desaparecida.

Entre os links no site, há incontáveis discussões sobre as mais variadas teorias vindas de diferentes partes do mundo.

Graças à maneira que o Reddit funciona, com usuários podendo votar na qualidade do conteúdo postado no site, ele tem se mostrado como uma ferramenta útil na busca por notícias “confiáveis” ou que foram pescadas de geradores de conteúdo alternativos, como as mídias sociais.

Como por exemplo a hipótese sobre o que poderia ter acontecido com o avião oferecida no Google+ por Chris Goodfellow, ex-piloto canadense. Goodfellow sugere que o trajeto do avião e a súbita guinada em sua rota para o oeste indicam que o piloto poderia estar reagindo a um incêndio a bordo, tentado buscar um aeroporto para um pouso de emergência.

A página foi compartilhada várias vezes no Reddit e em outras redes, antes de ter sido republicada pela revista de tecnologia Wired.

No passado, usuários do Reddit já tentaram juntar pistas para ajudar em uma investigação, mas o resultados foram prejudiciais. Uma página subreddit montada em torno dos atentados à bomba de Boston acabou apontando uma pessoa errada como autor do ataque.

E há também pessoas que tem o propósito deliberado de prestar informações erradas, como o perfil falso de Facebook do co-piloto do voo MH370, Faruq Abdul Hamid, que foi amplamente compartilhado.

A fim de evitar pistas falsas, a edição malaia do Google teve de divulgar um comunicado de imprensa pedindo que pessoas não buscassem imagens do avião no Google Earth.

“Sim, as imagens podem estar lá, mas as imagens não foram registradas em tempo real”, afirmou um representante do Google Malaysia em entrevista ao jornal Star, enfatizando que as imagens vistas no site poderiam ser de meses atrás.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Vietnã não encontra destroços de avião em área apontada por satélite

Vídeo da rede americana CNN mostra imagem de satélite chinês com manchas que poderiam indicar localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/CNN)Vídeo da rede americana CNN mostra imagem de satélite chinês com manchas que poderiam indicar localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/CNN)

Autoridades do Vietnã anunciaram nesta quinta-feira (13) que seus aviões não encontraram eventuais destroços do avião malaio desaparecido, na região apontada por um satélite chinês por conter grandes “objetos flutuantes” que poderiam corresponder ao Boeing 777 da Malaysia Airlines. As buscas pela aeronave entraram no sexto dia.

“Esta manhã enviamos dois aviões AN-26 para inspecionar as zonas marítimas próximas da ilha de Con Dao, onde três objetos ‘suspeitos’ foram detectados por um satélite chinês. As aeronaves retornaram sem ter encontrado nada”, declarou Dinh Viet Thang, vice-diretor da Aviação Civil vietnamita.

A China anunciou que um de seus satélites de observação havia detectado três grandes “objetos flutuantes” em uma zona marítima na qual o Boeing poderia ter caído.

A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites detectou três “objetos flutuantes” de certo volume em uma zona marítima na qual poderia ter desaparecido o Boeing da Malaysia Airlines.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

Os objetos flutuantes foram detectados em alto mar, a 105,63 graus de longitude leste, e 6,7 graus de latitude norte, segundo o site da agência chinesa.

As autoridades também enviaram um avião de reconhecimento para a zona, mas por enquanto não declararam ter encontrado nada.

Horas de voo
Segundo o jornal “The Wall Street Journal”, o avião da Malaysia Airlines pode ter voado por cerca de quatro horas depois do de ter perdido contato com os radares, informaram investigadores americanos.

A estimativa se baseia em “informações enviadas automaticamente do motor do Boeing 777-200”, explicaram as fontes à publicação.

O ministro do Transporte da Malásia, Hishamuddin Hussein, disse nesta quinta que os relatos não são verdadeiros.

Segundo o jornal americano, o fabricante do motor do avião, a Rolls-Royce, recebe automaticamente os dados de altitude e velocidade das aeronaves como parte de seus acordos de manutenção com a companhia aérea.

Os investigadores analisam agora esses dados para determinar para onde se dirigiu o avião depois que foi perdido o contato com ele, de acordo com as fontes consultadas pelo “WSJ”.

Segundo suas estimativas, se o avião voou por mais quatro horas depois que sumiu dos radares, pode ter percorrido uma distância adicional de 2,2 mil milhas náuticas, o que lhe permitiria alcançar pontos como o Oceano Índico, a fronteira com o Paquistão ou o Mar Arábico.

Uma das hipóteses ventiladas pelos investigadores é que uma ou várias das pessoas que estavam a bordo pudessem mudar o rumo do avião “com a intenção de usá-lo para outro propósito”, explicaram as mesmas fontes.

Oficiais americanos informaram nesta quarta que os satélites espiões dos Estados Unidos não detectaram sinais de explosão em voo por ocasião do desaparecimento do Boeing da Malaysia Airlines.

O governo dos EUA já utilizou sua rede de satélites para detectar sinais de calor relacionados a explosões de aviões, mas desta vez não encontrou qualquer vestígio térmico, informaram os oficiais, que pediram para não ser identificados.

A ausência de vestígios de explosão só aumenta o mistério sobre o que ocorreu com o voo MH370.

O Boeing 777, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria chinesas, viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira no horário de Brasília).

As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas operações, com navios, aviões e satélites.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Malásia diz que imagens de satélite chinês ‘não mostravam destroços’

O governo da Malásia negou nesta quinta-feira (13) as informações de que o avião desaparecido desde sábado tenha voado durante quatro horas depois de desaparecer do radar e afirmou que as imagens de um satélite chinês, que provocaram esperanças, não mostravam destroços.

“As informações estão erradas”, afirmou o ministro dos Transportes, Hishamudin Husein, aos jornalistas, ao comentar a notícia divulgada pelo Wall Street Journal.

Ele acrescentou que a China afirmou ao governo da Malásia que as imagens de satélite foram divulgadas “por engano e não mostravam destroços”.

O “Wall Street Journal” informou que o Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado, pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

A aeronave poderia ter viajado por centenas ou milhares de quilômetros depois do último contato com os controladores aéreos a 1H30 de sábado (14H30 de Brasília, sexta-feira), uma hora depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim.

Os investigadores americanos, que pediram anonimato, baseiam a hipótese nos dados transmitidos automaticamente pelos motores Rolls Royce, que equipavam o Boeing desaparecido

A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites havia detectado três “objetos flutuantes” de certo volume em uma zona marítima onde foi perdido o contato com o avião.

O Boeing 777, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria chinesas, viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira no horário de Brasília).

As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas operações.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Satélite chinês acha mancha no mar que pode ser local de avião, diz CNN

Um satélite da China pode ter localizado o local do possível acidente com o voo MH 370 desaparecido desde a última sexta-feira, informou a rede de TV americana CNN. O Boeing 777 da empresa aérea Malaysia Airlines viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na noite da última sexta-feira. Não há, até o momento, nenhuma pista do que pode ter acontecido com a aeronave que levava 239 pessoas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Foguete japonês H2A coloca satélite meteorológico GPM em órbita

 Foto da Nasa mostra foguete japonês H2A sendo lançado com o GPM a bordo (Foto: AFP Photo/Nasa/Bill Ingalls) Foto da Nasa mostra foguete japonês H2A sendo lançado com o GPM a bordo (Foto: AFP Photo/Nasa/Bill Ingalls)

O foguete japonês H2A decolou na madrugada desta sexta-feira do Japão (hora local) para colocar em órbita o satélite de medição de precipitações terrestres GPM, segundo imagens divulgadas ao vivo pela Agência de Exploração Espacial japonesa (Jaxa).

O lançador partiu como previsto às 3h37 (15h37 de quinta-feira em Brasília) da base de Tanegashima, onde as condições meteorológicas eram favoráveis. O voo transcorreu conforme planejado, acrescentou a mesma fonte.

“O satélite se separou do lançador no momento previsto para alcançar depois sua órbita de trabalho”, declarou um funcionário da Jaxa, acrescentando que “o foguete cumpriu seu papel, sua missão é um sucesso”.

O Global Precipitation Measurement Core Observatory (GPM) é um satélite que está no centro de um amplo projeto que reúne a Jaxa, a Agência Espacial americana (Nasa), além de centros de pesquisa europeu e indiano.

O lançamento aconteceu sob o controle do grupo japonês Mitsubishi Heavy Industries (MHI). Esta é a 23ª missão do H2A. A anterior foi em 27 de janeiro de 2013.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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