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Documentário sobre biodiversidade marinha é lançado em Santa Catarina

Estudo ampliou o número de espécies de esponjas citadas para as ilhas próximas a Florianópolis (Foto: Alcides Dutra/Instituto Larus)Estudo ampliou o número de espécies de esponjas citadas para as ilhas próximas a Florianópolis (Foto: Alcides Dutra/Instituto Larus)

Um documentário, que mostra a biodiversidade marinha em Santa Catarina, foi lançado em Santa Catarina. O trabalho expõe resultados de pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Santa Catarina com o auxílio de laboratórios parceiros nos últimos quatro anos. Temperatura da água, predação, limites de distribuição de organismos marinhos e ambientes de transição são alguns dos aspectos investigados.

O documentário foi feito pelo Laboratório de Biodiversidade Marinha do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e teve produção do Instituto Larus.

O projeto, de 12 minutos, foi produzido em três meses, com a participação de oito alunos de graduação e de pós-graduação da Universidade. Foram captadas 18 horas de imagens e 60 horas de pós produção. As expedições para captação de imagens foram feitas em áreas próximas da Ilha de Santa Catarina.

Corynactis sp, espécie próxima dos corais que ocorre em maior abundância na região mais ao sul (Foto: Edson Faria Junior/Arquivo pessoal)Corynactis sp, espécie próxima dos corais que ocorre em maior abundância na região mais ao sul (Foto: Edson Faria Junior/Arquivo pessoal)

“Conhecemos tão pouco o mar perto de onde vivemos.A fauna marinha de Santa Catarina é surpreendente: temos aqui o limite Sul de distribuição de organismos marinhos tropicais do Oceano Atlântico. Eles tendem a ser bonitos, coloridos – tanto os peixes como os corais”, comenta Alberto Lindner.

A estimativa do biólogo Alcides Dutra, presidente do Instituto Larus é de que cerca de um milhão de pessoas assistam ao documentário. “Trabalhamos primeiro a conscientização, para depois trabalhar a educação ambiental. O Instituto Larus nasceu de um projeto na UFSC em 1982 e se transformou em ONG – ele é filho da UFSC”, explica Alcides Dutra.

As investigações foram realizadas por meio do projeto de pesquisa Biodiversidade Marinha do Estado de Santa Catarina executado pela UFSC desde 2010, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina, FAPESC. O vídeo pode ser acessado no site do Projeto Biodiversidade Marinha.

Fonte G1

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Tartarugas marinhas são preservadas no Litoral de Santa Catarina

Tartarugas são visitadas e colaboram para conscientização (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)Tartarugas são visitadas e colaboram para conscientização (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)

O litoral catarinense é um dos locais de visita da tartaruga marinha, que vem a Santa Catarina para se alimentar. Na região, o projeto Tamar promove a educação da população, pesquisa e preservação da espécie.

“A tartaruga marinha desempenha um papel muito importante na cadeira alimentar. Ela serve de alimento para várias espécies e também se alimenta de animais e flora marinha”, explica a gestora do Projeto Tamar em Florianópolis, Camila Trentinn Cegoni.

“No Litoral brasileiro tem cinco espécies de tartarugas marinhas. Na região Sul as mais comuns são a verde e a de couro”, diz o coordenador técnico Fundação Pró-Tamar, Gustavo David Stahelin.

Camila e Gustavo são responsáveis pelo centro de visitantes do Projeto Tamar, um local construído para sensibilizar as pessoas sobre importância da preservação da tartaruga marinha. No local, alguns exemplares são utilizados para a educação ambiental.

As tartarugas que estão lá não conhecem o mar, são espécimes que não teriam sobrevivido ao nascimento sozinhas e foram levadas ao local com a finalidade de conscientização. “Elas são as salvadoras das tartarugas que estão no mar, elas são para a educação, para a sensibilização”, ressalta Camila.

Tartarugas são preservadas no Litoral de Santa Catarina (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)Tartarugas são preservadas no Litoral de Santa Catarina (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)

Os animais machucados são recolhidos e atendidos por biólogos e veterinários. É feita uma análise das condições de saúde e as tartarugas recebem os medicamentos necessários para então serem devolvidas ao mar.

Além do lixo e da poluição dos mares, outro problema enfrentado pelo projeto é a pesca acidental. No Porto de Itajaí, um trabalho de base é feito por uma equipe do Tamar. Circulando entre as embarcações, as equipes conscientizam os pescadores e ensinam práticas para minimizar o impacto a essa e a outras espécies. “Os mais jovens têm uma visão mais aberta para a preservação”, opina o técnico ambiental Luiz Rodrigo Maçaneiro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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De olho em PMEs, Cisco inaugura estande na Santa Ifigênia

Fabricante ganha espaço na zona comercial da capital para vender produtos direcionados aos pequenos e médios negócios.

Como parte da estratégia no segmento de pequenas e médias empresas (PMEs), a Cisco anunciou o lançamento de um estande na Rua Santa Ifigênia, zona comercial da capital paulista conhecida pela oferta de eletrônicos. A empresa inaugurou o espaço na Galeria São Paulo com soluções e produtos específicos para este mercado.

Estão expostos no estande novos roteadores, switches, access points, wireless e telefones IP. Lançados em dezembro de 2012 com foco nas empresas de até 100 funcionários, os produtos prometem atender à demanda das PMEs por mobilidade, aumento de produtividade, flexibilidade e respostas mais rápidas.

“A presença em um dos principais centros comerciais da cidade de São Paulo reforça nossa estratégia para atender as pequenas e médias empresas”, diz Ana Claudia Plihal, diretora de comercial da Cisco do Brasil. “Pretendemos nos aproximar cada vez mais deste importante segmento da economia.”

O projeto do estande foi desenvolvido e executado pela agência  Andeloce/AGS Comunicação. Os produtos estão disponíveis também em revendas autorizadas na Santa Ifigênia: NetConect, TELIS, A Solução Cabos e CCA Network.

*Agência IPNews

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria foi premeditado?

Texto que circula pelas redes sociais e em vários fóruns sugere que o incêndio em boate foi  premeditado e calculado para ocorrer no dia 27 de janeiro. Será verdade?

Apenas algumas horas após um incêndio fazer mais de 240 vítimas em uma boate no Rio Grande do Sul, vários blogs, fóruns de discussão e publicações nas redes sociais começaram a cogitar a possibilidade de que tudo não passou de um plano, a fim de acabar com vários jovens ao mesmo tempo.

De acordo com o texto, o incêndio teria sido elaborado para ocorrer no dia 27 de janeiro (que coincidiria com o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto).

Abaixo, a reprodução de uma das variações do texto que circula por aí:

Reprodução: http://forum.jogos.uol.com.br/esse-incendio-foi-premeditado_t_2366872

No dia 27 de janeiro de 2013, um enorme incêndio tomou conta da casa noturna Kiss, situada na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Testemunhas afirmam que tudo começou depois que um membro da banda Gurizada Fandangueira resolveu lançar um sinalizador dentro da boate, no inicio do show da Gurizada.

O grupo musical já é famoso por utilizar de efeitos pirotécnicos em seus shows. Essa não foi a primeira vez que a Gurizada Fandangueira solta rojões em ambientes fechados, conforme apurado pelo jornal Ultimo Segundo, do IG.

O incêndio foi mesmo uma fatalidade… Ao que tudo indica, a boate Kiss não tinha estrutura de segurança, como várias saídas de emergência e extintores de incêndio em ordem.

O autor inicia o texto assim:

“Todo mundo falando da tragédia que aconteceu,eu vou falar o que eu acho(eu sei que não tem nada a ver com a pagina,mais *). ‘EU’ não acho que isso foi um acidente ou coisa do tipo,se vocês ligarem as coisas podem perceber isso também.”

O inicio do texto já denota um tom de conspiração. Típico em postagens alarmistas que aparecem sempre quando ocorrem desastres como esse.

No próximo parágrafo, o texto diz:

“O cartaz da banda, era uma caveira pegando foco e no fundo varias caveiras dançando pegando fogo também.”

O cartaz exibido na foto é, na verdade, de outro evento da banda, que ocorreu em Roque Gonzales no dia 1° de julho de 2012.

Se a banda usou o cartaz em um evento 7 meses atrás, por que o incêndio só ocorreu agora? Muitos dirão que o “plano” levou meses para ser elaborado… E você, o que acha?

O autor do texto também diz que:

“Agora começa a coisa mais estranha, a última musica que foi tocada foi Die Young,que traduzindo significa Morrer Jovem.”

Não há nenhuma prova de que essa teria sido a última música tocada antes do incêndio. Esse dado se fosse real poderia ter sido confirmado por algum dos sobreviventes. Aliás, acreditamos que a última coisa que alguém iria se lembrar num momento desses seria o nome da música que estava tocando.

O seguinte parágrafo é controverso:

“Na boa, os seguranças fecharam TODAS AS PORTAS, vei, se alguém chegasse e falasse que estava havendo um incêndio é claro que iriam abrir as portas,até porque eles não iriam querer morrer e muito menos serem acusados por serem responsáveis pela morte de mais de 200 pessoas.”

Ainda é cedo para afirmar, mas investigações estão apurando se os seguranças lacraram mesmo as saídas (na verdade, só havia uma saída de emergência). O que se sabe até o momento é que muitas das vítimas correram para o banheiro, achando que estavam saindo da boate, e acabaram morrendo por asfixia e/ou pisoteadas.

Qualquer afirmação quanto a isso ainda é pura especulação…

A seguir, temos:

“Uma coisa estranha também é que uma sobrevivente disse que viu uma mulher de vestido vermelho sorrindo pra todos(isso é bizarro)”

De onde o autor tirou essa informação? Uma sobrevivente viu uma mulher sorrindo… Qual é o nome da sobrevivente? Seria mais convincente se mais de uma pessoa tivesse visto.

Como todo bom boato que se preze, é difícil se confirmar esse trecho também.

Prosseguindo:

“Além disso tudo que é super estranho,na página da Kiss no facebook foi postado assim “hoje temos a banda gurizada,a kiss VAI PEGAR FOGO” logo depois do incêndio o post foi apagado,estranho não?”

Não há como saber se esse trecho é verdadeiro ou falso! Não encontramos nenhum registro (ou algum print da tal postagem).

A única parte (mais ou menos) real do texto:

“E uma coisa SUPER estranha foi que o só morreu UM integrante da banda (ele era o mais novo) só porque ele não conseguiu sair da fumaça,o outros mal se feriram,se não fosse por isso,todos os integrantes da banda estavam bem e VIVOS.”

De fato, um dos integrantes da banda morreu. Danilo Jaques, o sanfoneiro, morreu no incêndio. Os demais membros da banda tiverem ferimentos leves. Não temos informações sobre a idade dos músicos (quem souber, publica aí nos comentários, por favor)

O texto é falso. Mistura uma série de informações desencontradas, sem fontes e se aproveita da comoção dos leitores para criar teorias conspiratórias. O acidente ainda está sendo investigado e, ao que tudo indica, se iniciou por causa de um sinalizador, que foi lançado dentro da boate Kiss.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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