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Adora-Roda evoca tradição do samba em curta temporada no Grande Recife

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Adora Roda (Foto: Diego Bresani / Divulgação)Depois de passar por Rio e Salvador, Adora-Roda chega ao Recife (Foto: Diego Bresani / Divulgação)

Não precisa de muito tempo de conversa para saber que, com o grupo brasiliense de samba Adora-Roda, para qualquer lado que se aborde, o assunto dominante será o mais famoso dos ritmos brasileiros – como se o palíndromo que batiza a banda integrasse também a personalidade do grupo. O dicionário Houaiss explica: palíndromo é “frase ou palavra que se pode ler, indiferentemente, da esquerda para a direita ou vice-versa”. Os rapazes, que estão em turnê pelo Brasil, fazem curta temporada no Grande Recife, com três shows marcados, de sexta a domingo.

A banda está em divulgação do primeiro disco, “Mensageiros do samba”, lançado no final de 2013. “Qualquer pessoa que canta os sambas da antiga é mensageiro do samba. Tem que estar com o peito aberto, é quase uma oração. O nome não é uma exclusividade nossa. Somos mais um, operários, porque há muitas pessoas fazendo esse trabalho de resgatar sambas antigos”, conta o percussionista Breno Alves, em conversa com o G1. O trabalho soma 13 faixas, das quais oito são autorais e as demais, assinadas por compositores tidos pelo Adora-Roda como referências, a exemplo de Monarco e Carlos Elias da Portela, Nelson Cavaquinho, João da Baiana, Riachão e Sérgio Magalhães.

Antes de chegar à capital pernambucana, o grupo já passou por Rio de Janeiro e Salvador, com ótima recepção, garante Breno. “Foi nosso primeiro show no Rio, uma felicidade tamanha tocar no Circo Voador, um palco onde a história da MPB também é contada. Foi um marco para a nossa carreira. Salvador também foi incrível, tocamos no pátio de uma igreja com mais de 300 anos, muito cheio, muita gente, e a gente ali com o sincretismo do samba, falando de temas africanos durante o repertório”, comenta.

Para Breno, a viagem proporciona outras oportunidades, além de conhecer novos músicos e compositores em cada cidade. “Tem sido importante ver também um pouco da história do país, e como o samba consegue contar essa história. A força do negro, a cultura que resiste e permanece até hoje”, exemplifica.

A expectativa para os shows no Recife não poderia ser melhor, uma vez que Breno esteve na cidade no começo do ano e já conhece um pouco do trabalho desenvolvido pelos sambistas e compositores da terra. “Fiquei maravilhado e surpreso com a força do movimento. Fui às vésperas do carnaval, pude ver a força das escolas de samba, e ensaios de algumas baterias. Não deixa a desejar para lugar nenhum. No Rio tem um bairrismo deles pensarem que o samba só existe ali, e o samba nasce no coração, em qualquer lugar, em todo lugar do Brasil”, acredita.

Para as apresentações na cidade, grupos como Terra e Raízes estão escalados. “Essas bandas não conheço, vai ser uma surpresa, mas tenho certeza de que vai ser maravilhoso. Vamos conversar bastante, trocar figurinhas e pensar o samba. Não existe bairrismo, tem que ser uma união, porque trata-se de um ritmo que rompeu todas as fronteiras”, pontua.

O Adora-Roda começou em 2007, em Brasília, com a intenção de criar uma autêntica roda de samba na capital federal. Depois de passar por alguns espaços, fixou-se no Bar do Calaf, onde toca semanalmente, toda terça-feira. “O público foi chegando e o grupo foi tomando forma, criando corpo. A galera começou a compor.. Estão florescendo grupos e compositores em Brasília, é um movimento muito legal”, atesta Breno. Além dele, que canta e toca pandeiro, formam a banda Guto Martins (percussão), Kadu Nascimento (tantan, surdo e voz), Tito Silva (cavaco e voz), Vinícius de Oliveira (banjo e voz) e Vinícius Magalhães (violão 7 cordas).

Serviço:
Adora-Roda com a turnê “Mensageiros do Samba”

» Sexta (09), no Sétima Arte Bar e Restaurante
Rua Capitão Lima, 195 – Santo Amaro – 22h
Ingressos: R$ 15, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8810.0755

» Sábado (10), na Escola de Samba Galeria do Ritmo
Rua Belarmino Henrique, 147, Morro da Conceição – 14h
Com Grupo Terra e Grupo Raízes
Ingressos: R$ 10, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8671.0958

» Domingo (11), na Pitombeira dos 4 Cantos
Rua 27 de Janeiro, 128 – Olinda – 16h
Com Original Bamba Style e convidados
Ingressos: R$ 10, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8810-0755

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Jair Rodrigues ‘inaugurou’ rap e fez samba, sertanejo, MPB e bossa nova

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Precursor do rap, apresentador de um programa de TV que marcou a história da MPB, parceiro de Elis Regina, vencedor do Festival de Música Popular Brasileira, sambista, cantor sertanejo e parceiro de ídolos do hip hop. A versatilidade foi a marca de Jair Rodrigues, encontrado morto nesta quinta-feira (8). Ele teve um infarto agudo do miocárdio, informou a assessoria de imprensa do cantor.

Ao longo dos 57 anos de carreira, ele ficou conhecido pela irreverência e pelo timbre marcante. Com voz forte, gravou sucessos como “Deixa isso pra lá”, “Disparada”, “Tristeza”,  “O menino da porteira”, “Boi da cara preta” e “Majestade o Sabiá”.

Nascido em Igarapava (SP) em 6 de fevereiro de 1939, começou no final da década de 1950, como crooner em casas do interior de São Paulo. Nos anos 1960, participou de programas de calouros na TV.

Seu site oficial lista 44 discos gravados (veja abaixo a discografia completa). O primeiro LP é “Vou de samba com você” (1964), que tinha “Deixa isso pra lá”. A canção fez Jair ser considerado pioneiro do rap no Brasil. Com versos mais declamados (ou falados) do que cantados, a música, originalmente um samba, ganhou popularidade também graças à coreografia feita com as mãos. Em 1999, foi gravada em parceria com o grupo Camorra.

arte cronologia Jair Rodrigues (Foto: Arte G1)

O registro de estreia do cantor, no entanto, é de 1962. Trata-se de um disco de 78 rotações com as canções “Brasil sensacional” e “Marechal da vitória”, que tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, vencida pela seleção brasileira.

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a parceria em 1965 e lançaram o disco ao vivo “Dois na bossa”. A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série “Dois na bossa”.

A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da trajetória de Jair Rodrigues. Ele concorreu com “Disparada”, escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros. Na final, dividiu o primeiro lugar com “A banda”, composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.

No IV Festival de Música Popular Brasileira, em 1968, Jair Rodrigues também se destacou. Com “A família”, de Chico Anysio e Ari Toledo, ficou em terceiro lugar segundo o júri popular.

Já na década seguinte, o cantor dedicou-se mais intensamente ao samba. Em 1971, saiu o LP “Festa para um rei negro”. Uma das canções era o samba-enredo que deu título ao trabalho, defendido pela escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. A música era conhecida pelo refrão “Ô lê lê, ô lá lá/ pega no ganzê/ pega no ganzá”.

Outros álbuns do período são “Orgulho de um sambista”, “Ao vivo no Olympia de Paris”, “Eu sou o samba”, “Estou com o samba e não abro” e “Couro comendo” (1979).

Durante esse período, o cantor se tornou pai. Em 1975, nasceu seu filho Jair Oliveira, o Jairzinho, que foi estrela do grupo infantil Balão Mágico e depois passou a cantar MPB. Quatro anos depois, nasceu Luciana Mello. Influenciada pelo pai e pelo irmão, também seguiu a carreira musical. Jair deixa os filhos e a mulher, Clodine.

Na década de 1980, vieram álbuns de temática mais popular e por vezes romântica, caso de “Estou lhe devendo um sorriso”, “Alegria de um povo”, “Jair Rodrigues de Oliveira” e “Carinhoso”.

Na década de 1990, houve uma predileção pela música sertaneja e caipira e por uma revisão de outros gêneros com que ele vinha trabalhando desde o seu início como artista.

Os nomes dos discos do período são autoexplicativos: “Lamento sertanejo”, “Viva meu samba”, “Eu sou… Jair Rodrigues”, “De todas as bossas” e “500 anos de folia – 100% ao vivo”.

Nos últimos anos, Jair Rodrigues seguia na ativa em projetos com os filhos, em discos lançados por ele. Também se envolveu com homenagens a Elis Regina. Em 2012, participou de eventos que lembraram os 30 anos de morte da cantora e antiga parceira.

Atualmente, ele seguia em turnê para divulgar seu disco mais recente, “Samba mesmo”, que teve dois volumes lançados em março deste ano. O cantor estava com apresentações marcadas para os próximos dias em Florianópolis (SC) e Contagem (MG). Jair Rodrigues se despediu dos palcos e da música na última terça-feira (6) durante uma apresentação no Hotel Guanabara, em São Lourenço (MG).

Discografia de Jair Rodrigues listada em seu site oficial
“Vou de samba com você” (1964)
“O samba como ele é” (1964)
“Dois na bossa – Elis Regina e Jair Rodrigues” (1965)
“Dois na bossa vol. 2 – Elis Regina & Jair Rodrigues” (1966)
“O sorriso do Jair” (1966)
“Dois na bossa vol. 3 – Elis Regina & Jair Rodrigues” (1967)
“Jair” (1967)
“Menino rei da alegria” (1968)
“Jair de todos os sambas” (1969)
“Jair de todos os sambas nº 2” (1969)
“Talento e bossa de Jair Rodrigues” (1970)
“É isso aí” (1971)
“Festa para um rei negro” (1971)
“Com a corda toda” (1972)
“Orgulho de um sambista” (1973)
“Abra um sorriso novamente” (1974)
“Jair Rodrigues dez anos depois” (1974)
“Ao vivo no Olympia de Paris” (1975)
“Eu sou o samba” (1975)
“Minha hora e vez” (1976)
“Estou com o samba e não abro” (1977)
“Pisei chão” (1978)
“Antologia da seresta” (1979)
“Couro comendo” (1979)
“Estou lhe devendo um sorriso” (1980)
“Antologia da seresta nº 2” (1971)
“Alegria de um povo” (1981)
“Jair Rodrigues de Oliveira” (1982)
“Carinhoso” (1983)
“Luzes do prazer” (1984)
“Jair Rodrigues” (1985)
“Jair Rodrigues” (1988)
“Lamento sertanejo” (1991)
“Viva meu samba” (1994)
“Eu sou… Jair Rodrigues” (1996)
“De todas as bossas” (1998)
“500 anos de folia” (1999)
“500 anos de folia vol. 2” (2000)
“Intérprete” (2002)
“A bossa nova” (2004)
“Alma negra” (2005)
“Festa para um rei negro” (2009)
“Samba mesmo vol. 1” (2014)
“Samba mesmo vol. 2” (2014)

Jair Rodrigues durante show da Virada Cultural em 2009 (Foto: Vagner Campos / Futura Press)Jair Rodrigues durante show da Virada Cultural em 2009 (Foto: Vagner Campos / Futura Press)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Maria Rita lança álbum de samba em show em Brasília

A cantora Maria Rita, que se apresenta dia 3 de maio em Brasília (Foto: Vicente de Paulo/Divulgação)A cantora Maria Rita, que se apresenta dia 3 de maio em Brasília (Foto: Vicente de Paulo/Divulgação)

Passados sete anos desde o lançamento de “Samba Meu”, primeiro trabalho da cantora Maria Rita totalmente dedicado ao gênero, a artista lança “Coração a batucar” e inclui Brasília na turnê que promove o disco. O show na capital federal acontece no próximo sábado (3), às 21h30, no auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Mais do que o novo álbum, a apresentação no DF traz como base sambas que a cantora interpretou ao longo de 12 anos de carreira. A artista faz versões das canções com um toque especial, como a guitarra de Davi Moraes, marido de Maria Rita.

“O samba permeia minha carreira desde o início. Por isso, além das novidades de ‘Coração a batucar’, trago canções do ‘Samba Meu’ e outras desses 12 anos de estrada. Sou madrinha de bloco, desfilo em escola de samba no Rio e em São Paulo. Já avisei no Facebook que esse disco é para se acabar de dançar, sair com bolha no pé”, afirma a cantora.

Maria Rita diz que o show é uma reprodução no palco do clima que norteou a produção do mais recente álbum. O disco foi praticamente gravado ao vivo, como uma espécie de “roda de samba”.

Músicas de Elis Regina foram intepretadas com emoção pela filha (Foto: Luna Markman / G1)A cantora Maria Rita  (Foto: Luna Markman / G1)

“A nossa disposição no palco se dará de uma forma que a plateia poderá ver a minha interação com os músicos, sem que para isso eu precise estar de costas para o público”, diz.

Liderada por Davi Moraes (guitarra), a banda de Maria Rita conta com Alberto Continentino (baixo), Rannieri de Oliveira (piano) e Wallace Santos (bateria). O repertório traz sambas como “Rumo ao infinito”, primeira música de trabalho do álbum, “Meu Samba, sim, senhor”, “Fogo no paiol”, “Abre o peito e chora”, “No meio do salão”, “Saco cheio”, “Bola pra frente” e “Mainha me ensinou”, entre outras.

Filha de Elis Regina, Maria Rita só se lançou profissionalmente aos 24 anos. O primeiro trabalho, que tem como título o nome da artista e foi lançado em 2003, vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo. No mesmo ano ela lançou seu primeiro DVD, que alcançou a marca das 180 mil cópias vendidas.

Antes dos primeiros trabalhos fonográficos, ela foi a vencedora do Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), como “Revelação do Ano” de 2002. Em 2013, o álbum “Redescobrir” ganhou o Grammy Latino, na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”.


Maria Rita – Coração a batucar

Data: 3 de maio (sábado) –
Horário: 21h30
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Mais Informações: (61) 3364-0000

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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6 clipes que misturam samba com outros ritmos

1 – Mamomas Assassinas (1990)


2 – Os Virgulóides (1999)

3 – Marcelo D2 (2007)

4 – Sambô (2012)

5 – Cezinha da Vila e Menor do Chapa Samba Funk (2012)

6 – Jorge e Mateus (2012)

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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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‘Encontro de Samba’ traz Jorge Aragão e Raça Negra a Brasília

Cantor Jorge Aragão (Foto: Divulgação)Cantor Jorge Aragão (Foto: Divulgação)

Dois dos principais nomes do samba brasileiro se apresentam no mesmo evento em Brasília, no próximo dia 13 de setembro. O cantor e compositor Jorge Aragão e o grupo Raça Negra são as atrações do show “O Grande Encontro de Samba”, que acontece no Salão Nobre da AABB, a partir das 22h.

Os ingressos custam R$ 40 (pista) e R$ 70 (camarote) e estão à venda em sete pontos do DF e pela internet. Os valores são referentes à meia-entrada.

Com quase quatro décadas de carreira e 21 discos gravados, Jorge Aragão despontou como compositor em 1976, quando a cantora Elza Soares gravou a canção “Malandro”.

Ex-integrante do grupo Fundo de Quintal, o artista já teve composições de sua autoria gravadas por nomes como Zeca Pagodinho, Alcione, Beth carvalho e Martinho da Vila.

O grupo Raça Negra (Foto: Divulgação/Site oficial)Músicos do grupo Raça Negra
(Foto: Site oficial/Divulgação)

O primeiro trabalho solo veio em 1981. Entre as canções mais conhecidas estão “Coisinha do Pai”, “Coisa de Pele”, “Vou Festejar”, “Terceira Pessoa” e “Enredo do Meu Samba”. Seu trabalho mais recente recebeu o nome de “Coisas de Jorge” e foi lançado em CD e DVD em 2007.

O grupo Raça Negra nasceu em 1983 em São Caetano do Sul. Os músicos já lançaram 25 álbuns, sendo sete deles ao vivo. Liderados pelo vocalista Luiz Carlos, eles gravaram o primeiro disco em 1991.

Alguns dos sucessos do grupo, que atingiu seu auge entre os anos 1990 e 2000, são as músicas “Cigana”, “Doce Paixão” e “Cheia de Manias”, além de versões para “É o Amor”, de Zezé de Camargo, e “Será”, de Renato Russo.

O Grande Encontro de Samba – shows com Jorge Aragão e Raça Negra
Data: 13 de setembro (sexta)
Horário: 22h
Local: Salão Nobre da AABB
Endereço: Setor de Clubes Sul, trecho 2
Ingressos: R$ 40 (pista) e R$ 70 (camarote) – valores de meia-entrada
Informações: (61) 3342-2232 / 8438-0000

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Música

 

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Festival traz nomes do samba e do funk a Brasília no fim de semana

O cantor Péricles, ex-vocalista do Exaltasamba (Foto: Divulgação)O cantor Péricles, ex-vocalista do Exaltasamba, que se apresenta no festival Samba Brasília
(Foto: Divulgação)

Acontece nesta sexta e sábado (23 e 24) o festival Samba Brasília, que reúne 15 atrações musicais em um palco montado no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha. As atrações serão 13 nomes do samba e os artistas de funk MC Buchecha e Koringa.

Na sexta-feira, acontecem as apresentações das bandas Sorriso Maroto, Turma do Pagode e Bom Gosto, além dos cantores Belo, Arlindo Cruz, Gustavo Lins e Buchecha. Os shows começam a partir das 20h.

No sábado, a partir das 17h, o público vai poder assistir aos shows dos grupos Só para Contrariar, Sambô, Jeito Moleque e Fundo de Quintal e dos cantores Thiaguinho, Péricles, Mumuzinho e MC Koringa.

O festival é um dos principais eventos de samba do país. No ano passado, o Samba Brasília foi realizado no estacionamento do ginásio Nilson Nelson. De acordo com a organização, 53 mil pessoas assistiram aos shows.

O anúncio da programação deste ano foi feito no dia 25 de maio e contou com apresentações do cantor Thiaguinho e da banda Turma do Pagode. Durante o espetáculo, o ex-Exaltasamba comemorou um ano de carreira-solo e interpretou músicas próprias e sucessos de seu ex-grupo.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música

 

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Samba Tech vai prover soluções na nuvem para acelerar websites

Empresa lançou o serviço Samba Sky para aumentar a velocidade de sites na entrega de conteúdos.

20 de dezembro de 2012 – 18h30

A Samba Tech, que atua com soluções para vídeos online, está ampliando o seus negócios e acaba de lançar um serviço na nuvem para atender websites. Batizada de Samba Sky, a nova oferta fornecerá aceleração, caching, streaming, delivery de conteúdo e aumento de desempenho de sites.

A Samba Sky é o nosso mais novo empreendimento dentro da estratégia de expansão da Samba Tech”, informa Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech. “Hoje, nossa plataforma suporta mais de dois bilhões de requisições por mês pela infraestrutura de cloud computing das 80 empresas atendidas”, complementa.

A Samba Sky terá como principal papel otimizar a performance e aumentar a velocidade de resposta de sites corporativos, como do SBT, cliente que usa o serviço há quatro meses. O avanço de desempenho, seja em velocidade, estabilidade ou custo-benefício, é possível pela aceleração da entrega de conteúdos, aplicações e streaming, proporcionando uma melhor experiência do usuário com a página web visitada.

A otimização do desempenho do site se torna essencial para manter o fluxo de negócios e manter a qualidade e excelência da comunicação digital das empresas. Segundo o Mozilla, 2,2 segundos a menos no tempo de carregamento da página podem equivaler a 15,4% a mais de downloads.

Para a Amazon, a cada 100 milissegundos que o site demora a carregar, diminui-se 1% de vendas realizadas. A redução do carregamento da página de sete para dois segundos pode gerar 25% a mais de pageviews.

Segundo a Samba Tech, entre os benefícios oferecidos pela nova tecnologia é o aumento de até 500% no desempenho de carregamento do site. Outra vantagem é o suporte a picos de acesso.

A solução também permite configuração customizada de acordo com as regras estabelecidas pela própria empresa, assegurando flexibilidade de controle sobre a entrega de conteúdo e envio de relatórios detalhados sobre o desempenho do site.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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