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Cuba aumenta salários da saúde e ressalta exportação de médicos

Cuba anunciou nesta sexta-feira (21) um expressivo aumento salarial para os 440 mil profissionais da área médica, inclusive aqueles que atuam no exterior, argumentando que esses profissionais trazem bilhões de dólares em divisas para o país e que é preciso melhorar os serviços prestados dentro da ilha.

Segundo a imprensa oficial, os salários de médicos e enfermeiros terão aumentos que variam de 100% a quase 200%. Isso se aplicará a muitos dos 50 mil profissionais de saúde que trabalham no exterior, sendo 11.400 recentemente enviados ao Brasil.

Em 2010, o Banco Mundial informou que Cuba tinha 6,7 médicos por mil habitantes, maior índice do mundo. Mas, por causa da política de envio de mão de obra qualificada ao exterior, muitos cubanos se queixam de que o atendimento médico gratuito e universal dentro do país comunista está piorando.

O aumento salarial, que entra em vigor em maio, “contribuirá com a estabilidade e qualidade dos serviços médicos para a população, bem como o cumprimento dos compromissos internacionais”, segundo nota do governo.

Médicos enviados ao exterior ganham várias vezes mais do que seus colegas que permanecem em Cuba e recebem, em média, US$ 30 por mês. Os que ficam acabam sobrecarregados, sem nenhuma remuneração adicional. Embora não haja saúde privada em Cuba, muitos médicos atendem “por fora”, e outros aceitam presentes ou fazem bicos em outras atividades para complementar sua renda.

Além disso, alguns médicos enviados ao exterior nunca regressam, embora o governo não informe quantos já desertaram.

A exportação de serviços médicos é disparadamente a principal fonte de divisas para o regime comunista, e o governo estimou que em 2014 isso gere US$ 8,2 bilhões — equivalente a 40 por cento de todas as exportações cubanas em 2013.

Havana assina contratos com governos estrangeiros para enviar profissionais de saúde, ficando com a maior parte da remuneração. Os profissionais que servem no exterior recebem salários entre US$ 200 e 1.000 por mês.

Como parte de uma política de uniformizar o pagamento oferecido aos cubanos em 66 países, o salário dos cerca de 25 mil profissionais presentes na Venezuela será duplicado.

No mês passado, o governo brasileiro anunciou aumento de 25% no repasse de recursos para os profissionais cubanos que participam do programa Mais Médicos, numa tentativa de reduzir as críticas ao contrato firmado pelo Brasil para contratação dos profissionais. Com o reajuste, os médicos cubanos receberão a partir de março 1.245 dólares por mês.

Diferentemente dos demais profissionais estrangeiros e brasileiros que recebem salários de 10 mil reais diretamente do governo para integrar o programa, os médicos cubanos recebem por meio de um contrato firmado com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que por sua vez repassa parte dos valores para a Comercializadora de Servicios Cubanos S.A.

Os aumentos salariais promovidos por Cuba são parte de um programa mais amplo destinado a modernizar a economia comunista cubana. Em nota, o governo disse que “como resultado da reorganização do setor de saúde entre 2010 e 2013, o número de trabalhadores foi reduzido em 109 mil, com cerca de 2 milhões de pesos de economia orçamentária… algo que amparou este aumento dos salários”.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Profissionais contratados via redes sociais têm salários maiores

Pesquisa nos EUA aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da universidade estudam o papel das redes sociais, como Facebook e LinkedIn, no “recrutamento informal”, ou seja, quando alguém que não está à procura de trabalho é recrutado para um novo emprego.

Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

Os números sugerem que o preenchimento de cargos bem-pagos é realizado a partir de ligações pessoais. Afirmação que Erik Sass, do blog MediaPost, discorda. “Muitas indústrias são pequenas comunidades, onde seria impossível não encontrar um grupo de candidatos qualificados desconhecidos”, argumenta. “Além disso, se os empregadores estivessem descontentes com os resultados do recrutamento informal, eles iriam parar de adotar essa estratégia”, finaliza.

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Publicado por em 17 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Profissionais contratados via redes sociais têm salários maiores

Pesquisa nos EUA aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da universidade estudam o papel das redes sociais, como Facebook e LinkedIn, no “recrutamento informal”, ou seja, quando alguém que não está à procura de trabalho é recrutado para um novo emprego.

Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

Os números sugerem que o preenchimento de cargos bem-pagos é realizado a partir de ligações pessoais. Afirmação que Erik Sass, do blog MediaPost, discorda. “Muitas indústrias são pequenas comunidades, onde seria impossível não encontrar um grupo de candidatos qualificados desconhecidos”, argumenta. “Além disso, se os empregadores estivessem descontentes com os resultados do recrutamento informal, eles iriam parar de adotar essa estratégia”, finaliza.

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Profissionais contratados via redes sociais têm salários maiores

Pesquisa nos EUA aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da universidade estudam o papel das redes sociais, como Facebook e LinkedIn, no “recrutamento informal”, ou seja, quando alguém que não está à procura de trabalho é recrutado para um novo emprego.

Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

Os números sugerem que o preenchimento de cargos bem-pagos é realizado a partir de ligações pessoais. Afirmação que Erik Sass, do blog MediaPost, discorda. “Muitas indústrias são pequenas comunidades, onde seria impossível não encontrar um grupo de candidatos qualificados desconhecidos”, argumenta. “Além disso, se os empregadores estivessem descontentes com os resultados do recrutamento informal, eles iriam parar de adotar essa estratégia”, finaliza.

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Profissionais contratados via redes sociais têm salários maiores

Pesquisa nos EUA aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da universidade estudam o papel das redes sociais, como Facebook e LinkedIn, no “recrutamento informal”, ou seja, quando alguém que não está à procura de trabalho é recrutado para um novo emprego.

Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

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Publicado por em 12 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Pesquisa nos EUA aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

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Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

Os números sugerem que o preenchimento de cargos bem-pagos é realizado a partir de ligações pessoais. Afirmação que Erik Sass, do blog MediaPost, discorda. “Muitas indústrias são pequenas comunidades, onde seria impossível não encontrar um grupo de candidatos qualificados desconhecidos”, argumenta. “Além disso, se os empregadores estivessem descontentes com os resultados do recrutamento informal, eles iriam parar de adotar essa estratégia”, finaliza.

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Publicado por em 8 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Profissionais admitidos via redes sociais têm salários maiores

Pesquisa aponta que uma empresa que paga 50 dólares por hora é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento nas mídias sociais.

As redes sociais podem oferecer diversas oportunidades de carreira, mas suas chances de conquistar um novo emprego são melhores se você for um profissional bem-remunerado. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores da universidade estudam o papel das redes sociais, como Facebook e LinkedIn, no “recrutamento informal”, ou seja, quando alguém que não está à procura de trabalho é recrutado para um novo emprego.

Segundo a pesquisa, cerca de 27% dos postos de trabalho nos Estados Unidos são preenchidos por meio do recrutamento informal. Fato curioso levantado pelos pesquisadores é que a atividade quando exercida por meio das mídias sociais aumenta em 2% o pagamento para cada dólar por hora adicional trabalhada. Uma empresa que paga 50 dólares por hora, ou 100 mil dólares por ano, é 86% mais propensa a utilizar o recrutamento informal do que outra que paga 7,25 dólares por hora, ou 14,5 mil dólares ao ano.

Os números sugerem que o preenchimento de cargos bem-pagos é realizado a partir de ligações pessoais. Afirmação que Erik Sass, do blog MediaPost, discorda. “Muitas indústrias são pequenas comunidades, onde seria impossível não encontrar um grupo de candidatos qualificados desconhecidos”, argumenta. “Além disso, se os empregadores estivessem descontentes com os resultados do recrutamento informal, eles iriam parar de adotar essa estratégia”, finaliza.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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