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Área de árvore incendiada no AM deve levar 300 anos para se recuperar

Árvore de cerca de 35 metros de altura e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Árvore de cerca de 35 metros de altura e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Trezentos anos. Esse é o tempo que a área degradada pelo incêndio de uma árvore centenária na Reserva Florestal Adolfo Ducke (RFAD), em Manaus, precisa para se recuperar dos prejuízos causados pelo fogo à vegetação do local. A estimativa é do botânico do Museu da Amazônia (Musa), Mário Fernandez. A árvore de cerca de 45 metros de comprimento e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas supostamente durante um ritual religioso realizado na madrugada de sábado (3).

Da espécie Angelim-pedra, a árvore foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo na parte externa, no sábado (3), mas não conseguiu conter focos no interior do tronco. Na manhã desta segunda-feira (5), equipes ainda estavam no local para conter focos de brasa na estrutura da árvore e impedir que o fogo voltasse a se alastrar.

Funcionários da reserva florestal suspeitam que árvore foi queimada durante ritual de magia negra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Funcionários da reserva florestal suspeitam que
árvore foi queimada durante ritual de magia negra
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Na avaliação do botânico do Musa, a área da reserva afetada com o incêndio da árvore vai precisar de, pelo menos, 20 anos para se regenerar inicialmente a partir das plantas de recomposição. Ele estima que o local deve voltar a ter a mesma vegetação de antes do incêndio no período de cem a 300 anos. “A árvore sozinha já é um ecossistema. Uma desse porte tem outros seres vivos que dependem dela, como plantas parasitas e não-parasistas, além de animais que utilizavam da estrutura da árvore, como as aranhas. Assim, a perda é maior. Essa árvore fazia sombra para várias plantas ao redor. Nos próximos 30 dias haverá mortalidade de plantas nessa área por causa do excesso de luminosidade que vai entrar na área. Algumas plantas não vão resistir”, disse. Esse é o primeiro caso do tipo registrado no Amazonas, segundo Mário Fernandez.

Ainda de acordo com o botânico, a árvore poderia chegar a mais de mil anos de vida. “É possível que a idade seja maior que 500 anos. Ficou difícil fazer a verificação de idade, porque os anéis de crescimento foram queimados, o que impossibilita algum especialista estimar precisamente a idade dela, isso acaba atrapalhando a verificação. Uma árvore dessa espécie chega a ter um tempo de vida de mais de mil anos”, informou.

Inicialmente, funcionários do Musa estimavam que a árvore tivesse cerca de 35 metros de altura. Após a árvore tombar no domingo (4), uma nova avaliação da espécie apontou que a árvore destruída tem cinco metros de circunferência, 45 metros de comprimento, incluindo galhos. São 25 metros somente de tronco.

Botânico fez avaliação do local após o incêndio da árvore (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Botânico fez avaliação do local após o incêndio da árvore (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)


Entenda o caso
A centenária árvore da espécie Angelim-pedra foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo na parte externa, mas não conseguiu conter  focos no interior do tronco. Velas coloridas e alimentos foram encontrados no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado logo após a descoberta da árvore em chamas. Uma equipe da corporação apagou o fogo. Entretanto, no fim da tarde de sábado, o G1 esteve no local e constatou que ainda havia focos de fumaça e brasas no interior do tronco. “O âmago da árvore continuou sendo consumido pela brasa mesmo após a intervenção dos bombeiros. É lamentável, mas a árvore não sobreviverá e o risco agora é que ela continue queimando, atingindo as demais árvores da mata”, explicou a monitora do Musa, Larissa Rodrigues, na ocasião.

A Reserva Florestal Adolpho Ducke tem uma área de aproximadamente 10 mil hectares. O local tem igarapés e trilhas em meio à mata fechada. A RFAD é administrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Duas empresas terceirizadas são responsáveis pela segurança da reserva. Porém, há apenas três vigilantes na área, sendo um na guarita da reserva, um no Posto Sabiá 1 e outro segurança no Posto Sabiá 3.

Angelim Pedra foi completamente consumido pelas chamas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Angelim Pedra foi completamente consumido pelas chamas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Árvore de 500 anos é incendiada em suposto ritual de magia negra no AM

Parte interna do tronco da árvore centenária ainda estava em chamas na tarde deste sábado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Parte interna do tronco da árvore ainda estava em chamas neste sábado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Uma árvore de 500 anos e aproximadamente 35 metros de altura foi incendiada na madrugada deste sábado (3), na Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD), situada nas Zonas Norte e Rural de Manaus. Há suspeitas de que o incêndio tenha iniciado durante um ritual de magia negra. A centenária árvore da espécie Angelim-pedra foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo, mas ainda há focos de brasas, que deixam o risco do fogo se alastrar para outras árvores. Velas coloridas e alimentos foram encontrados no local.

Funcionários da reserva florestal suspeitam que árvore foi queimada durante ritual de magia negra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Funcionários da reserva suspeitam que árvore foi
queimada durante ritual de magia negra
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

O funcionário do Museu da Amazônia (Musa), Rubenaldo Ferreira, disse que, por volta das 8h, passava pela Avenida Margarita quando percebeu fumaça entre as copas das árvores. Ele relatou que avistou uma viatura da Polícia Militar no início da trilha, localizada às margens da Avenida Margarita, no Bairro Cidade de Deus, a cerca de 500 metros da guarita da Reserva e 300 metros do Posto Sabiá 1, de vigilância do local.

“Resolvemos entrar na mata para verificar o que estava acontecendo. Depois de caminhar alguns metros, encontramos o tronco da árvore com uma cavidade e na área interna parte da madeira já havia sido queimada, mas as chamas ainda estavam consumindo o restante”, revelou Rubenaldo Ferreira.

Ao redor da árvore, velas vermelhas, pretas e amarelas foram encontradas juntamente com alimentos em um altar. “Acredito que ela foi danificada durante ritual de magia negra, pois ainda havia velas pretas, frutas e alimentos geralmente utilizados na cerimônia”, afirmou.

O Corpo de Bombeiros foi acionado logo após a descoberta da árvore em chamas. Uma equipe da corporação apagou o fogo. Entretanto, no final da tarde deste sábado o G1 esteve no local e constatou que ainda havia focos de fumaça e brasas no interior do tronco. “O âmago da árvore continuou sendo consumido pela brasa mesmo após a intervenção dos bombeiros. É lamentável, mas a árvore não sobreviverá e o risco agora é que ela continue queimando, atingindo as demais árvores da mata”, explicou a monitora do Musa, Larissa Rodrigues.

Fumaça da copa da árvore chamou atenção de funcionários e da polícia (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Fumaça da copa da árvore chamou atenção de funcionários e da polícia (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

A Reserva Florestal Adolpho Ducke tem uma área de aproximadamente 10 mil hectares. O local tem igarapés e trilhas em meio à mata fechada. A RFAD é administrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Duas empresas terceirizadas são responsáveis pela segurança da reserva. Porém, há apenas três vigilantes na área, sendo um na guarita da reserva, um no Posto Sabiá 1 e outro segurança no Posto Sabiá 3.

Velas podem iniciado incêndio e ter gerado danos à árvore (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental da PM)Árvore foi encontrada com tronco ainda em chamas
(Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental da PM)

“Existem várias trilhas e a reserva é muito grande. É quase impossível fiscalizar toda a área. Até nossa equipe do Museu da Amazônia, que funciona na reserva, tem dado suporte na fiscalização, realizando patrulhamento. Muita gente entra na reserva para caçar e cortar árvores, e nós coibimos essas práticas, mas é a primeira vez que vejo uma árvore sendo queimada viva”, comentou Rubenaldo Ferreira.

Segundo os funcionários do local, os recursos naturais da Reserva Adolpho Ducke têm sido degradados pela população, que visitam o igarapé através da trilha da Avenida Margarita, deixando resíduos pelo caminho. Não há grade de proteção e nem placas de sinalização alertando sobre proibição de entrar na área. “Essa trilha é bastante frequentada pelos moradores da região, que entram na mata para se banhar nas águas do igarapé e da nascente. Eles têm deixado grande quantidade de lixo”, lamentou a monitora Larissa Rodrigues.

O funcionário do Musa Rubenaldo Ferreira cobrou a conservação dos recursos naturais da reserva e a manutenção da área de floresta amazônica. “Temos que fazer algo porque a sociedade precisa de noção da importância da fauna e flora da reserva, que abriga diversas espécies de plantas e animais”, enfatizou.

Florestal Adolpho Ducke, Zona Rural de Manaus, tem 10 mil hectares (Foto: Chico Batata/Agecom)Florestal Adolpho Ducke, Zona Rural de Manaus, tem 10 mil hectares (Foto: Chico Batata/Agecom)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Área de árvore incendiada no AM deve levar 300 anos para se recuperar

Árvore de cerca de 35 metros de altura e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Árvore de cerca de 35 metros de altura e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Trezentos anos. Esse é o tempo que a área degradada pelo incêndio de uma árvore centenária na Reserva Florestal Adolfo Ducke (RFAD), em Manaus, precisa para se recuperar dos prejuízos causados pelo fogo à vegetação do local. A estimativa é do botânico do Museu da Amazônia (Musa), Mário Fernandez. A árvore de cerca de 45 metros de comprimento e 500 anos de vida foi destruída pelas chamas supostamente durante um ritual religioso realizado na madrugada de sábado (3).

Da espécie Angelim-pedra, a árvore foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo na parte externa, no sábado (3), mas não conseguiu conter focos no interior do tronco. Na manhã desta segunda-feira (5), equipes ainda estavam no local para conter focos de brasa na estrutura da árvore e impedir que o fogo voltasse a se alastrar.

Funcionários da reserva florestal suspeitam que árvore foi queimada durante ritual de magia negra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Funcionários da reserva florestal suspeitam que
árvore foi queimada durante ritual de magia negra
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Na avaliação do botânico do Musa, a área da reserva afetada com o incêndio da árvore vai precisar de, pelo menos, 20 anos para se regenerar inicialmente a partir das plantas de recomposição. Ele estima que o local deve voltar a ter a mesma vegetação de antes do incêndio no período de cem a 300 anos. “A árvore sozinha já é um ecossistema. Uma desse porte tem outros seres vivos que dependem dela, como plantas parasitas e não-parasistas, além de animais que utilizavam da estrutura da árvore, como as aranhas. Assim, a perda é maior. Essa árvore fazia sombra para várias plantas ao redor. Nos próximos 30 dias haverá mortalidade de plantas nessa área por causa do excesso de luminosidade que vai entrar na área. Algumas plantas não vão resistir”, disse. Esse é o primeiro caso do tipo registrado no Amazonas, segundo Mário Fernandez.

Ainda de acordo com o botânico, a árvore poderia chegar a mais de mil anos de vida. “É possível que a idade seja maior que 500 anos. Ficou difícil fazer a verificação de idade, porque os anéis de crescimento foram queimados, o que impossibilita algum especialista estimar precisamente a idade dela, isso acaba atrapalhando a verificação. Uma árvore dessa espécie chega a ter um tempo de vida de mais de mil anos”, informou.

Inicialmente, funcionários do Musa estimavam que a árvore tivesse cerca de 35 metros de altura. Após a árvore tombar no domingo (4), uma nova avaliação da espécie apontou que a árvore destruída tem cinco metros de circunferência, 45 metros de comprimento, incluindo galhos. São 25 metros somente de tronco.

Botânico fez avaliação do local após o incêndio da árvore (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Botânico fez avaliação do local após o incêndio da árvore (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)


Entenda o caso
A centenária árvore da espécie Angelim-pedra foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo na parte externa, mas não conseguiu conter  focos no interior do tronco. Velas coloridas e alimentos foram encontrados no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado logo após a descoberta da árvore em chamas. Uma equipe da corporação apagou o fogo. Entretanto, no fim da tarde de sábado, o G1 esteve no local e constatou que ainda havia focos de fumaça e brasas no interior do tronco. “O âmago da árvore continuou sendo consumido pela brasa mesmo após a intervenção dos bombeiros. É lamentável, mas a árvore não sobreviverá e o risco agora é que ela continue queimando, atingindo as demais árvores da mata”, explicou a monitora do Musa, Larissa Rodrigues, na ocasião.

A Reserva Florestal Adolpho Ducke tem uma área de aproximadamente 10 mil hectares. O local tem igarapés e trilhas em meio à mata fechada. A RFAD é administrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Duas empresas terceirizadas são responsáveis pela segurança da reserva. Porém, há apenas três vigilantes na área, sendo um na guarita da reserva, um no Posto Sabiá 1 e outro segurança no Posto Sabiá 3.

Angelim Pedra foi completamente consumido pelas chamas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Angelim Pedra foi completamente consumido pelas chamas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Jaguatirica desce de árvore de 25m após 20 horas em Monte Negro, RO

Jaguatirica está em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)Jaguatirica ficou em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)

Após passar mais de 20 horas em cima de uma árvore, o filhote de jaguatirica desceu, sozinho, do ipê de 25 metros de altura e, segundo a Secretaria Municipal de meio Ambiente (Sema), pode ter ido para uma área de mata fechada. A jaguatirica, que foi vista pelos moradores na manhã de terça-feira (29), no Travessão LC-30, área urbana de Monte Negro (RO), estava a cerca de 15 metros do chão e por falta de equipamentos de resgate não foi retirado de lá pelos órgãos de proteção ambiental

De acordo com o gerente de licenciamento e fiscalização da Sema, Vagner de Lima Bonfim, a secretaria recebeu a recomendação de biólogos, para que isolassem a área e evitassem a aglomeração de curiosos, para assim facilitar que o animal descesse sozinho da árvore. “Estivemos no local até as 21h de ontem e a jaguatirica ainda estava em cima da árvore. Por isso, cremos que ela desceu, após nossa saída. Pela manhã, conversei com moradores, e relataram que não viram mais o animal”, disse Lima, que reiterou que a jaguatirica pode ter ido para uma área de mata fechada que fica próximo a árvore.

A alternativa de esperar que o animal descesse sozinho do ipê foi adotada porque nenhum órgão de proteção ambiental de Rondônia possui equipamentos necessários para fazer esse tipo de resgate. O médico veterinário e superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Renê Luiz de Oliveira, disse que se caso o mamífero não descesse sozinho, teria que pedir emprestado de algum estado, equipamentos de dardos para sedar o animal, o que não foi necessário.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Jaguatirica sobe em árvore e falta de equipamentos impede resgate, em RO

Jaguatirica está em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)Jaguatirica está em um ipê de cerca de 25 metros (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)

Uma jaguatirica está há mais de 10 horas em cima de uma árvore localizada no Travessão LC-30, área urbana de Monte Negro (RO), município distante 53 quilômetros de Ariquemes. Nesta terça-feira (29), os moradores se depararam com o animal na árvore que deve ter em torno de 25 metros. A jaguatirica está a 15 metros de altura e não pode ser resgatada por falta de equipamentos nos órgãos de proteção ambiental de Rondônia.

De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente de Monte Negro, Marivaldo Pereira, a secretaria não possui equipamentos necessários para resgatar a jaguatirica. Ele afirmou que entrou em contato com diversos órgãos de proteção ao meio ambiente do Estado, mas nenhum possui o recurso para tal ação. “Liguei para inúmeros órgãos do meio ambiente e também para o Corpo de Bombeiros, e ninguém pôde vir resolver o problema. Meu medo é que aconteça algo trágico por conta disso”, contou secretário.

Pereira acredita que o animal seja um filhote de jaguatirica e deve pesar em torno de 30 quilos. No local, há várias residências que ficam próximas ao ipê onde está a jaguatirica. Ele teme que moradores sejam atacados.

Árvore deve ter em torno de 25 metros de altura (Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)Árvore deve ter em torno de 25 metros de altura
(Foto: Émerson Motta/RondoniaVip)

No entanto, Renê Luiz de Oliveira, médico veterinário e superintendente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), explica que o animal é um felino de hábitos, geralmente, noturnos e não costumam atacar seres humanos. “Esse felino normalmente sobe em árvores para caçar. Nesse caso, ele pode ter subido para se defender. Deve ter sido acuado por cachorros ou mesmo por pessoas”, acredita Oliveira.

O G1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros de Ariquemes (RO), Polícia Ambiental de Candeias do Jamari (RO), a mais próxima de Monte Negro, que informaram não ter equipamentos para resgatar a jaguatirica de cima da árvore.

O superintendente do Ibama acredita que durante a noite o animal desça da árvore. “Se não descer, teremos que buscar alternativas para retirá-lo de lá. Como não temos equipamentos de dardos para sedar, teremos que pedir emprestado de algum estado vizinho”, afirma Oliveira.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cidade entra na Justiça para remover casa na árvore nos EUA

O americano Zeb Postelwait, morador de Wenatchee, no estado de Washington (EUA), está envolvido em uma polêmica com o conselho da cidade onde mora, que considera sua casa na árvore uma “ameaça à segurança pública”.

Zeb Postelwait afirma que sua casa na árvore não oferece riscos aos pedestres, mas a cidade quer entrar na justiça para removê-la (Foto: The Wenatchee World, Don Seabrook/AP)Zeb Postelwait afirma que sua casa na árvore não oferece riscos aos pedestres, mas a cidade quer entrar na justiça para removê-la (Foto: The Wenatchee World, Don Seabrook/AP)

Após uma vistoria, oficiais concluíram que, pelo fato da construção estar voltada para a rua, próximo à calçada, ela seria uma ameaça a segurança dos pedestres, algo que Zeb discorda totalmente.

Uma solução apontada pelo conselho seria Postelwait fazer uma apólice de seguro de US$ 1 milhão, algo que também foi rejeitado pelo americano.

Diante do impasse, a cidade irá entrar na justiça para conseguir uma ordem para remover a casa na árvore, e ainda enviar os custos da operação para Postelwait. O morador, no entanto, afirma que se sente ameaçado pela cidade.

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Cão tenta ‘salto impossível’ para alcançar galhos de árvore e vira hit

O usuário Adam Michaleski flagrou em um vídeo o cachorro do vizinho tentando fazer “saltos impossíveis” para tentar alcançar seus galhos favoritos, que foram aparados da árvore (assista ao vídeo).

Sem entender que os ramos da árvore foram retirados, restando apenas os galhos mais próximos no topo, o cão tenta de qualquer jeito pular o mais alto que pode, obviamente sem sucesso.

“Cachorro bobo, você não pode pular 9 metros”, brinca Adam ao gravar o vídeo.

A gravação fez bastante sucesso na rede, e ultrapassou 464 mil visualizações.

Cachorro tentando 'salto impossível' para alcançar galhos de árvore virou sensação na web (Foto: Reprodução/YouTube/Adam Michaleski)Cachorro tentando ‘salto impossível’ para alcançar galhos de árvore virou sensação na web (Foto: Reprodução/YouTube/Adam Michaleski)

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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