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Russa faz sucesso com vídeos de ‘orgasmo cerebral’

Canal de vídeos da americana Maria no YouTube possui 50 milhões de vizualizações (Foto: BBC)Canal de vídeos da russa Maria no YouTube possui
50 milhões de vizualizações (Foto: BBC)

Com 50 milhões de visualizações, o canal da russa Maria no YouTube, o “Gentle Whispering”, ou “Sussurros Gentis”, é um sucesso. Ela faz vídeos em que conversa com os espectadores por meio de sussurros.

(Correção: esta reportagem foi publicada informando que Maria era americana, e não russa. A BBC corrigiu a nacionalidade nesta sexta, 28, e a notícia foi alterada às 8h18.)

Para muita gente, a voz de Maria é irritante. Mas para muitas outras, o som causa uma sensação prazerosa na cabeça e no couro cabeludo.

O estímulo tem nome científico: Resposta Sensorial Meridiana Autônoma, ou ASMR, na sigla em inglês. Mas é mais conhecido como “orgasmo cerebral”.

Maria conversou com a equipe da #BBCtrending e explicou que o primeiro orgasmo cerebral aconteceu quando ela ainda estava no jardim de infância. Ela disse que teve arrepios estranhos atrás da cabeça quando seus amigos deslizavam os dedos pelos seus antebraços.

Nos vídeos, a russa também usa objetos para produzir sons que causem este tipo de reação, como giz ou tecido, ou mesmo passar as mãos em uma superfície mais áspera.

Steven Novella, neurocientista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, explica que algumas pessoas relatam uma sensação prazerosa de formigamento ao assistir vídeos como os de Maria. A ciência, no entanto, ainda não comprovou se o orgasmo cerebral realmente existe.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Greenpeace protesta em frente à embaixada russa em Brasília

Ativistas ligados ao Greenpeace fizeram um protesto na manhã desta sexta-feira (27) em Brasília em frente à embaixada russa pela libertação da bióloga brasileira Ana Paula Maciel, detida na Rússia após ato contra uma plataforma petrolífera. Os manifestantes pretendem ainda entregar uma carta ao embaixador Sergey Akopov pedindo a liberação de Ana Paula e outros ativistas presos.

Ativistas do Greenpeace organizaram manifestação em frente à embaixada da Rússia em Brasília (Foto: Luciana Amaral/G1)Ativistas do Greenpeace organizaram manifestação em frente à embaixada da Rússia em Brasília (Foto: Luciana Amaral/G1)

Ana Paula faz parte do grupo de 30 ativistas do Greenpeace que foram presos semana passada durante protesto contra uma das plataformas da empresa Gazprom, no Ártico. O grupo tentou escalar a plataforma. O navio em que eles estavam  foi interceptado pela guarda costeira russa no mar do Norte. Segundo autoridades russas, o grupo continuou o protesto em pleno mar mesmo depois da guarda-costeira disparar tiros de advertência.

Segundo a coordenadora de campanha de clima e energia do Greenpeace Brasil, Fernanda Alves, a manifestação na Rússia foi pacífica e não tem como os ativistas serem acusados de qualquer crime. “A única atividade que nós fizemos foi um protesto pacífico para a não exploração de petróleo no Ártico que pode acarretar em mudanças climáticas e para as próximas gerações”.

Procurada pelo G1, a embaixada informou que o embaixador estava em reunião interna e que, até as 11h, não tinha previsto na agenda um encontro com os manifestantes do Greenpeace.

Processo
O tribunal da cidade de Murmansk, no norte da Rússia, interrogou individualmente os ativistas detidos nesta quinta-feira (26). De acordo com o Greenpeace Brasil, 15 pessoas já passaram pelo julgamento: 11 tiveram a prisão prolongada por mais dois meses e 4, incluindo Ana Paula, ficarão sob custódia por três dias até a nova audiência.

Segundo o Greenpeace Brasil, ainda não se sabe por que o tribunal está proferindo duas decisões diferentes para membros do mesmo grupo.

Manifestantes do Greenpeace carregam cartazes com fotos da bióloga brasileira detida (Foto: Luciana Amaral/G1)Manifestantes do Greenpeace carregam cartazes com fotos da bióloga brasileira detida (Foto: Luciana Amaral/G1)

Os 30 militantes detidos são acusados de pirataria, crime que pode ser punido com até 15 anos de prisão na Rússia.

Perfil
A bióloga Ana Paula Maciel, de 31 anos, morava em Porto Alegra e faz parte do Greenpeace desde 2006. Ela já foi detida em outras duas manifestações da ONG.

No mesmo ano em que entrou no Greenpeace, a brasileira foi detida em Santarém, no Pará, após participar do bloqueio do porto de carga e descarga de soja da empresa multinacional Cargill. Na ocasião, eles protestavam contra a destruição da Amazônia e o avanço das plantações de soja na região.

Em 2009, Ana Paula foi detida durante uma ação no Caribe. O Greenpeace não soube precisar quantos dias ela ficou presa nas duas vezes, mas afirmou que foram “poucos dias”.

O Greenpeace informou que a brasileira integra atualmente a tripulação fixa da embarcação Arctic Sunrise, utilizada para ações ambientais na região do Ártico. Longe do Brasil desde o dia 11 de junho, a previsão inicial era de Ana Paula voltar ao país no fim de outubro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Integrante presa da banda russa Pussy Riot inicia greve de fome

Tribunal de Zubova Polyan negou nesta sexta-feira (26) a libertação de Nadezhda Tolokonnikova (Foto: Mikhail Metzel/AP)Nadezhda Tolokonnikova está presa na Rússia por
protestar contra o governo (Foto: Mikhail Metzel/AP)

Uma integrante da banda russa Pussy Riot, que está presa, afirmou nesta segunda-feira (23) que vai começar uma greve de fome contra o “trabalho escravo” ao qual é submetida na colônia penal em que está e onde também disse ter sido ameaçada de morte por um funcionário da prisão.

Nadezhda Tolokonnikova foi condenada a dois anos de prisão em agosto de 2012 depois de ter realizado um protesto em uma catedral de Moscou, que a banda chamou de “oração punk”, contra o presidente Vladimir Putin em meio a manifestações de rua contra o governo.

“A partir de 23 de setembro, eu vou começar uma greve de fome e me recusarei a participar do trabalho escravo na colônia”, escreveu Tolokonnikova em uma carta que foi divulgada pelo marido, Pyotr Verzilov.

“Eu vou fazer isto até que a administração obedeça a lei e pare de tratar as mulheres encarceradas como gado”, escreveu.

Nadezhda Tolokonnikova está na colônia penal número 14, na região da Mordóvia, sudeste de Moscou. Ela afirmou que as detentas são forçadas a trabalhar até 17 horas por dia, costurando uniformes policias.

Segundo a integrante da banda, elas não dormem mais de quarto horas por noite e os agentes prisionais usam detentas mais antigas para colocar ordem em um sistema que é uma reminiscência da Gulag, sistema penal de trabalho forçado da antiga União Soviética.

“Suas mãos são furadas pelas agulhas e cobertas de arranhões, o sangue fica espalhado por toda a mesa de trabalho, mas mesmo assim você continua costurando”, escreveu.

As autoridades carcerárias da região da Mordóvia acusaram Verzilov e a advogada de Tolokonnikova, Irina Khrunova, de chantagem e de tentar pressionar a colônia penal a dar um tratamento especial à integrante da banda.

Nadezhda deve ser libertada em março, bem como sua colega da banda Maria Alyokhina. Uma outra integrante do grupo teve a sentença suspensa.

Ela já havia feito greve de fome este ano, depois que autoridades não a deixaram participar de uma audiência. Nadezhda teve de ser internada no fim de maio e encerrou o protesto dias depois que autoridades prisionais aceitaram as demandas dela, disse Verzilov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Ativista brasileira está entre detidos pela guarda costeira russa, diz ONG

A brasileira Ana Paula Maciel, que está sob custódia da Guarda Costeira da Rússia (Foto: Divulgação/Greenpeace/Nick Cobbing)A brasileira Ana Paula Maciel, que está sob custódia da guarda costeira da Rússia (Foto: Divulgação/Greenpeace/Nick Cobbing)

A organização não-governamental Greenpeace divulgou na noite desta quinta-feira (19) que há uma brasileira entre 30 ativistas mantidos sob custódia pela guarda costeira da Rússia dentro da embarcação Arctic Sunrise, após ação realizada nesta quarta (18), em que os manifestantes tentaram escalar a plataforma de petróleo Prirazlomnaya da companhia Gazprom, na região do Mar de Pechora.

Segundo a ONG, Ana Paula Alminhana Maciel, de 31 anos, integra a tripulação fixa da embarcação Arctic Sunrise, utilizada pelo Greenpeace para ações ambientais na região do Ártico. Ana Paula embarca nos navios de campanha desde 2006, informou a organização.

Fabiana Alves, coordenadora da campanha para o clima e energia e porta-voz do Greenpeace, informou ao G1 que o navio está sob custódia e deve ser levado para uma localidade ainda não divulgada.

“Estão os 30 embarcados presos. O Greenpeace da Rússia e todos os outros escritórios estão acompanhando. O que sabemos é que não há feridos”, explicou Fabiana.

Antes da detenção de todo o grupo, dois manifestantes foram presos e liberados horas depois pelas autoridades russas enquanto tentavam escalar a estrutura da companhia petrolífera.

O escritório brasileiro do Greenpeace entrou em contato com a Divisão de Assistência Consular do Ministério de Relações Exteriores relatando o ocorrido e pedindo ao governo brasileiro que entre em contato com as autoridades russas para garantir a segurança dos ativistas e para prestar assistência a Ana Paula.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do Itamaraty informou que, até o momento, não havia sido informada sobre este caso.

Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. A guarda costeira chegou a dar um tiro de alerta para conter o ato, que visava impedir a exploração da área sensível do Ártico. (Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace/AFP)Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. A guarda costeira chegou a dar um tiro de alerta para conter o ato, que visava impedir a exploração da área sensível do Ártico (Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace/AFP)Ativistas começam a escalar estrutura de plataforma de petróleo na Rússia. (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Denis Sinyakov)Ativistas começam a escalar estrutura de plataforma de petróleo na Rússia. (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Denis Sinyakov)

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Liderança rebelde da Síria rejeita proposta russa sobre armas químicas

Um conselho da liderança rebelde síria apoiado pelo Ocidente rejeitou a proposta russa de colocar as armas químicas da Síria sob controle internacional, disse o grupo em uma declaração em vídeo.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU reuniram-se em Nova York na quarta-feira (11) para discutir o plano, que teria como objetivo eliminar os estoques de armas químicas da Síria e evitar um ataque militar dos EUA.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Nós anunciamos nossa rejeição definitiva à iniciativa russa de colocar armas químicas sob custódia internacional”, disse Salim Idriss, chefe do Conselho Militar Supremo dos rebeldes, em um vídeo veiculado na Internet na noite de quarta-feira.

Acompanhado por quatro líderes rebeldes, Idriss disse que o presidente sírio, Bashar al-Assad, deve ser responsabilizado depois que a Síria admitiu pela primeira ter a posse de armas químicas – algo que o país diz que precisava para enfrentar o suposto arsenal nuclear de Israel.

“Pedimos que a comunidade internacional não se contente com a retirada de armas químicas, que são um instrumento criminoso, mas que responsabilize o perpetrador e o processe no Tribunal Penal Internacional”, disse Idriss.

Mais de 100 mil pessoas morreram no conflito de dois anos e meio de duração na Síria, a esmagadora maioria morta por armas convencionais. O levante começou como um movimento de protesto pacífico contra as quatro décadas de governo da família Assad, mas transformou-se em uma guerra civil após a repressão do governo.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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