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Al-Jazeera lança rede ‘América’ com promessa de revolucionar jornalismo

Redação da Al-Jazeera America em Nova York (Foto: Bebeto Matthews/AP)Redação da Al-Jazeera America em Nova York (Foto: Bebeto Matthews/AP)

Graças a abundantes recursos, a uma ambiciosa agenda e a um punhado de repórteres famosos, o grupo catariano Al-Jazeera lançou nesta terça-feira (20) sua nova emissora de informação nos Estados Unidos, com a promessa de revolucionar o jornalismo televisivo no país e de superar as expectativas do público americano.

A Al-Jazeera America iniciou suas transmissões a partir das 19h GMT (16h de Brasília).

Inicialmente, a Al-Jazeera America será recebida por 40 milhões de lares em todo o país, mas os planos são de expansão e de entrar na competição feroz travada pelas três grandes do jornalismo 24h nos Estados Unidos: CNN, MSNBC e Fox News. A emissora terá, diariamente, 14 horas de transmissão ao vivo, além de documentários e programas de debate e boletins de notícia de hora em hora.

A rede pretende fazer das reportagens em profundidade e de longa duração – formato pouco prestigiado pelos grandes grupos de TV nos Estados Unidos – o ponto forte de sua programação.

“Sabemos que os americanos querem receber uma cobertura em profundidade dos temas da atualidade que lhes interessam. Querem mais reportagens imparciais e menos partidarismo, exatamente o que a Al-Jazeera faz”, diz Ehab Al Shihabi, diretor-geral interino da Al-Jazeera America.

Alguns especialistas afirmam, porém que o grupo dirigido pela família real do Catar deve se preparar para uma difícil batalha para conquistar audiência em um país como os Estados Unidos, que tem uma relação complexa com o Oriente Médio. A emissora ficou conhecida por ter divulgado, no passado, mensagens da rede Al-Qaeda, ou de Osama bin Laden.

Alguns conservadores garantem que até hoje o grupo é anti-Ocidente. “A Al-Jazeera já teve um papel na radicalização de muçulmanos no exterior, com o propósito de que os americanos fossem tomados como alvo pelo terrorismo”, criticou o diretor do lobby Accuracy in Media, Cliff Kincaid.

Ehab al-Shihabi quer acreditar que, depois que o público puder conhecer realmente a programação do canal, esses preconceitos cairão por terra. “Estamos investindo grandes quantias de dinheiro em publicidade e em estratégia de marca (…) Tenho certeza de que, em pouco tempo, a Al-Jazeera será popular”, insistiu.

Grandes nomes da televisão
Para garantir o sucesso, a emissora não poupa esforços, contratando estrelas do jornalismo americano, como Soledad O’Brien e Ali Velshi, da CNN, ou Sheila MacVicar, que foi da ABC e da CNN. Ao todo, mais de 850 profissionais foram contratados para trabalhar em 12 escritórios espalhados pelo país, e 70 no mundo.

O lançamento da Al-Jazeera America acontece no âmbito da compra do canal por assinatura Current TV, co-fundado em 2005 pelo ex-vice-presidente Al Gore.

David Shuster, um dos jornalistas contratados pela nova emissora e que já trabalhou na MSNBC, aprecia a ‘enorme oportunidade’, em função da enxurrada de recursos com que conta a Al-Jazeera. Para ele, o grupo está se tornando o maior do mundo no setor.

A presidente da Al-Jazeera America, Kate O’Brian, prometeu que seu canal “evitará recorrer a comentários de especialistas e a tratar das últimas excentricidades dos famosos” para se concentrar, em contrapartida, “em tudo aquilo que merece ser coberto”.

A Al-Jazeera contará apenas com um máximo de seis minutos de publicidade por hora, comparados aos 15 da maioria dos canais.

O quartel-general da Al-Jazeera America será em Nova York, perto da Penn Station. Em Washington, Al-Jazeera ficará nos estúdios que já foram ocupados pela ABC no “Newseum”, perto da Casa Branca e do Congresso.

Joie Chen, ex-jornalista da CNN e da CBS, um outro grande nome recuperado pela Al-Jazeera, justificou sua ida para o canal pela “qualidade do trabalho realizado”. Segundo ela, “queremos relatar aquelas histórias que não contam com suficiente cobertura e falar com as comunidades mais esquecidas.”

Já o ex-apresentador da NBC John Seigenthaler vê a Al-Jazeera como um canal que “dá um pouco mais de densidade, um pouco mais de perspectiva, um pouco mais de contexto, ou seja, aquilo que se busca no jornalismo.”

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Samsung e Mozilla qurem revolucionar navegação pelos smartphones

Empresas anunciaram parceria para desenvolver o Servo, novo motor de renderização móvel – o núcleo de um navegador

Pode haver grandes mudanças vindo para a experiência complicada e às vezes irritante da navegação web em celulares.

Em anúncios aparentemente descoordenados na quarta-feira (3), a Fundação Mozilla, a organização por trás do navegador Firefox, disse que está trabalhando com a Samsung em um novo mecanismo para navegadores web para celulares, e o Google apresentou um novo mecanismo de código aberto, que também será adotado pelo Opera.

O motor de renderização (browser engine) está no centro de um browser. Ele interpreta o código HTML e decide como o conteúdo é exibido na tela. Como browsers diferentes usam ferramentas diferentes, às vezes páginas carregam mais rápido ou parecem melhores em um navegador do que em outro, por isso a escolha do mecanismo afeta diretamente a experiência do usuário.

A Mozilla revelou que tem trabalhado com a Samsung em um novo mecanismo chamado Servo. “O Servo é uma tentativa de reconstruir o navegador web do zero em hardware moderno, repensar velhas suposições ao longo do caminho”, escreveu Brendan Eich, CTO da Mozilla, no blog da organização.

“Isso significa abordar as causas de vulnerabilidades de segurança enquanto elaboramos uma plataforma que possa utilizar plenamente o desempenho do hardware massivamente paralelo de amanhã para permitir novas e mais ricas experiências na web”, escreveu. O mecanismo será escrito em uma linguagem de programação chamada Rust, que a Mozilla criou juntamente com a comunidade de desenvolvedores.

A primeira implementação do Servo será para smartphones com sistema operacional Android executando processadores ARM. Isso descreve a grande maioria dos celulares não-Apple no mercado de hoje e pode significar problemas para o Google, que está empurrando seu browser Chromium para usuários de smartphones.

Desenvolvedores estão convidados a participar deste processo, segundo o próprio Eich: “nós, junto com nossos amigos da Samsung, estaremos atentos a oportunidades nas plataformas móveis. Ambos os esforços ainda estão em suas etapas iniciais e há muito o que fazer ainda. Por isso, agora é uma ótima hora para estar envolvido”.

As listas de discussões para participar do processo de desenvolvimento encontram-se aqui (Rust) e aqui (Servo).

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Como o “iWatch” pode revolucionar a segurança dos aparelhos móveis

Aparelho poderia ser projetado para emparelhar com um dispositivo móvel, o que permitiria autenticação avançada e substituição de senhas do iPhone ou iPad.

A Apple deu entrada em 79 patentes relacionadas à tecnologia “utilizável” e espera-se que elas sejam parte do projeto para o iWatch: um relógio inteligente que, emparelhado a um iPhone ou iPad, forneceria o fluxo de conteúdo e alertas para o usuário.

Recursos como e-mails, identificador de chamadas, informações de calendário, e atualizações pré-selecionadas, como previsão do tempo ou cotação de ações, poderiam aparecer na tela do relógio inteligente da Apple. Essas capacidades já estão disponíveis no mercado, em outros relógios inteligentes, ou mesmo no Google Glass – previsto para o final do ano. Mas elas podem ser bem aproveitadas no mercado corporativo.

As atualizações exibidas em um iWatch são, muitas vezes, informações que os profissionais de diversos setores verificam várias vezes ao longo do dia. Ter essa atualização de informações de forma discreta em um dispositivo “vestível” permite aos funcionários verificarem as notificações em tempo-real, sem atrapalhar uma reunião, por exemplo.

Segurança de dados

Em termos de segurança, o iWatch poderia ser uma boa aposta. De fato, o relógio inteligente da Apple poderia ser a solução perfeita para muitas preocupações de TI sobre os dispositivos móveis. O segredo do iWatch como uma solução de segurança é que ele seria projetado para emparelhar com um dispositivo móvel, provavelmente um iPhone.

O emparelhamento oferece uma maneira fácil de configurar a autenticação avançada e poderia substituir uma senha de um iPhone ou iPad (ou mesmo um MacBook ou notebook). Dessa forma, o dispositivo iOS pode desbloquear sem um código de acesso, poupando os usuários alguns segundos.

O iWatch poderia, inclusive, ser usado como um token de segurança física junto com um código de acesso para oferecer autenticação de múltiplos fatores. Se o relógio não for detectado pelo dispositivo, este permanecerá bloqueado mesmo depois que o usuário (ou alguém que tenha encontrado ou roubado) digite a senha correta.

Mais importante ainda, o dispositivo iOS poderia ser configurado não apenas para autobloquear e evitar tentativas de desbloqueio quando não detectado um iWatch, mas também para limpar todos os dados (ou todos os dados corporativos).

Ele poderia até mesmo ser projetado para enviar um alerta para o componente do iCloud “Find My iPhone” ou para um servidor de gerenciamento móvel da empresa e garantir que os dados sensíveis sejam apagados de forma segura e/ou auxiliar na recuperação do dispositivo.

A ideia pode não parecer tão inovadora. Mas o fato é que, dependendo da tecnologia usada no iWatch, ela pode não somente ser configurada para dispositivos móveis, mas também para carros inteligentes, e outros sistemas que necessitem de acesso por meio de token.

Três camadas de autenticação

A segurança pode ir mais longe se a Apple adicionar uma terceira camada de autenticação por meio de sensores biométricos. Há uma série de fatores que a Apple poderia implementar para adicionar autenticação biométrica em um ecossistema iWatch. A maneira mais óbvia é um scanner de impressão digital – muito possível, dada a compra da empresa de segurança AuthenTec pela Apple no ano passado.

Outras opções podem incluir uma leitura da íris ou reconhecimento facial. Todas essas ideias requerem hardware específico, como uma câmera embutida no iWatch, mas há outra opção que pode ser tão segura e muito mais fácil – ouvir os batimentos cardíacos do usuário.

Dada a popularidade de dispositivos de monitoramento de atividades físicas, parece lógico para a gigante de Cupertino adicionar essa característica ao iWatch. Afinal, a companhia tem um relacionamento longo com a Nike em se tratando de emparelhamento de dispositivos e tênis. Isso significa sensores para detectar movimento, temperatura e frequência cardíaca – uma opção fácil de identificação biométrica.

Da mesma forma que todos temos impressões digitais únicas, cada ritmo cardíaco é único e pode ser usado para nos identificar. Sistemas de reconhecimento cardíaco já estão no mercado como soluções independentes ou como parte de um sistema de autenticação biométrica. Incorporar isso a um iWatch deve ser uma tarefa relativamente fácil, que não exigiria sensores adicionais ou hardware.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Samsung e Mozilla qurem revolucionar navegação pelos smartphones

Empresas anunciaram parceria para desenvolver o Servo, novo motor de renderização móvel – o núcleo de um navegador

Pode haver grandes mudanças vindo para a experiência complicada e às vezes irritante da navegação web em celulares.

Em anúncios aparentemente descoordenados na quarta-feira (3), a Fundação Mozilla, a organização por trás do navegador Firefox, disse que está trabalhando com a Samsung em um novo mecanismo para navegadores web para celulares, e o Google apresentou um novo mecanismo de código aberto, que também será adotado pelo Opera.

O motor de renderização (browser engine) está no centro de um browser. Ele interpreta o código HTML e decide como o conteúdo é exibido na tela. Como browsers diferentes usam ferramentas diferentes, às vezes páginas carregam mais rápido ou parecem melhores em um navegador do que em outro, por isso a escolha do mecanismo afeta diretamente a experiência do usuário.

A Mozilla revelou que tem trabalhado com a Samsung em um novo mecanismo chamado Servo. “O Servo é uma tentativa de reconstruir o navegador web do zero em hardware moderno, repensar velhas suposições ao longo do caminho”, escreveu Brendan Eich, CTO da Mozilla, no blog da organização.

“Isso significa abordar as causas de vulnerabilidades de segurança enquanto elaboramos uma plataforma que possa utilizar plenamente o desempenho do hardware massivamente paralelo de amanhã para permitir novas e mais ricas experiências na web”, escreveu. O mecanismo será escrito em uma linguagem de programação chamada Rust, que a Mozilla criou juntamente com a comunidade de desenvolvedores.

A primeira implementação do Servo será para smartphones com sistema operacional Android executando processadores ARM. Isso descreve a grande maioria dos celulares não-Apple no mercado de hoje e pode significar problemas para o Google, que está empurrando seu browser Chromium para usuários de smartphones.

Desenvolvedores estão convidados a participar deste processo, segundo o próprio Eich: “nós, junto com nossos amigos da Samsung, estaremos atentos a oportunidades nas plataformas móveis. Ambos os esforços ainda estão em suas etapas iniciais e há muito o que fazer ainda. Por isso, agora é uma ótima hora para estar envolvido”.

As listas de discussões para participar do processo de desenvolvimento encontram-se aqui (Rust) e aqui (Servo).

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Samsung e Mozilla prometem revolucionar navegação em celulares

Empresas anunciaram parceria para desenvolver o Servo, novo motor de renderização móvel – o núcleo de um navegador

Pode haver grandes mudanças vindo para a experiência complicada e às vezes irritante da navegação web em celulares.

Em anúncios aparentemente descoordenados na quarta-feira (3), a Fundação Mozilla, a organização por trás do navegador Firefox, disse que está trabalhando com a Samsung em um novo mecanismo para navegadores web para celulares, e o Google apresentou um novo mecanismo de código aberto, que também será adotado pelo Opera.

O motor de renderização (browser engine) está no centro de um browser. Ele interpreta o código HTML e decide como o conteúdo é exibido na tela. Como browsers diferentes usam ferramentas diferentes, às vezes páginas carregam mais rápido ou parecem melhores em um navegador do que em outro, por isso a escolha do mecanismo afeta diretamente a experiência do usuário.

A Mozilla revelou que tem trabalhado com a Samsung em um novo mecanismo chamado Servo. “O Servo é uma tentativa de reconstruir o navegador web do zero em hardware moderno, repensar velhas suposições ao longo do caminho”, escreveu Brendan Eich, CTO da Mozilla, no blog da organização.

“Isso significa abordar as causas de vulnerabilidades de segurança enquanto elaboramos uma plataforma que possa utilizar plenamente o desempenho do hardware massivamente paralelo de amanhã para permitir novas e mais ricas experiências na web”, escreveu. O mecanismo será escrito em uma linguagem de programação chamada Rust, que a Mozilla criou juntamente com a comunidade de desenvolvedores.

A primeira implementação do Servo será para smartphones com sistema operacional Android executando processadores ARM. Isso descreve a grande maioria dos celulares não-Apple no mercado de hoje e pode significar problemas para o Google, que está empurrando seu browser Chromium para usuários de smartphones.

Desenvolvedores estão convidados a participar deste processo, segundo o próprio Eich: “nós, junto com nossos amigos da Samsung, estaremos atentos a oportunidades nas plataformas móveis. Ambos os esforços ainda estão em suas etapas iniciais e há muito o que fazer ainda. Por isso, agora é uma ótima hora para estar envolvido”.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Samsung e Mozilla prometem revolucionar navegação em celulares

Empresas anunciaram parceria para desenvolver o Servo, novo motor de renderização móvel – o núcleo de um navegador

Pode haver grandes mudanças vindo para a experiência complicada e às vezes irritante da navegação web em celulares.

Em anúncios aparentemente descoordenados na quarta-feira (3), a Fundação Mozilla, a organização por trás do navegador Firefox, disse que está trabalhando com a Samsung em um novo mecanismo para navegadores web para celulares, e o Google apresentou um novo mecanismo de código aberto, que também será adotado pelo Opera.

O motor de renderização (browser engine) está no centro de um browser. Ele interpreta o código HTML e decide como o conteúdo é exibido na tela. Como browsers diferentes usam ferramentas diferentes, às vezes páginas carregam mais rápido ou parecem melhores em um navegador do que em outro, por isso a escolha do mecanismo afeta diretamente a experiência do usuário.

A Mozilla revelou que tem trabalhado com a Samsung em um novo mecanismo chamado Servo. “O Servo é uma tentativa de reconstruir o navegador web do zero em hardware moderno, repensar velhas suposições ao longo do caminho”, escreveu Brendan Eich, CTO da Mozilla, no blog da organização.

“Isso significa abordar as causas de vulnerabilidades de segurança enquanto elaboramos uma plataforma que possa utilizar plenamente o desempenho do hardware massivamente paralelo de amanhã para permitir novas e mais ricas experiências na web”, escreveu. O mecanismo será escrito em uma linguagem de programação chamada Rust, que a Mozilla criou juntamente com a comunidade de desenvolvedores.

A primeira implementação do Servo será para smartphones com sistema operacional Android executando processadores ARM. Isso descreve a grande maioria dos celulares não-Apple no mercado de hoje e pode significar problemas para o Google, que está empurrando seu browser Chromium para usuários de smartphones.

Desenvolvedores estão convidados a participar deste processo, segundo o próprio Eich: “nós, junto com nossos amigos da Samsung, estaremos atentos a oportunidades nas plataformas móveis. Ambos os esforços ainda estão em suas etapas iniciais e há muito o que fazer ainda. Por isso, agora é uma ótima hora para estar envolvido”.

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Como o “iWatch” pode revolucionar a segurança dos aparelhos móveis

Aparelho poderia ser projetado para emparelhar com um dispositivo móvel, o que permitiria autenticação avançada e substituição de senhas do iPhone ou iPad.

A Apple deu entrada em 79 patentes relacionadas à tecnologia “utilizável” e espera-se que elas sejam parte do projeto para o iWatch: um relógio inteligente que, emparelhado a um iPhone ou iPad, forneceria o fluxo de conteúdo e alertas para o usuário.

Recursos como e-mails, identificador de chamadas, informações de calendário, e atualizações pré-selecionadas, como previsão do tempo ou cotação de ações, poderiam aparecer na tela do relógio inteligente da Apple. Essas capacidades já estão disponíveis no mercado, em outros relógios inteligentes, ou mesmo no Google Glass – previsto para o final do ano. Mas elas podem ser bem aproveitadas no mercado corporativo.

As atualizações exibidas em um iWatch são, muitas vezes, informações que os profissionais de diversos setores verificam várias vezes ao longo do dia. Ter essa atualização de informações de forma discreta em um dispositivo “vestível” permite aos funcionários verificarem as notificações em tempo-real, sem atrapalhar uma reunião, por exemplo.

Segurança de dados

Em termos de segurança, o iWatch poderia ser uma boa aposta. De fato, o relógio inteligente da Apple poderia ser a solução perfeita para muitas preocupações de TI sobre os dispositivos móveis. O segredo do iWatch como uma solução de segurança é que ele seria projetado para emparelhar com um dispositivo móvel, provavelmente um iPhone.

O emparelhamento oferece uma maneira fácil de configurar a autenticação avançada e poderia substituir uma senha de um iPhone ou iPad (ou mesmo um MacBook ou notebook). Dessa forma, o dispositivo iOS pode desbloquear sem um código de acesso, poupando os usuários alguns segundos.

O iWatch poderia, inclusive, ser usado como um token de segurança física junto com um código de acesso para oferecer autenticação de múltiplos fatores. Se o relógio não for detectado pelo dispositivo, este permanecerá bloqueado mesmo depois que o usuário (ou alguém que tenha encontrado ou roubado) digite a senha correta.

Mais importante ainda, o dispositivo iOS poderia ser configurado não apenas para autobloquear e evitar tentativas de desbloqueio quando não detectado um iWatch, mas também para limpar todos os dados (ou todos os dados corporativos).

Ele poderia até mesmo ser projetado para enviar um alerta para o componente do iCloud “Find My iPhone” ou para um servidor de gerenciamento móvel da empresa e garantir que os dados sensíveis sejam apagados de forma segura e/ou auxiliar na recuperação do dispositivo.

A ideia pode não parecer tão inovadora. Mas o fato é que, dependendo da tecnologia usada no iWatch, ela pode não somente ser configurada para dispositivos móveis, mas também para carros inteligentes, e outros sistemas que necessitem de acesso por meio de token.

Três camadas de autenticação

A segurança pode ir mais longe se a Apple adicionar uma terceira camada de autenticação por meio de sensores biométricos. Há uma série de fatores que a Apple poderia implementar para adicionar autenticação biométrica em um ecossistema iWatch. A maneira mais óbvia é um scanner de impressão digital – muito possível, dada a compra da empresa de segurança AuthenTec pela Apple no ano passado.

Outras opções podem incluir uma leitura da íris ou reconhecimento facial. Todas essas ideias requerem hardware específico, como uma câmera embutida no iWatch, mas há outra opção que pode ser tão segura e muito mais fácil – ouvir os batimentos cardíacos do usuário.

Dada a popularidade de dispositivos de monitoramento de atividades físicas, parece lógico para a gigante de Cupertino adicionar essa característica ao iWatch. Afinal, a companhia tem um relacionamento longo com a Nike em se tratando de emparelhamento de dispositivos e tênis. Isso significa sensores para detectar movimento, temperatura e frequência cardíaca – uma opção fácil de identificação biométrica.

Da mesma forma que todos temos impressões digitais únicas, cada ritmo cardíaco é único e pode ser usado para nos identificar. Sistemas de reconhecimento cardíaco já estão no mercado como soluções independentes ou como parte de um sistema de autenticação biométrica. Incorporar isso a um iWatch deve ser uma tarefa relativamente fácil, que não exigiria sensores adicionais ou hardware.

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