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Review: Nokia Lumia 820 é um supercarro que não vai longe

Equipado com o Windows Phone 8, smartphone da Nokia tem todas as características de um excelente aparelho. Com a exceção da bateria.

Imagine que você tem a chance de comprar, por um bom preço, um supercarro. Com um motor possante, belo design, tecnologia de ponta e muitos recursos legais. Você ficaria feliz, certo? Agora imagine que esse supercarro tem um defeito de projeto: o tanque de combustível é tão pequeno que ele não aguenta te levar de volta pra casa no fim do dia sem antes dar uma passadinha num posto. Você continuaria satisfeito?

Infelizmente, é com dor no coração que tenho de informar que o Nokia Lumia 820 é exatamente como o supercarro de que falei. É um smartphone bonito, poderoso, com tecnologias de ponta como NFC e recarga sem fios, sem falar em um sistema operacional que tem muitos recursos legais. Mas tudo isso vai por água abaixo por causa de uma bateria que vai deixá-lo na mão antes do fim do dia.

Design e Hardware

O Lumia 820 foge do clássico design estabelecido pela Nokia no N9 e seguido em outros aparelhos como os Lumia 800, 900 e 920. Ele é mais largo (12,3 x 6,8 cm, com 9.9 mm de espessura), com cantos arredondados e bordas curvas que lhe dão uma aparência de “gordinho”, mas bastante confortável na mão. Também é pesadinho: são 160 gramas. Não é nenhum tijolo, mas a diferença é notável para quem está acostumado com aparelhos como um iPhone, Galaxy S III ou, no meu caso, umRAZR MAXX.

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Nokia Lumia 820

No Brasil ele está disponível em duas cores, preta e branca. A versão preta tem um acabamento fosco, o que lhe dá uma aparência discreta e elegante. O legal é que é muito fácil trocar a cor de um aparelho: a tampa “traseira” cobre na verdade a traseira e as laterais. Se ela for removida, o que sobra é a tela, cercada por uma fina moldura. Com isso, basta colocar uma tampa de outra cor. A Nokia vende tampas traseiras nas cores preta, branca, vermelha, azul e amarela por R$ 59 cada em suas lojas físicas e online.

Também há tampas compatíveis com o carregador sem fios DT-900, que custam R$ 69 cada. O carregador é opcional e custa US$ 199. Aliás, vale esclarecer uma confusão comum sobre a recarga sem fios: você não vai entrar em uma sala com o Lumia 820 no bolso e ver a bateria começar a se recarregar automaticamente, como que por mágica. Essa tecnologia de recarga “à distância” não existe em nenhum aparelho. É preciso colocar o Lumia 820 sobre o carregador, que por sua vez é ligado à tomada.

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Troque a tampa traseira e você troca a cor do aparelho. Uma idéia muito legal

A vantagem é a conveniência: você pode chegar em casa, simplesmente colocar o celular sobre o carregador num criado-mudo e ficar tranquilo sabendo que, na hora de sair para o trabalho na manhã seguinte, a bateria estará cheia. 

Falando na tampa traseira, sob ela você irá encontrar a bateria e dentro do “berço” dela slots para um micro SIM e um cartão microSD, que pode ter capacidade de até 64 GB. A Nokia alerta, em um folheto incluso com o aparelho e em seu site, que alguns tipos cartões microSD podem não ser compatíveis com o aparelho, mas infelizmente não esclarece quais são eles ou como reconhecê-los. Testei um microSD SanDisk Classe 4 de 8 GB, bem como um SanDisk Classe 10 de 32 GB e não tive problemas. Acreditamos que com cartões rápidos (Classe 4 ou superior) e de marcas conhecidas você também não terá.

Todos os botões do Lumia 820 ficam na lateral direita: controle de volume, liga/desliga e um botão de dois estágios (foco e disparador) para a câmera, algo raro em smartphones modernos e sempre bem-vindo. Abaixo da tela há os três botões sensíveis ao toque presentes em todo Windows Phone: Voltar, Windows (que funciona como o Home do iPhone ou Android) e Busca. 

Um conector de fone de ouvido fica no topo do aparelho, e o conector micro USB fica embaixo. Não há uma saída HDMI, nem é possível ligar o Lumia 820 diretamente a uma TV de alta-definição com adaptadores (como no Galaxy S III ou Nexus 4, por exemplo). Na traseira fica a câmera de 8 MP com lente Carl Zeiss (uma tradição da Nokia) e flash duplo. Também há uma câmera frontal (com resolução VGA) para videochamadas.

Por dentro o Lumia 820 é bastante poderoso. O processador é um Qualcomm Snapdragon S4 dual-core, operando a 1.5 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. É a mesma “plataforma” do Motorola RAZR HD, por exemplo, um aparelho cujo desempenho nos agradou bastante. A tela AMOLED de 4.3” tem resolução de 480 x 800 pixels (como a do Samsung Galaxy S II) e é muito bonita: como em toda tela AMOLED o contraste é excelente, e as cores são vivas e brilhantes. 

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Slots para um micro SIM (esquerda) e cartão microSD (direita) ficam no “berço” da bateria

Tecnologias de praxe em todo smartphone moderno, como Wi-Fi (nos padrões 802.11 a/b/g/n), Bluetooth (3.1) e GPS estão presentes. O aparelho é compatível com as redes 4G que estão sendo implantadas em nosso país, mas infelizmente não conseguimos testar este recurso em São Paulo. 

O Lumia 820 tem 8 GB de memória interna. Desse total 1,84 GB são ocupados pelo sistema operacional, e mais 1,94 GB são ocupados por “Outro” (o sistema não detalha o quê é, presumo que uma partição de recuperação do sistema) . Ou seja, sobram cerca de 4 GB para o usuário.

Isso deve ser o suficiente para a maioria das pessoas, mas pode ser um problema para os gamers, já que muitos jogos modernos ocupam mais de 1 GB. E ao contrário do Android, onde pelo menos alguns aplicativos podem ser movidos para um cartão SD, no Windows Phone todos os aplicativos tem de ser instalados na memória interna do aparelho. O cartão só pode ser usado para armazenar fotos, vídeos e músicas.

Para conferir o review completo, acesse esse link da PC World.

View the original article here

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Review: Nokia Lumia 820 é um supercarro que não vai longe

Equipado com o Windows Phone 8, smartphone da Nokia tem todas as características de um excelente aparelho. Com a exceção da bateria.

Imagine que você tem a chance de comprar, por um bom preço, um supercarro. Com um motor possante, belo design, tecnologia de ponta e muitos recursos legais. Você ficaria feliz, certo? Agora imagine que esse supercarro tem um defeito de projeto: o tanque de combustível é tão pequeno que ele não aguenta te levar de volta pra casa no fim do dia sem antes dar uma passadinha num posto. Você continuaria satisfeito?

Infelizmente, é com dor no coração que tenho de informar que o Nokia Lumia 820 é exatamente como o supercarro de que falei. É um smartphone bonito, poderoso, com tecnologias de ponta como NFC e recarga sem fios, sem falar em um sistema operacional que tem muitos recursos legais. Mas tudo isso vai por água abaixo por causa de uma bateria que vai deixá-lo na mão antes do fim do dia.

Design e Hardware

O Lumia 820 foge do clássico design estabelecido pela Nokia no N9 e seguido em outros aparelhos como os Lumia 800, 900 e 920. Ele é mais largo (12,3 x 6,8 cm, com 9.9 mm de espessura), com cantos arredondados e bordas curvas que lhe dão uma aparência de “gordinho”, mas bastante confortável na mão. Também é pesadinho: são 160 gramas. Não é nenhum tijolo, mas a diferença é notável para quem está acostumado com aparelhos como um iPhone, Galaxy S III ou, no meu caso, umRAZR MAXX.

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Nokia Lumia 820

No Brasil ele está disponível em duas cores, preta e branca. A versão preta tem um acabamento fosco, o que lhe dá uma aparência discreta e elegante. O legal é que é muito fácil trocar a cor de um aparelho: a tampa “traseira” cobre na verdade a traseira e as laterais. Se ela for removida, o que sobra é a tela, cercada por uma fina moldura. Com isso, basta colocar uma tampa de outra cor. A Nokia vende tampas traseiras nas cores preta, branca, vermelha, azul e amarela por R$ 59 cada em suas lojas físicas e online.

Também há tampas compatíveis com o carregador sem fios DT-900, que custam R$ 69 cada. O carregador é opcional e custa US$ 199. Aliás, vale esclarecer uma confusão comum sobre a recarga sem fios: você não vai entrar em uma sala com o Lumia 820 no bolso e ver a bateria começar a se recarregar automaticamente, como que por mágica. Essa tecnologia de recarga “à distância” não existe em nenhum aparelho. É preciso colocar o Lumia 820 sobre o carregador, que por sua vez é ligado à tomada.

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Troque a tampa traseira e você troca a cor do aparelho. Uma idéia muito legal

A vantagem é a conveniência: você pode chegar em casa, simplesmente colocar o celular sobre o carregador num criado-mudo e ficar tranquilo sabendo que, na hora de sair para o trabalho na manhã seguinte, a bateria estará cheia. 

Falando na tampa traseira, sob ela você irá encontrar a bateria e dentro do “berço” dela slots para um micro SIM e um cartão microSD, que pode ter capacidade de até 64 GB. A Nokia alerta, em um folheto incluso com o aparelho e em seu site, que alguns tipos cartões microSD podem não ser compatíveis com o aparelho, mas infelizmente não esclarece quais são eles ou como reconhecê-los. Testei um microSD SanDisk Classe 4 de 8 GB, bem como um SanDisk Classe 10 de 32 GB e não tive problemas. Acreditamos que com cartões rápidos (Classe 4 ou superior) e de marcas conhecidas você também não terá.

Todos os botões do Lumia 820 ficam na lateral direita: controle de volume, liga/desliga e um botão de dois estágios (foco e disparador) para a câmera, algo raro em smartphones modernos e sempre bem-vindo. Abaixo da tela há os três botões sensíveis ao toque presentes em todo Windows Phone: Voltar, Windows (que funciona como o Home do iPhone ou Android) e Busca. 

Um conector de fone de ouvido fica no topo do aparelho, e o conector micro USB fica embaixo. Não há uma saída HDMI, nem é possível ligar o Lumia 820 diretamente a uma TV de alta-definição com adaptadores (como no Galaxy S III ou Nexus 4, por exemplo). Na traseira fica a câmera de 8 MP com lente Carl Zeiss (uma tradição da Nokia) e flash duplo. Também há uma câmera frontal (com resolução VGA) para videochamadas.

Por dentro o Lumia 820 é bastante poderoso. O processador é um Qualcomm Snapdragon S4 dual-core, operando a 1.5 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. É a mesma “plataforma” do Motorola RAZR HD, por exemplo, um aparelho cujo desempenho nos agradou bastante. A tela AMOLED de 4.3” tem resolução de 480 x 800 pixels (como a do Samsung Galaxy S II) e é muito bonita: como em toda tela AMOLED o contraste é excelente, e as cores são vivas e brilhantes. 

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Slots para um micro SIM (esquerda) e cartão microSD (direita) ficam no “berço” da bateria

Tecnologias de praxe em todo smartphone moderno, como Wi-Fi (nos padrões 802.11 a/b/g/n), Bluetooth (3.1) e GPS estão presentes. O aparelho é compatível com as redes 4G que estão sendo implantadas em nosso país, mas infelizmente não conseguimos testar este recurso em São Paulo. 

O Lumia 820 tem 8 GB de memória interna. Desse total 1,84 GB são ocupados pelo sistema operacional, e mais 1,94 GB são ocupados por “Outro” (o sistema não detalha o quê é, presumo que uma partição de recuperação do sistema) . Ou seja, sobram cerca de 4 GB para o usuário.

Isso deve ser o suficiente para a maioria das pessoas, mas pode ser um problema para os gamers, já que muitos jogos modernos ocupam mais de 1 GB. E ao contrário do Android, onde pelo menos alguns aplicativos podem ser movidos para um cartão SD, no Windows Phone todos os aplicativos tem de ser instalados na memória interna do aparelho. O cartão só pode ser usado para armazenar fotos, vídeos e músicas.

Para conferir o review completo, acesse esse link da PC World.

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Review: app do WordPress permite gerenciar blogs pelo iPhone e iPad

PRÓPossui bons recursos para editar e gerenciar posts de forma fácil; útil para a maioria dos blogsCONTRAAusência de alguns recursosFabricante: Automattic

Preço: Gratuito

Se você possui um blog WordPress – como milhões de pessoas no mundo – o gerenciamento da plataforma pela web é fácil e simples de ser feito. Mas caso você queira fazer isso em um iPhone ou iPad, usar um navegador para isso pode ser um pouco complicado. Em vez disso, volte-se para o aplicativo WordPress, da Automattic. Um update recente deu a esse aplicativo gratuito uma interface limpa e funcional para acessar seu blog.

O WordPress para iOS funciona com todos os aparelhos iOS – incluindo iPhone, iPad e o mais recente iPhone 5 (com tela maior, de 4 polegadas). Apesar de o aplicativo não fornecer acesso otimizado para todos os recursos do WordPress, ele é suficiente para a maioria dos usos, como gerenciar blogs e comentários, ou escrever e atualizar posts. Ele funciona com blogs hospedados no WordPress.com assim com os blogs auto-hospedados no serviço, desde que você tenha habilitado os serviços XML-RPC (em Settings -> Writing no painel do WordPress). Você pode até mesmo criar um blog WordPress.com no aplicativo, e seguir qualquer blog da plataforma a partir do app.

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O aplicativo traz uma barra lateral com links para posts, páginas, comentários, status, e a dashboard (painel) do WordPress; ele também te permite visualizar o site como ele aparece em um navegador. Toque em Posts, por exemplo, para ver uma listagem dos posts do seu blog, então toque em um post para editá-lo, ou no botão de soma (+) para criar um novo post. Se você está familiarizado com o painel do WordPress, vai achar essa interface mobile bastante familiar.

Você digita seu post em um campo de texto, escolhe as tags e categorias nos campos específicos, e faz upload de fotos e/ou vídeos. (É possível até tirar fotos no lugar e adicioná-las aos posts.) Algumas das opções são mais limitadas do que as encontradas na versão para web do serviço. E é bom lembrar que não é possível usar plug-ins para ajudar nas postagens, caso use-os pelo site do WordPress. No entanto, para a maioria dos blogs esse app será suficiente.

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Uma ausência notável: o app do WordPress não suporta campos customizados de texto (custom fields). Se você possui um blog que exige eles, só poderá o campo do corpo (body field). Também não é possível configurar excertos customizados, ou configurar imagens de destaque (featured images).

Quando você digita, o app do WordPress adiciona uma barra acima do teclado com alguns dos botões que você usa para adicionar estilos: isso te permite aplicar negrito ou itálico, configurar bloqueio de citações, criar listas, e adicionar uma tag , que divide um post para que apenas o texto acima dela apareça acima dela na página principal do seu blog. Após terminar de criar/editar seu post, é possível visualizar um preview dele ao tocar no botão do olho; isso mostra exatamente como o post vai aparecer em um browser.

No iPad, como esperado, há bastante espaço para fazer tudo isso, mas o iPhone é mais apertado, em parte por causa da barra extra acima do teclado. (O iPhone 5 adiciona um pouco de espaço vertical para facilitar o uso.)

Além desses recursos de edição e postagem, você pode gerenciar comentários, aprovar, apagar, editar, e respondê-los. Você pode visualizar os números do seu blog, caso use o plugin Jetpack, e acessar a dashboard dele. Esse último recurso é simplesmente uma página de navegador, em vez de uma interface otimizada no aplicativo do WordPress; dessa forma, pode ser difícil navegar em uma tela pequena.

Muito provavelmente você não vai querer criar e gerenciar todos os seus posts a partir de um aparelho iOS, o aplicativo do WordPress te permite realizar essas tarefas de maneira relativamente fácil. Naturalmente, esse processo é muito mais eficiente em um iPad do que em um iPhone, mas é perfeitamente possível com o smartphone. Apesar de existirem algumas coisas que você não pode fazer com esse app – como imagens relacionadas e campos customizados – ainda é possível acessar esses recursos a partir da visualização da dashboard baseada no navegador. 

Resumindo: o aplicativo iOS do WordPress é uma ferramenta útil e gratuita para quem possui blogs com a plataforma.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Review: iPad mini entrega experiência completa de tablet

PRÓMaior parte da experiência do iPad em pacote mais leve e fino; suporte nativo para todos os apps do iPad; ótimo desempenho, construção e designCONTRANão possui tela Retina; alguns sites e apps parecem “apertados” na tela menor; teclado em modo paisagem é muito pequeno para uma digitação fácilFabricante: Apple

Preço: A partir de US$329 (nos EUA)

Quando o iPad estreou em 2010, muitos chamaram o aparelho de “apenas um grande iPod Touch”. Pouco depois, a maioria percebeu que afirmações desse tipo não se aplicavam ao tablet, uma vez que o iPad era muito mais que isso: mais poderoso, mais capaz, mais útil, mais tudo. Em vez de ser apenas maior do que o iPod em medidas, o tablet oferecia exponencialmente mais do que já era bom no media player.

Agora que o iPad mini foi lançado, algumas dessas mesmas pessoas estão chamando-o de “apenas um iPad menor”. Dessa vez, essa descrição faz muito mais sentido, uma vez que o iPad mini oferece quase todos os recursos e capacidade de seus “irmãos maiores”. Ele até mesmo roda todos os mesmos aplicativos. O resultado disso é um aparelho que – muito mais do que o Mac Mini, ou até mesmo o antigo iPod mini – te dá quase tudo de seu correspondente de tamanho original em um pacote menor.

Mas chamá-lo de “apenas um iPad menor” esconde muito do que torna o iPad mini um produto único.

Tamanho menor, mas toda capacidade de um iPad

Com 20 cm de altura e 13,4 cm de largura, o iPad mini possui cerca de 60% do tamanho do iPad de quarta geração. Mais impressionante ainda é que, graças a sua espessura de 7,2 mm (sim, ainda mais fino do que o iPhone 5) e peso de 300 gramas (contra 650g do iPad de quarta geração), o Mini representa apenas 46% do volume e 47% do peso do iPad tradicional. Além disso, o novo tablet traz uma tela de 7,9 polegadas (diagonais) que representa 66% da área do iPad “full size”.

Explicando de forma simples, o iPad mini te dá dois terços de um iPad com mais ou menos metade do tamanho e peso. Isso permite que o Mini seja usado em várias situações – e ocupações – em que um iPad de 9,7 polegadas não poderia. Você segurá-lo com uma mão só e guardá-lo no bolso de uma jaquete, por exemplo. Lembra daquele ditado de que a melhor câmera é aquela que você carrega com você? O melhor tablet é aquele que está com você, e já me encontrei levando o Mini a lugares em que não teria levado o modelo tradicional.

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iPad mini cabe “dentro” da tela do iPad tradicional, de 9,7″

Assim como o iPad de quarta geração, o iPad mini está disponível em três capacidades, 16GB, 32GB e 64GB, em preto ou branco. Nos EUA, o preço dos modelos Wi-Fi varia entre 329 dólares e 529 dólares, de acordo com o armazenamento disponível. Os valores das versões com rede celular ficam entre 459 dólares e 659 dólares.

Ainda não testamos as versões do iPad mini com conexão celular (3G ou 4G/LTE), que devem chegar às lojas dos EUA ainda este mês.

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“Caçula” iPad mini ao lado do irmão maior

Testes com o iPad mini

Graças ao procssador, capacidades gráficas e resolução de tela iguais as do iPad 2, o iPad mini deveria oferecer um desempenho parecido com o tablet de segunda geração da Apple. Realmente, o iPad mini se saiu exatamente igual ao iPad 2 em todos os nossos testes, com exceção de um direcionado ao carregamento de páginas web, em que o Mini superou o iPad 2 em quase 40% – provavelmente em razão das melhorias de Wi-Fi do novo aparelho.

E os meus testes “do mundo real” seguem o mesmo caminho dessas descobertas, uma vez que o iPad mini se pareceu muito com um iPad 2 para assistir a vídeos e jogar games. Com uma exceção, não encontrei nenhum problema ou atraso, mesmo com games pesados, ou ao espelhar a tela do Mini para uma Apple TV pelo AirPlay. A exceção foi com o jogo de corrida “Real Racing 2 HD”, mas apenas ao hospedar uma partida multiplayer, em que o iPad estava espelhado na Apple TV. Nesse teste, as imagens da TV “engasgaram” um pouco.

Na verdade, em alguns games mais pesados, o iPad mini – como o iPad 2 fez antes – algumas vezes conseguiu um desempenho igual ao do iPad de terceira geração em termos de manter os gráficos suaves – isso porque o iPad 3 com tela Retina precisa exibir quatro vezes mais pixels. (Já o novo iPad de quarta geração, com seu processador e capacidade gráfica melhores, consegue superar o iPad mini em praticamente todos os testes.)

  GeekBench Page Load  Sunspider  WebVizBenchiPad com tela Retina (4 geração)iPad com tela Retina (3 geração)Resultados do GeekBench e do WebVizBench são pontuações (números maiores são melhores). Os números do Page Load e Sunspider Smaller são tempos em segundos (menores são melhores). Os melhores resultados estão em negrito. Aparelhos de referência em negrito.

Vale notar que o iPad mini não ficou desconfortavelmente quente durante uso intenso – apenas quente, como esperado.

Em termos de duração de bateria, a Apple diz que o iPad mini pode durar tanto quanto o iPad padrão (com uma carga completa): até 10 horas em tarefas como navegação via Wi-Fi, assistir a vídeos, ou ouvir música. Ou até 9 horas de navegação na web em um conexão celular. Em nossos testes padrão de bateria, o iPad mini durou 9 horas e 20 minutos, em comparação a 9 horas e 21 minutos do iPad de quarta geração.

Um ponto interessante é que o iPad mini, na verdade, supera o iPad tradicional em uma especificação. Na parte inferior do aparelho, o usuário encontra dois alto-falantes, em vez de apenas um. No entanto, você não deve esperar muito desses alto-falantes já que não há muita separação estéro – os alto-falantes ficam muito próximos um do outro. Além disso, o áudio do iPad mini parece ser mais baixo do que o modelo tradicional, provavelmente porque os drivers dos seus alto-falantes são menores.

Outra diferença em relação aos outros iPads é que o Mini usa o mesmo padrão Nano-SIM, também presente no iPhone 5. Os iPads tradicionais utilizam o Micro-SIM, que também está presente no iPhone 4 e 4S. O Nano-SIM possui dimensões menores e já está à venda no Brasil por 10 reais – para quem não quiser gastar também é possível cortar um Micro-SIM para transformá-lo no padrão mais novo.

Sem Retina

Certamente o aspecto mais controverso do iPad mini é que, ao contrário da recente tendência de telas de alta resolução da Apple, o aparelho não possui uma tela Retina. Em vez disso, ele traz a mesma resolução de tela do iPad 2: 1024 por 768 pixels. Número bem menor do que os 2048×1536 pixels da tela presente nos iPads de terceira e quarta geração. 

Todos os aparelhos iOS originalmente foram lançados sem uma tela Retina, por isso o iPad mini está simplesmente seguindo o padrão. Mas em uma época em que todos os outros aparelhos ioS – e até mesmo alguns modelos do MacBook Pro – já fizeram a transição para telas Retina, o iPad mini larga atrás. Para quem está profundamente envolvido no mercado da Apple (ou seja, que já possui algum outro aparelho com tela Retina), essa ausência é decepcionante.

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Desde o modelo de terceira geração (foto), o iPad tradicional usa a tela Retina

Mas isso realmente importa? A resposta depende muito do seu grau de referência. A densidade de pixels do iPad mini é de apenas 163 pixels por polegada (ppi), contra 264 ppi dos iPads de terceira e quarta gerações, 326 ppi do iPhone 5 e iPod Touch 5G, 227 ppi do MacBook Pro 13” Retina, e 220 ppi do MacBook Pro 15” Retina. Se você está acostumado a uma dessas telas, a diferença é percebida imediatamente. Esse é o caso especialmente dos textos, que é mais visível, mas tudo – incluindo gráficos, imagens, elementos de interface, entre outros – parece menos nítido na tela de 7,9 polegadas do Mini.

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iPad mini é bom para leitura, mas texto não fica tão nítido quanto na tela Retina

Isso é algo certamente decepcionante para os “veteranos da tela Retina” que esperavam por um iPad mini para leitura, por exemplo. Um iPad com esse tamanho e uma tela Retina seria um aparelho quase perfeito para leitura. Até mesmo o Nexus 7, do Google, que tenho usado para essa função, oferece texto um pouco mais claro, com uma densidade de pixels de 216 ppi. (Mas vale notar que em outras áreas, como brilho, cor, e contraste, a tela do iPad mini parece melhor.)

Um lembrete importante: a maior parte das pessoas do mundo – e a maioria das que não possuem um iPad ou iPhone mais recente – nunca usou uma tela Retina. Mostrei o iPad mini para algumas pessoas que não fazem parte do “clube Retina”, e elas ficaram impressionadas com a tela do aparelho. E é para elas que a Apple está direcionando o aparelho agora, não para quem já tem os aparelhos iOS mais recentes.

(Para registro, os apps de iPhone “aumentados” ficam tão ruins no iPad mini quanto no iPad tradicional.)

É um mundo menor

Apesar de qualquer app do iPad funcionar com o iPad mini, a tela menor traz algumas consequências. Um problema é que se um app usa botões e controles especialmente pequenos, esse itens podem ficar mais difíceis de serem usados no tablet de 7,9 polegadas justamente pela área menor. Da mesma forma, o texto que já era pequeno no iPad tradicional pode ficar muito pequeno no mini. 

A Apple diz que os desenvolvedores terão a opção de direcionar seus apps para o iPad mini – o que significa que o app pode exibir uma interface diferente se detectar que está rodando em um iPad mini, assim como apps universais conseguem fazer atualmente no iPhone ou iPad. Suspeitamos que alguns desenvolvedores seguirão esse caminho para melhorar a experiência do usuário.

Também achei que algumas – mas não todas, para ser claro – páginas web ficaram “apertadas” na tela menor do iPad mini. Essa foi a mesma experiência que tive em outros tablets de 7 polegadas, o que não o torna um problema exclusivo do iPad mini. Mas com sites mais cheios de itens e/ou que usam muitos textos e links pequenos, parece mais que se está navegando em um iPhone em vez de um tablet.

Além disso, os teclados na tela do iPad mini também são significativamente menores do que os presentes no iPad tradicional. O teclado no modo paisagem (horizontal) é muito pequeno para a digitação touch precisa e confortável com dez dedos. Provavelmente, o usuário precisará ter um teclado externo adicional para conseguir isso.

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Produto ainda não tem previsão de lançamento no Brasil

Por outro lado, gostei muito do teclado do iPad mini no modo retrato (vertical). Em um iPad tradicional, esse teclado é muito pequeno para digitação com dez dedos, mas muito grande para realizar a tarefa com os polegares. No iPad mini, o teclado nessa orientação é quase perfeito: pequeno o bastante para te permitir alcançar todas as teclas, mas grande o suficiente para que você não fique tocando nas teclas erradas. Você ainda não vai querer realizar sessões mais longas de digitação nesse modo, mas ainda acho que será o preferido de muitas pessoas em vez da orientação paisagem.

Vale notar também que o iPad mini provou ser um ótimo aparelho para assistir a vídeos. Apesar de não ser uma Tela Retina e não exigir conteúdo em 1080p (até os vídeos em 720p ficam levemente escalados abaixo), mas os vídeos ficam ótimos nele – mais nítidos do que no iPad 2. E o tamanho e peso menores do Mini significam que você pode segurá-lo por mais tempo viagens longas de carro, ônibus ou avião. 

De forma parecida, o Mini tornou-se meu iPad favorito para jogar a maioria dos games. Assim como nos vídeos, as dimensões menores o tornam um aparelho mais fácil de segurar por longas sessões de game, e ele se sai especialmente bem em games no estilo árcade com botões na tela e controles direcionais.

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Smart Covers do iPad mini tem preços a partir de US$39 nos EUA

Tudo isso ainda soa com a velha definição “ótimo para consumo, não para criação”? Um pouco. Mas apesar de o iPad mini ter mostrado claramente que é ótimo para ambas as funções, penso que o tablet pende mais para o lado do consumo de conteúdo. Você usá-lo para criação, e especialmente para tarefas criativas que não exigem muita digitaçãoo, mas um iPad tradicional é provavelmente melhor para essas tarefas.

Outro ponto positivo é que meus filhos absolutamente adoraram o iPad mini por suas dimensões menores, que facilitam o uso e o deslocamento com o gadget.

Compatibilidade de acessórios

Por usar o novo conector Lightning, o iPad mini (assim como o iPhone 5 e o mais novo iPod Touch) é incompatível com os acessórios de conector dock de 30 pinos ao menos que você compre um dos adaptadores da Apple, que funcionam com a maioria dos acessórios de áudio, carregamento e sincronização.

Tirando isso, o iPad mini suporta os mesmos tipos de acessórios do iPad de tamanho tradicional.

Comprar ou não comprar

O iPad mini só parece um iPad menor porque veio depois. Se não estivéssemos familiarizados com o tablet, e alguém nos entregasse um iPad mini e um iPad de quarta geração, seria fácil pensar que o Mini era o modelo “padrão” com uma versão maior disponível para um público premium – que pode ser muito bem para onde a Apple está levando seu tablet com tela de 9,7 polegadas. Não seria uma grande surpressa se o iPad mini eventualmente se tornasse, assim como o iPod mini, o tablet mais vendido da Apple, com apenas as pessoas que realmente precisam do poder e tamanho de tela extras optando pelo iPad tradicional.

Ele é muito caro? Muitas pessoas criticam o iPad mini por ser mais caro do que seus rivais Android de 7 polegadas. A Apple já apontou que o iPad de terceira geração, que tinha preços a partir de 500 dólares (e agora foi aposentado), é o seu tablet de maior sucesso até agora, e o mais vendido no mundo com folga. A implicação disso é que as pessoas claramente não estão comprando tablets com base no preço – elas estão comprando iPads.  Do ponto de vista da Apple, o iPad mini diminui o custo de entrada para adquirir o tablet, enquanto mantém a experiência do produto e oferece uma tela maior do que seus rivais na faixa de 7 polegadas.

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iPad mini tem bordas mais finas que o modelo tradicional

E por mais que eu gostaria de ver o iPad mini com preços a partir de 199 dólares ou 249 dólares, preciso admitir que a Apple tem razão nesse ponto. Já tendo usado um dos principais rivais do iPad mini, o Nexus 7, por um longo período, penso que a combinação de melhor hardware geral, acabamento, e ecossistema iOS/iTunes Store do iPad mini fazem valer o preço premium para muitas pessoas.

Mas então eu devo comprar um? Se você já usa aparelhos com tela Retina e não acha que consegue ficar sem ela, então a resposta é não. O mesmo vale se você usa o iPad para realmente trabalhar e precisa da tela maior e de resolução de mais alta ou se tem o iPad tradicional e nunca quis algo menor. 

Por outro lado, se você possui um iPad tradicional e já pensou que gostaria de ter algo mais leve e fino, deve dar uma séria olhada no iPad mini. Ou se você ama seu iPhone, mas gostaria de ter algo maior para rodar apps do iPad, o iPad mini é inquestionavelmente maior o bastante para valer a pena ser considerado – ele realmente é um tablet, em vez de um smartphone grande. 

E se você não possui um iPad, mas está à procura de um tablet, o iPad mini merece seriamente ser levado em conta antes de você pensar em gastar mais em um tablet maior.

Resumo

Não confunda o “mini” do nome do aparelho com “lite” – com exceção da Tela Retina, o iPad menor te dá toda a experiência do iPad, incluindo o acesso a mais de 275 mil aplicativos otimizados para iPad, em um aparelho que possui cerca da metade do tamanho e peso do aparelho padrão. Os “puristas” da Tela Retina vão ficar (compreensivelmente) com o pé atrás por causa da tela com 1024×768 pixes, mas suspeito que a maioria das pessoas será conquistada pelos outros recursos do iPad mini, como desempenho, design, e qualidade de acabamento, para aceitar uma tela que é muito boa, mas não Retina.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Review: app do WordPress permite gerenciar blogs pelo iPhone e iPad

PRÓPossui bons recursos para editar e gerenciar posts de forma fácil; útil para a maioria dos blogsCONTRAAusência de alguns recursosFabricante: Automattic

Preço: Gratuito

Se você possui um blog WordPress – como milhões de pessoas no mundo – o gerenciamento da plataforma pela web é fácil e simples de ser feito. Mas caso você queira fazer isso em um iPhone ou iPad, usar um navegador para isso pode ser um pouco complicado. Em vez disso, volte-se para o aplicativo WordPress, da Automattic. Um update recente deu a esse aplicativo gratuito uma interface limpa e funcional para acessar seu blog.

O WordPress para iOS funciona com todos os aparelhos iOS – incluindo iPhone, iPad e o mais recente iPhone 5 (com tela maior, de 4 polegadas). Apesar de o aplicativo não fornecer acesso otimizado para todos os recursos do WordPress, ele é suficiente para a maioria dos usos, como gerenciar blogs e comentários, ou escrever e atualizar posts. Ele funciona com blogs hospedados no WordPress.com assim com os blogs auto-hospedados no serviço, desde que você tenha habilitado os serviços XML-RPC (em Settings -> Writing no painel do WordPress). Você pode até mesmo criar um blog WordPress.com no aplicativo, e seguir qualquer blog da plataforma a partir do app.

wordpressios201201.jpg

O aplicativo traz uma barra lateral com links para posts, páginas, comentários, status, e a dashboard (painel) do WordPress; ele também te permite visualizar o site como ele aparece em um navegador. Toque em Posts, por exemplo, para ver uma listagem dos posts do seu blog, então toque em um post para editá-lo, ou no botão de soma (+) para criar um novo post. Se você está familiarizado com o painel do WordPress, vai achar essa interface mobile bastante familiar.

Você digita seu post em um campo de texto, escolhe as tags e categorias nos campos específicos, e faz upload de fotos e/ou vídeos. (É possível até tirar fotos no lugar e adicioná-las aos posts.) Algumas das opções são mais limitadas do que as encontradas na versão para web do serviço. E é bom lembrar que não é possível usar plug-ins para ajudar nas postagens, caso use-os pelo site do WordPress. No entanto, para a maioria dos blogs esse app será suficiente.

wordpressios201202.jpg

Uma ausência notável: o app do WordPress não suporta campos customizados de texto (custom fields). Se você possui um blog que exige eles, só poderá o campo do corpo (body field). Também não é possível configurar excertos customizados, ou configurar imagens de destaque (featured images).

Quando você digita, o app do WordPress adiciona uma barra acima do teclado com alguns dos botões que você usa para adicionar estilos: isso te permite aplicar negrito ou itálico, configurar bloqueio de citações, criar listas, e adicionar uma tag , que divide um post para que apenas o texto acima dela apareça acima dela na página principal do seu blog. Após terminar de criar/editar seu post, é possível visualizar um preview dele ao tocar no botão do olho; isso mostra exatamente como o post vai aparecer em um browser.

No iPad, como esperado, há bastante espaço para fazer tudo isso, mas o iPhone é mais apertado, em parte por causa da barra extra acima do teclado. (O iPhone 5 adiciona um pouco de espaço vertical para facilitar o uso.)

Além desses recursos de edição e postagem, você pode gerenciar comentários, aprovar, apagar, editar, e respondê-los. Você pode visualizar os números do seu blog, caso use o plugin Jetpack, e acessar a dashboard dele. Esse último recurso é simplesmente uma página de navegador, em vez de uma interface otimizada no aplicativo do WordPress; dessa forma, pode ser difícil navegar em uma tela pequena.

Muito provavelmente você não vai querer criar e gerenciar todos os seus posts a partir de um aparelho iOS, o aplicativo do WordPress te permite realizar essas tarefas de maneira relativamente fácil. Naturalmente, esse processo é muito mais eficiente em um iPad do que em um iPhone, mas é perfeitamente possível com o smartphone. Apesar de existirem algumas coisas que você não pode fazer com esse app – como imagens relacionadas e campos customizados – ainda é possível acessar esses recursos a partir da visualização da dashboard baseada no navegador.

Resumindo: o aplicativo iOS do WordPress é uma ferramenta útil e gratuita para quem possui blogs com a plataforma.

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Review: iPad de quarta geração é melhor, mais rápido e poderoso

PRÓDesempenho muito rápido; conector Lightning melhor que dock anterior; câmeras melhoresCONTRABateria dura um pouco menos; poucos acessório para o LightningFabricante: Apple

Preço: US$499 (preço inicial nos EUA)

O lançamento do iPad de quarta geração tão pouco tempo após a chegada do modelo anterior pode ter vindo como uma surpresa até mesmo para os analistas da Apple, mas o aparelho em si não é surpreendente. Nesse ponto, todos sabemos como é um iPad visualmente, e a quarta geração do aparelho é quase idêntica ao iPad 3 (chamado de “novo iPad” na época de seu lançamento, em março), que por sua vez já parecia muito com o iPad 2, lançado em 2011. Estão lá o mesmo design, a mesma tela Retina, os mesmos botões.

Isso não é dizer que o novo iPad de quarta geração não seja um aparelho impressionante. É apenas que essas mudanças estão quase todas na parte de dentro do produto. Esse é sem dúvidas o iPad mais poderoso lançado até agora, e lida bem com praticamente tudo que você quiser. Se o novo iPad mini é um MacBook Air, então o iPad de quarta geração é o equivalente ao mais robusto MacBook Pro.

Veja também:

– Review: iPad mini entrega experiência completa de tablet

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

– Review: MacBook Pro 13″ Retina alia bom desempenho e portabilidade

ipad4ipad301

Irmãos gêmeos? iPad 4 (à esquerda) e o antecessor lançado em março deste ano

Testes de desempenho

No roteiro do iPad de quarta geração, o principal ponto de virada é o novo processador A6X. É um chip dual-core com gráficos quad-core, que, em termos leigos, significa muitos núcleos. O “X” do nome do chip estreou com o iPad de terceira geração e seu processador A5X; em ambos os casos, a letra sinaliza a adição de gráficos quad-core.

Em poder “puro”, o A6X é muito eficiente; ele roda a 1.4GHz, um aumento de 40% em relação ao 1GHz do A5X. A Apple alega que o novo aparelho possui “o dobro de velocidade” e “desempenho gráfico duas vezes melhor” do que o anterior A5X. Em nossos testes de benchmark, descobrimos que essas alegações são bem precisas. O iPad 4 dobrou a pontuação do seu antecessor no pacote Geekbench, além de oferecer um desempenho impressionante nos testes gráficos. No entanto, de forma surpreendente, o novo iPad foi derrota em meio segundo pelo iPad mini nos testes de carregamento de páginas web. Isso é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o novo iPad 4 superou o antecessor iPad 3 nesse mesmo teste.

Em meus testes mais informais, o iPad de quarta geração rodou de forma tranquila tudo que abri, incluindo games mais pesados como “Real Racing 2 HD”, “Infinity Blade II”, e “Sky Gamblers: Air Supremacy”. Todos rodaram muito bem e com um visual ótimo, apesar de que meus olhos não treinados viram pouca diferença entre o mostrado pelo iPad 4 e seu antecessor agora aposentado.


     GeekBench  Page Load  Sunspider  WebVizBenchiPad com tela Retina (4 geração)iPad com tela Retina (3 geração)Os resultados do GeekBench e do WebVizBench são pontuações (números maiores são melhores). Os números do Page Load e do Sunsider estão em segundos (resultados menores são melhores). Melhores resultados em negrito. Aparelhos de referência em itálico.

Notei alguns “engasgos” e “saltos” de imagem enquanto jogava o game “Real Racing 2 HD” pelo AirPlay, mas o mesmo aconteceu com o iPad de terceira geração, o que me leva a acreditar que o problema está relacionado a minha rede em vez do próprio tablet. Não encontrei nenhum bug desse tipo ao jogar o game diretamente na tela do novo iPad.

Vale lembrar que todos os games atuais para o iPad foram feitos com o modelo de terceira geração em mente, por isso ainda vai demorar um pouquinho até as produtoras começarem a criar apps que possam tirar vantagem de toda essa força do iPad 4.

Duração de bateria

Você pode pensar que toda esse poder do iPad resultaria em uma queda na duração de bateria, mas a Apple diz que a bateria embutida de 42,2-watt-hora (a mesma do antecessor) entrega a mesma duração de 10 horas dos modelos anteriores. No entanto, em nossos testes, a bateria do iPad 4 não teve um desempenho tão bom quanto a do tablet de terceira geração, durante 42 minutos a menos – mas superou o novo iPad mini. Em minha experiência informal, que envolve carregar o iPad toda noite, não tive nenhum problema para minha bateria durar o dia todo (com uma carga).

Enquanto o iPad de terceira geração realmente esquenta mais do que o esperado, não achei que o novo modelo tenha feito o mesmo. Certamente que ficou quente durante tarefas mais pesadas, mas não chegou a um nível desconfortável.

ipad4tabelatestes01.png

No uso geral, o iPad 4 é bastante rápido, apesar de que na maioria das tarefas você não verá uma grande diferença entre ele e o iPad de terceira geração. É algo comum já que o iOS e seus apps embutidos sempre rodaram de forma mais ou menos suave, independente do hardware.

Entre as outras melhorias do novo iPad está as capacidades wireless mais rápidas. Assim como o modelo anterior, o iPad de quarta geração possui Bluetooth 4.0 e suporta Wi-Fi 802.11 a//b/g/n. A Apple afirma que o novo Wi-Fi é duas vezes mais rápido do que a versão anterior, graças a adição da sobreposição de canais. Na prática, não notei uma performance excepcionalmente mais rápida para tarefas como baixar um PDF pela rede local ou assistir a um vídeo comprado na iTunes Store. 

Câmeras

As duas câmeras do iPad de quarta geração receberam melhorias. A câmera traseira usa o mesmo modelo de 5MP iSight disponível no iPad mini e do iPod Touch. Não é tão boa quanto a de 8MP do iPhone 5, mas traz muitos dos mesmos recursos, incluindo foco automático, toque para focar, detector facial, e mais. No entanto, não há flash LED, como no iPhone, e você não terá fotos HDR ou o bacana modo Panorama do iOS 6. Assim como suas antecessoras, ela grava vídeos em 1080p.

Para fotos, a câmera traseira é utilizável, apesar de o tablet de quase 10 polegadas não ser o aparelho mais conveniente para fazer imagens. Para funções de apps, é boa – consegui usá-la para depositar um cheque no meu banco sem problemas.

Tirei uma foto para comparar a câmera traseira do novo iPad com o modelo anterior e o iPhone 5. Apesar de o smartphone possuir a maior resolução e a melhor qualidade, a câmera do novo iPad 4 superou com facilidade o modelo de terceira geração, fornecendo uma imagem muito mais nítida. Isso acontece em parte pela câmera melhor, mas também pelo fato de que o iPad de quarta geração inclui uma nova geração de processador de sinal de imagens, que melhora a estabilização das imagens.

ipad4fotoscomparacao01.png

Sequência de fotos: iPad 3 no topo, iPad 4 no meio e iPhone 5 embaixo

Para não ficar para trás, a câmera frontal do novo iPad também recebeu uma atualização. Assim como os outros aparelhos da Apple habilitados para o app nativo FaceTime, a quarta geração do tablet agora traz uma câmera HD de 720 para videochamadas.

Não achei que fosse ficar tão impressionado com o upgrade dessa câmera, mas se você usa o FaceTime com regularidade, a diferença é nítida. Em nossos testes, a câmera HD do novo iPad mostra tons de pele muitos melhores e uma imagem muito mais clara e nítida de forma geral.

Quem deve comprá-lo?

Vamos tirar essa dúvida fora do caminho: se você nunca teve um iPad, e quer todo o tamanho de tela fornecido por 9,7 polegadas, não há razão para não escolher esse modelo de quarta geração. Ele tem todos os benefícios do antecessor, e é extremamente rápido para ligar.

E se você estiver fazendo o upgrade de uma versão anterior do tablet? Para os donos do iPad 1 ou 2, penso que o novo modelo oferece um pacote bastante interessante e atraente. Você recebe não apenas um aumento substancial de performance (e, no caso do iPad original, a habilidade de rodar o iOS 6), mas também uma tela Retina, melhorias no Bluetooth e Wi-Fi, e – opcionalmente – conectividade LTE/4G (não disponível no Brasil por enquanto). Esse é um upgrade bem amplo.

É óbvio que, se a tela de 9,7 polegadas do iPad de quarta geração não te agrada, o iPad mini é um bom upgrade em relação aos dois primeiros modelos tradicionais do tablet. Apesar de achar que o tamanho menor seja a razão principal para escolher o iPad mini em vez do modelo de quarta geração (ou vice-versa), o principal diferencial atualmente é que o iPad 4 tem uma tela Retina. Quando o assunto é texto, especialmente, há uma diferença significativa entre eles.

ipadmini_435

Quanto a velocidade de uso, o iPad de quarta geração é significativamente mais poderoso do que ser “irmão menor”. Mas da mesma maneira que pessoas, como eu, escolhem um menos poderoso MacBook Air no lugar do mais pesado MacBok Pro, não acho que esse será o principal diferencial para muitas pessoas.

Por último, e os donos do iPad 3 entre nós? Como uma dessas pessoas, honestamente não vejo muita razão para fazer a atualização. A melhoria de desempenho é legal, sem dúvida, mas ainda não encontrei nenhum app que esteja sobrecarregando o modelo de terceira geração e realmente exija o novo iPad. Se os desenvolvedores começarem a criar apps – e especialmente games – que tirem vantagem de todo o poder que a quarta geração do iPad tem a oferecer, essa equação pode mudar. Mas agora não há nenhuma pressa ao menos que você realmente PRECISE ter o melhor e mais novo modelo do iPad, ou queira atualizar seus produtos iOS para o conector Lightning (também presente nos novos iPhone e iPod Touch).

Resumo

Pelo fato de a quarta geração do iPad ter chegado apenas sete meses depois do lançamento do modelo anterior, faz sentido que essa versão seja um update mais modesto em relação ao seu antecessor.

Sim, a quarta geração do iPad pode ser sido obscurecida pelo anúncio de sua versão menor, mas não há razão para deixar de olhar para esse modelo “turbinado” do tablet. Ele pode parecer mais ou menos idêntico com o modelo de terceira geração, mas não se engane, é o iPad mais poderoso lançado até agora, e outros tablets ainda não anunciados. Colocado de forma simples, a quarta geração do iPad é um caso da Apple colocando seu melhor produto na linha frente.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Review: iPad de quarta geração é melhor, mais rápido e poderoso

PRÓDesempenho muito rápido; conector Lightning melhor que dock anterior; câmeras melhoresCONTRABateria dura um pouco menos; poucos acessório para o LightningFabricante: Apple

Preço: US$499 (preço inicial nos EUA)

O lançamento do iPad de quarta geração tão pouco tempo após a chegada do modelo anterior pode ter vindo como uma surpresa até mesmo para os analistas da Apple, mas o aparelho em si não é surpreendente. Nesse ponto, todos sabemos como é um iPad visualmente, e a quarta geração do aparelho é quase idêntica ao iPad 3 (chamado de “novo iPad” na época de seu lançamento, em março), que por sua vez já parecia muito com o iPad 2, lançado em 2011. Estão lá o mesmo design, a mesma tela Retina, os mesmos botões.

Isso não é dizer que o novo iPad de quarta geração não seja um aparelho impressionante. É apenas que essas mudanças estão quase todas na parte de dentro do produto. Esse é sem dúvidas o iPad mais poderoso lançado até agora, e lida bem com praticamente tudo que você quiser. Se o novo iPad mini é um MacBook Air, então o iPad de quarta geração é o equivalente ao mais robusto MacBook Pro.

Veja também:

– Review: iPad mini entrega experiência completa de tablet

– Review: iPhone 5 é o próximo passo na evolução dos smartphones

– Review: MacBook Pro 13″ Retina alia bom desempenho e portabilidade

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Irmãos gêmeos? iPad 4 (à esquerda) e o antecessor lançado em março deste ano

Testes de desempenho

No roteiro do iPad de quarta geração, o principal ponto de virada é o novo processador A6X. É um chip dual-core com gráficos quad-core, que, em termos leigos, significa muitos núcleos. O “X” do nome do chip estreou com o iPad de terceira geração e seu processador A5X; em ambos os casos, a letra sinaliza a adição de gráficos quad-core.

Em poder “puro”, o A6X é muito eficiente; ele roda a 1.4GHz, um aumento de 40% em relação ao 1GHz do A5X. A Apple alega que o novo aparelho possui “o dobro de velocidade” e “desempenho gráfico duas vezes melhor” do que o anterior A5X. Em nossos testes de benchmark, descobrimos que essas alegações são bem precisas. O iPad 4 dobrou a pontuação do seu antecessor no pacote Geekbench, além de oferecer um desempenho impressionante nos testes gráficos. No entanto, de forma surpreendente, o novo iPad foi derrota em meio segundo pelo iPad mini nos testes de carregamento de páginas web. Isso é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o novo iPad 4 superou o antecessor iPad 3 nesse mesmo teste.

Em meus testes mais informais, o iPad de quarta geração rodou de forma tranquila tudo que abri, incluindo games mais pesados como “Real Racing 2 HD”, “Infinity Blade II”, e “Sky Gamblers: Air Supremacy”. Todos rodaram muito bem e com um visual ótimo, apesar de que meus olhos não treinados viram pouca diferença entre o mostrado pelo iPad 4 e seu antecessor agora aposentado.


     GeekBench  Page Load  Sunspider  WebVizBenchiPad com tela Retina (4 geração)iPad com tela Retina (3 geração)Os resultados do GeekBench e do WebVizBench são pontuações (números maiores são melhores). Os números do Page Load e do Sunsider estão em segundos (resultados menores são melhores). Melhores resultados em negrito. Aparelhos de referência em itálico.

Notei alguns “engasgos” e “saltos” de imagem enquanto jogava o game “Real Racing 2 HD” pelo AirPlay, mas o mesmo aconteceu com o iPad de terceira geração, o que me leva a acreditar que o problema está relacionado a minha rede em vez do próprio tablet. Não encontrei nenhum bug desse tipo ao jogar o game diretamente na tela do novo iPad.

Vale lembrar que todos os games atuais para o iPad foram feitos com o modelo de terceira geração em mente, por isso ainda vai demorar um pouquinho até as produtoras começarem a criar apps que possam tirar vantagem de toda essa força do iPad 4.

Duração de bateria

Você pode pensar que toda esse poder do iPad resultaria em uma queda na duração de bateria, mas a Apple diz que a bateria embutida de 42,2-watt-hora (a mesma do antecessor) entrega a mesma duração de 10 horas dos modelos anteriores. No entanto, em nossos testes, a bateria do iPad 4 não teve um desempenho tão bom quanto a do tablet de terceira geração, durante 42 minutos a menos – mas superou o novo iPad mini. Em minha experiência informal, que envolve carregar o iPad toda noite, não tive nenhum problema para minha bateria durar o dia todo (com uma carga).

Enquanto o iPad de terceira geração realmente esquenta mais do que o esperado, não achei que o novo modelo tenha feito o mesmo. Certamente que ficou quente durante tarefas mais pesadas, mas não chegou a um nível desconfortável.

ipad4tabelatestes01.png

No uso geral, o iPad 4 é bastante rápido, apesar de que na maioria das tarefas você não verá uma grande diferença entre ele e o iPad de terceira geração. É algo comum já que o iOS e seus apps embutidos sempre rodaram de forma mais ou menos suave, independente do hardware.

Entre as outras melhorias do novo iPad está as capacidades wireless mais rápidas. Assim como o modelo anterior, o iPad de quarta geração possui Bluetooth 4.0 e suporta Wi-Fi 802.11 a//b/g/n. A Apple afirma que o novo Wi-Fi é duas vezes mais rápido do que a versão anterior, graças a adição da sobreposição de canais. Na prática, não notei uma performance excepcionalmente mais rápida para tarefas como baixar um PDF pela rede local ou assistir a um vídeo comprado na iTunes Store. 

Câmeras

As duas câmeras do iPad de quarta geração receberam melhorias. A câmera traseira usa o mesmo modelo de 5MP iSight disponível no iPad mini e do iPod Touch. Não é tão boa quanto a de 8MP do iPhone 5, mas traz muitos dos mesmos recursos, incluindo foco automático, toque para focar, detector facial, e mais. No entanto, não há flash LED, como no iPhone, e você não terá fotos HDR ou o bacana modo Panorama do iOS 6. Assim como suas antecessoras, ela grava vídeos em 1080p.

Para fotos, a câmera traseira é utilizável, apesar de o tablet de quase 10 polegadas não ser o aparelho mais conveniente para fazer imagens. Para funções de apps, é boa – consegui usá-la para depositar um cheque no meu banco sem problemas.

Tirei uma foto para comparar a câmera traseira do novo iPad com o modelo anterior e o iPhone 5. Apesar de o smartphone possuir a maior resolução e a melhor qualidade, a câmera do novo iPad 4 superou com facilidade o modelo de terceira geração, fornecendo uma imagem muito mais nítida. Isso acontece em parte pela câmera melhor, mas também pelo fato de que o iPad de quarta geração inclui uma nova geração de processador de sinal de imagens, que melhora a estabilização das imagens.

ipad4fotoscomparacao01.png

Sequência de fotos: iPad 3 no topo, iPad 4 no meio e iPhone 5 embaixo

Para não ficar para trás, a câmera frontal do novo iPad também recebeu uma atualização. Assim como os outros aparelhos da Apple habilitados para o app nativo FaceTime, a quarta geração do tablet agora traz uma câmera HD de 720 para videochamadas.

Não achei que fosse ficar tão impressionado com o upgrade dessa câmera, mas se você usa o FaceTime com regularidade, a diferença é nítida. Em nossos testes, a câmera HD do novo iPad mostra tons de pele muitos melhores e uma imagem muito mais clara e nítida de forma geral.

Quem deve comprá-lo?

Vamos tirar essa dúvida fora do caminho: se você nunca teve um iPad, e quer todo o tamanho de tela fornecido por 9,7 polegadas, não há razão para não escolher esse modelo de quarta geração. Ele tem todos os benefícios do antecessor, e é extremamente rápido para ligar.

E se você estiver fazendo o upgrade de uma versão anterior do tablet? Para os donos do iPad 1 ou 2, penso que o novo modelo oferece um pacote bastante interessante e atraente. Você recebe não apenas um aumento substancial de performance (e, no caso do iPad original, a habilidade de rodar o iOS 6), mas também uma tela Retina, melhorias no Bluetooth e Wi-Fi, e – opcionalmente – conectividade LTE/4G (não disponível no Brasil por enquanto). Esse é um upgrade bem amplo.

É óbvio que, se a tela de 9,7 polegadas do iPad de quarta geração não te agrada, o iPad mini é um bom upgrade em relação aos dois primeiros modelos tradicionais do tablet. Apesar de achar que o tamanho menor seja a razão principal para escolher o iPad mini em vez do modelo de quarta geração (ou vice-versa), o principal diferencial atualmente é que o iPad 4 tem uma tela Retina. Quando o assunto é texto, especialmente, há uma diferença significativa entre eles.

ipadmini_435

Quanto a velocidade de uso, o iPad de quarta geração é significativamente mais poderoso do que ser “irmão menor”. Mas da mesma maneira que pessoas, como eu, escolhem um menos poderoso MacBook Air no lugar do mais pesado MacBok Pro, não acho que esse será o principal diferencial para muitas pessoas.

Por último, e os donos do iPad 3 entre nós? Como uma dessas pessoas, honestamente não vejo muita razão para fazer a atualização. A melhoria de desempenho é legal, sem dúvida, mas ainda não encontrei nenhum app que esteja sobrecarregando o modelo de terceira geração e realmente exija o novo iPad. Se os desenvolvedores começarem a criar apps – e especialmente games – que tirem vantagem de todo o poder que a quarta geração do iPad tem a oferecer, essa equação pode mudar. Mas agora não há nenhuma pressa ao menos que você realmente PRECISE ter o melhor e mais novo modelo do iPad, ou queira atualizar seus produtos iOS para o conector Lightning (também presente nos novos iPhone e iPod Touch).

Resumo

Pelo fato de a quarta geração do iPad ter chegado apenas sete meses depois do lançamento do modelo anterior, faz sentido que essa versão seja um update mais modesto em relação ao seu antecessor.

Sim, a quarta geração do iPad pode ser sido obscurecida pelo anúncio de sua versão menor, mas não há razão para deixar de olhar para esse modelo “turbinado” do tablet. Ele pode parecer mais ou menos idêntico com o modelo de terceira geração, mas não se engane, é o iPad mais poderoso lançado até agora, e outros tablets ainda não anunciados. Colocado de forma simples, a quarta geração do iPad é um caso da Apple colocando seu melhor produto na linha frente.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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