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Sony revela Project Morpheus, óculos de realidade virtual do PS4

Project Morpheus é projeto de óculos de realidade virtual da Sony (Foto: Jeff Chiu/AFP)Project Morpheus é projeto de óculos de realidade virtual da Sony (Foto: Jeff Chiu/AFP)

O PlayStation 4 irá ganhar óculos de realidade virtual, acessório que tentará trazer mais imersão para os jogadores nos games. O anúncio do aparelho da Sony foi feito durante a feira Game Developers Conference (GDC), voltada para desenvolvedores de jogos, que acontece até sexta-feira (21) em San Francisco, nos Estados Unidos.

Shuhei Yoshida, presidente dos estúdios globais da Sony. apresenta o Project Morpheus (Foto: Jeff Chiu/AFP)Shuhei Yoshida, presidente dos estúdios globais
da Sony, apresenta o Project Morpheus
(Foto: Jeff Chiu/AFP)

Chamados de Project Morpheus e em desenvolvimento desde 2010, os óculos são uma tentativa da Sony de entrar em uma área dos games que voltou a ganhar força nos últimos anos principalmente com o Oculus Rift, dispositivo que já possui apoio de diversos estúdios e produtoras.

O aparelho tem um visor com resolução Full HD (1080p) e, quando ligado, exibe uma luz de LED azul. A empresa diz que será confortável usá-lo, mesmo para quem usa óculos. O sistema acompanha o movimento da cabeça do usuário e transmite a sensação de estar realmente olhando para um ambiente virtual.

O Project Morpheus também utiliza outras tecnologias menos populares da família PlayStation, como os controles sensíveis a movimentos PlayStation Move e a câmera PlayStation camera, usada para capturar mais movimentos dos jogadores. Em uma das demonstrações, feita em parceria com a Nasa, o jogador caminhava pela superfície de Marte e utilizava todos os acessórios em conjunto.

Estúdios como Epic Games (de “Gears of War”) e Crytek (de “Crysis” e “Ryse”) já estão desenvolvendo títulos que usarão os óculos. O estudio Sony London, da própria empresa, trabalha em um jogo de ação submarina chamado “The Deep”. Games como “Thief”, lançado recentemente, terão uma versão compatível com o Project Morpheus.

Não há previsão de lançamento dos óculos, que devem ganhar um nome comercial até sua chegada às lojas. Mais detalhes sobre o aparelho devem ser anunciados pela Sony na feira E3, que acontece em junho.

Yoshida apresenta o Project Morpheus (Foto: Jeff Chiu/AFP)Yoshida apresenta o Project Morpheus (Foto: Jeff Chiu/AFP)

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Diamante brasileiro revela que interior da Terra tem reservatório de água

Amostra de diamante JUc29, procedente de Juína, no Mato Grosso, contém o mineral ringwoodite, que absorve água; formato de diamante foi esculpido por fluidos corrosivos do manto terrestre. (Foto: Richard Siemens, University of Alberta/Divulgação)Amostra de diamante JUc29, procedente de Juína, no Mato Grosso, contém o mineral ringwoodite, que absorve água; formato de diamante foi esculpido por fluidos corrosivos do manto terrestre. (Foto: Richard Siemens, University of Alberta/Divulgação)

Há 150 anos, em “Viagem ao Centro da Terra”, o escritor francês de ficção científica Júlio Verne descreveu um amplo oceano existente nas profundezas da superfície terrestre. Hoje, essa estranha e assombrosa imagem encontrou eco inesperado em um estudo científico.

Em artigo publicado na conceituada revista “Nature” nesta quarta-feira (12), cientistas disseram ter encontrado um pequeno diamante que aponta para a existência de um vasto reservatório abaixo do manto da Terra, cerca de 400 a 600 quilômetros abaixo dos nossos pés.

“Essa amostra fornece, de fato, confirmações extremamente fortes de que há pontos locais úmidos profundos na Terra nessa área”, declarou o principal autor do estudo, Graham Pearson, da Universidade de Alberta, no Canadá.

“Essa zona particular da Terra, a zona de transição, pode conter tanta água quanto todos os oceanos juntos”, explicou Pearson.

“Uma das razões, pelas quais a Terra é um planeta tão dinâmico, é a presença de água em seu interior. A água muda tudo sobre a maneira como o planeta funciona”, completou.

A prova vem de um mineral raro que absorve água chamado ringwoodite, procedente da zona de transição espremida entre as camadas superior e inferior do manto terrestre, explicam os especialistas. A análise do material revelou que a rocha contém uma quantidade significativa de moléculas de água, da ordem de 1,5% de seu peso.

O manto se situa sob a crosta terrestre, até o núcleo da Terra, a uma profundidade de 2.900 quilômetros. Entre as duas grandes partes do manto – o superior e o inferior -, encontra-se uma zona chamada de “transição”, entre 410 km e 660 km de profundidade.

O principal mineral do manto superior é a olivina. Quando a profundidade e, consequentemente, a pressão aumentam, a olivina se transforma, mudando de estado. Entre 410 km e 520 km, ela vira wadsleyite e, entre 520 km e 660 km, chega a ringwoodite, um mineral que contém água.

Essa variedade de olivina já foi encontrada em meteoritos, mas nunca oriunda da Terra, justamente por se encontrar a uma profundidade inacessível.

“Até hoje, ninguém nunca viu ringwoodite do manto da Terra, ainda que os geólogos estejam convencidos de sua existência”, destacou o geólogo Hans Keppler, da Universidade de Bayreuth, na Alemanha, no editorial publicado na “Nature”.

O mineral ringwoodite foi descoberto pela equipe de Graham Pearson quase por acaso, em 2009, quando os pesquisadores examinavam um diamante marrom sem valor comercial, de apenas três milímetros, procedente da cidade brasileira de Juína, no estado do Mato Grosso.

A amostra foi submetida à análise por espectroscopia e difração por raio-X durante vários anos até ser oficialmente confirmada como ringwoodite, tornando-se a primeira prova terrestre dessa rocha super-rara.

O grupo acredita que o diamante tenha chegado à superfície da Terra durante uma erupção vulcânica. A equipe de Graham Pearson não fala, porém, em água na forma líquida, e sim, contida nesse mineral bem particular.

Ainda falta determinar, como ressaltou Hans Keppler, se a amostra de ringwoodite analisada é representativa do conjunto da zona de transição do manto terrestre.

O nome Ringwoodite vem do geólogo australiano Ted Ringwood, segundo o qual um mineral especial criaria uma zona de transição devido às altas pressões e temperaturas nessa área.

Pearson defendeu que as implicações dessa descoberta são profundas. Se existe água, em grande volume, abaixo da crosta terrestre, isso implica um possível impacto significativo nos mecanismos dos vulcões e no movimento das placas tectônicas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Papa revela que carrega sempre a cruz que ‘roubou’ de um sacerdote

Papa Francisco chega à Praça São Pedro para a audiência pública desta quarta-feira (26) no Vaticano (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)Papa Francisco chega à Praça São Pedro para a
audiência pública desta quarta-feira (26) no
Vaticano (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)

O Papa Francisco revelou nesta quinta-feira (6) em uma audiência aos párocos de Roma um episódio de sua vida em que roubou do caixão de um amigo argentino padre a cruz do rosário que ele segurava entre as mãos e que desde então a leva sempre consigo.

Em uma audiência aos párocos de sua diocese, já que o Papa é bispo de Roma, Francisco destacou a importância da “misericórdia” entre os sacerdotes.

Para isso, contou a história de Aristide, um padre idoso da paróquia do Santíssimo Sacramento de Buenos Aires, que era muito conhecido por ser um grande confessor e que inclusive foi ordenado para confessar João Paulo II durante sua visita à Argentina.

Francisco explicou que naquela época era vigário geral e que, quando soube da morte do sacerdote, foi ao funeral se surpreendeu porque não havia quase ninguém, apenas duas idosas o velando.

Então, explicou, foi comprar flores e as colocou ao lado do caixão, e não resistiu ao ver a cruz do terço que o sacerdote estreitava entre suas mãos e “pouco a pouco” e sem ser visto a arrancou e a introduziu no bolso.

“Espero só ter metade da misericórdia que tu tiveste”, teria dito o papa no momento.

Francisco acrescentou que “o papa não tem uma camisa com bolsos”, por isso revelou que carrega um bolsinho em sua batina na altura do peito para levar sempre consigo essa cruz.

“Quando me vem um mal pensamento sobre alguém levo sempre a mão ao peito para tocar essa cruz”, afirmou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Pesquisa revela que poluição do ar intensificou ciclones no Pacífico

Tempestade tropical Darby é a quarta 'batizada' da temporada 2010 de ciclones no Pacífico (Foto: MODIS Rapid Response Team / NASA GSFC)Imagem de satélite mostra a tempestade tropical Darby, ciclone que atingiu a região do Pacífico em 2010 (Foto: MODIS Rapid Response Team / NASA GSFC)

A crescente poluição do ar na China e em outros países asiáticos de rápido crescimento intensificaram os ciclones de inverno no noroeste do Pacífico, anunciaram cientistas esta semana. Segundo os especialistas, os ciclones de inverno em latitudes que incluem o noroeste da China, Coreia e Japão trouxeram ventos mais potentes e mais chuvas, como resultado dos níveis crescentes de poluição por particulados.

As partículas de poeira afetam a forma como a unidade se desenvolve nas nuvens e como o calor se distribui em sistemas de tempestades, disse Yuan Wang, do prestigioso Laboratório de Propulsão a Jato do Instituto de Tecnologia da Califórnia. “Segundo estimativas, a mudança significativa na intensidade das tempestades no Pacífico deve ter começado em meados dos anos 1990”, disse Wang.

“(Foi) quando indústrias, usinas de energia e carros lançaram grandes quantidades de poluentes do ar, juntamente com uma economia florescente em muitos países asiáticos como a China”, acrescentou.

O estudo, publicado no periódico “Nature Communications”, é a mais recente pesquisa sobre os perigos ambientais dos particulados, que são, sobretudo, resíduos de fuligem derivados da queima de combustíveis fósseis. Segundo o estudo de Wang, os aerossóis aceleram a formação de gotículas porque contêm um núcleo onde o vapor d’água se condensa.

Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento
em Jilin, na China (Foto: Reuters/Stringer)

Mais partículas, mais tempestades
As nuvens, influenciadas por aerossóis, carregam quatro vezes mais gotículas, provocando um aumento de, aproximadamente, 7% nas precipitações em toda a região.

Também é provável que os aerossóis encorajem a formação de nuvens cirrus e de “bigorna”, mais brilhantes e de alta altitude.

Estas são nuvens que ajudam a aquecer a superfície do mar, dando assim calor para alimentar os ciclones. O aquecimento adicional pode ser de 11%.

Os cientistas criaram um modelo de computador para simular o fluxo de poluição por aerossóis do leste da Ásia para a região de formação dos ciclones, no leste da Ásia, em janeiro e fevereiro, uma região situada ao norte da latitude 30º.

Eles descobriram uma relação com duas décadas de dados de satélite: 1979-1988 – antes do “boom” que a economia asiática viveu, e 2002-2011, quando o crescimento deu um salto, especialmente na China.

No período mais recente, houve um aumento claro da intensidade de ciclones, mas nenhuma alteração na frequência ou na localização das tempestades, disse Wang.

Em 16 de janeiro, um estudo realizado por Chang-Hoi Ho, da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, demonstrou que China, Coreia e Japão tinham sido atingidos por ciclones mais potentes entre 1977 e 2010, devido ao aquecimento da água no Pacífico oeste. As duas pesquisas não são comparáveis, disse Wang.

A primeira se concentrou em ciclones que se formam durante o inverno em latitudes médias no noroeste do oceano e a segunda examinou ciclones no verão e no outono, que se formam em latitudes tropicais.

Pesquisas realizadas sobre o efeito dos aerossóis nas nuvens resultam em descobertas altamente variáveis. De fato, esta é considerada uma das maiores áreas de incerteza da ciência climática.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Estudo revela que canto de amor das rãs pode ser fatal por atrair predador

 Imagem mostra morcego se alimentando da rã (Foto: Christian Ziegler/Divulgação) Imagem mostra morcego se alimentando da rã
(Foto: Christian Ziegler/Divulgação)

O som emitido pelos machos das rãs-túngara para atrair as fêmeas vira seu pior inimigo, pois permite que os morcegos os localizem e cacem, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira (23), no Panamá, pelo Instituto Smithsoniano de Pesquisas Tropicais (STRI, na sigla em inglês).

Segundo o trabalho, as rãs-túngara macho chamam as fêmeas nos pântanos, onde vivem, reproduzindo um som que acaba se propagando pelas ondas criadas na água.

“Infelizmente para as rãs, seu principal predador, um morcego que se alimenta delas, também detecta as ondas, fazendo das rãs uma presa mais fácil”, assegurou o STRI, com sede no Panamá.

O estudo garante que as rãs fêmea da espécie conhecida com o nome científico de Physalemus pustulosus são atraídas em grande número aos reservatórios d’água, de onde os machos as chamam noite após noite.

Mas estes chamados “também tornam mais fácil que os morcegos que se alimentam de rãs, que os Trachops cirrhosus, encontrem suas presas”, segundo um comunicado.

“É comparável ao uso da leitura labial”, comentou Wouter Halfwerk, da Universidade de Leiden, um dos autores do estudo, publicado na revista “Science”, junto com o STRI, a Universidade do Texas e a Universidade de Salisbury.

“Quando um morcego voa perto, a primeira linha de defesa da rã é parar de chamar”, comentou Rachel Page, cientista do STRI. “Mas as ondas na água continuam durante alguns segundos, deixando efetivamente uma marca de detecção para o morcego que se aproxima”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisa revela a curiosa relação entre o bicho-preguiça e a traça

 Preguiça-de-três-dedos é fotografada na Fundação Aiunau, em Caldas, na Colômbia (Foto: AFP Photo/Raul Arboleda) Preguiça-de-três-dedos é fotografada na Fundação
Aiunau, em Caldas, na Colômbia (Foto: AFP Photo/
Raul Arboleda)

Imagine uma criatura tão preguiçosa que busca alimentos no próprio pelo e só se move uma vez por semana para defecar. Bom, esta criatura existe e é um tipo de bicho-preguiça que, como nas fábulas infantis, se beneficia de uma relação muito próxima com as traças.

Depois de estudar o comportamento ocioso deste mamífero arborícola de três dedos, a preguiça-de-bentinho (Bradypus tridactylus), natural das bacias dos rios Amazonas e Orinoco, uma equipe de biólogos americanos revelou nesta quarta-feira (22) até que ponto esses pequenos animais chegam para honrar seu nome.

Esses bichos-preguiça aperfeiçoaram em particular a arte da inércia através de uma lenta dança, cuidadosamente coreografada com uma variedade específica de traça, revelou um estudo publicado nas “Atas da Real Sociedade B.”, revista dedicada à biologia.

As preguiças habitam o chamado dossel florestal, formado pelas copas das árvores, onde se alimentam principalmente de folhas.

Mas, segundo este estudo, uma vez por semana, os animais descem para defecar no chão, o que os deixa particularmente vulneráveis aos predadores. Além disso, o esforço lhes custa “ao redor de 8% da energia que ingerem em um dia”.

Por que, então, as preguiças se incomodam em descer?

Os cientistas descobriram que, ao descer, as traças que vivem nos pelos da preguiça, põem seus ovos nas fezes do mamífero, onde as larvas se desenvolvem antes de emergir como adultos e voar para a copa da árvore para se unir ao resto da colônia.

As traças atuam como um tipo de fertilizante, potencializando os níveis de nitrogênio na pele da preguiça que, por sua vez, estimula o crescimento de algas.

A estrutura única do pelo da preguiça-de-bentinho, cujas ranhuras abrigam grande quantidade de água da chuva, permite que estas algas se reproduzam.

Estas verdadeiras hortas de algas, “especialmente ricas em carboidratos e gorduras digeríveis”, complementam a dieta da preguiça, à base de folhas muito pouco nutritivas, afirmaram os cientistas.

Essa “complexa” simbiose “reforça os aspectos fundamentais da conduta da preguiça e seu histórico de vida, e pode fomentar (sua) ociosidade”, destacou um resumo da pesquisa.

“Esta fonte até agora desconhecida de alimentos poderia explicar porque as preguiças-de-dentinho têm tanta dificuldade em se alimentar bem em cativeiro”, destacaram os pesquisadores.

“Além da ingestão de nutrientes, também é possível que esses cultivos de algas aumentem as chances de sobrevivência das preguiças ao se camuflarem de predadores aéreos” no meio da vegetação, acrescentaram.

Fonte G1

 
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Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Google Earth revela possível base alienígena na Lua!

Vídeo denuncia estranha formação luminosa na Lua encontrada na versão lunar do software de mapas Google Earth! Seria essa uma prova de que alienígenas estão usando a Lua?

O filme, de pouco mais de um minuto de duração, apareceu no YouTube no dia 15 de janeiro de 2014 e teve mais de um milhão de visualizações em menos de 10 dias! Nele podemos ver uma série de 7 luzes alinhadas, como a ponta de uma seta, dentro de uma das crateras do nosso satélite.

Essa descoberta deu início a uma série de teorias e hipóteses como, por exemplo, a de que a Lua abrigue (ou abrigou, no passado) bases que serviriam de parada de naves extraterrenas. As luzes alinhadas serviriam (segundo hipóteses) como sinalização para pousos e decolagens.

Google_Earth_20140118_124736 Vídeo mostra possível base lunar! Será verdade? (foto: Reprodução/YouTube)

Outros sites de notícias, como o Daily Mail, conjecturaram a possibilidade remota do tal conjunto de luzes ser algum projeto ultrassecreto de uma nave terrestre “maior do que qualquer já construído aqui na Terra”.

A imagem pode ser vista se digitando as coordenadas 22042’38.46N e 142034’44.52E no Goole Earth (Moon).

Para quem não assistiu ainda, o vídeo que chamou a atenção de milhares de pessoas pode ser visto a seguir:

O vídeo é verdadeiro! Mas isso não significa que o seu conteúdo seja real…

De fato, ao digitarmos as coordenadas citadas no software da Google, chegaremos a esse mesmo impressionante resultado. Uma série de 7 luzes, alinhadas de uma forma que ficou parecida com uma seta. Mas a explicação é bem simples e não tem nada de alienígena nela!

O Google usa nessa área – Mare Moscoviense (do latim: mar de Moscou) uma cratera de 300 km de diâmetro do lado escuro da Lua – imagens da sonda japonesa Kaguya ou SELENE (Selenological and Engineering Explorer), que fotografou e executou uma série de medições da superfície do nosso satélite natural até junho de 2009.

A anomalia acontece no software de mapas do Google porque ele funciona com camadas e quando damos zoom, o programa vai sobrepondo imagens de alta resolução umas sobre as outras.

Na imagem a seguir, retirada do excelente blog La Mentira Esta Ahi Fuera, podemos ver isso claramente. Abaixo, foi selecionado o ponto de vista de altitudes e zoom para a área onde a cratera onde, supostamente teríamos a base alienígena. A uma altura de 44 km, a camada formada por fotos de alta resolução começa a aparecer na informação prévia com altitudes e, curiosamente, as luzes aparecem na mesma cor da imagem de fundo (no caso, azul):

Google_Earth_2

Acontece que o Google trata determinados pontos nas imagens como se fossem transparentes:

Google_Earth_3

Para tirar quaisquer dúvidas, abaixo podemos ver uma colagem do mesmo local, com uma resolução bem maior, feita pelo Lunar Orbiter Reconnaissance:

Google_Earth_4 

Para mais informações, dá uma olhada no fórum Metabunk sobre o assunto (em inglês)!

A imagem é apenas uma anomalia do software de mapas do Google que trata alguns pixels de suas imagens como se fossem transparentes. Infelizmente, nada de alienígena lá (por enquanto).

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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