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Reunião avança na criação de áreas marinhas protegidas na Antártica

 Vista da Antártica do navio Ary Rongel em 4 de março (Foto: AFP Photo/Vanderlei Almeida) Vista da Antártica do navio Ary Rongel em 4 de março (Foto: AFP Photo/Vanderlei Almeida)

Uma reunião de alto nível do Tratado Antártico, que terminou nesta quarta-feira (7), em Brasília, abriu o caminho para a aprovação futura de áreas marinhas protegidas no Oceano Antártico, uma iniciativa que estava bloqueada desde 2012, informaram observadores de ONGs.

“Os membros do Tratado Antártico enviaram uma mensagem forte de apoio para a definição de Áreas Marinhas protegidas” no Oceano Antártico, afirmou à AFP Mark Epstein, diretor da Antarctic and Southern Ocean Coalition, uma organização com status de observadora nas reuniões.

A decisão de definir áreas marinhas protegidas corresponde à Convenção sobre a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR, na sigla em inglês), cuja próxima reunião está prevista para outubro em Hobart (Austrália) e na qual estão depositadas agora as esperanças das ONGs.

Desde 2012, a CCAMLR concluiu três reuniões sem acordo sobre o tema, com a oposição de Rússia e Ucrânia.

A Reunião do Tratado Antártico (encontro anual que inclui 50 países-membros), concluída em Brasília, “deu vida nova ao processo de Áreas Marinhas Protegidas após dois anos de desafios e decepções”, expressou em um comunicado Steve Campbell, diretor de campanhas da Aliança Oceano Antártico, que reúne várias ONGs, como WWF e Greenpeace.

As águas do oceano austral que rodeiam o Antártico têm ecossistemas excepcionais, com milhares de espécies animais protegidas até agora da atividade humana, mas que estão começando a ser afetadas pela pesca.

O ex-primeiro-ministro francês e atual embaixador da França para negociações internacionais sobre regiões polares, Michel Rocard, tinha feito um apelo nesse sentido na abertura da reunião em Brasília.

“Pela terceira vez consecutiva desde 2012, o projeto de áreas marinhas protegidas no leste antártico e no mar de Ross não pôde ser adotado”, afirmou. Cinquenta países integram o Tratado Antártico, que entrou em vigor em 1961. Deles, 25 são membros do CCAMLR.

O Tratado Antártico estabelece a não militarização desse continente e garante a liberdade de pesquisa científica, a proteção do meio ambiente e a suspensão de qualquer reivindicação territorial.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Reunião avança na criação de áreas marinhas protegidas na Antártica

 Vista da Antártica do navio Ary Rongel em 4 de março (Foto: AFP Photo/Vanderlei Almeida) Vista da Antártica do navio Ary Rongel em 4 de março (Foto: AFP Photo/Vanderlei Almeida)

Uma reunião de alto nível do Tratado Antártico, que terminou nesta quarta-feira (7), em Brasília, abriu o caminho para a aprovação futura de áreas marinhas protegidas no Oceano Antártico, uma iniciativa que estava bloqueada desde 2012, informaram observadores de ONGs.

“Os membros do Tratado Antártico enviaram uma mensagem forte de apoio para a definição de Áreas Marinhas protegidas” no Oceano Antártico, afirmou à AFP Mark Epstein, diretor da Antarctic and Southern Ocean Coalition, uma organização com status de observadora nas reuniões.

A decisão de definir áreas marinhas protegidas corresponde à Convenção sobre a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR, na sigla em inglês), cuja próxima reunião está prevista para outubro em Hobart (Austrália) e na qual estão depositadas agora as esperanças das ONGs.

Desde 2012, a CCAMLR concluiu três reuniões sem acordo sobre o tema, com a oposição de Rússia e Ucrânia.

A Reunião do Tratado Antártico (encontro anual que inclui 50 países-membros), concluída em Brasília, “deu vida nova ao processo de Áreas Marinhas Protegidas após dois anos de desafios e decepções”, expressou em um comunicado Steve Campbell, diretor de campanhas da Aliança Oceano Antártico, que reúne várias ONGs, como WWF e Greenpeace.

As águas do oceano austral que rodeiam o Antártico têm ecossistemas excepcionais, com milhares de espécies animais protegidas até agora da atividade humana, mas que estão começando a ser afetadas pela pesca.

O ex-primeiro-ministro francês e atual embaixador da França para negociações internacionais sobre regiões polares, Michel Rocard, tinha feito um apelo nesse sentido na abertura da reunião em Brasília.

“Pela terceira vez consecutiva desde 2012, o projeto de áreas marinhas protegidas no leste antártico e no mar de Ross não pôde ser adotado”, afirmou. Cinquenta países integram o Tratado Antártico, que entrou em vigor em 1961. Deles, 25 são membros do CCAMLR.

O Tratado Antártico estabelece a não militarização desse continente e garante a liberdade de pesquisa científica, a proteção do meio ambiente e a suspensão de qualquer reivindicação territorial.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia pede reunião de emergência com Conselho de Segurança da ONU

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O governo da Rússia pediu nesta sexta-feira (2) uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar a situação na Ucrânia.

De acordo com a agência de notícias France Presse, o encontro, em Nova York, era esperado para acontecer antes do meio-dia, hora local.

O pedido russo deve-se ao aumento da violência no leste da Ucrânia. A reunião seria aberta, informaram diplomatas.

O encontro seria o 13º a acontecer desde que a crise na Ucrânia se instalou, no fim de 2013. Nenhuma dessas reuniões formais ou mesmo sessões de consulta resultaram em uma posição comum do Conselho.

Operação militar

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

Ainda nesta sexta, o governo ucraniano iniciou uma operação militar na região de Slaviansk, reduto separatista, que ganhou uma resposta furiosa da Rússia. Segundo Kiev, a ação se encaminha para uma catástrofe.

De acordo com as agências russas, os milicianos pró-Moscou derrubaram dois helicópteros e um piloto morreu, enquanto outro foi capturado, segundo o autoproclamado prefeito da cidade, Viacheslav Ponomariov.

O Ministério do Interior da Ucrânia confirmou que as aeronaves foram destruídas e que dois militares morreram e vários ficaram feridos na operação até o momento.

Confronto em Odessa
De acordo com a AFP, confrontos entre partidários da Ucrânia e apoiadores da causa russa já deixaram feridos em Odessa, na região litorânea do país, próxima ao Mar Negro.

Segundo um jornalista da agência, centenas de militantes pró-Rússia, com capacetes e armados com pedaços de madeira, atacaram um grupo de apoiadores do governo da Ucrânia no centro da cidade.

A polícia tentou intervir, mas o incidente terminou com uma dezena de feridos.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Reunião do Tratado Antártico aborda impacto do turismo na região

O turismo na Antártica e seu impacto ambiental é um dos temas discutidos na 37ª reunião consultiva anual do Tratado Antártico, que teve início em Brasília nesta segunda-feira (28).

“Alguns países veem com certa preocupação a questão. Consideram que há turismo demais na região”, explicou em coletiva de imprensa o secretário da brasileira Comissão Interministerial de Recursos do Mar (CIRM), contra-almirante Marcos Silva Rodrigues.

“A preocupação do Sistema Antártico é que haja regras para a preservação do continente”, disse o diretor de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, José Raphael Azeredo.

Trinta e dois mil turistas visitam todos os anos a Antártica, explica Francisco Berguño, chefe da delegação chilena e da Direção Antártica da chancelaria de seu país. “O mais importante é que o turismo tem que ser totalmente controlado para minimizar qualquer dano ao continente”, disse.

O turismo no continente branco, que nos anos 1990 não passava de 5.000 visitantes ao ano, multiplicou-se, principalmente com cruzeiros de luxo, embora também com voos que chegam à região. O caso de um navio russo que ficou parado vários dias no fim do ano passado na Antártica reavivou o debate sobre o turismo e desatou críticas nos meios científicos.

Outros temas
Cinquenta países são signatários do Tratado Antártico, que entrou em vigor em 1961. Desde 1983, o Brasil é um dos 29 membros consultivos, com direito de voto e decisão.

As reuniões, anuais, serão celebradas em Brasília até 7 de maio. Outros temas que serão abordados serão o avanço da pesquisa biológica e a preservação de fauna e flora no continente gelado, além da cooperação entre os Estados-membros, informou a chancelaria brasileira.

O Tratado Antártico estabelece a não militarização desde continente, liberdade de pesquisa científica, proteção ambiental e suspensão de reivindicações territoriais.

Exemplar de pinguim-papua é visto na Baía do Almirantado, região onde está abrigada a Estação Antártica Comandante Ferraz (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Exemplar de pinguim-papua é visto na Baía do Almirantado, região onde está abrigada a Estação Antártica Comandante Ferraz (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Começa reunião internacional sobre mudanças climáticas no Japão

O Painel Intergovernamental de Especialistas sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) começou nesta terça-feira (25) em Yokohama, Japão, uma reunião destinada a alertar sobre o impacto das mudanças climáticas e os estragos que provoca em nível humano e econômico.

“Esta reunião é muito importante. O relatório do grupo ampliará a compreensão das questões vinculadas ao impacto das mudanças climáticas”, disse no discurso de abertura Rajendra Kumar Pachauri, presidente do IPCC desde 2002.

A abertura da reunião do IPCC coincidiu com a publicação de um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que adverte sobre o risco de poluição do ar, que em 2012 provocou a morte de 7 milhões de pessoas no mundo.

Depois de terem fornecido em setembro passado os últimos dados sobre a amplitude sem precedentes das mudanças climáticas, os especialistas do IPCC publicarão no dia 31 de março seu novo diagnóstico, não apenas sobre os efeitos de tal mudança, mas também sobre as adaptações necessárias para enfrentar isso.

Agravamento de fenômenos meteorológicos extremos, queda da sobrevivência de espécies animais e vegetais, modificação dos rendimentos agrícolas, evolução das doenças, deslocamento de populações: as consequências previstas pelas mudanças climáticas desestabilizarão os equilíbrios atuais, advertem os especialistas.

Naturalmente, as emissões de CO2 estarão no olho do furacão, na medida em que são o grande fator do desequilíbrio ambiental.

Segundo uma versão ainda não definitiva do documento do IPCC que será publicado, por cada grau centígrado suplementar (de aquecimento) os recursos de água potável diminuiriam 20% para o equivalente a 7% da população mundial.

Simultaneamente, os riscos de inundações, em particular na Europa e na Ásia, aumentariam sensivelmente devido à emissão de gases de efeito estufa.

A produção de cereais (trigo, arroz) mundial pode, por sua vez, cair 2% por década, enquanto a demanda aumentará 14% até 2050.

A pobreza, as migrações e a fome resultantes destas catástrofes naturais são fatores de conflitos, mas incentivam a concorrência com a diminuição de recursos como pano de fundo, adverte a versão preliminar do relatório.

Para este segundo volume, mais de 300 investigadores compilaram milhares de estudos e seus escritos foram submetidos à opinião da comunidade científica, e além disso é proposto um documento mais resumido, de 29 páginas, destinado às autoridades políticas.

Antes de sua publicação, no dia 31 de março em Yokohama, esta síntese chamada de “resumo para os decisores” terá que ser aprovada pelos representantes de 195 países.

“As mudanças climáticas no século XXI encorajarão os Estados a novos desafios e determinarão de maneira crescente as políticas de segurança nacional”, alerta o projeto de resumo.

Além disso, algumas repercussões transfronteiriças das mudanças climáticas – a redução das zonas geladas do planeta, as fontes de água compartilhadas ou a migração das populações de peixes – “têm o potencial de aumentar a rivalidade entre Estados”, afirma o relatório.

“É muito importante poder contar com este acordo sobre a constatação científica para conceder uma oportunidade de negociação”, explicava recentemente à AFP Sylvie Joussaume, climatologista no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica) da França, e do IPCC.

O objetivo da comunidade internacional é alcançar, durante a Conferência das Nações Unidas que será realizada em Paris em 2015, um acordo mundial vinculante que permita limitar o reaquecimento a 2 graus centígrados até 2100, em comparação com a era pré-industrial, limite acima do qual os cientistas consideram que as consequências mais dramáticas seriam inevitáveis.

No dia 13 de abril, o IPCC divulgará em Berlim seu terceiro volume sobre estratégias para enfrentar as emissões de gases de efeito estufa.

Várias ONGs presentes em Yokohama se somaram ao grito de alerta.

“A mudança climática já está devastando nações, já está destruindo vidas e provocando danos de bilhões de dólares”, declarou a organização ecologista Greenpeace.

Já a OXFAM advertiu que as mudanças climáticas podem prejudicar a luta contra a fome no mundo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Reunião pode debater expulsão da Rússia do G8, diz Cameron

O governo britânico acredita que a expulsão da Rússia do G8 deveria ser discutida durante a reunião que será realizada na segunda-feira (24) em Haia com os demais países do grupo, declarou nesta quarta-feira (19) o primeiro-ministro David Cameron.

“Acredito que teríamos que discutir se expulsaremos ou não permanentemente a Rússia do G8 se ela tomar mais medidas” que promovam uma escalada na Ucrânia, disse Cameron no Parlamento. “É importante que atuemos junto com nossos aliados e parceiros.”

O G8 – os sete países mais industrializados e a Rússia – é integrado por Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Japão.

“Apoio firmemente a reunião dos países do G7 na segunda-feira. É importante que nos movamos na mesma direção que nossos aliados e sócios”, explicou. A reunião foi convocada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

O primeiro-ministro do Reino Unido afirmou ainda que na cúpula da União Europeia que será realizada amanhã em Bruxelas, é “preciso deixar claro e enviar um aviso de que se ocorrerem mais desestabilizações, como entrar no leste da Ucrânia de qualquer forma, deve-se avançar nas sanções econômicas”. “Se deixamos de lado esta crise e não atuamos, pagaremos um alto preço a longo prazo”, disse Cameron.

O presidente russo, Vladimir Putin, assinou na terça-feira (18) o tratado que incorpora a província ucraniana da Crimeia à Rússia, ignorando as ameaças ocidentais.

A Ucrânia e as potências ocidentais condenaram o tratado, assinado ao término de um discurso patriótico no qual Putin afirmou que a península sempre foi considerada parte da pátria russa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Em reunião, Kerry diz a colega iraniano que sanções continuarão

O secretário de Estado americano, John Kerry, se reuniu neste domingo (2) com o ministro iraniano das Relações exteriores, Mohamad Javad Zarif, poucos dias antes da retomada das negociações sobre o programa nuclear iraniano.

Kerry e Zarif se reuniram durante a Conferência de Munique sobre Segurança, onde o chanceler iraniano participará em um debate sobre a situação do Irãx e as negociações a respeito do programa nuclear, afirmou a porta-voz da diplomacia americana, Jen Psaki.

“O Secretário Kerry deixou claro que os Estados Unidos vão manter as sanções existentes”, informou um oficial do Departamento de Estado, segundo a agência de notícias Reuters. 

As negociações prosseguirão em 18 de fevereiro em Viena, anunciou na sexta-feira a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton.

Teerã e o grupo de países 5+1 (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e Alemanha) concluíram em novembro de 2013 um acordo provisório em Genebra. O Irã deve suspender algumas atividades nucleares em troca da suspensão parcial das sanções econômicas ocidentais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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