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Retorno da banda Ira! prevê show em Brasília em junho

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O guitarrista Edgar Scandurra e o vocalista Nasi Valadão, do Ira! (Foto: Divulgação)O guitarrista Edgar Scandurra e o vocalista Nasi Valadão, do Ira! (Foto: Divulgação)

Após sete anos de separação e um processo na Justiça, o vocalista Marcos Nasi e o guitarrista Edgar Scandurra fizeram as pazes e retomaram a banda que os tornou conhecidos no cenário musical. E o retorno do Ira! Incluiu a cidade de Brasília na turnê que o grupo realiza entre maio e setembro e prevê 40 apresentações.

O show que marca o retorno do grupo acontece na Virada Cultural de São Paulo, no próximo dia 17. Só na capital paulista, os músicos se apresentam seis vezes.

Depois de 34 anos desde o início da banda, esta é a primeira vez desde a estreia em disco, em 1985, que Nasi e Scandurra sobem ao palco como Ira! e não são acompanhados pelo baterista André Jung e pelo baixista Ricardo Gaspa. O grupo agora é um quinteto, que conta também com Evaristo Pádua na bateria, Daniel Rocha no baixo e Johnny Boy nos teclados.

Os ensaios com os novos músicos tiveram início em março deste ano. O repertório para os shows deve ser composto por músicas conhecidas, como “Núcleo base”, “Envelheço na cidade”, “Flores em você”, “Dias de luta”, “Tolices”, “Quero sempre mais”, “Tarde vazia” e “Girassol”, e novas canções, segundo a produção da banda.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Retorno da Crimeia à Rússia restaura ‘verdade histórica’, diz Putin

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Putin e o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, passam em revista navios da frota russa em Sebastopol durante visita à Crimeia nesta sexta-feira (9) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)Putin e o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, passam em revista navios da frota russa em Sebastopol durante visita à Crimeia nesta sexta-feira (9) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que o retorno da Crimeia à Rússia restaura “a verdade histórica”, em um discurso a milhares de habitantes de Sebastopol, na península ucraniana anexada em março à Rússia. O presidente também disse que os direitos dos russos, incluindo o da autodeterminação, deveria ser tratado com respeito.

“O ano de 2014 vai ficar na história como o ano que viu os povos que vivem aqui decidir com firmeza de estar junto a Rússia, confirmando sua fidelidade à verdade histórica e à memória de nossos ancestrais”, declarou Putin por ocasião da celebração da vitória em 1945 sobre os nazistas.

“Nós tratamos todos os países, todas as pessoas com respeito. Respeitamos seus direitos, incluindo, da mesma forma, a restauração da justiça histórica e o direito à autodeterminação”

A visita ocorre a apenas três dias da realização de um referendo em outras cidades do leste da Ucrânia sobre seu status e possível adesão à Rússia.

O Ministério das Relações Exteriores ucraniano condenou a ida à Crimeia, classificando-a como uma deliberada escalada da crise entre os dois países. “Essa provocação é outra confirmação de que a Rússia está deliberadamente perseguindo mais tensões nas relações entre ucranianos e russos”, disse o ministério em comunicado.

O secretario-geral da Otan, Fogh Rasmussen, também condenou a visita de Putin à Crimeia, cuja anexação, em março, não foi reconhecida por potências ocidentais. Ele questionou informações sobre uma declaração do Kremlin de que havia retirado tropas da fronteira ucraniana e classificou a viagem como “inapropriada”.

A Crimeia, até o início deste ano uma região autônoma da Ucrânia, foi anexada pela Rússia em março deste ano após fortes levantes separatistas que culminaram em um referendo no qual a adesão à Federação Russa foi aprovada.

A maior parte da população é de origem russa, e o separatismo se tornou mais forte após a derrubada do governo pró-russo de Kiev em fevereiro deste ano.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Pete Doherty diz que retorno dos Libertines ‘é por dinheiro’

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The Libertines (Foto: Divulgação)Libertines (Foto: Divulgação)

O cantor Pete Doherty declarou que o retorno da banda Libertines, separada há quatro anos e que voltará a tocar no próximo dia 5 de julho como headliner no festival Barclaycard British Summer Time, em Londres, é apenas “por dinheiro”.

Após receber várias críticas pelas razões que teriam motivado esse retorno, Doherty, em entrevista à revista britânica “NME”, ressaltou que “tocar por dinheiro é algo que faz parte do espírito dos Libertines”.

O grupo, criado em 1997 e que também conta com Carl Barât, Gary Powell e John Hassall, se reuniu pela última vez em 2010, quando tocou no festival de Reading-Leeds, apresentação que serviu de base para um documentário sobre a banda.

Em entrevista à “NME”, Doherty relatou que, naquela ocasião, a banda recebeu muito pouco, após descontados os impostos, acrescentando que no próximo show, a ser realizado no Hyde Park, também espera ganhar um valor “desagregável”, já que, segundo seus cálculos, receberá US$ 850 mil.

O grupo londrino se separou em 2004, com apenas dois álbuns lançados, por conta das constantes brigas e dos problemas de Doherty com as drogas. Desde então, tanto Pete quanto Barât passaram a se dedicar a carreiras solo.

Antes da apresentação no Hyde Park, a banda deverá realizar alguns shows prévios – “talvez” com algum gratuito – e apresentará novo material. As entradas para o show dos Libertines serão postas à venda na sexta-feira (2), por um preço mínimo de 55 libras.

Por outro lado, a realização do festival, que reuniu mais de 350 mil pessoas em sua última edição e que também contará com Black Sabbath, Neil Young, Maximo Park e The Enemy, tem sido muito criticada pelos moradores dos arredores do Hyde Park, que opinam que os horários do parque serão afetados.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Música

 

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Nevasca nos EUA complica retorno de brasileiros ao país

A forte nevasca que atingiu os EUA nos últimos dias prejudicou a volta de muitos brasileiros ao país. Na tarde deste sábado (4), desembarcaram no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, passageiros que vieram em dois voos dos Estados Unidos.

“Teve umas duas horas de atraso, o nosso voo, mas tinha outros voos que atrasaram mais de um dia”, relatou a estudante Julian Gimenez. Segundo os passageiros, a viagem foi bem mais cansativa porque os atrasos não ocorreram apenas em Nova York, mas em vários aeroportos americanos.

O nordeste dos Estados Unidos enfrenta a primeira grande tempestade de inverno do ano, com intensas nevascas, ventos gelados, temperaturas abaixo de zero. Os estados de Nova York e Nova Jersey decretaram estado de emergência por conta das baixas temperaturas.

O administrador Paul William saiu de Orlando, onde já enfrentou duas horas de atraso. Depois, mais três horas de espera em Nova York. Ao todo, a viagem demorou 24 horas. “É complicado, mas compreensível. São questões meteorológicas, não foi desorganização deles nem nada disso”, pondera.

A aposentada Vera Schmuziger também encarou uma maratona no retorno à cidade. Ela diz que precisou ir três vezes ao aeroporto de Nova York pra conseguir viajar. “A gente ia embarcar anteontem. Fomos ao aeroporto, voltamos pra casa, fomos para o aeroporto de novo, voltamos pra casa e na terceira ida ao aeroporto foi que conseguimos vir.“

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Retorno do Paraguai e crise Brasil-Bolívia marcarão cúpula da Unasul

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O retorno do Paraguai à União de Nações Sul-Americanas (Unasul) marcará a cúpula do bloco que vai ser realizada no Suriname na próxima sexta-feira, em meio à crise entre Brasil e Bolívia pela fuga de um senador da oposição boliviana.

Os líderes de Brasil, Peru, Venezuela, Bolívia, Paraguai e Equador, entre outros, vão participar da cúpula, em que o presidente peruano Ollanta Humala passará a presidência temporária da Unasul ao presidente da ex-colônia holandesa, Desi Bouterse, protegido por uma lei de anistia em um processo por execução sumária de adversários em 1982.

Bouterse, líder de dois golpes militares e que foi livrado de uma condenação à revelia por tráfico de drogas na Holanda em 1999 por sua imunidade presidencial, vai liderar o bloco durante um ano.

Na quinta-feira está prevista uma reunião de ministros das Relações Exteriores antes da cúpula, que também prestará homenagem ao falecido líder Hugo Chávez, um fervoroso defensor da integração dos países latino-americanos, o velho sonho de Simon Bolívar.

O grande tema do encontro, que será realizado sexta-feira à tarde em Paramaribo, será a volta ao bloco do Paraguai, suspenso em junho de 2012, após a polêmica destituição do presidente Fernando Lugo.

Será o primeiro evento internacional do recém-empossado presidente paraguaio Horacio Cartes, lembrou Ike Antonius, chefe da delegação do Suriname, que assegurou que ‘Cartes e o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, resolveram suas divergências.’

Caracas e Assunção, sem embaixadores desde a destituição de Lugo, resolveram algumas questões pendentes na última cúpula do Mercosul, em que a Venezuela assumiu a presidência rotativa e pediu um ‘retorno imediato’ do Paraguai ao bloco, do qual também havia sido expulso por insistência de Chávez.

No entanto, Cartes decidiu não voltar ao Mercosul neste momento, insatisfeito com a entrada da Venezuela no bloco, que aconteceu enquanto o Paraguai estava suspenso.

‘São organismos que têm diferentes tratados constitutivos’, disse à AFP o venezuelano Milos Alcalay, ex-embaixador em Brasil, Israel e outros países, observando que ‘não existe nenhuma disposição’ que fizesse com que o Paraguai fosse afastado da Unasul.

Fortalecimento institucional
Antonius explicou na terça-feira que a cúpula, a sétima do bloco, vai abordar ‘o desenvolvimento de uma visão estratégica da Unasul, o fortalecimento institucional da Secretaria, bem como a criação de grupos de trabalho sobre direitos humanos e juventude.’

‘Espera-se uma nova declaração sobre as Ilhas Malvinas, a situação no Oriente Médio e o processo de paz na Colômbia’, acrescentou.

Alcalay considera que deve haver uma declaração em favor da paz na Síria e contra a resposta militar estudada pelos Estados Unidos e seus aliados ocidentais, que acusam o regime sírio de utilização de armas químicas contra civis.

Ele indicou ainda que a Unasul, onde convivem governos politicamente diferentes, não deve ser identificada pela ‘linguagem antiamericana’ da Venezuela e de seus aliados, como Equador e Bolívia.

‘Tomar partido de Bashar al-Assad, assim como muitos países têm feito, incluindo a Venezuela, seria uma situação muito difícil. A Argentina está presidindo o Conselho de Segurança da ONU, e o Brasil deve ter uma posição mais cautelosa, assim como a Colômbia e o Paraguai’, considera, por sua vez, Alcalay.

Maduro e o presidente do Equador, Rafael Correa, rejeitaram na terça-feira uma possível intervenção militar estrangeira na Síria.

Crise Brasil-Bolívia
A cúpula também poderia propiciar uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff (Brasil) e o presidente Evo Morales (Bolívia) sobre a crise diplomática provocada pela a fuga para o Brasil do senador opositor boliviano Roger Pinto, que foi auxiliado por um diplomata na embaixada do Brasil em La Paz, onde estava asilado há 15 meses após ser acusado de corrupção.

O caso causou a demissão do ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, que será substituído pelo até então representante do Brasil na ONU, Luiz Alberto Figueiredo, que estará presente na cúpula.

A Bolívia expressou sua indignação com o caso e estuda o pedido de extradição de Pinto.

Esse caso poderá ser discutido bilateralmente ou analisado pelo bloco. Outro caso que deve ser discutido é a crise pós-eleitoral na Venezuela, onde o líder da oposição Henrique Capriles contestou a vitória apertada de Maduro, declarada no dia 14 de abril.

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Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

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