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App permite usar MacBook Pro Retina com resolução máxima

Comprou o novo MacBook Pro Retina e quer testar a tão falada tela com as configurações máximas? Pois bem, um tópico recente no fórum do site MacRumors detalha como usar o mais novo notebook da Apple com a densidade de pixels no máximo ao usar um programa chamado SwitchResX.

Por padrão, o novo MacBook Pro Retina vem com uma configuração dobrada de pixels, o que significa que você na verdade recebe o equivalente a uma resolução de 1440×900 pixels. Isso não oferece um aumento em real em espaço do desktop comparado ao MacBook Pro padrão atual (sem a tela Retina), mas a densidade maior de pixels significa que os itens na tela podem parecer muito mais nítidas do que antes.

Um novo painel de configuração no MacBook Pro Retina te dá cinco opções de resolução de tela, mas nenhuma delas te permite desabilitar a escala e usar a tela em sua resolução cheia.

Como explicado no tópico do fórum, para conseguir levar a resolução a configuração mais alta possível, você precisa instalar o SwitchResX (possui uma versão trial gratuita), criar uma nova configuração de resolução, salvá-la, e aplicar a mudança. Isso vai então ativar a enorme resolução de 2880×1800 pixels.

Antes de testar essa opção, um aviso: alguns usuários relataram que esse ajuste apaga um determinado arquivo de sistema exigido para alterar a resolução por meio da tradicional Preferências de Sistema. Certifique-se de fazer o backup, e siga com cuidado.

O que achou da dica? Antes estamos em busca de uma maneira melhor e “mais limpa” para fazer isso.

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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Review: Com tela Retina, novo MacBook Pro redefine notebooks completos

PRÓTela Retina impressiona; armazenamento em flash faz a diferença; entrada HDMI; Apple acertou em cheio com novos recursosCONTRAPreço muito alto no Brasil; número alto de pixels da Retina sacrificou desempenho em gamesFabricante: Apple

Preço: R$10 mil (modelo básico)

A Apple não tem medo de agitar as coisas, fazendo as pessoas repensarem a maneira como usam a tecnologia. Nos últimos anos, a maior parte dessa inovação foi focada no iPhone, iPad e iOS. Mas o novo MacBook Pro com tela Retina direciona a atenção de volta aos Macs.

O novo notebook não é apenas um lançamento revolucionário, ao combinar impressionantes desempenho e portabilidade em um Mac de 15 polegadas. Esse modelo também vai te forçar a mudar a maneira como você interage com um notebook. Desde renovar como você visualiza e trabalha com o conteúdo até como lidar com aparelhos e conexões externas, a Apple não tem receio de empurrar seus clientes em novas direções. O MacBook Pro é certamente uma novidade mais do que bem-vinda.

Tá bonito: tela Retina

O recurso marcante desse notebook está no seu nome – a tela Retina. Esse display fez sua estreia no iPhone 4, depois chegou ao iPad de terceira geração e finalmente ao novo MacBook Pro. É possível olhar para essa novidade como outro passo no processo de deixar o Mac ainda mais parecido com o iOS – ou outra maneira de te lembrar que todos esses produtos são parte de uma “grande família bonita da Apple”.

Os números da tela Retina são impressionantes: 2880×1800 pixels (220 pixels por polegada) para um total de 5,18 milhões de pixels em uma tela backlit de 15,4 polegadas. Quando está com suas configurações no máximo, a tela Retina é espetacular – os detalhes nas fotos são ótimos, e o texto é o mais limpo e nítido da história dos Macs. Não havia pixels mortos ou vazamento de luz nos dois MacBook Pros que testamos, e comparado a um MacBook Pro de 17 polegadas, as cores eram impressionantemente brilhantes.

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Com tantos pixels e duas placas de vídeo, é fácil perceber a quantidade de detalhes que você pode ver em fotos de alta resolução. Mas a tela também enfatiza a baixa qualidade de muitas imagens de sites. 

Os vídeos no MacBook Pro Retina ficam excelentes. Para exibir um vídeo de 1080p no MacBook Pro, o clipe é aumentado para caber na tela, uma vez que esses MacBook Pros já possuem mais pixels na tela do que uma HDTV. Não percebemos “fantasmas” nas imagens, e as placas de vídeo não pareceram ter problemas para lidar com o vídeo. Vale notar que uma placa de vídeo é integrada, caso da Intel HD Graphics 4000, e outra discreta, enquanto que a outra é discreta, a Nvidia GeForce GT 650M, com 1GB de memória de vídeo.

Vale notar que a tela Retina também suporta tecnologia IPS (in-plane switching), que ajuda cna reprodução de cores e visualização de ângulos. A Apple afirma que o display tem um ângulo de visão de 178 graus, que não contestamos após os testes.

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O que está dentro continua

A Apple oferece dois modelos do MacBook Pro Retina. A versão de entrada, que sai 10 mil reais, possui um processador Intel Core i7 de 2.3GHz, 8GB de 1600MHz de memória DDR3, e 256GB de armazenamento em flash (a maioria das pessoas chamam isso de drive SSD, mas a Apple chama de armazenamento em flash). O modelo de 12.600 reais tem um processador Core i7 quad-core de 2.6GHz, 8GB de memória DDR3 1600MHz, e 512GB de armazenamento em flash.

Os processadores do MacBook Pro Retina fazem parte da tecnologia de processadores Ivy Bridge, da Intel, que são menores e possuem maior eficiência energética do que a geração anterior dos processadores Sandy Bridge.

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O Retina Pro (acima) possui mais conexões rápidas, como duas portas Thunderbolt e outras duas USB 3.0

Recursos ausentes

O que está faltando? Ethernet – o MacBook Pro Retina vem com 802.11n, e a Apple um adaptador de Thunderbolt para Gigabit Ethernet por 99 reais. Também não há FireWire 800, que pode ser um problema maior do que a falta de ethernet, uma vez que aparelhos FireWire ainda são comuns entre usuários Macs. 

Outro recurso ausente é um SuperDrive. Em meu uso próprio, utilizo o SuperDrive apenas para realizar cópias de backup de filmes de DVDs que meus filhos ganham de presente. 

Mais fino e mais leve

À primeira vista, o MacBook Pro parece muito com o MacBook Pro de 15 polegadas tradicional e o design em corpo de alumínio é essencialmente o mesmo. A principal diferença é a espessura. Com a tampa fechada, o Pro Retina mede 1,8cm, enquanto que o MacBook Pro de 15”tradicional tem quase 2,5cm. Isso ajuda na hora da digitação, fazendo com que a borda do produto não atrapalhe o usuário.

O MacBook Pro Retina pesa 2kg, que é cerca de 500g mais leve do que o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas, e mais de 1kg mais leve do que o MacBook Pro de 17 polegadas. Mais leve é melhor – isso é um fato – mas o que é mais impressionate sobre o MacBook Pro Retina é que seus 2kg parecem muito bem distribuídos. Obviamente, ele é um pouco mais pesado próximo a tela, mas também não é leve demais na área próxima ao trackpad. Assim, se você carregar o notebook enquanto ele estiver aberto, o aparelho não vai cair das suas mãos de repente. Uma novidade legal é a adição de uma entrada HDMI, que permite conectar seu MacBook Pro a uma HDTV.

Uma pequena nota cosmética: a Apple mudou o logo do MacBook da parte inferior da tela para a seção mais baixa do produto.

Outras duas mudanças: o botão de força substitui o botão de ejetar do drive óptico no teclado, e não há mais um indicador de duração de bateria no hardware.

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Nova entrada HDMi permite ligar seu MacBook Pro a uma HDTV

Testes de benchmark

Para medir o desempenho dos dois novos modelos do MacBook Pro Retina, o Macworld Lab testou os modelos de 10 mil reais e 12.600 reais usando o Speedmark 7, nosso pacote de benchmark com aplicativos e tarefas do mundo real.

De modo impressionante, o MacBook Pro Retina com Core i7 de 2.6GHz não é apenas o notebook mais rápido que já testamos, como é o Mac mais rápido que já testamos, atingindo uma pontuação memorável de 330 no Speedmark 7. Confira as outras pontuações na tabela abaixo.

Se você olhar os resultados dos MacBook Pros do ano passado, o novo modelo Retina de Core i7 com 2.6GHz é 51% mais rápido. A comparação da versão antiga com o novo Retina com Core i7 de 2.3GHz também impressiona: ele é 46% mais rápido.

graficomacretina_speedmark.png

É o armazenamento em flash que dá ao MacBook Pro Retina um sério impulso. Em comparação aos novos MacBook Pros tradicionais, os notebooks com tela Retina veem sérios ganhos em atividades baseados no disco, como o teste de Duplicação de uma pasta de 2GB, outro para Zipar/Descompactar uma pasta de 4GB. Em outros testes em que o aparelho de armazenamento “vem a jogo” (Importar Arquivo de Filme, Importar do Aperture, Importar do iPhoto), os notebooks Retina também tiveram vantagem.

Em outros testes que não são tão dependentes do disco (e mais focados na CPU), os notebooks com tela Retina e os novos MacBooks Pro tradicionais tiveram resultados mais próximos, como nos testes do HandBrake, do Pages, do MathematicalMark, e do Cinebench.

Um teste em que o novo modelo tradicional dos MacBook Pros claramente se distanciou dos Pros Retina foi no teste do Portal 2. O MacBook Pro tradicional com Core i7 e 2.6GHz foi 9% mais rápido do que o modelo Retina com o mesmo processador. Já o MacBook Pro tradicional com i7 e 2.3GHz foi 4% mais rápido do que o MacBook Pro Retina de Core i7 e 2.6GHz, mas também foi 17% mais rápido do que Pro Retina com Core i7 e 2.3GHz. Apesar de os Pros Retina e os modelos tradicionais terem as mesmas placas gráficas, as telas Retina possuem tantos pixels a mais para empurrar que isso pode afetar a taxa de frames nos games.

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Duração de bateria

A tela Retina consome muita energia. Você vai precisar de muito “suco” para mover todos esses pixels. A bateria embutida do MacBook Pro Retina está classificada a 95-watt hora. Em comparação, o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas tem 77.5 watt-hora. O MacBook Pro Retina possui uma bateria muito maior.

No entanto, a Apple classifica a duração de bateria de todos os MacBook Pros de 15 polegadas em 7 horas do que a companhia chama de uso da “web wireless”. O Lab da Macworld usa testes mais rigorosos, fazendo a reprodução de um filme em tela cheia no QuickTime Pro até que a bateria acabe. Isso suga a bateria de maneira mais rápida do que o uso geral que envolve acesso web.

Ambos os notebooks com tela Retina duraram cerca de cinco horas em nossos testes. Mesmo com suas baterias maiores, eles não duraram tanto quanto os MacBook Pros tradicionais de 15 polegadas, que duraram muitos minutos a mais. Na verdade, a geração anterior superou os novos modelos por uma margem significativa.

A nova definição de “pro”

A ideia da Apple de “pro”- ao menos para laptops – não envolve hardware customizável, o que significa que alguns usuários hardcore estão em uma encruzilhada. Você ainda pode comprar o MacBook Pro normal, abri-lo, e deixa-lo como preferir. Mas estou advinhando que não vai demorar muito antes que esse design também siga o modelo de 17 polegadas no status de descontinuidade. 

Então, qual a é a ideia de um laptop “pro” da Apple? Por enquanto, é o MacBook Pro Retinam, que filosoficamente está muito próximo do MacBook Air. Obviamente, ele é mais leve e menor do que antes, mas os recursos não presentes te forçam a se ajustar, como com o MacBook Air. O aspecto “pro”, neste caso,  faz referência ao desempenho. A velocidade geral de CPU corresponde ao MacBook Pro tradicional, por isso não existem comprometimentos de performance, que está muito a frente do MacBook Air.

Guia de compra da Macworld

Com o MacBook Pro de tela Retina, a Apple mais uma vez prova que é uma companhia que se recusa a sentar e ficar confortável em sua posição. Ela redefiniu o conceito de notebook ultraportátil com o MacBook Air, e agora alterou a ideia do notebook “pro”. Ficar menor e mais leve era algo esperado, por causa da história da empresa, mas as mudanças no conjunto de recursos farão com que os donos dos MacBook Pros atuais reexaminem suas necessidades.

Uma coisa a se considerar: agora os consumidores na verdade possuem mais opções de laptop do que nunca desde o fim do MacBook clássico. Existem três tipos diferentes para se escolher, o MacBook Air, o MacBook Pro tradicional e o MacBook Pro Retina. É uma boa variedade, que tem preços entre 3.600 reais até salgados 12.600 reais (modelo Retina) – sem incluir modelos personalizados BTO.

No entanto, o MacBook Pro Retina é o futuro da linha de notebooks da Apple – e é um símbolo brilhante de excelência. A tela Retina é algo para se maravilhar, e o design mais leve e menor resolve a demanda para nossos aparelhos ficarem ainda mais portáteis. Você terá de fazer alguns ajustes, mas felizmente, não é preciso sacrificar o desempenho. O MacBook Pro é um notebook bastante notável.

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Com tela Retina, novo MacBook Pro redefine notebooks completos

PRÓTela Retina impressiona; armazenamento em flash faz a diferença; entrada HDMI; Apple acertou em cheio com novos recursosCONTRAPreço muito alto no Brasil; número alto de pixels da Retina sacrificou desempenho em gamesFabricante: Apple

Preço: R$10 mil (modelo básico)

A Apple não tem medo de agitar as coisas, fazendo as pessoas repensarem a maneira como usam a tecnologia. Nos últimos anos, a maior parte dessa inovação foi focada no iPhone, iPad e iOS. Mas o novo MacBook Pro com tela Retina direciona a atenção de volta aos Macs.

O novo notebook não é apenas um lançamento revolucionário, ao combinar impressionantes desempenho e portabilidade em um Mac de 15 polegadas. Esse modelo também vai te forçar a mudar a maneira como você interage com um notebook. Desde renovar como você visualiza e trabalha com o conteúdo até como lidar com aparelhos e conexões externas, a Apple não tem receio de empurrar seus clientes em novas direções. O MacBook Pro é certamente uma novidade mais do que bem-vinda.

Tá bonito: tela Retina

O recurso marcante desse notebook está no seu nome – a tela Retina. Esse display fez sua estreia no iPhone 4, depois chegou ao iPad de terceira geração e finalmente ao novo MacBook Pro. É possível olhar para essa novidade como outro passo no processo de deixar o Mac ainda mais parecido com o iOS – ou outra maneira de te lembrar que todos esses produtos são parte de uma “grande família bonita da Apple”.

Os números da tela Retina são impressionantes: 2880×1800 pixels (220 pixels por polegada) para um total de 5,18 milhões de pixels em uma tela backlit de 15,4 polegadas. Quando está com suas configurações no máximo, a tela Retina é espetacular – os detalhes nas fotos são ótimos, e o texto é o mais limpo e nítido da história dos Macs. Não havia pixels mortos ou vazamento de luz nos dois MacBook Pros que testamos, e comparado a um MacBook Pro de 17 polegadas, as cores eram impressionantemente brilhantes.

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Com tantos pixels e duas placas de vídeo, é fácil perceber a quantidade de detalhes que você pode ver em fotos de alta resolução. Mas a tela também enfatiza a baixa qualidade de muitas imagens de sites. 

Os vídeos no MacBook Pro Retina ficam excelentes. Para exibir um vídeo de 1080p no MacBook Pro, o clipe é aumentado para caber na tela, uma vez que esses MacBook Pros já possuem mais pixels na tela do que uma HDTV. Não percebemos “fantasmas” nas imagens, e as placas de vídeo não pareceram ter problemas para lidar com o vídeo. Vale notar que uma placa de vídeo é integrada, caso da Intel HD Graphics 4000, e outra discreta, enquanto que a outra é discreta, a Nvidia GeForce GT 650M, com 1GB de memória de vídeo.

Vale notar que a tela Retina também suporta tecnologia IPS (in-plane switching), que ajuda cna reprodução de cores e visualização de ângulos. A Apple afirma que o display tem um ângulo de visão de 178 graus, que não contestamos após os testes.

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O que está dentro continua

A Apple oferece dois modelos do MacBook Pro Retina. A versão de entrada, que sai 10 mil reais, possui um processador Intel Core i7 de 2.3GHz, 8GB de 1600MHz de memória DDR3, e 256GB de armazenamento em flash (a maioria das pessoas chamam isso de drive SSD, mas a Apple chama de armazenamento em flash). O modelo de 12.600 reais tem um processador Core i7 quad-core de 2.6GHz, 8GB de memória DDR3 1600MHz, e 512GB de armazenamento em flash.

Os processadores do MacBook Pro Retina fazem parte da tecnologia de processadores Ivy Bridge, da Intel, que são menores e possuem maior eficiência energética do que a geração anterior dos processadores Sandy Bridge.

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O Retina Pro (acima) possui mais conexões rápidas, como duas portas Thunderbolt e outras duas USB 3.0

Recursos ausentes

O que está faltando? Ethernet – o MacBook Pro Retina vem com 802.11n, e a Apple um adaptador de Thunderbolt para Gigabit Ethernet por 99 reais. Também não há FireWire 800, que pode ser um problema maior do que a falta de ethernet, uma vez que aparelhos FireWire ainda são comuns entre usuários Macs. 

Outro recurso ausente é um SuperDrive. Em meu uso próprio, utilizo o SuperDrive apenas para realizar cópias de backup de filmes de DVDs que meus filhos ganham de presente. 

Mais fino e mais leve

À primeira vista, o MacBook Pro parece muito com o MacBook Pro de 15 polegadas tradicional e o design em corpo de alumínio é essencialmente o mesmo. A principal diferença é a espessura. Com a tampa fechada, o Pro Retina mede 1,8cm, enquanto que o MacBook Pro de 15”tradicional tem quase 2,5cm. Isso ajuda na hora da digitação, fazendo com que a borda do produto não atrapalhe o usuário.

O MacBook Pro Retina pesa 2kg, que é cerca de 500g mais leve do que o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas, e mais de 1kg mais leve do que o MacBook Pro de 17 polegadas. Mais leve é melhor – isso é um fato – mas o que é mais impressionate sobre o MacBook Pro Retina é que seus 2kg parecem muito bem distribuídos. Obviamente, ele é um pouco mais pesado próximo a tela, mas também não é leve demais na área próxima ao trackpad. Assim, se você carregar o notebook enquanto ele estiver aberto, o aparelho não vai cair das suas mãos de repente. Uma novidade legal é a adição de uma entrada HDMI, que permite conectar seu MacBook Pro a uma HDTV.

Uma pequena nota cosmética: a Apple mudou o logo do MacBook da parte inferior da tela para a seção mais baixa do produto.

Outras duas mudanças: o botão de força substitui o botão de ejetar do drive óptico no teclado, e não há mais um indicador de duração de bateria no hardware.

reviewproretina04.jpgEnt

Nova entrada HDMi permite ligar seu MacBook Pro a uma HDTV

Testes de benchmark

Para medir o desempenho dos dois novos modelos do MacBook Pro Retina, o Macworld Lab testou os modelos de 10 mil reais e 12.600 reais usando o Speedmark 7, nosso pacote de benchmark com aplicativos e tarefas do mundo real.

De modo impressionante, o MacBook Pro Retina com Core i7 de 2.6GHz não é apenas o notebook mais rápido que já testamos, como é o Mac mais rápido que já testamos, atingindo uma pontuação memorável de 330 no Speedmark 7. Confira as outras pontuações na tabela abaixo.

Se você olhar os resultados dos MacBook Pros do ano passado, o novo modelo Retina de Core i7 com 2.6GHz é 51% mais rápido. A comparação da versão antiga com o novo Retina com Core i7 de 2.3GHz também impressiona: ele é 46% mais rápido.

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É o armazenamento em flash que dá ao MacBook Pro Retina um sério impulso. Em comparação aos novos MacBook Pros tradicionais, os notebooks com tela Retina veem sérios ganhos em atividades baseados no disco, como o teste de Duplicação de uma pasta de 2GB, outro para Zipar/Descompactar uma pasta de 4GB. Em outros testes em que o aparelho de armazenamento “vem a jogo” (Importar Arquivo de Filme, Importar do Aperture, Importar do iPhoto), os notebooks Retina também tiveram vantagem.

Em outros testes que não são tão dependentes do disco (e mais focados na CPU), os notebooks com tela Retina e os novos MacBooks Pro tradicionais tiveram resultados mais próximos, como nos testes do HandBrake, do Pages, do MathematicalMark, e do Cinebench.

Um teste em que o novo modelo tradicional dos MacBook Pros claramente se distanciou dos Pros Retina foi no teste do Portal 2. O MacBook Pro tradicional com Core i7 e 2.6GHz foi 9% mais rápido do que o modelo Retina com o mesmo processador. Já o MacBook Pro tradicional com i7 e 2.3GHz foi 4% mais rápido do que o MacBook Pro Retina de Core i7 e 2.6GHz, mas também foi 17% mais rápido do que Pro Retina com Core i7 e 2.3GHz. Apesar de os Pros Retina e os modelos tradicionais terem as mesmas placas gráficas, as telas Retina possuem tantos pixels a mais para empurrar que isso pode afetar a taxa de frames nos games.

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Duração de bateria

A tela Retina consome muita energia. Você vai precisar de muito “suco” para mover todos esses pixels. A bateria embutida do MacBook Pro Retina está classificada a 95-watt hora. Em comparação, o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas tem 77.5 watt-hora. O MacBook Pro Retina possui uma bateria muito maior.

No entanto, a Apple classifica a duração de bateria de todos os MacBook Pros de 15 polegadas em 7 horas do que a companhia chama de uso da “web wireless”. O Lab da Macworld usa testes mais rigorosos, fazendo a reprodução de um filme em tela cheia no QuickTime Pro até que a bateria acabe. Isso suga a bateria de maneira mais rápida do que o uso geral que envolve acesso web.

Ambos os notebooks com tela Retina duraram cerca de cinco horas em nossos testes. Mesmo com suas baterias maiores, eles não duraram tanto quanto os MacBook Pros tradicionais de 15 polegadas, que duraram muitos minutos a mais. Na verdade, a geração anterior superou os novos modelos por uma margem significativa.

A nova definição de “pro”

A ideia da Apple de “pro”- ao menos para laptops – não envolve hardware customizável, o que significa que alguns usuários hardcore estão em uma encruzilhada. Você ainda pode comprar o MacBook Pro normal, abri-lo, e deixa-lo como preferir. Mas estou advinhando que não vai demorar muito antes que esse design também siga o modelo de 17 polegadas no status de descontinuidade. 

Então, qual a é a ideia de um laptop “pro” da Apple? Por enquanto, é o MacBook Pro Retinam, que filosoficamente está muito próximo do MacBook Air. Obviamente, ele é mais leve e menor do que antes, mas os recursos não presentes te forçam a se ajustar, como com o MacBook Air. O aspecto “pro”, neste caso,  faz referência ao desempenho. A velocidade geral de CPU corresponde ao MacBook Pro tradicional, por isso não existem comprometimentos de performance, que está muito a frente do MacBook Air.

Guia de compra da Macworld

Com o MacBook Pro de tela Retina, a Apple mais uma vez prova que é uma companhia que se recusa a sentar e ficar confortável em sua posição. Ela redefiniu o conceito de notebook ultraportátil com o MacBook Air, e agora alterou a ideia do notebook “pro”. Ficar menor e mais leve era algo esperado, por causa da história da empresa, mas as mudanças no conjunto de recursos farão com que os donos dos MacBook Pros atuais reexaminem suas necessidades.

Uma coisa a se considerar: agora os consumidores na verdade possuem mais opções de laptop do que nunca desde o fim do MacBook clássico. Existem três tipos diferentes para se escolher, o MacBook Air, o MacBook Pro tradicional e o MacBook Pro Retina. É uma boa variedade, que tem preços entre 3.600 reais até salgados 12.600 reais (modelo Retina) – sem incluir modelos personalizados BTO.

No entanto, o MacBook Pro Retina é o futuro da linha de notebooks da Apple – e é um símbolo brilhante de excelência. A tela Retina é algo para se maravilhar, e o design mais leve e menor resolve a demanda para nossos aparelhos ficarem ainda mais portáteis. Você terá de fazer alguns ajustes, mas felizmente, não é preciso sacrificar o desempenho. O MacBook Pro é um notebook bastante notável.

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Publicado por em 1 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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MacBook Pro Retina “some” das lojas e sites cobram quase US$ 2 mil a mais

O novo MacBook Pro Retina, anunciado durante a WWDC 2012, chamou atenção não só pela tela de altíssima resolução, mas também pelo preço, a partir de US$ 2.100 nos EUA mas até R$ 12.600 no Brasil. Entretanto, parece que há muita gente disposta a desembolsar todo esse dinheiro para adquirir a nova máquina da Apple.

Leia mais: 
Primeiras impressões: testamos o MacBook Pro com tela Retina
Em pedaços: Veja o novo MacBook Pro Retina por dentro
Mountain Lion chega em julho por apenas 20 dólares

Nos EUA, de acordo com dados da loja online da empresa, o tempo de espera para receber o dispositivo saltou para até quatro semanas – no Brasil, a espera pode durar até 5 semanas. O aparelho começou a ser vendido no mesmo dia em que foi anunciado (11), porém, no dia seguinte, o prazo de entrega já havia aumentado para “de duas a três semanas”. Não demorou muito para que outras pessoas se aproveitassem da situação, e começassem a oferecer o computador em sites de venda online como eBay, com preços até quase dois mil dólares mais caros.

Uma das ofertas mais visitadas no eBay lista o modelo mais básico do MacBook Pro Retina (com processador Core i7 de 2.3 GHz) por 3.900 dólares, cerca de 1.700 dólares mais caro do que o valor cobrado pela Apple nos EUA .

O display Retina pode ser o culpado pela demora na entrega, já que a empresa, de acordo com especialistas, passou pelo mesmo tipo de situação com o Novo iPad, o primeiro dispositivo da empresa a ter o display de alta resolução da Apple além daquele de 3.5 polegadas presente no iPhone. A tela do MacBook Pro possui 65% mais pixels do que aquela no iPad, logo deve ser muito mais difícil produzir o componente em grandes quantidades.

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Notebook pode sair quase 2 mil dólares mais cara para os apressados 

Batizado de “MacBook Pro com tela Retina” a máquina tem como seu ponto central a tela de 15.4″ com resolução de 2880 x 1800 pixels, e densidade de 220 pixels por polegada. O modelo básico conta com processador Intel Core i7 Quad-Core de 2.3 GHz, 8 GB de RAM, SSD de 256 GB, vídeo Intel HD Graphics 400, uma câmera FaceTime HD para videochamadas em alta definição, Wi-Fi 802.11n, duas portas Thunderbolt, USB 3, teclado iluminado e bateria com autonomia para até 7 horas. O preço, no Brasil, é de R$ 9.999 (US$ 2.199 nos EUA).

Um modelo mais sofisticado tem processador quad-core Intel Core i7 de 2.6 GHz, e SSD de 512 GB, por US$ 2.799. Ambos os modelos podem ser configurados “de fábrica”, na hora do pedido, com até 16 GB de RAM. As máquinas tem apenas 1.8 cm de espessura, e pesam pouco mais de 2 Kg.

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Publicado por em 23 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Em pedaços: Veja o novo MacBook Pro Retina por dentro

Mal o novo MacBook Pro com tela Retina, anunciado pela Apple na última segunda-feira (11) durante a WWDC, chegou às lojas e a equipe do iFixit já colocou as mãos na máquina e a deixou em pedaços, como é de costume.

Contudo, se você esperava fazer upgrades no computador, como SSD de maior capacidade ou mais RAM, pode esquecer. De acordo com o iFixit, esse é o MacBook com menor possibilidade de reparo ou modificação pelo usuário – em uma escala de 1 a 10, o site deu nota 1 ao novo laptop da Apple.

Leia mais: Primeiras impressões: testamos o MacBook Pro com tela Retina

Ao que tudo indica, a Apple não quer mesmo que seus consumidores mexam no notebook – ao começar pelos parafusos proprietários, que precisam de uma chave especial para serem removidos. A memória RAM é soldada na placa, o que não possibilita um upgrade futuro, e o SSD é proprietário, o que não permite que seja substituído – seu computador fica do mesmo jeito que você o tirou da loja.

Por fim,  bateria do notebook é colada à parte inferior do chassis, cobrindo alguns cabos. Já a tela Retina, grande destaque do equipamento, é completamente selada, ou seja, caso você tenha algum problema será preciso trocar todo o conjunto tela + tampa superior (algo que não sai nada barato). No site do iFixit, você pode acompanhar todo o procedimento passo a passo.

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Dispositivo ganhou nota 1 em possibilidade de upgrade feito pelo usuário

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Publicado por em 23 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Primeiras impressões: testamos o MacBook Pro com tela Retina

O novo MacBook Pro Retina, anunciado ontem durante a WWDC 2012, chegou na redação da Macworld Americana, e já foi possível fazer um apanhado com as primeiras impressões sobre o novo notebook da Apple.

Usuários da atual versão de 15 polegadas do portátil vão notar logo de cara que o novo modelo é mais fino e mais leve do que o atual, além de ser um pouco mais estreito. Dito isso, a comparação com o MacBook Air é inevitável: sem drive óptico, disco rígido, porta FireWire ou entrada Gigabit Ethernet.

Ao invés de tudo isso, SSD, Thunderbolt, portas USB 3.0, leitor de cartão SD  e HDMI. Compare com o modelo de MacBook Pro antigo, e tudo que ele tem é o drive óptico. Na parte esquerda há um conector MagSafe 2, duas portas Thunderbolt e uma porta USB 3.0, além da entrada para fone de ouvido.

Leia também:

– Conheça as novidades do iOS 6, novo sistema do iPhone e iPad

– Vídeo: Veja tudo que rolou na WWDC 2012

– Novo iMac chega só em 2013, diz Apple

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Lados direito e esquerdo do MacBook Pro Retina (em cima) e versão antiga de 15 polegadas (embaixo) – clique para ampliar

E então há a tela, com impressionantes 2880×1800 pixels, que se parece com aquela do modelo com 1440×900 pixels, exceto pelo fato de que há quatro vezes mais pixels em cada polegada da tela. Assim como no terceiro iPad e nos iPhones 4 e 4S, a tela Retina exibe imagens e textos incrivelmente suaves e nítidos, com enorme nível de detalhe.

É um tanto quanto curioso ver a interface do Final Cut Pro mostrando um “preview” de um vídeo em resolução 1080p, que ocupa apenas um quarto da tela, com muito espaço de sobra para utilizar. Fotos ficam igualmente boas, e páginas web exibem textos em ótima resolução, contudo, assim como acontece no novo iPad, as fotos nessas páginas ficam muito mais serrilhadas.

O painel de preferências de Display nesse sistema (atualmente OS X version 10.7.4) é diferente dos Macs anteriores. Ao invés de exibir uma lista com as resoluções, ele marca com o padrão o valor “Best for Retina display” (a “melhor para a tela Retina”, em tradução livre). Caso você escolha a opção Scaled (em escala), o usuário pode escolher entre cinco pré-definições, que vão desde Larger Text (que faz com que os elementos de interface fiquem maiores na tela) ou More Space (que torna tudo menor, liberando mais espaço).

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Janela é diferente em comparação aos outros notebooks, com opções específicas para a tela Retina

E há uma novidade que irá deixar os gerentes de TI e alguns usuários emburrados: uma porta que deixa toda uma geração de acessórios Apple incompatível com as máquinas mais novas. Nesse caso, trata-se do conector de energia MagSafe, que ficou mais fino e mais longo do que seu antecessor –  a Apple passou a oferecer um adaptador, que custa 9 dólares, para resolver esse problema. Isso aconteceu simplesmente porque o novo MacBook Pro é fino demais para o conector MagSafe antigo, logo a mudança é necessária.

A Apple afirma que o processo utilizado para colocar a tela Retina na tampa do notebook permite que menos vidro seja utilizado, criando menos reflexos. É difícil de confirmar isso sem utilizar o aparelho por muito tempo, contudo o notebook parece muito mais o MacBook Air (que não possui distorção de brilho) do que os MacBooks Pro (brilhantes demais).

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Novo MagSafe 2 (esq.) é mais fino e mais longo do que seu antecessor (dir.)

Se não fosse pelo display Retina, esse notebook seria apenas uma esperada fusão entre as duas famílias de portáteis da Apple. Talvez não esteja longe o dia em que haverá apenas uma linha de MacBooks, que comece com telas de 11 polegadas e chegue até as 15 polegadas. Entretanto, esse dia ainda não chegou, e esse modelo pesa tanto no bolso que fica difícil acreditar que ele faça os equipamentos atuais sumirem – o modelo mais “básico” custa 10 mil reais, enquanto o mais avançado chega a impressionantes 12.600 reais.

Agora só resta esperar e acompanhar como a primeira tela de alta definição será recebida nos Macs. Os desenvolvedores precisarão atualizar seus apps, e será interessante ver como os usuários aproveitarão a resolução do display, principalmente aqueles que trabalham com imagem ou vídeo.

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Publicado por em 22 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Apple anuncia MacBook Pro com tela Retina

Confirmando rumores, a Apple anunciou durante a abertura da WWDC 2012, seu evento anual para desenvolvedores, uma nova versão do MacBook Pro equipado com uma tela Retina, como o novo iPad e o iPhone 4 ou 4S.

Batizado de “MacBook Pro com tela Retina” a máquina tem como seu ponto central a tela de 15.4″ com resolução de 2880 x 1800 pixels, e densidade de 220 pixels por polegada. O modelo básico da máquina conta com processador Intel Core i7 Quad-Core de 2.3 GHz, 8 GB de RAM, SSD de 256 GB, vídeo Intel HD Graphics 400, uma câmera FaceTime HD para videochamadas em alta definição, Wi-Fi 802.11n, duas portas Thunderbolt, USB 3, teclado iluminado e bateria com autonomia para até 7 horas. O preço, no Brasil, é de R$ 9.999 (US$ 2.199 nos EUA).

Um modelo mais sofisticado tem processador quad-core Intel Core i7 de 2.6 GHz, e SSD de 512 GB, por US$ 2.799. Ambos os modelos podem ser configurados “de fábrica”, na hora do pedido, com até 16 GB de RAM. As máquinas tem apenas 1.8 cm de espessura, e pesam pouco mais de 2 Kg.

Segundo a Apple, o Mac OS X e vários de seus aplicativos profissionais, como o Final Cut Pro, estão sendo atualizados para tirar melhor proveito da tela de alta-resolução do novo MacBook. Empresas como a Adobe (Photoshop), Autodesk (AutoCAD) e Blizzard (Diablo III) também estão atualizando seus programas.

Opções para todos os bolsos

Quem se assustou com o preço do “MacBook Pro com tela Retina” não precisa se preocupar. A Apple manteve dois modelos do MacBook Pro “clássico”. Equipados com telas de 13″ ou 15″, processadores Intel Core i5, dual-core ou Core i7 quad-core, GPU GeForce GT 650M, portas Thunderbolt, USB 3, Wi-Fi 802.11n, câmera FaceTime HD e baterias com até 7 horas de autonomia. Os preços começam em R$ 3.999 pelo modelo com tela de 13″

O MacBook Air também foi atualizado. A Apple continua oferecendo modelos com telas de 11.6 e 13.3 polegadas, mas agora os processadores são Intel Core i5 de terceira geração (família Ivy Bridge), com vídeo Intel HD Graphics 4000. Recursos encontrados nos outros MacBooks, como a porta USB 3 e Wi-Fi 802.11n também estão presentes no Air. Os preços não mudaram, com o modelo básico saindo por R$ 3.699.

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Publicado por em 18 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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