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Rússia tem propostas para resolver situação na Ucrânia, diz chanceler

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse nesta segunda-feira (10) que a Rússia elaborou propostas para levar a situação ucraniana a um quadro legislativo que leve em conta todos os interesses do país.

As propostas “apontam para levar a situação aos marcos do direito internacional, tomando em conta os interesses de todos os ucranianos sem exceção”, disse Lavrov em reunião de trabalho com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

“Confio que depois disso poderemos entregar as propostas a nossos parceiros a fim de continuar o diálogo”, afirmou Lavrov, segundo a agência “Itar-Tass”, que precisou que o encontro do titular das Relações Exteriores e o chefe do Estado foi realizado em Sochi, cidade russa nas margens de Mar Negro.

Lavrov também relatou ter convidado o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Jerry, para visitar a Rússia e continuar as conversas sobre a situação. Kerry, entretanto, disse querer adiar a visita, afirmou Lavrov.

Lavrov e Kerry tiveram vários contatos nos últimos dias para tentar superar suas divergências a respeito da Ucrânia.

O russo indicou que na sexta-feira seu colega americano lhe transmitiu propostas por escrito para uma solução da crise ucraniana que não satisfazem Moscou, pois são formuladas “como se existisse um conflito entre Rússia e Ucrânia”.

Além disso, o chanceler russo acrescentou que a concepção das propostas dos EUA, cujo conteúdo não foi revelado, se baseiam em “fatos consumados” e propõem “tomar como ponto de partida a situação criada pelo golpe de Estado” na Ucrânia, em alusão à revolta popular que varreu o regime do presidente Viktor Yanukovich.

Lavrov comunicou ao chefe do Kremlin que os parceiros europeus da Rússia acreditam que Moscou e Washington devem explorar diretamente e em conjunto vias de regra para situação na Ucrânia “aceitáveis para todos”.

A crise ucraniana, que começou há mais de três meses, foi marcada basicamente pela destituição do então presidente Viktor Yanukovytch, que partiu para a Rússia.

A instabilidade política na região sofreu uma reviravolta recente com os movimentos de tropas russas na Crimeia e o anúncio de um referendo sobre a anexação dessa península autônoma ucraniana à Rússia. O referendo será realizado em 16 de março.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Dicas: como resolver dúvidas sobre compras na iTunes Store

Na coluna desta semana sobre iTunes, falamos também sobre como baixar a resolução dos seus vídeos para que eles ocupem menos espaço no Mac. Na nossa coluna de dicas sobre o iTunes desta semana, falamos sobre como diminuir o espaço ocupado pelos seus vídeos, o problema que o limite de 5 contas da iTunes Store pode trazer aos usuários e como comprar um aplicativo para outra pessoa com a sua conta.

P: É possível converter vídeos existentes em 720p no iTunes para uma resolução menor? Antes, ao importar vídeos, sempre escolhia a resolução mais alta disponível. No entanto, minha bibiloteca de vídeo está ficando muito grande e não noto uma grande diferença na qualidade dos vídeos.

Presumo que está falando sobre vídeos que “ripou” ou baixou pela web, não vídeos comprados na iTunes Store. Para qualquer vídeo ripado, você sempre pode convertê-los usando um aplicativo como o HandBrake. Mas se o problema é a falta de espaço, sugerimos mudar seus vídeos para um HD externo, ou um disco de rede. Se realmente quiser baixar a resolução, tente converter alguns vídeos com o HandBrake, e, se a qualidade for o bastante, use essa solução.

P: Recentemente “esbarrei” em uma parede quanto ao limite de cinco máquinas autorizadas por conta no iTunes. Em casa tenho (1) um MacBook Pro que uso em viagens, um MacPro (2) e um iMac (3), que ficam no meu escritório em casa. Também um iMac (4) no meu trabalho. E minha esposa tem um Mac Mini (5) com o qual compartilho minha biblioteca. Aí vão minhas cinco autorizações. Agora quero configurar um servidor de mídia em um Mac Mini em casa para realizar streaming do conteúdo para várias Apple TVs, e não posso autorizará-lo a compartilhar minha biblioteca. Não acho que meu caso é tão fora do comum, especialmente pensando nas pessoas que tem filhos em casa que também entram nessa conta. Sabem de alguma maneira de conseguir mais do que cinco autorizações?

Infelizmente, esse limite parece estar estabelecido “em pedra”. E você não está sozinho; tenho quatro máquinas autorizadas, e conheço muitas pessoas que estão usando todos os cinco aparelhos permitidos. A Apple realmente precisa mudar essa regra se quiser que as pessoas continuem usar suas contas no iTunes como “hubs digitais”. Por enquanto, só posso te sugerir que desautorize um dos dois computadores do seu escritório.

P: Posso comprar um aplicativo para outro iPad usando a minha conta no iTunes? Já tenho o app, mas gostaria de comprar para a minha neta, no iPad dela.

A sua conta no iTunes é ligada ao seu iPad e ao seu computador. Apesar de você poder fazer login no iPad da sua neta, ela só poderá atualizar qualquer app comprado assim com acesso aos dados de acesso e senha da sua Apple ID.

O que você deveria fazer é dar o app de “presente” para a sua neta. Quando achar o aplicativo que quer comprar, clique no botão de seta ao lado do preço; verá uma opção Presentear App no menu pop-up. Basta seguir as instruções depois disso.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Saiba como resolver problemas com compras e bibliotecas no iTunes

Na dica especial sobre iTunes dessa semana, damos uma olhada em problemas de autorização na iTunes Store, uma pergunta sobre as capas dos álbuns, e como dividir sua biblioteca musical no ITunes.

P: Frequentemente recebo uma mensagem de erro ao sincronizar o iPad da minha mulher com o meu Mac, dizendo que alguns itens não foram copiados, porque não estou “autorizado para eles nesse computador”. Como posso resolver isso?

Você provavelmente tem conteúdos da iTunes Store que tem origem em duas contas de usuário diferentes. Para o seu Mac autorizar que esse conteúdo seja copiado para aparelhos iOS, você pode fazer uma das duas coisas a seguir. A primeira maneira é encontrar um dos itens – música ou vídeo – e dar um clique duplo para iniciar a reprodução. O iTunes vai exibir uma caixa de diálogo pedindo para que você autorize o computador. (Vale notar que apenas vídeos ou músicas mais antigas com DRM da iTunes Store vão pedir autorização.)

A segunda maneira é escolher Loja -> Autorizar esse Computador (Store -> Authorize This Computer). Digite a Apple ID conectada com a conta para os itens que não estão sendo copiados, depois a senha, e clique em Autorizar.

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Se isso não funcionar, pode haver um problema entre seu Mac e os servidores de autorização da Apple. Você pode tentar desautorizar todos os seus aparelho ao acessar a iTunes Store, clicar em Conta (Account) em Links Rápidos (Quick Links), depois fazer login com sua Apple ID e senha. Na seção Sumário (Summary) da Apple ID, na tela da sua conta, busque por Autorizações de Computador (Computer Authorizations), e clique em Desautorizar Todos (Deauthorize All). Você terá de reautorizar individualmente seus computadores ao reproduzir qualquer item, como mencionado acima (Mas tenha em mente que você só pode usar a opção Desautorizar Todos uma vez por ano).

P: Há uma maneira de ter a arte para um álbum com capas diferentes para cada faixa? Por exemplo, tenho uma compilação de músicas dos anos 1980, sendo que cada uma possui sua própria arte. Gostaria de ver a arte geral para o disco quando estiver na visualização Cover Flow, mas a arte individual para cada música enquanto ela é reproduzida. Isso é possível?

Não, você não pode fazer isso que está perguntando. O iTunes exibe a capa da primeira faixa do disco quando está mostrando o álbum, como nas visualizações Grid View ou Cover Flow. No entanto, é possível colar capas para cada música que serão exibidas, digamos, em um iPhone ou iPad quanto estiver ouvindo as faixas. Mas se as suas músicas estiverem em uma playlist, a arte para cada faixa específica será mostra em qualquer tipo de visualização.

P: Atualmente tenho mais de 55 mil músicas na minha biblioteca do iTunes, e o iTunes ficou um pouco lento. Gostaria de criar uma ou mais bibliotecas e transferir grandes porções da minha biblioteca principal para elas. É possível criar uma nova biblioteca e exportar para ela um volume de faixas da minha biblioteca já existente?

Sim, você pode fazer isso. Antes de qualquer coisa, no entanto, certifique-se de possuir backups (cópias de segurança) dos seus arquivos de músicas, caso algo saia errado.

Para criar uma nova biblioteca, saia do iTunes se ele estiver aberto, então abra-o novamente enquanto segura apertada a tecla Option. O iTunes vai exibir a caixa de diálogo Escolha a Biblioteca do iTunes (Choose iTunes Library). Clique em Criar Biblioteca (Create Library), e escolhe um nome e local para os arquivos da biblioteca. Quando quiser mudar de biblioteca, abra o iTunes da mesma maneira e clique em Escolher Biblioteca (Choose Library) para selecionar qual biblioteca quer carregar.

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Volte para a sua biblioteca principal e crie uma nova playlist. Arraste todas as músicas que quer mover para a nova biblioteca nessa playlist. Quando tiver feito isso, escolha Arquivo -> Biblioteca -> Exportar Playlist (File -> Library -> Export Playlist). Essa playlist terá todas as informações sobre suas músicas que não estão nas tags (classificações, contagem de reproduções, datas das últimas reproduções, e por aí vai).

Crie uma nova pasta em algum lugar, como seu desktop. Selecione todos os arquivos na lista de reprodução que acabou de criar e arraste-os para essa pasta; isso copiará os arquivos de música.

Feche o ITunes, abra-o segurando a tecla Option, e escolha a nova biblioteca que criou anteriormente. Arraste todos os arquivos de músicas que acabou de copiar para o iTunes, então importe a playlist (Arquivo -> Biblioteca -> Importar playlist), e você verá todas as músicas, e todos os metadados.

Por último, volte para a biblioteca original, selecione a playlist que criou, e aperta Option+Delete para apagar a lista de reprodução e as músicas da sua biblioteca.

Se preferir apenas mover determinados itens ou tipos de mídias para outro HD, também é possível dar uma olhada no aplicativo TuneSpan (15 dólares), da Random Applications.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja como resolver 10 incômodos no Google Docs

Siga nossas dicas e aprenda a lidar com texto repetido, descubra como trabalhar offline, sincronize suas “nuvens” e muito mais

O Google Docs é conveniente, barato e compatível com praticamente qualquer plataforma, tornando a colaboração incrivelmente simples. Também é irritante, incompleto e limitado. Como ele existe “na nuvem”, pouco além do alcance de seus dedos, você está à mercê dos engenheiros da Google, que controlam os ajustes, correções e melhorias.

Desde que colocou o serviço no ar em 2006 a Google vem melhorando o Docs para adicionar suporte a documentos de texto complexos, tabelas, formulários e apresentações. Você pode ter que esperar que os engenheiros façam grandes mudanças, mas ainda assim pode aplicar alguns truques para contornar problemas ou acessar recursos ocultos. Quer reduzir o número de abas abertas? Compensar a falta de um corretor ortográfico guiado? Criar atalhos para trechos de texto frequentemente usados? Então continue lendo para tornar sua preferência mais agradável. 

Neste primeiro artigo de uma série, iremos falar apenas do editor de textos do Google Docs. Em breve teremos também dicas para a planilha de cálculo e ferramenta de apresentações.

1. Aprenda a lidar com texto repetido

Os editores de texto tradicionais podem usar plug-ins e utilitários, como o TextExpander para o OS X e iOS, que completam automaticamente frases e palavras frequentemente usadas, seja um título profissional ou uma linha de código HTML frequentemente usada. O Google Docks tem uma função similar – porém um tanto limitada.

Digamos que você é um professor que precisa escrever constantemente a frase “precisa de mais explicações” nos trabalhos de seus alunos. Para economizar tempo abra um documento de texto no Docs e clique em Ferramentas / Preferências. Na janela que surge, sob o item Substituição automática, digite pme debaixo de Substituir e precisa de mais explicações debaixo de Com. Clique em OK.

De volta ao seu documento digite pme, tecle espaço e a abreviatura deve ser automaticamente substituída pelo texto que você definiu. Se não funcionar volte a Ferramentas / Preferências e certifique-se de que a opção Substituição automática está marcada. Escolha substituições curtas e tente usar combinações de letras únicas, para que o Google Docs não confunda uma palavra com uma substituição.

As preferências de substituição são universais, e uma vez configuradas irão funcionar em qualquer documento de texto. Uma limitação é que o Google Docs só permite substituições em uma linha de texto, então criar um comando para substituir blocos inteiros, como uma assinatura, está fora de cogitação. Pelo menos por enquanto.

2. Veja arquivos em “texto puro”

Se você usa editores como o Emacs, Gedit, Notepad e Vim, pode ter notado que alguns arquivos criados por estes aplicativos não são exibidos pelo Google Docs. Em vez disso você verá o “documento sorridente” e a mensagem de erro abaixo.

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Isso ocorre quando você faz o upload de um arquivo de texto com uma extensão que o Google Docs não reconhece, como a .sh dos shell scripts em Bash, ou quando seu documento não tem uma extensão. Antes de fazer o upload de um arquivo de texto para o Google Docs, clique com o botão direito do mouse sobre ele, escolha Renomear e adicione a extensão .txt ao final. Agora você não terá problema ao visualizá-lo no Google Docs.

3. Simule um corretor ortográfico guiado

Em contraste à maioria dos editores de texto, o Google Docs não tem um processo “formal” de correção ortográfica: ela é feita automaticamente enquanto você digita. Sempre que você vir uma palavra sublinhada em vermelho, pode clicar com o botão direito do mouse sobre ela para ver possíveis correções.

Mas para algumas pessoas isso não é tão bom quanto um corretor tradicional, que aponta os erros em sequência, um a um. Para simular este comportamento use dois atalhos de teclado: Ctrl+; te leva ao próximo “erro”, e Ctrl+[, que volta ao anterior.

4. Conquiste mais espaço

O Google Docs desperdiça valioso espaço na tela cercando o menu e barras de ferramentas com amplo espaço em branco, o que pode ser um problema se você está trabalhando em uma tela de resolução limitada, como um netbook. Para redimir o problema clique em Visualizar / Compactar controles (ou tecle Ctrl+Shift+F). 

Lembre-se que esta opção tem de ser definida para cada tipo de documento em separado. Você pode compactar os controles em um documento de texto, por exemplo, mas suas planilhas ainda mostrarão os controles normais a não ser que você repita o processo.

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Em cima, os controles “normais” no Google Docs. Embaixo, a versão “compacta”

Se você quiser ainda mais espaço, tente ver os documentos em “tela inteira” (Visualizar/Tela inteira). Eles irão ocupar toda a janela do navegador, e os menus e barras de ferramentas ficarão ocultos até que você tecle Esc. É uma boa opção para quem já domina os atalhos de teclado do Docs e não precisa dos menus e barras de ferramentas sempre visíveis. Esta opção não é permanente, e você tem de ativá-la cada vez que abrir um documento.

Para ter ainda mais espaço, combine o modo “tela inteira” do Docs com o modo Tela Cheia de seu navegador favorito. No Firefox e no Chrome basta teclar F11. Assim o navegador irá ocupar a tela inteira, o documento irá ocupar todo o navegador, e você terá o máximo de espaço para seu texto, sem nada mais para lhe distrair. 

5. Desligue todas as notificações

Você está colaborando em um documento online mas ficando maluco por causa das constantes notificações via e-mail? Então não está sozinho. Reagindo aos usuários que expressaram sua frustração em várias threads nos grupos de discussão do Google Docs, a Google criou um recurso que permite bloquear as notificações em documentos específicos.

Basta abrir o documento, clicar no botão Comentários no canto superior direito da tela e em Configurações de notificação. Na janela que surge, marque Não enviar notificações por e-mail sobre este documento para mim e clique em OK. Você também pode escolher ser notificado apenas quando mencionado em um comentário, ou quando alguém responder a algo sobre o que você comentou. 

6. Abra documentos na mesma aba ou janela

Por padrão o Google Docs abre cada um de seus documentos em uma nova aba ou janela, mas você pode mudar este comportamento para que ele ocupe apenas uma aba/janela de cada vez. 

Clique no botão com a engrenagem no canto superior direito da janela principal do Google Docs (a que lista todos os seus documentos) e no item Configurações no menu. Na tela seguinte, sob a aba Geral, encontre a opção Onde os itens serão abertos e selecione o item Na janela atual. Clique em Salvar no final da página.

A partir de agora seus documentos serão abertos na mesma aba, exceto quando você criar um novo documento ou abrir um documento a partir de outro usando a opção Arquivo/Abrir. 

7. Descubra quem fez uma alteração

O Google Docs permite que você veja quem fez mudanças em qualquer documento compartilhado, com o nível de detalhes que você quiser. Para começar clique em Arquivo/Ver Histórico de Revisões. Uma barra aparecerá na lateral direita da tela, detalhando as mudanças recentes em seus documentos. Cada pessoa que editou o documento aparece na lista, com uma cor correspondente. 

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Histórico mostra quem alterou um documento, e quando

Mudanças feitas por diferentes editores são destacadas com suas respectivas cores. Se você quiser ver detalhes adicionais, como revisões célula-a-célula em uma planilha, clique no botão Mostrar revisões mais detalhadas no rodapé da barra. Para reverter um documento para uma versão anterior, encontre-a no histórico e clique em Restaurar esta revisão sob o nome do editor. Se você quer ver as revisões sem as cores em destaque, desmarque a opção Mostrar alterações no rodapé da barra lateral. Para sair do histórico de revisões sem fazer qualquer mudança, clique no X no topo de barra lateral.

8. Evite problemas com imagens grandes

No Google Docs você pode inserir praticamente qualquer imagem em um documento texto simplesmente arrastando-a do desktop para o documento (desde que use uma versão recente dos navegadores Chrome, Firefox, Internet Explorer ou Safari). Mas há um limite: não é possível usar imagens com mais de 2000 pixels de largura ou altura.

A Google diz que este é um problema conhecido e está trabalhando em um meio de corrigí-lo. Até lá a solução é usar um editor de imagens (que tal um online?) para redimensionar a imagem para algo menor. Só não esqueça de salvar a imagem redimensionada com um novo nome, para não sobrescrever a original.

9. Compartilhe arquivos entre suas “nuvens”

Compartilhar arquivos entre o Google Docs e serviços como o Box, Dropbox ou SkyDrive é um incômodo. O método padrão é baixar o arquivo de um serviço e enviá-lo para outro, um trabalho manual desnecessário. Uma alternativa melhor é usar um serviço online como o Otixo, que permite gerenciar múltiplos serviços na “nuvem” em um local central e transferir arquivos entre eles sem baixar nada para seu PC.

Depois de criar uma conta (gratuita) e fazer o login, clique em My Cloud Services e selecione as contas que deseja adicionar. Depois de autorizar cada serviço você poderá simplesmente arrastar e soltar arquivos entre o Google Docs e o Dropbox, por exemplo.

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Otixo: integração entre várias “nuvens” e serviços online

O Otixo atualmente funciona com vários serviços online, incluindo o Google Docs, Amazon S3, Box, Files Anywhere, GoDaddy Online Storage, GMX, Picasa, SkyDrive e SugarSync, bem como servidores WebDAV e FTP.

O serviço é grátis se você transferir até 250 MB de dados por mês, e custa R$ 10 para uso ilimitado. E ele é capaz de realizar conversões entre formatos de arquivo quando necessário, como transformar um documento do Google Docs em um arquivo .doc quando você o copia para o Dropbox. Em meus testes, o programa também funcionou bem num iPad.

10. Evite a internet

O maior incômodo no Google Docs é que você precisa de uma conexão à internet para fazer qualquer coisa, seja criar um novo documento ou editar um já existente. A Google está tentando melhorar a situação com a adição recente da capacidade de visualizar (mas não de editar) documentos de texto e planilhas.

Este recurso, ainda em estágio Beta, só está disponível para usuários do Google Chrome. Para usá-lo basta clicar na engrenagem no canto superior direito da tela inicial do Google Docs e escolha a opção Configurar o Google Docs off-line. Na janela que aparece, seleciona a opção Permitir o Google Docs off-line. A partir daí seus documentos serão sincronizados automaticamente com o PC.

Você precisa autorizar o acesso em cada PC onde quiser usar este recurso. Para acessar seus documentos quando estiver offline, basta acessar docs.google.com no navegador, como se você estivesse conectado. O ícone de um “raio” próximo ao logo do Google Docs informa que você está offline.

Embora offline você só possa visualizar os documentos, você pode copiar o conteúdo, colá-lo em um editor tradicional e continuar trabalhando no texto. Ou, já que você está usando o Chrome, pode experimentar um editor integrado ao navegador como o Write Space, que permite que você trabalhe em um documento de cada vez e salva automaticamente seu trabalho. Depois você pode colar o texto de volta no Google Docs.

Não é a solução ideal se você está trabalhando em um documento compartilhado, mas pelo menos é uma opção para trabalhar na hora do aperto.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja como resolver problemas com listas e gêneros no iTunes

Recebemos muitas perguntas sobre o funcionamento básico das listas  e classificação do iTunes. São coisas que podem não ser muito óbvias, mas que são práticas para saber e podem tornar seu uso do software mais eficiente. Confira abaixo algumas dicas interessantes para o programa de gerenciamento e reprodução de conteúdo da Apple.

P: Não consigo saber quais das muitas playlists que possuo estão realmente tocando. Elas estão todas listadas na parte esquerda da tela, mas não vejo nenhum indicativo de qual está sendo reproduzida. Como posso descobrir isso?

Não há como saber no iTunes qual playlist está tocando. Se você começou a reproduzir faixas em uma playlist, e depois clicou em outro item, a playlist com as músicas não ficará diferente de nenhuma maneira. No entanto, há um jeito para pular imediatamente para a música que você está ouvindo no momento: pressione Command+L. Isso vai destacar a faixa sendo reproduzida, a faixa será realçada lá; se você começou a tocar na sua biblioteca de música, o iTunes vai colocar um destaque lá.

P: Eu gosto de colocar minha biblioteca inteira do iTunes (cerca de 10 mil faixas) no modo Shuffle e ouvir o que aparecer na lista. Mas não quero que o gênero Festas (e ocasionalmente outros gêneros) sejam incluídos. Como posso fazer isso sem precisar construir uma playlist de 9.700 músicas que omita as 300 faixas do gênero Festas?

O iTunes oferece uma configuração para excluir as faixas do Shuffle. Neste caso, vá até sua Biblioteca de Música e então exiba o Navegador de Coluna/Column Browser (aperte Command+B se ele não estiver visível). Clique no gênero que quer excluir do Shuffle. (Se não visualizar uma opção de Gênero, vá em Visualizar -> Navegador de Coluna e selecione Gêneros para adicionar nessa coluna.) Selecione todas as faixas, então aperte Command+I para exibir a janela de informações. Clique na aba Opções, então selecione Sim no menu pop-up próximo a opção Pular quando estiver em Shuffle (Skip When Shuffle). Clique em Ok e o iTunes vai evitar que todas essas faixas entrem no modo Shuffle, tanto no iTunes quanto em qualquer aparelho iOS/iPod. Você pode fazer isso com qualquer gênero que queira excluir desse modo aleatório de reprodução.

Se quiser mudar de volta – digamos quando estiver na época de Natal – apenas selecione todas as faixas e mude a configuração para Não.

Outra alternativa seria criar uma playlist inteligente com músicas cujo gênero não seja Festas e usá-la como a base para o seu Shuffle.

P: Já ripei centenas de CDs pelo iTunes e muitos deles de alguma maneira foram classificados como compilações. Por causa disso, quando olho na listagem de artistas não consigo encontrar essas bandas. Preciso saber que eles estão em Compilações e olhar nesse setor. Como consigo fazer esses discos aparecerem pelos nomes dos artistas?

Quando o iTunes pega informações de tags para um CD, algumas vezes esses dados são configurados erroneamente na tag Compilações. Mas você pode mudar isso. Selecione todas as faixas que quiser mudar, então aperte Command+I e clique na aba Opções da janela de informações. Depois em Parte de uma Compilação (Part of a Compilation), selecione Não no menu pop-up e então clique em OK.

P: Existe uma maneira de estabilizar todas as minhas músicas no iTunes para que quando eu acionar o Shuffle não precise ficar ajustando o volume?

Na teoria, sim. E a solução é chamada Verificação de Som (Sound Check). Para usá-la, vá até o iTunes -> Preferências e selecione a aba Reprodução. Agora marque a opção Verificação de Som. Quando fizer isso, o iTunes vai começar a analisar suas músicas, e aplicar um ajuste de volume positivo ou negativo a elas. Quando você reproduzir suas músicas, esses ajustes serão levados em conta.

Mas você deveria saber que esse recurso está longe de ser perfeito. O ITunes determina o volume médio de uma faixa, por isso uma música que começa suavemente e termina barulhenta ainda pode soar sem equilíbrio em relação a faixa anterior ou posterior a ela.

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Publicado por em 12 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Google envia propostas para resolver ação antitruste na UE

CEO da empresa, Eric Schmidt, mandou carta com planos para resolver quatro questões apontadas pela comissão antitruste da UE

O Google divulgou propostas para encerrar uma investigação antitruste na União Européia. A acusação da UE é que a gigante impede a competição e discrimina os rivais.

O CEO da empresa, Eric Schmidit, enviou ao chefe da comissão antitruste da UE, Joaquin Almunia, uma carta com quatro propostas, cujos detalhes não foram revelados.

Em maio, Almunia pediu ao Google que oferecesse propostas para resolver três pontos: 1) promoção de seus serviços de busca especializada, 2) “cópia” de sistemas rivais de reviews de restaurantes e de viagem, 3) acordos com sites e desenvolvedores que cerceam a concorrência no setor de publicidade online e 4) como exibe resultados de sites com serviços concorrentes. Ele disse que mandaria ao Google uma reclamação antitruste, o que poderia levar a restrições ou a uma multa de quase 4 bilhões de dólares.

“Três dos quatro itens são fáceis de resolver”, disse Greg Sterling, analista da Opus Research, à Bloomberg. “O problema é a colocar resultados de ‘conteúdo Google’ em posição privilegiada nas buscas, porque isso mexe com o núcleo da capacidade da empresa de controlar a experiência de busca”.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Google envia propostas para resolver ação antitruste na UE

CEO da empresa, Eric Schmidt, mandou carta com planos para resolver quatro questões apontadas pela comissão antitruste da UE

O Google divulgou propostas para encerrar uma investigação antitruste na União Européia. A acusação da UE é que a gigante impede a competição e discrimina os rivais.

O CEO da empresa, Eric Schmidit, enviou ao chefe da comissão antitruste da UE, Joaquin Almunia, uma carta com quatro propostas, cujos detalhes não foram revelados.

Em maio, Almunia pediu ao Google que oferecesse propostas para resolver três pontos: 1) promoção de seus serviços de busca especializada, 2) “cópia” de sistemas rivais de reviews de restaurantes e de viagem, 3) acordos com sites e desenvolvedores que cerceam a concorrência no setor de publicidade online e 4) como exibe resultados de sites com serviços concorrentes. Ele disse que mandaria ao Google uma reclamação antitruste, o que poderia levar a restrições ou a uma multa de quase 4 bilhões de dólares.

“Três dos quatro itens são fáceis de resolver”, disse Greg Sterling, analista da Opus Research, à Bloomberg. “O problema é a colocar resultados de ‘conteúdo Google’ em posição privilegiada nas buscas, porque isso mexe com o núcleo da capacidade da empresa de controlar a experiência de busca”.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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