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Hipopótamos travam luta feroz em reserva na China

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Dois hipopótamos foram flagrados lutando em uma reserva de vida selvagem em Guangzhou, na província chinesa de Guangdong, na terça-feira (29). Os machos travam lutas ferozes pelo domínio do bando e assim poder acasalar com as fêmeas.

Hipopótamos travam luta feroz em reserva de vida selvagem na China (Foto: Alex Lee/Reuters)Hipopótamos travam luta feroz em reserva de vida selvagem na China (Foto: Alex Lee/Reuters)

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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No AP, animais de reserva falida são transferidos e passam por tratamento

Animais estão sendo cuidados no centro de tratamento do Ibama em Macapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)Animais estão sendo cuidados no centro de tratamento do Ibama em Macapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Os animais retirados da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Revecom, em Santana, a 17 quilômetros de Macapá, estão sob cuidados de biólogos para que sejam verificadas as condições de saúde de cada um. São 121 animais, que foram transferidos para o centro de tratamento do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), na capital, após a reserva fechar em 2013 por falta de condições financeiras.

A transferência ocorreu no dia 26 de fevereiro, sendo a maioria jabutis, que somam 52 animais. Papagaios, periquitos e araras também foram remanejados. Por causa do tratamento recebido no Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, algumas aves já apresentam resultados.

“Disponibilizamos uma área maior do que as araras tinham na reserva, e atualmente algumas já estão voando”, comemorou o superintendente do Ibama César Quaresma.

O centro de tratamento tem 60 dias, a contar do momento da transferência, para avaliar se eles poderão voltar à natureza ou serão doados a zoológicos e criadores que tenham condições de receber os bichos.

“Estamos verificando a saúde dos animais para saber quais as condições de cada um, assim poderemos ter noção se há necessidade de outros tratamentos, a exemplo da recuperação das penas das aves”, explicou o superintendente.

52 jabutis da Revecom foram remanejados (Foto: Abinoan Santiago/G1)52 jabutis da reserva foram remanejados (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Os animais foram cadastrados em um banco de dados de zoológicos de todo o país para de buscar interessados em recebê-los. A intenção é transferir os bichos a outros estados. Animais que não possuem mais condições de serem readaptados a natureza poderão ser doados a criadores que se enquadram às legislações ambientais.

“Os técnicos do Ibama analisam o local e estrutura. A transferência depende da regularidade, e adequação à legislação ambiental”, reforçou César Quaresma, que informou a existência de animais que ainda se encontram machucados.

Animais foram cadastrados em um banco de dados com zoológicos de todo país (Foto: Abinoan Santiago/G1)Animais foram cadastrados em um banco de dados com zoológicos de todo país (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Além dos 121 bichos que já estão sob cuidados do Ibama, mais 23 ainda serão transferidos da reserva para o centro de tratamento de Macapá, entre eles, uma onça e um gavião real. Eles são de grande porte e aguardam transporte e construção de jaulas no local.

“Vamos trazer os animais de grande porte de forma paulatina. O que precisamos é alocar um transporte adequado e também fazer uma destinação, tanto aqui em Macapá, como em outro estado”, comentou o superintendente do Ibama.

Ao todo, foram transferidos 121 bichos da Revecom (Foto: Abinoan Santiago/G1)Ao todo, foram transferidos 121 bichos da reserva (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Falência
A Revecom foi criada em 1998 em uma área de 170 mil metros quadrados, em Santana. Ela está fechada desde janeiro de 2013. O administrador do local, Paulo Amorim, justificou a desativação da reserva por não ter recursos para fazer a manutenção dos viveiros e nem para alimentar os animais.

Os problemas financeiros iniciaram em 2011, quando a entidade deixou de haver repasses do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap), que alegou corte pelo fato da reserva ser de propriedade particular.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Abutre e chacal brigam por carcaça em reserva no Quênia

10/03/2014 13h26 – Atualizado em 10/03/2014 13h26

Um abutre não se intimidou e lutou contra um chacal enquanto os animais disputavam uma carcaça no reserva de Masai Mara, no Quênia (Foto: Carl de Souza/AFP)Um abutre não se intimidou e lutou contra um chacal enquanto os animais disputavam uma carcaça no reserva de Masai Mara, no Quênia (Foto: Carl de Souza/AFP)

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Reserva natural Ilha Magdalena está preocupada com aquecimento global

Ilha Magdalena, no Chile, está ameaçada por aquecimento global, segundo administradores da reserva (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)Ilha Magdalena, no Chile, está ameaçada por aquecimento global, segundo administradores da reserva (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)

Ilha Magdalena, no extremo sul do Chile, é um paraíso para dezenas de milhares de pinguins de Magalhães que chegam a cada ano para se reproduzir. Mas o aquecimento global é uma ameça tangível para a espécie, alertam os administradores desta reserva natural.

Com 85 hectares, a Ilha Magdalena, situada a 25 milhas náuticas (50 km) da cidade de Punta Arenas, no Estreito de Magalhães, possui 22 espécies de aves: 11 residentes e 11 sazonais, como o pinguim de Magalhães.

Cerca de 23 mil turistas visitam a cada ano o Monumento Nacional dos Pinguins, formado pela ilhota Marta e a Ilha Magdalena.

Gaivotas dominicanas estão entre os principais predadores dos pinguins na Ilha Magdalena (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)Gaivotas dominicanas estão entre os principais
predadores dos pinguins na Ilha Magdalena
(Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)

Os principais predadores do pinguim são a ave Skua e a gaivota dominicana, que se alimentam dos ovos e dos filhotes da espécie, explica à AFP Roberto Fernández, que há sete anos trabalha como guarda florestal na ilha.

“Atualmente, o que observamos é que o verão está demorando a chegar e se estendendo até março. As mudanças climáticas estão provocando um aumento nas populações de gaivotas, isso é certo. Seria preciso fazer um estudo de longo prazo para relacionar este aumento com uma diminuição na população dos pinguins, mas o prognóstico é que no futuro podem vir a ameaçar os pinguins’, admite Neftali Aroca, administrador do Monumento Nacional dos Pinguins, em entrevista à AFP.

A informação confirma o alerta feito por um estudo publicado em janeiro no conceituado periódico científico “Plos One”, segundo o qual eventos climáticos extremos, como calor anormal e chuvas fortes teriam matado um grande número de jovens pinguins de Magalhães.

Este estudo, realizado ao longo de 27 anos em Punta Tombo, sul da Argentina, indica que uma média de 65% de filhotes morrem anualmente: 40% de fome e 7% devido às mudanças climáticas.

Ilha Magdalena é considerada paraíso dos inguins de Magalhães (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)Ilha Magdalena é considerada paraíso dos pinguins
de Magalhães (Foto: AFP PHOTO /
VANDERLEI ALMEIDA)

Fugindo do frio para o Brasil
A cada ano, os pinguins de Magalhães fogem do frio para passar o inverno nas águas quentes do litoral brasileiro.

Assim que se tornam grandes e fortes o suficiente para nadar, viajam cerca de 4 mil km da Ilha Magdalena até o Brasil. Durante o inverno, eles permanecem sobretudo no litoral de Santa Catarina (sul), mas não é raro ver um ou outro pinguim desgarrado ser resgatado mais ao norte, nas praias do Rio de Janeiro (sudeste).

Em meados de agosto, eles fazem a viagem de volta, descendo pelo Uruguai, passando pela Argentina até o Estreito de Magalhães, que divide os oceanos Atlântico e Pacífico, para chegar à ilha.

“Os pinguins de Magalhães vem para a ilha cumprir seu ciclo reprodutivo. Começam a chegar em setembro, perto do verão, para aproveitar os dias mais longos necessários para chocar os ovos e cuidar dos filhotes”, explica a cerca de 200 turistas Valéria Sánchez, que há cinco anos trabalha como guia em uma das várias empresas locais que oferecem viagens à ilha.

Nos primeiros meses de vida, os filhotes dependem totalmente dos pais para alimentá-los, ensina-los a nadar e protegê-los de predadores. Eles permanecem nos ninhos até que as penas estejam prontas para que possam entrar no mar e ficar independentes.

“Entre fevereiro e março, eles começam a deixar a ilha, mas este ano partiram duas a três semanas antes. Parece que quiseram se antecipar para assistir a Copa no Brasil”, brinca Valéria. Elas explica que, na verdade, a antecipação se deveu a um amadurecimento precoce das aves nesta temporada.

Em família

Pinguins de Magalhães podem durar até 25 anos (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)Pinguins de Magalhães podem durar até 25 anos (Foto: AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA)

Monogâmicos, estes animais têm um único parceiro por toda a vida e podem viver até 25 anos.

Os primeiros a chegar à ilha Magdalena são os machos. A eles cabe a tarefa de reconhecer o ninho escavado na terra na temporada anterior e reformá-lo, usando o que estiver ao seu alcance, como pedras e penas, para atrair a companheira. A espécie costuma usar o mesmo ninho todos os anos para se reproduzir.

As fêmeas chegam quinze dias depois dos machos e seus ansiosos companheiros começam a emitir sons similares aos de um trompete para que elas os reconheçam e o casal possa iniciar o período reprodutivo, que dura de 6 a 7 meses.

Depois de fecundadas, as fêmeas põem um ou dois ovos. Nos primeiros 12 dias, quem choca os ovos é a fêmea, que não se afasta deles nem para comer.

Após o longo jejum, os machos as substituem para que elas possam se alimentar e o casal se reveza neste trabalho de 40 a 45 dias, quando termina o período de incubação e os filhotes nascem, por volta do mês de novembro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Vala para escoar enchente causa danos à reserva no ES, diz órgão

A vala feita para escoar água da chuva na reserva de Jacarenema, em Vila Velha, continua aberta após dois meses e, segundo moradores da região, não há informações sobre a solução para os problemas de drenagem. A coordenação do Instituto Jacarenema alega que a obra iniciada e não concluída causou danos ao meio ambiente. A prefeitura informou que analisa a “viabilidade técnica e jurídica” para apresentar um estudo para a população.

O buraco foi aberto, no final de dezembro de 2013, durante a tentativa de escoamento da água de enchente que inundava os bairros Pontal das Garças, Parque das Gaivotas, Garanhuns e Jardim Guaranhus. Inicialmente, a ideia era abrir uma vala cortando a Rodovia do Sol e construir um atalho nas imediações da Ponte Madalena, na Barra do Jucu. Outras duas valas foram abertas na Praia da Concha, junto a foz do Rio Jucu, que foram fechadas, causando modificações no relevo da praia.

Vala aberta na reserva Jacarenema, em Vila Velha (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Vala aberta na reserva Jacarenema, em Vila Velha (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

As intervenções na reserva foram realizadas sem projeto prévio e sem prever impactos ambientais. Na ocasião, o prefeito do município, Rodney Miranda, chegou a afirmar que a vala era uma realização emergencial, e que “assumiria as consequências”. Por lá, restaram montes de areia e nenhum sinal de progresso ou obras. Também não há previsão para o fechamento dos buracos abertos.

Coordenador do Instituto Jacarenema, Pétrus Lopes (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Coordenador do Instituto Jacarenema, Pétrus Lopes
(Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

O coordenador do Instituto Jacarenema, Pétrus Lopes, disse que as intervenções causaram sérios danos a fauna, flora e também ao relevo da reserva. “Essas obras trouxeram descaracterização do ambiente natural, causaram supressão de vegetação nativa, atrapalhou a logística da fauna loca e agora está lá o buraco e ninguém fecha. Por último ficou a vala aberta sem utilidade nenhuma atrapalhando a fauna e agora está aquela coisa sem sentido. Para que fizeram uma coisa que não serve para nada, sem sentido?”, questiona.

O órgão planeja repor a vegetação que foi devastada na Praia da Concha. Já a outra vala, os ambientalistas estudam como a prefeitura poderá fechá-la. “Agora eles vão ter que fazer uma licitação, prever recursos no orçamento, aí não dá mais pra fazer esse ano. Então aquilo vai ficar lá até o ano que vem”, lamenta Petrus. Nos dois locais, a recuperação do meio ambiente só seria possível dentro de três anos.

Pescadores da Praia da Concha não estão satisfeitos com as modificações no relevo do local, como é o caso de Valmir Antonio das Neves, 52 anos. “Quando chove, a maré ou o rio enchem, a água fica represada, não desce. Essa intervenção só serviu para gastar o nosso dinheiro. Essa praia dava muito turista, mas as pessoas nem passam mais lá para o outro lado, onde tem o encontro do rio com o mar, porque ficou um monte muito alto de areia. Os moradores não levam mais as crianças, porque deixou o local mais fundo, e corre o risco das crianças de afogarem”, diz o pescador.

Morando a mais de 40 anos em Araças, região também afetada pelas chuvas de dezembro, Abraão Bone, 55 anos, faz outro alerta. “Essas intervenções não adiantaram nada. Não demora dar outra chuva e encher tudo de água de novo. O rio está completamente assoreado”, aponta.

A Prefeitura de Vila Velha, por meio de nota, informou que está analisando a “viabilidade técnica e jurídica dos estudos topográficos que foram realizados com o objetivo de apresentar à população e demais segmentos da sociedade civil organizada”.

Bairro Pontal das Garças alagado por águas da chuva, em Vila Velha, Espírito Santo. (Foto: Vitor Jubini/ A Gazeta)Bairro Pontal das Garças alagado por águas da chuva em dezembro de 2013 (Foto: Vitor Jubini/ A Gazeta)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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No Amapá, animais são levados de reserva em crise financeira há 3 anos

Araras sendo transportadas por técnicos do Ibama em Santana, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)Araras sendo transportadas por técnicos do Ibama, em Santana, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

Paulo Amorim, administrador da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Revecom, em Santana, no Amapá, disse que acordou nesta quarta-feira (26) ‘para ouvir pela última vez o som dos pássaros’ que mantia há mais de 15 anos. As aves foram as primeiras dos 72 animais retirados nesta quarta-feira pelo Ibama. Os bichos foram doados ao Estado por ocasião da crise financeira pela qual passa a reserva desde 2011.

Tucano também foi transportado para centro silvestre em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)Tucano também foi transportado para centro
silvestre em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)

Araras, papagaios e tucanos, além de jabutis e micos, foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Macapá, de onde serão encaminhados para zoológicos e reservas em outros estados, já que não há no Amapá outra RPPN e o único zoológico não está legalizado para receber animais.

Os animais retirados da reserva nesta quarta-feira foram os primeiros dos 515 que ainda deixarão a área de 171 metros quadrados em que viviam, na Revecom.  

“É triste ver um trabalho de dedicação ter que ser desfeito em função da falta de investimento em um local destinado para a preservação do meio ambiente”, lamentou Paulo Amorim.

Cerca de 70 animais, como araras, foram retirados da Revecom, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)Cerca de 70 animais, como araras, foram retirados da Revecom, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

Um grupo de estudantes de biologia da Universidade Federal do Amapá (Unifap) acompanhou a retirada dos animais e manifestou contra a ação. Eles pediam investimento público na área. A estudante Tayná Souza chegou a chorar quando o caminhão do Ibama deixou a reserva levando alguns animais.

Estudante Tayná Souza, se despedindo de arara que foi transferida da reserva (Foto: John Pacheco/G1)Estudante Tayná Souza se despediu de ave
(Foto: John Pacheco/G1)

“Um trabalho tão bonito. Está sendo difícil vê-lo se desfazer, mas, além disso, estamos verificando se os animais vão ser levados de forma adequada para o Cetas, que não tem uma estrutura para receber esses bichos”, disse Tayná, que promove nas redes sociais uma campanha em que recolhe assinaturas para uma petição destinada à reabilitação da RPPN amapaense.

Animais de grande porte, como uma onça-pintada, um gato maracajá e um gavião-real, vão aguardar a definição de locais adequados para serem transportados.

Paulo Amorim disse que somente um investimento permitirá à Revecom receber novamente grupos de estudantes e visitantes interessados em conhecer as trilhas existentes na reserva. Ele contou que para manter a Revecom com os mais de 500 animais que havia abrigado precisava de ao menos R$ 30 mil mensais, para alimentação dos bichos e limpeza do ambiente e pagamento de servidores. Segundo Amorim, a reserva recebia, no entanto, R$ 8 mil mensais, doados por parceiros, e parte da alimentação dos animais que era doada por empresários do ramo alimentício.

Paulo Amorim diz que ouviu canto dos animais pela última vez na Revecom (Foto: John Pacheco/G1)Paulo Amorim, administrador da reserva
(Foto: John Pacheco/G1)

Médico aposentado que há mais de 15 anos se dedica à reserva, Paulo Amorim disse que outro fator que contribuiu para a doação dos animais da reserva foi a contaminação do solo e da água da Revecom, através do esgoto jogado sem tratamento no rio Amazonas, que banha parte da reserva e servia aos bichos. “A tubulação de metal tem mais de 50 anos e apresenta corrosão em alguns pontos, o que causa o mau cheiro na área”, disse.

O superintendente do Ibama no Amapá, César Luís Guimarães, disse que o órgão não tem poder para repassar recursos para manutenção do local, e que a incumbência do instituto é apenas de garantir a preservação das espécies.

“Essa transferência tem que ser o mais rápido possível pois essa estrutura que a Revecom oferece não dispõe mais de fundos e como nós não temos também, a responsabilidade tem que ser nossa [Ibama]. Para o transporte das aves, estamos dando toda a estrutura, e dentro do Cetas vamos dar todo o cuidado para esses animais”, disse Guimarães.

Atrás das grades, onça-pintada espera tranferência para outro estado (Foto: John Pacheco/G1)Onça-pintada aguarda tranferência para outro estado (Foto: John Pacheco/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Reserva terá torre de observação de 40m para atrair turistas a Manaus

Torre terá 40 metros de altura (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)Torre terá 40 metros de altura (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)

O Amazonas deve ganhar uma torre de observação de 40 metros para atrair turistas a Manaus a partir deste ano. O monumento, que também será utilizado para pesquisas, está sendo instalado na Reserva Florestal Adolpho Duck, localizada na Zona Norte da capital e deve ser aberto à visitação a partir da segunda quinzena de março, segundo o diretor do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti.

De acordo com Candotti, a torre estará pronta no fim do mês de fevereiro. “Ela ficará acima da copa das árvores, um espetáculo que fascina todo mundo. Com isso, o visitante poderá contemplar a natureza em volta da reserva que tem uma extensão de 10 km quadrados”, informou o diretor do Musa.

O material utilizado na montagem da torre veio de Cuiabá, no Mato Grosso (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)O material utilizado na montagem da torre veio de
Cuiabá, no Mato Grosso (Foto: Divulgação/Musa)

O material utilizado na montagem da torre veio de Cuiabá, no Mato Grosso. Além de servir como espaço para contemplar a natureza, o monumento será utilizado por pesquisadores para a realização de estudos sobre o microclima.

O topo da torre poderá abrigar 20 pessoas ao mesmo tempo. A Reserva Duck abre de 9h às 17h, de terça a domingo. De acordo com Candotti, o Musa deve definir horários especiais para visitas à torre. “Vamos montar um cronograma para que as visitações aconteçam cedo para que os visitantes possam contemplar melhor a natureza. Os pássaros, por exemplo, constumam aparecer entre 6h e 8h”, ressaltou Candotti.

A Reserva Duck está situada na Avenida Margarita (antiga avenida Uirapuru), no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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