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Ministro da Imigração britânico entrega carta de renúncia a Cameron

O ministro britânico Mark Harper quebrou o pé após cair de cima de uma mesa enquanto dançava (Foto: Divulgação/Flickr/UKHomeOffice)O ministro britânico Mark Harper
(Foto: Divulgação/Flickr/UKHomeOffice)

O ministro britânico da Imigração, Mark Harper, que dirige um projeto para endurecer as leis de imigração no Reino Unido, renunciou neste sábado (8) por ter contratado uma empregada doméstica em situação ilegal.

Em sua carta de demissão ao primeiro-ministro David Cameron, Harper garantiu que em 2007 a empregada apresentou todos os documentos no momento de sua contratação para limpar um apartamento em Londres.

Mas ao verificá-los novamente este ano, “dada a especial atenção a estas questões” em seu projeto de lei, ele percebeu que sua empregada – cuja nacionalidade não foi revelada – tinha apresentado documentos falsos.

“Mesmo eu estando em acordo com a lei, eu acredito que, como ministro da Imigração, que apresenta um projeto de lei no Parlamento que endurecer nossas leis de imigração, tenho que ser mais exigente”, escreveu Harper, que pede que os empregadores verifiquem cuidadosamente os documentos de seus empregados.

“Então decidi que o mais conveniente seria me aposentar”, disse o ministro, desculpando-se pelo ‘constrangimento’ ao governo de David Cameron. O primeiro-ministro aceitou a renúncia “com pesar”, referindo-se a uma “decisão honrosa”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Bento XVI está em paz consigo, diz arcebispo um ano após renúncia

Arcebispo é amigo de Bento XVI e acompanha agora o Papa Francisco (Foto: Tony Gentile/Reuters)Arcebispo Georg Ganswein é amigo de Bento XVI e acompanha agora o Papa Francisco (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Um ano depois da surpreendente renúncia, o papa emérito Bento XVI não tem arrependimentos e acredita que a história vai reconhecer o seu papado tumultuado e muito criticado, disse à Reuters o homem mais próximo a ele em uma rara entrevista.

O arcebispo Georg Ganswein, que agora trabalha para o antigo papa, além de ser assessor do papa Francisco, deu detalhes de como Bento 16 passa seus dias, como está a sua saúde, seus sentimentos sobre a sua decisão e o relacionamento entre os dois pontífices.

“O papa Bento está em paz consigo e acho que ele até está em paz com Deus”, disse Ganswein, cujas duas funções o colocam em contato com o papa atual e o papa emérito diariamente.

Pedestres passam por um cartaz com a imagem de Bento XVI em Roma, um dia após Joseph Ratzinger deixar o comando do Vaticano e passar a ser Papa Emérito. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Bento XVI anunciou renúncia em fevereiro de 2013
(Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Bento XVI anunciou a sua decisão de renunciar, o primeiro papa a fazê-lo em 600 anos, em 11 de fevereiro de 2013, citando problemas físicos e psicológicos do papado. Ele deixou o cargo em 28 de fevereiro e Francisco foi eleito em 13 de março como o primeiro pontífice não-europeu em 1.300 anos.

Ganswein, que esteve ao lado de Bento 16 desde a sua eleição em 2005, disse que o papa emérito não tem arrependimentos sobre ter deixado o cargo e tampouco ressentimentos contra seus críticos que, segundo o Vaticano, não o entenderam.

“Não. Está claro que humanamente falando, muitas vezes é doloroso ver que o que está escrito sobre alguém não corresponde ao que foi feito. Mas a medida do trabalho de alguém, do modo de alguém fazer as coisas, não é o que os meios de comunicação escrevem, mas o que é justo diante de Deus e da consciência.”

Julgamento da história
“Tenho certeza, realmente convencido, de que a história vai apresentar um julgamento que será diferente do que as pessoas frequentemente leram nos últimos anos do seu pontificado”, disse Ganswein em entrevista por telefone.

Bento XVI, que agora mora em um antigo convento nos jardins do Vaticano, disse antes de deixar o pontificado que passaria o resto dos seus dias “escondido do mundo” em isolamento e oração. Ele foi fotografado apenas quatro vezes desde então.

“De fato, ele está afastado do mundo, mas está presente na Igreja. Sua missão agora, como ele disse uma vez, é ajudar a Igreja e seu sucessor, o papa Francisco, através da oração. Essa é a sua primeira e mais importante tarefa”, disse Ganswein.

Ele disse que Bento XVI passa o tempo estudando, lendo, lidando com correspondências, recebendo visitantes, tocando piano e orando enquanto passeia pelos jardins do Vaticano.

“Ele está bem, mas, certamente, ele é uma pessoa que carrega o peso de sua idade. Então, ele é um homem que está fisicamente velho, mas seu espírito é muito vivaz e muito claro”, disse Ganswein.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Um ano após renúncia de Bento XVI, Papa começa reforma na Igreja

Neste sábado (8), Papa participou de celebração na Basílica de São Pedro (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Neste sábado (8), Papa participou de celebração na
Basílica de São Pedro (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Um ano depois da renúncia de Bento XVI, o Papa Francisco abriu várias frentes para reformar a Igreja, imprimiu ao papado um novo estilo, mais próximo, e segue de perto o que ocorre no mundo. A imagem do Vaticano se deteriorou muito pelos escândalos de pedofilia e por diversas polêmicas, mas isso está mudando graças à popularidade do Papa argentino, inclusive entre os que não são fiéis.

No dia 13 de março, o arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, foi eleito com dois objetivos claros: reformar as estruturas da Igreja, sobretudo o governo central – a chamada Cúria romana -, e impulsionar o caráter missionário em uma época de forte secularização.

Francisco dá prioridade ao segundo ponto. “Para ele, o que realmente importa é que o Evangelho seja levado a cada pessoa, independentemente de sua situação concreta: o que se chama misericórdia, abertura incondicional”, explica à AFP o padre Antonio Spadaro, diretor da revista jesuíta Civilta Cattolica.

A revolução levada adiante por ele é, sobretudo, de gestos. Lavando os pés de presos muçulmanos, beijando pessoas com deficiência física, afirmando que não é ninguém para julgar os homossexuais, o Papa comoveu a opinião pública. E também voltou suas críticas aos clérigos “carreiristas” ou “mundanos”.

Telefona, escreve, usa o Twitter
Francisco não permanece passivo diante dos acontecimentos no mundo. Diante de uma inundação, um drama familiar ou uma catástrofe, telefona, quando não escreve ou tuíta. O Papa, com sua espontaneidade, é um grande comunicador, e foi designado “homem do ano” por várias revistas.

Faz isso sem se esquecer de seu objetivo mais importante: reformar a Igreja. Em um primeiro momento mostrou-se prudente e não fez grandes mudanças no organograma de seu antecessor. Mas quando se sentiu mais seguro começaram a chegar as nomeações e as destituições com a intenção de afastar os responsáveis por intrigas e os corruptos.

Em sua residência de Santa Marta realiza reuniões, nomeia comissões para refletir sobre a reforma do banco ou da administração vaticana e ordena auditorias. E, sobretudo, designou um “G8”, um conselho consultivo de oito cardeais dos cinco continentes para assessorá-lo durante vários anos.

Francisco é um “general” jesuíta, determinado, exigente, às vezes com pouco tato. A Cúria, outrora todo-poderosa, algumas vezes se sente maltratada. É possível sentir no ar um certo desconforto. Decide sozinho. Sua primeira eleição de novos cardeais foi muito pessoal, com preferência por “homens terrenos”, às vezes desconhecidos, em detrimento dos príncipes da Cúria.

Colegialidade
Uma de suas metas para a Igreja do futuro é a aplicação dos princípios de colegialidade, que se baseia na consulta regular dos bispos, e da subsidiariedade, que faz com que não seja necessário que tudo chegue a Roma.

Mas manteve intacta a doutrina nos temas quentes, como o aborto, a eutanásia, o casamento entre homossexuais ou as mudanças bioéticas. Este Papa, que não pode ser classificado de progressista ou de conservador, também se opõe à ordenação de mulheres.

Para Francisco, a família é o ponto central de sua ação e por isso convocou um consistório para fevereiro e dois sínodos. Parece consciente da necessidade de fornecer respostas a realidades concretas dos cristãos, como os divorciados, as mães solteiras e os homossexuais.

Seu compromisso em nível social e humanitário é impressionante. Seu lema é ‘uma Igreja pobre e para os pobres’ e, em nome dela, trava uma guerra contra o gasto excessivo de dinheiro, o tráfico e a exploração. Denuncia a ‘cultura do desperdício’ que marginaliza os imigrantes clandestinos, os idosos e os mais frágeis.

Também não fica calado quando se trata de política externa. “Seu discurso contra uma intervenção estrangeira na Síria significou o retorno” da Santa Sé ao cenário internacional, afirmou à AFP um embaixador da Ásia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Novo premiê da Tunísia toma posse após renúncia de islamitas

Mehdi Jomaa fala com a imprensa nesta sexta-feira (10), em Tunis (Foto: Reuters)Mehdi Jomaa fala com a imprensa nesta sexta-feira (10), em Tunis (Foto: Reuters)

O novo primeiro-ministro da Tunísia, Mehdi Jomaa, tomou posse nesta sexta-feira (10) à frente de um governo interino até a realização das eleições neste ano, depois da renúncia do premiê Ali Larayedh, do governista partido islamita Ennahda, como parte de um acordo para a conclusão da transição do país para a democracia.

Jomaa, ex-ministro da Indústria, vai comandar um gabinete não-partidário, depois que os islamitas e seus opositores secularistas chegaram a um compromisso para pôr fim à crise política, passados três anos do levante contra o governo autocrata de Zine el-Abidine Ben Ali.

Depois da revolta contra Ben Ali, em 2011, a pequena nação norte-africana está mais perto de estabelecer uma democracia plena do que outros países da “Primavera Árabe”, especialmente o Egito, cujo presidente islamita foi deposto pelos militares e irá a julgamento.

Antes de se tornar ministro, Jomaa dirigia uma empresa de peças do setor aeroespacial, em Paris, e agora terá de adotar reformas econômicas pedidas por credores internacionais do país para conter o déficit, além de enfrentar a crescente ameaça de militantes islamitas.

“Eu não sou um fazedor de milagres, mas prometo fazer o melhor que puder… nós estamos fazendo tudo o que for possível para superar os problemas, para reformar o que pudermos reformar, e trazer a estabilidade de volta”, disse Jomaa a repórteres no palácio presidencial.

O ex-premiê Larayedh, um islamita que passou anos na prisão durante o regime de Ben Ali, renunciou na quinta-feira. Jomaa vai formar seu gabinete nos próximos dias.

Desde o acordo firmado no fim do ano passado para a entrega do poder a um governo de tecnocratas, a Tunísia obteve progressos. A Assembleia Nacional está votando uma nova Constituição e foi nomeada uma comissão eleitoral de nove membros.

Mas muitos tunisianos estão preocupados com a alta do custo de vida e alguns veem poucas oportunidades econômicas três anos depois do levante que inspirou revoltas contra governos autocratas havia muito tempo no poder no Egito, Líbia e Iêmen.

Um dos países mais seculares do mundo árabe, a Tunísia está às voltas desde o levante popular com divisões sobre o papel do Islã e a ascensão de grupos de militantes. Mas o assassinato de dois líderes oposicionistas no ano passado foi o estopim de uma crise.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Premiê da Tunísia anuncia renúncia para formação de governo provisório

O ministro do Interior da Tunísia, Ali Larayedh, chega a reunião do partido nesta sexta-feira (22) em Túnis (Foto: AFP)Ali Larayedh, premiê da Tunísia (Foto: AFP)

O premiê da Tunísia, o islamita Ali Larayedh, anunciou nesta quinta-feira (9) que renuncia ao cargo, entregando o poder a um governo provisório, como parte de um acordo com adversários para reiniciar a transição do país para a democracia, informou a agência estatal de notícias.

Três anos após a revolta contra o ditador Zine Abidine Ben Ali, a Tunísia finalmente está prester a restabelecer a democracia.

A Tunísia, um dos países mais seculares do mundo árabe, tem sofrido com as divisões sobre o papel do islã e o surgimento de militantes islâmicos radicais desde a revolta de 2011 que inspirou outras na região, dentro da chamada Primavera Árabe.

O assassinato de dois líderes de oposição seculares por homens armados no ano passado fortaleceu os adversários seculares do partido islâmico Ennahda, que tomaram as ruas do país exigindo a renúncia dos membros do partido e os acusando de serem condescendentes com os radicais.

O Ennahda chegou a um acordo no ano passado com o principal grupo de oposição, o Nidaa Tounes, para entregar o poder quando os partidos terminassem de escrever a nova Constituição, estabelecessem a data para uma eleição e nomeasse um conselho eleitoral para supervisionar a votação.

Grande parte desse acordo que foi feita: a Assembleia Nacional está votando os últimos artigos da nova Carta e na quarta-feira à noite a Assembleia nomeou uma comissão eleitoral de nove membros.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Papa aceita renúncia de bispo envolvido em caso de pedofilia

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Bento XVI afirma que Deus inspirou sua renúncia e elogia Francisco

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O papa emérito Bento XVI disse que sua renúncia foi inspirada por Deus e que o “carisma” de Francisco reforça cada vez mais a convicção, informa o site católico Zenit, que cita uma pessoa que viu o pontífice alemão há pouco tempo.

“Deus me disse”, afirmou Bento XVI a uma pessoa de confiança que o visitou recentemente no antigo mosteiro Mater Ecclesiae do Vaticano, sua residência atual.

Não se trata de uma aparição ou de um fenômeno similar, e sim de uma “experiência mística”, explicou o papa emérito ao interlocutor, para evitar qualquer especulação do tipo milagrosa.

Bento XVI acrescentou que quanto mais constatava o grande “carisma” de seu sucessor Francisco, mais compreendia que sua decisão havia sido a “vontade de Deus”.

O Papa Emérito Bento XVI e o Papa Francisco se abraçam após cerimônia no Vaticano nesta sexta-feira (5) (Foto: Osservatore Romano/AFP)O Papa Emérito Bento XVI e o Papa Francisco se abraçam após cerimônia no Vaticano em julho deste ano (Foto: Osservatore Romano/AFP)

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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