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Demi Lovato começa turnê no Brasil; relembre as outras três vindas ao país

Demi Lovato se apresenta em Burbank, no estado americano da Califórnia, em abril de 2014 (Foto: Paul A. Hebert/Invision/AP)Demi Lovato se apresenta em Burbank, na Califórnia, em abril de 2014 (Foto: Paul A. Hebert/Invision/AP)

Em sua quarta turnê no Brasil, Demi Lovato mostrou estar ainda mais bem cotada do que nas outras vezes que cantou por aqui. Serão três shows em São Paulo e dois no Rio, anunciados conforme os ingressos iam se esgotando. Desta vez, o repertório estará reforçado por hits como “Let it go” (trilha do filme “Frozen”) e a intensa “Heart Attack”. Na canção do disco “Demi”, do ano passado, Demetria grita como nunca antes gritou.

Após show nesta terça (22) no Citibank Hall paulistano, ela se apresenta nos dias 24 e 25, no mesmo lugar. Ela também passa pelo Rio, no Citibank Hall, nos dias 27 e 28; e por Brasília, no dia 30, no Espaço Brasília. A turnê da cantora de 21 anos segue por BH, no Chevrolet Hall, em 1º de maio; e termina no dia 3 de maio em Porto Alegre, no Pepsi on Stage. Nessas duas últimas paradas, os ingressos estão esgotados.

Para mostrar a evolução de Demi Lovato, o G1 relembra abaixo como foram as outras três passagens pelo Brasil, em 2009, 2010 e 2012.

Demi Lovato canta em São Paulo em 2009 (Foto: Daigo Oliva/G1)Demi Lovato canta em São Paulo em 2009 (Foto: Daigo Oliva/G1)

2009 – DISNEY ROCK E JONAS BROTHERS
Em 2009, Lovato fazia uma espécie de Disney rock. A estreia no Brasil foi na abertura da turnê do Jonas Brothers, tendo “This Is Me” como grande sucesso. A canção motivacional integra a trilha sonora do filme “Camp Rock”, do qual os Jonas também são protagonistas. Em São Paulo, Demi sacudiu os cabelos e trajou uma camisa do AC/DC.

Demi Lovato canta em São Paulo em 2010 (Foto: Daigo Oliva/G1)Demi Lovato canta em São Paulo em 2010 (Foto: Daigo Oliva/G1)

2010 – PROBLEMAS PESSOAIS E DUETOS COM FÃS
A segunda vinda ao Brasil para shows, em 2010, foi a primeira com turnê própria. Então com 17 anos, cantou “Remember December”, “La La Land” e “Don’t Forget”. Na turnê, chamava fãs ao palco para duetos em “This is me”. Em versões mais encorpadas do que as dos CDs, a distorção alcançou níveis pouco prováveis para eventos destinado a crianças e pré-adolescentes. Leia mais sobre o show no Rio.

Demi Lovato canta no Rio em 2012 (Foto: Ideraldo Gomes/G1)Demi Lovato canta no Rio em 2012 (Foto: Ideraldo Gomes/G1)

2012 – MAIS DANÇANTE, LOURA E RECUPERADA
Pouco ante do disco “Unbroken”, Demi só ganhou espaço no noticiário com rehabs, distúrbios alimentares, brigas com dançarina, automutilação e notas incompatíveis com seus pop rocks adorados por teens. Na turnê que passou pelo Brasil em 2012, ela mudou de sonoridade e parceiros. Foi produzida por Timbaland, teve um hit das pistas (“Give your heart a breake”); fez lembrar Jennifer Lopez (“Who’s that boy”); e foi uma quase Ke$ha na faixa-título. Além da parte dançante, lançou baladas chorosas como “Skyscraper” e “Fix a heart”. Leia mais sobre o show em São Paulo, que teve um público histérico.

Demi Lovato se apresenta em Burbank, no estado americano da Califórnia, em abril de 2014 (Foto: Kevin Winter/Getty Images/AFP)Demi Lovato se apresenta nos Estados Unidos, em abril de 2014 (Foto: Kevin Winter/Getty Images/AFP)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Relembre outros dez misteriosos desastres aéreos

O voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido desde o sábado passado, não foi o primeiro a sumir sem deixar qualquer vestígio ou a ter uma investigação confusa e caótica.

Do aventureiro norte-americano Steve Fosset, que desapareceu com seu monomotor sobre o deserto do estado de Nevada, nos Estados Unidos, em 2007, às alegações de que a queda do voo 990 da Egypt Air foi fruto de um ato de vingança de seu copiloto, conheça dez desastres de avião dentre os mais misteriosos já ocorridos da história.

Amelia Earhart
O título de desaparecimento mais misterioso de todos os tempos com certeza é da norte-americana Amelia Earhart, a primeira mulher a cruzar sozinha o oceano Atlântico em um avião.

Em 1937, a aeronave que Earhart pilotava desapareceu próximo à ilha Howland, no oceano Pacífico, em meio a uma tentativa de dar a volta ao mundo.

Junto com Earhart, estava seu navegador, o capitão Fred Noonan.

Earhart foi declarada morta depois de dois anos de buscas por vestígios de destroços do seu bimotor, que nunca foram encontrados.

Voo 447 da Air France

Voo da Air France (Foto: AFP)Voo da Air France (Foto: AFP)

Quando o voo 447, que ia do Rio de Janeiro para Paris, na França, caiu em 2009, passaram-se cinco dias até que destroços fossem localizados e dois anos para que as caixas-pretas fossem encontradas – a uma profundidade de cerca de 4 mil metros.

Nenhum dos 228 passageiros a bordo do Airbus 330 sobreviveu. Investigadores franceses descobriram que o piloto automático havia sido desconectado, provavelmente depois que os instrumentos de velocidade foram congelados por cristais de gelo, e, então, os pilotos embicaram o avião a ângulo no qual não foi possível manter a velocidade – o que acabou por estagnar a aeronave – apesar de um alerta sobre isso ter soado na cabine por cerca de um minuto.

A Air France negou as acusações.

Voo 990 da EgyptAir
Este voo rotineiro entre Nova York, nos Estados Unidos, e a cidade do Cairo, no Egito, caiu no Atlântico em 31 de outubro de 1999, matando todas as 217 pessoas a bordo.

Como a queda ocorreu em água internacionais, a investigações coube às autoridades egípcias.

Depois de inicialmente pedir que autoridades de aviação dos Estados Unidos conduzissem as investigações em seu lugar, o Egito voltou atrás quando os americanos concluíram que o copiloto egípcio havia feito o avião cair de propósito porque ele havia sido repreendido recentemente pela empresa aérea por ter cometido assédio sexual. A investigação egípcia apontou uma falha mecânica como causa do desastre.

Star Dust
Em agosto de 1947, um avião da empresa British Avro Lancastrian, conhecido como Star Dust (poeira estelar, em inglês), bateu em uma montanha nos Andes argentinos durante um voo de rotina entre Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile.

As buscas pelo avião não deram em nada. Logo surgiram teorias da conspiração que acusavam sabotadores e até mesmo aliens.

A especulação acabou 50 anos depois quando escaladores encontraram o que restava dos destroços. Especialistas concluíram que a tripulação ficou confusa diante do mal tempo e acidentalmente iniciou a descida cedo demais.

Triângulo das Bermudas
Há incontáveis relatos de aviões e navios que, ao longo de décadas, teriam desaparecido sem deixar vestígios nesta grande área triangular do oceano Atlântico entre as Bermudas, a Flórida, nos Estados Unidos, e Porto Rico.

Dois aviões da British South Airways desapareceram na região nos anos 1940. Uma pesquisa feita por um jornalista da BBC, em 2009, indicou que provavelmente um deles teve uma falha técnica catastrófica enquanto o outro ficou sem combustível.

Voo 571 da Força Aérea uruguaia
Outro avião que acabou vítima da combinação entre nuvens baixas e montanhas altas numa época em que a tecnologia da cabine ainda não era capaz de gerar informações precisas para os pilotos.

O voo 571 ia do Uruguai para Santiago, no Chile, quando perdeu ambas as asas ao bater no topo de uma montanha. Das 45 pessoas a bordo, metade sobreviveu não apenas o impacto mas também os 72 dias que ficaram isolados na montanha.

Uma equipe de resgate conseguiu salvar 16 deles, que admitiram ter recorrido ao canibalismo para sobreviver. Sua história foi contada no filme Vivos (1993).

Voo 800 da TWA
O voo 800 da Trans World Airlines saiu do aeroporto JFK, em Nova York, nos Estados Unidos, pouco depois das 20 horas de 17 de julho de 1996 e explodiu alguns minutos depois, matando todas as 230 pessoas a bordo.

O piloto de um outro voo enviou uma mensagem por rádio para o controle de tráfego aéreo dizendo: ‘Acabamos de ver uma explosão à frente… a cerca de 16 mil metros de altura ou algo assim. Acabou de cair na água’.

Investigações apontaram um curto circuito no sistema elétrico do tanque de combustível de uma das asas como a causa da explosão. Os relatos de testemunhas levaram a diversas teorias da conspiração que, com o uso cada vez mais frequente da internet, convenceram a muitos de que o avião havia sido derrubado a tiros.

Essa teoria ganhou força depois de o jornalista Pierre Slainger, que foi secretário de imprensa do presidente Kennedy, afirmar que um teste com mísseis havia causado a explosão, mas os documentos que ele apresentou como prova foram logo invalidados.

Lady Be Good
Usado durante a Segunda Guerra Mundial, o avião de bombardeio Lady Be Good saiu em missão a Nápoles, na Itália, em abril de 1943 e nunca retornou à base na Líbia.

Na época, presumiu-se que o avião havia caído no mar Mediterrâneo. A tripulação de nove foi considerada ‘desaparecida em missão’. Mas, na verdade, o avião não havia parado na sua base por conta de problemas técnicos. Havia, sim, voado por mais duas horas até o norte da África.

A tripulação pulou da aeronave usando paraquedas. Oito sobreviveram à descida e andaram 160 quilômetros em direção ao norte antes de sucumbirem ao calor e à falta de água.

O avião foi encontrado 15 anos depois em ótimo estado e com suas metralhadoras ainda funcionando.

Steve Fossett
Primeira pessoa a dar a volta ao mundo num avião sem reabastecer, o aventureiro americano Steve Fossettm, de 63 anos, decolou de uma pista privada no estado de Nevada, nos Estados Unidos, em 3 de setembro de 2007 e nunca mais foi visto.

A busca por ele foi encerrada quando seu monomotor foi encontrado em outubro de 2008. Investigadores dizem que ventos fortes foram a provável causa do acidente.

Vittorio Missoni
Uma pequena aeronave que levava Vittorio Missoni, diretor da grife italiana Missoni, desapareceu na costa da Venezuela em janeiro de 2013. Junto com ele, estavam sua mulher e mais quatro pessoas.

Eles decolaram do arquipélago de Los Roques rumo a Caracas e perderam altitude e velocidade rapidamente antes de sumir do radar.

O avião só foi encontrado seis meses depois. Mergulhadores resgataram os corpos. Foi a segunda vez que um avião desapareceu em Los Roques. Agora, a área é chamada de ‘novo Triângulo das Bermudas’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Relembre os principais games que levam o nome de Tom Clancy

O escritor best-seller Tom Clancy em foto tirada em 1998 (Foto: REUTERS/Eric Miller/Files)O escritor best-seller Tom Clancy em foto tirada em
1998 (Foto: REUTERS/Eric Miller/Files)

Conhecido por ter escrito best-sellers como “Caçada ao outubro vermelho”, “A soma de todos os medos” e “Jogos patrióticos”, o escritor norte-americano Tom Clancy, morto na terça-feira (1º) aos 66 anos, também é popular entre os fãs de videogames graças a vários jogos que levam o seu nome.

Clancy foi um dos fundadores do estúdio Red Storm, em 1996, onde prestou consultoria militar à série “Rainbow Six”. O jogo foi lançado com a chancela do autor, um discreto “Tom Clancy’s” antes do título.

Posteriormente, a Ubisoft comprou a Red Storm e lançou vários outros jogos – “Ghost Recon” e “Splinter Cell”, por exemplo – com o nome de Clancy bancando a produção. Em 2008, todos os direitos sobre o nome do escritor nos videogames foram adquiridos pela produtora francesa.

Além de sempre terem tramas relacionadas com problemáticas reais, como terrorismo, armamento nuclear e espionagem, os jogos que vêm com a marca de Tom Clancy costumam trazer novidades aos videogames e fazer sucesso com os fãs.

Relembre os principais games que levam o nome de Tom Clancy:

Capa de 'Rainbow Six', lançado em 1998 acompanhando o livro de mesmo nome (Foto: Divulgação/Red Storm Entertainment)Capa do primeiro ‘Rainbow Six’, lançado em 1998
(Foto: Divulgação/Red Storm Entertainment)

“Rainbow Six”
Baseado no livro de mesmo nome, o game chegou para PC, Nintendo 64, PlayStation e Mac em 1998. O jogador controla o esquadrão antiterrorista Rainbow Six em um esquema de jogo tático.

Para completar as missões, é necessário planejar a execução dos objetivos pelos mapas para eliminar os inimigos e ao mesmo tempo resgatar os reféns. Não ser visto pelos terroristas e escolher sua equipe e o que levar para as operações, como câmeras de infravermelho ou sensíveis ao calor, são parte do desafio.

O game de tiro podia ser jogado tanto em primeira pessoa – quando o jogador acompanha a ação do ponto de vista do personagem principal – quanto em terceira pessoa.

Entre novos games e expansões, a série teve 16 títulos. O mais recente é “Rainbow Six: Vegas 2”, de 2008. “Rainbow 6 Patriots” foi anunciado há alguns anos e ainda está em desenvolvimento pela produtora Ubisoft.

Série 'Splinter Cell' estreou em 2002 (Foto: Divulgação/Ubisoft)Série ‘Splinter Cell’ estreou em 2002
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Splinter Cell”
A série “Splinter Cell” deixa de lado as missões em equipe dos primeiros games de Tom Clancy e foca sua ação nas operações solitárias do superespião Sam Fisher.

Muito comparado com Solid Snake, da série de espionagem “Metal Gear Solid”, Fisher possui técnicas avançadas de infiltração e se aproveita de elementos dos cenários – como sombras, janelas e parapeitos – para completar seus objetivos, que geralmente envolvem a eliminação de alvos ou a recuperação de dados em locais protegidos.

Outra característica marcante da série são as diversas bugigangas que Fisher usa para não ser detectado pelos inimigos, a maior delas sendo os óculos de visão noturna que acabaram se tornando um elemento visual característico de “Splinter Cell”.

Em “Conviction”, game de 2010 para Xbox 360, Fisher abandona a agência Third Echelon e adota uma postura agressiva, usando mais armas de fogo e golpes letais. Já em “Blacklist”, game de 2013 e mais recente título da série, o herói retorna à organização e combate uma unidade terrorista.

O game 'Advanced Warfighter' é um dos mais populares da série 'Ghost Recon' (Foto: Divulgação/Ubisoft)O game ‘Advanced Warfighter’ é um dos mais
populares da série ‘Ghost Recon’
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Ghost Recon”
Com uma mecânica de equipes similar a “Rainbow Six”, a série “Ghost Recon” também preza pela tática e incentiva os jogadores a pensar estrategicamente para concluir as missões.

Ao contrário de seu irmão mais famoso, “Ghost Recon” tem como foco principal operações militares a céu aberto. O esquadrão “fantasma” participa de missões internacionais ultra-secretas que geralmente giram em torno de conflitos armamentistas.

A série estreou em 2001, mas foi com a chegada de “Advanced Warfighter”, em 2006, que ela se tornou mais popular entre os fãs de games de tiro. A história dos jogos sempre se passa no futuro, o que permite que os soldados usem armas e outros equipamentos com uma tecnologia mais avançada.

“Ghost Recon: Future Soldier”, lançado em 2012, é o game mais recente da série.

'H.A.W.X' é jogo de combate aéreo (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘H.A.W.X’ é jogo de combate aéreo
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“H.A.W.X.
A temática militar de Tom Clancy também ganhou asas com “H.A.W.X”, série que coloca os jogadores no comando de caças aéreos no melhor estilo dos games “Ace Combat”.

Além de poder personalizar as aeronaves para cada tipo de missão, os jogadores podem distribuir comandos para seus aliados e pilotar o seu próprio jato com a ajuda da máquina ou não, o que torna o game muito mais difícil.

Cada fase pode ser completada vendo os veículos de dentro do cockpit ou por fora. O primeiro “H.A.W.X” foi lançado em 2009 e uma sequência chegou em 2010.

'The Division' é um game de nova geração que leva o nome de Tom Clancy (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘The Division’ é um game de nova geração que leva
o nome de Tom Clancy (Foto: Divulgação/Ubisoft)

“The Division”
Game para os videogames de nova geração – PlayStation 4 e Xbox One – e PCs, “The Division” será lançado apenas no final de 2014. Passado em um mundo aberto, o game de tiro em terceira pessoa com elementos de RPG gira em torno de uma doença que atinge e fecha todos os serviços dos Estados Unidos.

O jogador faz parte de uma divisão chamada em inglês de Strategic Homeland Division (divisão estratégica da pátria, em tradução livre para o português) e que tem como objetivo restabelecer as comunicações e os suprimentos dos sobreviventes, além de combater possíveis ameaças.

O destaque do game é a possibilidade de jogar ao lado de seus amigos. “The Division” terá ainda conexão com tablets e smartphones, permitindo que outro jogador dê suporte para o grupo que está em uma missão on-line.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Relembre: as mais lidas da semana na Macworld Brasil

Selecionamos as principais notícias e dicas dos últimos dias. Lista inclui novos games e apps, além de artigos sobre o futuro e os preços da Apple.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Relembre: as mais lidas da semana na Macworld Brasil

Lista de reportagens inclui dicas de apps, previsão de lançamentos da Apple em 2013 e especial sobre antecessor do Mac lançado há 30 anos.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Relembre: as mais lidas da semana na Macworld Brasil

Selecionamos as principais notícias e dicas dos últimos dias. Lista inclui novos games e apps, além de artigos sobre o futuro e os preços da Apple.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Em imagens: relembre a trajetória e os principais sucessos de Jobs na Apple

Nesta sexta, 5/10, completa um ano da morte do cofundador e ex-CEO da Apple, Steve Jobs. Após fundar a companhia nos anos 1970 com o amigo Steve Wozniak, Jobs acabou saindo em meio a brigas em 1985 para depois ter um retorno triunfal em 1997, quando começou a reerguer a empresa.

Os lançamentos de aparelhos como o iMac, iPod, iPhone e iPad, ajudaram a transformar a Apple em uma referência e empresa “a ser batida” no mercado de tecnologia.

Como a história de Jobs e da Apple se confundem, preparamos duas galerias especiais com os principais sucessos do executivo na empresa, além de sua trajetória profissional iniciada em uma garagem na Califórnia na segunda metade dos anos 1970.

Galerias:

– Conheça a trajetória profissional de Steve Jobs

– Os maiores sucessos da Apple com Steve Jobs

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Publicado por em 14 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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