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Justiça rejeita pedido de libertação de médica do Greenpeace na Rússia

Imagem divulgada pelo Greenpeace, feita nesta terça-feira (24), mostra Ana Paula (em destaque) com outros membros da tripulação a bordo do navio ‘Arctic Sunrise’ enquanto são rebocados pela guarda costeira russa (Foto: Greenpeace/AP)Imagem divulgada pelo Greenpeace, feita há duas semanas, mostra Ana Paula (em destaque) com outros membros da tripulação a bordo do navio ‘Arctic Sunrise’ enquanto são rebocados pela guarda costeira russa (Foto: Greenpeace/AP)

O tribunal de Murmansk, noroeste da Rússia, rejeitou nesta terça-feira (8) o pedido de libertação da médica do Greenpeace, detida e acusada de pirataria ao lado de outras 29 pessoas após uma ação de protesto contra uma plataforma de petróleo no Ártico.

Ekaterina Zaspa, médica do navio do Greenpeace “Arctic Sunrise”, permanecerá em prisão provisória até 24 de novembro, decidiu o tribunal regional de Murmansk.

Na semana passada, os 30 membros da equipe, entre eles a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, foram indiciados por “pirataria em grupo organizado”, acusação que pode resultar em uma pena de até 15 anos de prisão.

O Greenpeace denunciou na segunda-feira as condições de detenção dos ativistas como “desumanas”.

De acordo com a organização, vários ativistas detidos não têm acesso a água potável e são vigiados por vídeo de maneira permanente.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Igreja polonesa rejeita 1º pedido de indenização por pedofolia

A Igreja Católica polonesa rejeitou nesta quinta-feira (3) um pedido de indenização por atos de pedofilia cometidos por um padre, o primeiro do tipo feito a esta instituição, em um processo judicial amigável em Koszalin, indicou a justiça local.

Um homem de 25 anos, identificado como Marcin K., vítima de assédio sexual por um padre quando ainda era criança, pediu uma compensação financeira de 200 mil zlotys (EUR 47.500) à paróquia e à diocese. O padre responsável pelo crime foi condenado em 2012 a dois anos de prisão.

“O procedimento amigável fracassou. As partes não conseguiram chegar a um acordo. A vítima pode dar entrada a um processo civil”, declarou à AFP Slawomir Przykucki, porta-voz do tribunal regional de Koszalin (norte da Polônia).

“A Igreja não se sente responsável por este caso. Um padre atua em sua paróquia de maneira independente. Não há possibilidade legal de transferir a responsabilidade para a paróquia, à diocese ou à Igreja”, disse à emissora pública TVP Info Krzysztof Wyrwa, representante da parte eclesiástica em Koszalin.

No entanto, de acordo com Artur Pietryka, advogado da Fundação Helsinki para os Direitos Humanos, observador no julgamento, “não é possível que a hierarquia eclesiástica, cujos órgãos -paróquias e dioceses- escape da responsabilidade dos atos de uma pessoa que encarna esta hierarquia”.

O caso de Koszalin faz parte de uma série de denuncias de pedofilia na Igreja na Polônia, que sacudiu esta poderosa instituição em um país onde mais de 90% das pessoas se declara católica.

O escândalo eclodiu após a destituição pelo Papa Francisco do núncio na República Dominicana, o arcebispo polonês Jozef Wesolowski, e processo contra um outro padre polonês suspeito de crimes contra menores nesta ilha.

Quinta-feira, o procurador-geral Andrzej Seremet anunciou ter pedido assistência judiciária às autoridades dominicanas para investigar este assunto.

Na semana passada, o secretário-geral do episcopado polonês, o bispo Wojciech Polak, descreveu a situação como “dolorosa e difícil”. No entanto, ele rejeitou a ideia de uma possível compensação para as vítimas de pedofilia da Igreja polonesa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Liderança rebelde da Síria rejeita proposta russa sobre armas químicas

Um conselho da liderança rebelde síria apoiado pelo Ocidente rejeitou a proposta russa de colocar as armas químicas da Síria sob controle internacional, disse o grupo em uma declaração em vídeo.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU reuniram-se em Nova York na quarta-feira (11) para discutir o plano, que teria como objetivo eliminar os estoques de armas químicas da Síria e evitar um ataque militar dos EUA.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Nós anunciamos nossa rejeição definitiva à iniciativa russa de colocar armas químicas sob custódia internacional”, disse Salim Idriss, chefe do Conselho Militar Supremo dos rebeldes, em um vídeo veiculado na Internet na noite de quarta-feira.

Acompanhado por quatro líderes rebeldes, Idriss disse que o presidente sírio, Bashar al-Assad, deve ser responsabilizado depois que a Síria admitiu pela primeira ter a posse de armas químicas – algo que o país diz que precisava para enfrentar o suposto arsenal nuclear de Israel.

“Pedimos que a comunidade internacional não se contente com a retirada de armas químicas, que são um instrumento criminoso, mas que responsabilize o perpetrador e o processe no Tribunal Penal Internacional”, disse Idriss.

Mais de 100 mil pessoas morreram no conflito de dois anos e meio de duração na Síria, a esmagadora maioria morta por armas convencionais. O levante começou como um movimento de protesto pacífico contra as quatro décadas de governo da família Assad, mas transformou-se em uma guerra civil após a repressão do governo.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Hezbollah libanês rejeita ‘ameaças terrorista’ dos EUA na Síria

O Hezbollah xiita libanês, principal aliado do regime sírio, rejeitou nesta quinta-feira (5) as ameaças de ataque militar contra a Síria, e acusou os Estados Unidos de praticar “um terrorismo planejado”.

Em um comunicado publicado após uma reunião de seu bloco parlamentar, o Hezbollah, envolvido militarmente no conflito sírio ao lado do Exército sírio, advertiu que se o Ocidente passar para a ação “ameaçará a paz civil na região e no mundo”.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Casa Branca rejeita comparações entre Síria e Iraque

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A Casa Branca rejeitou nesta quinta-feira (29) comparações entre a provável ação militar na Síria e a guerra do Iraque.

O governo americano afirmou que está pensando em uma resposta “muito discreta e limitada” ao regime do presidente Bashar al-Assad, e com data para terminar.

Ao mesmo tempo, a Casa Branca sugeriu sutilmente que os Estados Unidos poderiam estar dispostos a agir por conta própria para impor uma proibição internacional sobre o uso de armas químicas e proteger os interesses de segurança nacional.

O porta-voz da Casa Branca Josh Earnest disse que a resposta potencial de Obama ao ataque com armas químicas na Síria em 21 de agosto estava em contraste com a experiência do Iraque, ocorrida durante o governo do republicano George W. Bush.

“O que estamos falando aqui é algo muito discreto e limitado”, disse ele, “e não um conflito aberto com o objetivo de mudar o regime”.

Enquanto funcionários do governo se preparam para informar líderes do Congresso sobre as últimas informações da Síria, Obama falou por telefone com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, para atualizá-la sobre a situação. Ele também tem conversado nos últimos dias com o primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, François Hollande.

Em meio a perguntas sobre se outras nações se uniriam aos Estados Unidos se for tomada a decisão de lançar uma ação militar, Earnest observou que vários líderes mundiais e organizações, como a Liga Árabe, têm manifestado indignação com o ataque com armas químicas e querem uma resposta.

“A opinião de outros líderes mundiais nesta questão importa”, disse ele.

Earnest afirmou que os Estados Unidos iriam fornecer a sua própria justificativa legal para uma eventual resposta ao uso de armas químicas na Síria, se necessário, quando Obama decidir como proceder.

“Quando o presidente chegar a uma decisão sobre a resposta adequada … e uma justificativa legal for necessária para comprovar ou apoiar essa decisão, vamos produzir uma por conta própria”, disse Earnest.

O porta-voz afirmou que o governo ainda deve divulgar detalhes de um relatório de inteligência com o objetivo de mostrar por que Washington está certo de que o governo sírio estava por trás do uso de armas químicas contra civis.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Oposição tunisiana rejeita proposta de islamitas para superar crise

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A coalizão de oposição tunisiana anunciou nesta sexta-feira (23) que rejeita as propostas para sair da crise do partido islamita no poder Ennahda, que fez referência a uma possível renúncia de seu governo depois das negociações.

“Qualquer negociação sem dissolução (imediata) do governo seria uma perda de tempo”, afirmou Taieb Baccouche, um dos representantes da oposição, depois de ter ouvido as concessões do Ennahda por meio do sindicato UGTT, que atua como mediador na crise política.

Jilani Hamami, outro representante da Frente de Salvação Nacional (FSN), chamou de “linguagem dupla” a proposta dos islamitas, que não teve os detalhes divulgados à imprensa.

O Ennahda admitiu na quinta-feira pela primeira vez a possibilidade de renúncia do governo de Ali Larayedh como saída para um “diálogo nacional” com a oposição, que busca uma solução de consenso para a crise política. O atual Executivo continuaria no poder durante a eleição de um novo governo.

A oposição prometeu manter a pressão para obter a renúncia do governo.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Após suposto ataque químico, Rússia rejeita uso de força na Síria

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A Rússia se opôs nesta sexta-feira (23) ao uso de força na Síria, onde a comunidade internacional pede para que a ONU investigue o mais rápido possível as acusações de ataques com armas químicas nas proximidades de Damasco.

A reação de Moscou ocorre após o ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, declarar que, se o uso de armas químicas pelo regime sírio for comprovado, será necessário “uma ação que pode assumir a forma de uma reação de força”.

Na quarta-feira, o exército sírio realizou uma ofensiva contra os redutos rebeldes de Ghuta oriental e Mouadamiyat al-Sham, localizados, respectivamente, na periferia leste e oeste de Damasco, causando um número de vítimas ainda indeterminado.

A oposição fala de 1.300 mortos ou mais e acusa o regime de estar por trás desses ataques com gases tóxicos.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), que se baseia em uma ampla rede de ativistas e médicos em todo o país, registrou por sua vez 170 mortes e não confirmou o uso de armas químicas.

A ONG, no entanto, indicou que o regime bombardeou de forma sistemática esta região entre quarta e quinta-feira.

As autoridades sírias negaram categoricamente as acusações de uso de armas química.

Um oficial militar chegou a afirmar que recorrer ao uso de armas químicas com a presença de especialistas da ONU no terreno seria “um suicídio político”.

O ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, declarou nesta sexta-feira em um discurso transmitido pela televisão que, segundo Londres, o atentado de quarta-feira foi “um ataque químico do regime de Assad”.

A Suécia também manifestou sua certeza quanto a autoria dos ataques e o uso de substâncias tóxicas.

O presidente americano Barack Obama afirmou que as acusações de utilização de armas químicas na Síria são “muito preocupantes”, em uma entrevista ao canal CNN.

Por sua vez, Moscou considerou que este ataque é “claramente uma provocação” dos rebeldes, e julgou “que os pedidos de algumas capitais europeias de pressão sobre o Conselho de Segurança da ONU e até mesmo sobre o uso da força são inaceitáveis”, segundo um comunicado do ministério das Relações Exteriores.

Ao mesmo tempo, o governo russo pediu a seu aliado sírio que coopere com os inspetores da ONU e aos rebeldes “garantias” quanto ao acesso aos locais atacados.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, também fez um apelo para que os inspetores da ONU possam investigar o mais rápido possível, alertando que o uso de armas químicas constitui “um crime contra a humanidade” e terá “graves consequências”.

A ONU já pediu formalmente ao governo sírio autorização para que seus especialistas investiguem as denúncias do uso de armas químicas na periferia de Damasco, e espera “receber rapidamente uma resposta positiva”.

Os especialistas chegaram domingo ao país com um mandato limitado para investigar as localidades de Khan al-Assal (norte), Ataybé (perto de Damasco) e Homs (centro).

Questionado pela AFP sobre o programa dos inspetores, um oficial dos serviços de segurança de Damasco indicou não ter informações a esse respeito, se limitando a dizer que “eles trabalham de acordo com um plano previamente traçado com modalidades precisas”.

“No plano internacional há uma convicção crescente de um ataque com armas químicas, que foi realizado por terroristas”, considerou, acrescentando que essas alegações podem ser “uma grande armação”.

Para o enviado especial da Liga Árabe e da ONU, Lakhdar Brahimim, o conflito sírio é a maior ameaça à paz mundial, especialmente após a suposta utilização de armas químicas.

“A Síria é, sem dúvida, a maior ameaça à paz e segurança no mundo atualmente”, declarou Brahimi durante uma entrevista transmitida nesta sexta pela rede de televisão da ONU na qual pediu que as diferentes partes em conflito sentem-se à mesa negociações.

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, exortou por sua vez a comunidade internacional a “agir de forma urgente e a mostrar um rosto unido” frente à crise síria.

Para corroborar suas acusações, os militantes antirregime postaram vídeos de pessoas mortas sem traços de ferimentos físicos e médicos administrando oxigênio para ajudar outras vítimas a respirar.

As crianças são as mais afetadas pelo conflito que já fez mais de 100 mil mortes. Cerca de 7.000 crianças morreram em dois anos e meio de guerra.

A Unicef estima que o número de crianças sírias refugiadas no exterior chega a um milhão, enquanto dois milhões de outras foram deslocadas no país.

arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 23 de agosto de 2013 em Brasil

 

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