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Itália ameaça liberar refugiados se UE não aumentar colaboração

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A Itália ameaçou nesta terça-feira (13) permitir que refugiados cruzem as suas fronteiras rumo a países vizinhos a menos que a União Europeia assuma uma operação marítima para lidar com o fluxo de imigrantes que chegam em barcos do norte da África.

O ministro do Interior italiano, Angelino Alfano, exigiu mais ajuda depois que a força-tarefa da Marinha italiana “Mare Nostrum” resgatou mais de 200 imigrantes e recuperou 17 corpos quando o barco que os levava afundou na costa da Líbia.

“A União Europeia tem duas opções: ou vem ao Mediterrâneo para colocar a bandeira da UE na Mare Nostrum ou deixaremos os imigrantes com direito a asilo partirem rumo aos seus países”, disse Alfano no Twitter.

A Comissária Europeia para Assuntos Internos, Cecilia Malmstrom, não respondeu de imediato a um pedido para comentar o assunto.

A menos de duas semanas das eleições parlamentares europeias, a imigração se tornou um tema político candente.

Há tempos os políticos italianos vêm exigindo mais auxílio do resto da UE para lidar com a crise, que afeta desproporcionalmente os países do sul do bloco europeu. Eles pediram uma mudança nas regras que obrigam aqueles que procuram asilo a permanecer no país no qual chegaram.

Muitos imigrantes esperam seguir viagem para países do norte da Europa com economias melhores que a italiana, que cresceu pouco em uma década e onde o desemprego chegou aos níveis mais altos em quase 40 anos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Onda de refugiados do Sudão do Sul chega à Etiópia

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Mais de 11 mil sul-sudaneses fugiram nas últimas 72 horas à vizinha Etiópia para escapar da guerra que provoca estragos em seu país, anunciou nesta terça-feira a ONU em Genebra.

Segundo Adrian Edwards, porta-voz do Alto Comissariado para os Refugiados, o êxodo começou após o anúncio de que as forças governamentais sul-sudanesas tomaram o controle da localidade de Nasir, quartel-general dos rebeldes.

Os refugiados da etnia nuer, à qual pertence o ex-vice-presidente Riek Machar, convertido em chefe da rebelião desde meados de dezembro, cruzaram o rio Baro, que marca a fronteira entre Sudão do Sul e Etiópia.

“Os refugiados nos disseram que havia ainda mais gente nas estradas, e que muitos esperavam no lado sul-sudanês para poder cruzar o rio”, declarou Adrian Edwards.

As agência humanitárias estão tentando levar ajuda à região para socorrer os refugiados, alguns dos quais estão feridos.

Está sendo construído um novo acampamento de acolhida para 30 mil pessoas. Já existe um com capacidade para receber 40 mil.

“A imensa maioria dos que chegam continuam sendo mulheres e crianças, mas cada vez há mais homens entre os refugiados”, acrescentou Edwards.

Mais de 100 mil refugiados provenientes do Sudão do Sul passaram pela Etiópia desde o início da guerra, no dia 15 de dezembro de 2013.

Além disso, 205 mil sul-sudaneses se refugiaram em Uganda, Sudão e Quênia, e 923 mil  precisaram se deslocar dentro do país.

Os combates, entre o exército leal ao presidente Salva Kiir e os rebeldes de Riek Machar, começaram no dia 15 de dezembro em Juba, a capital do Sudão do Sul, e se estenderam ao resto do país.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Brasil

 

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Jordânia cria terceiro campo de refugiados sírios

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Um enorme campo de refugiados para os sírios que fugiram da guerra em seu país foi aberto nesta quarta-feira (30) na Jordânia, onde a ONU e um ministro exigiram mais ajuda da comunidade internacional.

O campo de Azraq pode acolher, no momento, até 50 mil pessoas, mas, segundo o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), sua capacidade pode chegar a 130 mil refugiados futuramente.

“Este é provavelmente o maior campo de refugiados do mundo”, declarou o representante do Acnur na Jordânia, Andrew Harper, durante a inauguração do campo, localizado no deserto, 100 km a leste de Amã.

Cerca de 580 mil refugiados sírios foram oficialmente registrados pela ONU na Jordânia, vizinha da Síria.

O acampamento de Azraq deve ajudar a aliviar a pressão sobre o campo de Zaatari, no norte do país, para onde mais de 100 mil sírios fugiram, o equivalente à quinta maior cidade da Jordânia. Também no norte, um campo muito menor abriga cerca de 4 mil pessoas.

Mais de 400 refugiados chegaram no acampamento de Azraq desde esta segunda-feira, segundo a ONU.

Mais de 100 km de estradas, um sistema de abastecimento de água, um hospital com 130 leitos e duas escolas foram construídos no local.

Ao contrário das tendas e caravanas do acampamento Zaatari, 5 mil abrigos foram construídos em Azraq com zinco e aço para resistir aos ventos fortes e às temperaturas extremas do deserto, de acordo com a Acnur.

“Graças a Deus estamos aqui (…), longe dos bombardeios. Estamos acostumados a viver no campo”, diz Yasser, de 33 anos, que fugiu da região rural de Damasco há três dias, com quarenta membros de sua família.

“Finalmente podemos dormir. Estamos realmente cansados de guerra”, declara Abu Mohammad, de 40 anos, pai de três filhos.

“O campo é bom, mas ainda estamos à espera de eletricidade. Também precisamos andar vários quilômetros para buscar água. E precisamos de ventiladores e televisores”, considera Khaled Diab, de 38 anos, que chegou com sua esposa, seus cinco filhos, sua mãe e irmã.

Harper e o ministro das Relações Exteriores jordaniano Nasser Jawdeh pediram à comunidade internacional ajuda de longo prazo aos refugiados.

A Jordânia “está fazendo tudo que pode, ela abriu sua fronteira, abriu espaço para os refugiados. Mas agora é a comunidade internacional que deve fazer mais para mitigar o impacto” sobre o reino, disse Harper.

“O que nós precisamos é de uma ajuda adicional, não a curto prazo, mas a longo prazo”, acrescentou a diplomatas.

Em dezembro, a ONU estimou em US$ 6,5 bilhões o valor necessário para atender às necessidades das vítimas da guerra na Síria, mas as promessas de doadores reunidos em janeiro no Kuwait não ultrapassaram os US$ 2,3 bilhões.

Autoridades turcas, iraquianas, egípcias e libanesas, bem como o alto comissário da ONU, Antonio Guterres, devem se encontrar no domingo em Amã para discutir a questão dos refugiados sírios, segundo Jawdeh.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Refugiados sírios ficam encurralados na fronteira turca

A Turquia está recusando a entrada de famílias sírias sem passaporte após o fluxo de refugiados ocasionado pela intensificação de “bombardeios com barris” contra a cidade de Aleppo ter provocado uma super lotação nos campos de refugiados, disse a Fundação de Ajuda Humanitária Turca (Faht) nesta quarta-feira (5).

Uma das maiores aliadas da oposição síria, a Turquia tem acolhida centenas de milhares de refugiados sírios.

Mas os recursos tem escasseado na fronteira turca após as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, intensificarem os ataques a Aleppo, jogando bombas confeccionadas em barris contra a segundo maior cidade da Síria e ganhando terreno sobre os rebeldes enfraquecidos por seguidas semanas de confrontos internos.

“Campos em Kilis estão, infelizmente, com a capacidade esgotada, mas há espaço disponível em outros campos”, disse um assessor de imprensa da agência estatal turca para desastres, Afad, referindo-se aos campos próximo à fronteira entre Turquia e Síria.

Ancara se mantém fiel a sua política de “fronteiras abertas” e refugiados serão aceitos “após necessários controles de segurança”, informou o assessor de imprensa.

Um campo dentro da Síria, próximo a passagem fronteiriça de Bab al-Salam, a cerca de 50 km ao norte Aleppo, também está lotado, disse o assessor da Faht, acrescentando que a população no local subiu de 14 mil para 25 mil na semana passada.

“Os sírios que não entram na Turquia estão abrigando-se na Síria –apenas sob cobertores”, disse o assessor de imprensa. As temperaturas na região chegam a temperaturas abaixo de zero.

A polícia turca na posto de controle fronteiriço Oncupinar, em frente a Bab al-Salam, disse que as restrições se aplicam a aqueles sem passaporte, mas que a fronteira estava aberta e sem aglomeração de pessoas.

Mais a leste, o Observatório Sírio de Direitos Humanos disse que por pelo menos dezoito dias as autoridades turcas impediram mais de 2 mil refugiados, incluindo mulheres com crianças, de cruzarem a fronteira com a Turquia após fugirem da cidade de Raqqa.

“A maioria está vivendo ao ar livre, perto do arame farpado da fronteira de Tel Abyad”, disse o observatório, sediado em Londres.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Fome atinge 20 mil refugiados palestinos em acampamento sírio

As quase 20 mil pessoas que vivem no acampamento de refugiados palestinos de Yarmuk, em Damasco, sitiado desde junho, buscam alimentos de forma tão desesperada que muitas acabam comendo animais abandonados e algumas mulheres são obrigadas a se prostituir.

“Aqui muitas pessoas sacrificaram e comeram cachorros, gatos e inclusive um macaco”, conta Ali, um morador de Yarmuk que estudava na universidade quando explodiu, em março de 2011, a rebelião contra o regime sírio.

“Um homem que matou um cachorro não conseguiu encontrar carne para comer em seu corpo, porque até os cachorros estão morrendo de fome”, declarou à AFP através do Skype.

Homem segura corpo de filho de 1 ano que teria morrido de fome no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, ao sul de Damasco, durante uma cerimônia funerária nesta segunda-feira (27) (Foto: STR/AFP)Homem segura corpo de filho de 1 ano que teria morrido de fome no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, ao sul de Damasco, durante uma cerimônia funerária nesta segunda-feira (27) (Foto: STR/AFP)

Yarmuk nasceu como um acampamento de refugiados palestinos e se converteu gerações depois em um movimentado bairro comercial e residencial, no qual sírios e palestinos conviviam.

Quando a guerra chegou a Damasco, no verão de 2012, milhares de pessoas de outras partes da capital síria fugiram a Yarmuk, que também acabou se transformando em ma zona de guerra com a chegada de membros da rebelião, à qual alguns palestinos se uniram.

Em junho de 2013 o exército impôs um bloqueio total de Yarmuk. A maioria dos residentes fugiu, mas restavam 18.000 civis, segundo dados das Nações Unidas.

Sete meses depois, os preços dos remédios e dos alimentos dispararam, e um quilo de arroz pode chegar a US$ 100, segundo os moradores.

“A situação é tão desesperadora que as mulheres vendem seu corpo aos homens que armazenaram comida antes que o local estivesse sitiado”, explicou Ali.

A escassez de alimentos provocou a morte de 78 pessoas, 61 delas nos últimos três meses, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Leite em pó e vacinas
A Agência das Nações Unidas para os Refugiados (UNRWA), encarregada de suprir as necessidades dos refugiados palestinos, só conseguiu enviar dois comboios ao interior do acampamento nos últimos meses.

A ajuda enviada, que inclui ‘”eite em pó para bebês, vacinas da pólio para as crianças e alimentos, é escandalosamente inadequada para cobrir as sérias necessidades destes civis”, declarou Chris Gunness, porta-voz da UNRWA.

O governo sírio garantiu no dia 18 de janeiro que facilitará a chegada de ajuda humanitária, mas a UNRWA “está extremamente decepcionada porque (…) as garantias dadas pelas autoridades não foram apoiadas por ações em terra”, declarou Gunnes à AFP.

Anuar Raja, porta-voz da Frente Popular para a Libertação da Palestina – Comando Geral (FPLP-CG), que apoia o regime sírio, culpou os rebeldes pela situação do acampamento.

“Havia um acordo para que os palestinos armados no acampamento pressionassem os não palestinos armados para que fossem embora”, declarou Raja, em referência aos rebeldes.

Já Wisam Sbaaneh, membro da Fundação Palestina Jafra, culpou o FPLP-CG e o exército.

“As pessoas pedem leite em pó para as crianças e vacinas. Para que os combatentes vão querer leite em pó?”, se perguntou Sbaaneh, ironizando uma declaração da FPLP-CG afirmando que os civis eram reféns da oposição armada.

O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, insistiu na necessidade de levantar completamente o cerco.

“Fazem com que os civis sofram inanição para forçá-los a se voltar contra os rebeldes. Atacar zonas nas quais há civis é um crime de guerra”, declarou à AFP.

Fonte G1

 
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Publicado por em 29 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo

Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo nesta quinta-feira (9) em Erbil (Foto: Safin Hamed/AFP)Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo nesta quinta-feira (9) em Erbil (Foto: Safin Hamed/AFP)

Dezenas de curdos sírios protestaram nesta quinta-feira (9) em frente ao Parlamento curdo iraquiano, exigindo a execução de seis homens acusados do estupro coletivo de uma jovem refugiada.

Os homens, todos iraquianos, foram presos após uma refugiada síria de 16 anos ser estuprada pelo grupo na terça-feira na periferia de Erbil, capital da região autônoma do Curdistão, no norte do Iraque, indicou a polícia.

Três dos suspeitos negaram ter participado do ataque, segundo a polícia.

A jovem voltava para sua casa em Erbil após o trabalho quando três homens a renderam e a levaram para uma fazenda na periferia, indicou a polícia em um comunicado.

No local, ela foi agredida sexualmente pelos três e por mais três que se juntaram ao grupo.

Os seis iraquianos abandonaram a refugiada, que conseguiu retornar à cidade, onde denunciou o crime à polícia. Três homens foram presos na quarta-feira, e os demais nesta quinta-feira.

“Nós exigimos a pena máxima, a execução, para esses homens”, indicou nesta quinta-feira ante o Parlamento, Amama Hassan, uma manifestante.

Os manifestantes exibiam faixas nas quais era possível ler: “Não violem a nossa honra” ou “Não fique triste, minha irmã (…), enquanto os criminosos não forem executados, nós não nos calaremos”.

Mais de 210 mil sírios fugiram da guerra em seu país e se refugiaram no Iraque, a grande maioria estão no Curdistão iraquiano, segundo a ONU.

Esta agressão é o mais grave incidente denunciado contra os refugiados sírios curdos.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Greve de funcionários da ONU gera protesto de refugiados palestinos

Jovens palestinos bloqueiam ruas em protesto a paralisação de funcionários de agência de refugiados da ONU (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)Jovens palestinos bloqueiam ruas em protesto a paralisação de funcionários de agência de refugiados da ONU (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)

Residentes de um campo de refugiados palestinos queimaram pneus e fecharam estradas na Cisjordânia ocupada por Israel nesta quinta-feira (9) em protesto causado por uma greve de um mês realizada por funcionários locais da agência de refugiados da ONU.

Vários jovens do campo de refugiados de Jalazoun bloquearam a principal estrada ao norte da capital de facto palestina, Ramallah, expondo a revolta pela falta de serviços normalmente providos pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês).

“O lixo aqui está empilhado tão alto que não conseguimos sequer dormir à noite por causa do cheiro”, disse um morador do campo Madhi Ahmed, de 20 anos.

“A greve da UNWRA já dura 35 dias, e não há clínicas, empregos, nenhuma educação. Que esperança há para essa geração? Nós somos sufocados pouco a pouco”, acrescentou.

Um sindicato palestino lançou a greve no início de dezembro de 2013 para se opor a uma revisão dos salários que a agência da ONU pagava aos funcionários. A UNRWA emprega mais de 5 mil palestinos nos 19 campos, que abrigam 730 mil refugiados, mantidos na Cisjordânia.

A agência da ONU disse que tenta dar um desfecho à greve, mas alega não ter fundos suficientes para acatar as demandas salariais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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