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Ban Ki-moon chega a Cuba e diz estar ‘muito interessado’ em reformas

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou nesta domingo (26) a Cuba, onde vai participar como convidado da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac), “muito interessado” nas mudanças que acontecem no país e em como as Nações Unidas podem apoiá-las.

“Estou muito interessado no processo de mudança que está acontecendo em Cuba e, por isso, tenho muito interesse em conhecer o que é que estão fazendo e como as Nações Unidas podem apoiar este processo”, afirmou Ban Ki-moon em um breve pronunciamento no aeroporto internacional ‘José Martí’, de Havana.

O secretário-geral da ONU declarou também seu interesse por escutar durante sua estadia na ilha os pontos de vista dos líderes latino-americanos e caribenhos em temas como paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável.

Ban confirmou que estes dias se reunirá com o presidente cubano, Raúl Castro, ministros e altas autoridades para falar de assuntos relacionados com desenvolvimento, paz, prosperidade e igualdade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Funcionários públicos gregos fazem nova greve contra reformas

Manifestantes protestam em frente ao Parlamento grego nesta terça-feira (24) (Foto: Yorgos Karahalis/Reuters)Manifestantes protestam em frente ao Parlamento grego nesta terça-feira (24) (Foto: Yorgos Karahalis/Reuters)

Os funcionários gregos saem novamente às ruas nesta terça-feira (24), pela segunda vez neste mês, para protestar contra uma importante reforma do serviço público imposta ao governo grego por seus credores internacionais.

A greve de 48 horas foi convocada pelo principal sindicato de funcionários, ADEDY, e está prevista uma grande manifestação em Atenas.

Muitos serviços públicos estavam fechados nesta terça-feira. Por sua vez, os professores de ensino médio seguem com uma greve que começou no dia 16 de setembro.

Na segunda-feira, duas instituições de ensino, a Escola Politécnica e a Universidade de Atenas, começaram uma greve e anunciaram que levariam ante os tribunais a reforma do serviço público.

Os sindicatos de funcionários se opõem a este plano, que prevê 4.000 demissões antes do fim de 2013 (2.600 deles na televisão pública) e a mutação de 25.000 funcionários (12.500 deles antes do fim de setembro).

Os representantes da troica de credores internacionais (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) começaram no domingo uma nova análise das contas públicas, determinante para conceder outra parcela de ajuda em forma de um empréstimo de um bilhão de euros.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Capital mexicana tem protestos contra propostas de reformas

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Milhares de policiais montaram barreiras para impedir a marcha dos amnifestantes até o congresso mexicano (Foto: Reuters)Milhares de policiais montaram barreiras para impedir a marcha dos manifestantes até o congresso mexicano (Foto: Reuters)

Manifestantes protestaram neste domingo (1º) nas ruas da Cidade do México contra propostas de reformas do governo do presidente Enrique Peña Nieto, em especial na área de educação e energia. Professores, anarquistas e outros grupos marcharam rumo ao Congresso Nacional enquanto Peña Nieto enviava seu ministro do Interior para o parlamento para entregar seu informe de “estado da nação”, que proferirá na segunda-feira (2).

É o primeiro informe sobre o estado da nação que o presidente apresenta. Houve confrontos entre alguns grupos de manifestantes e parte dos milhares de policiais acionados para impedir que a manifestação chegue até o congresso mexicano.

Peña Nieto está  desgastado por um desempenho ruim da economia do país e a dificuldade para impulsionar sua agenda de reformas, especialmente a energética.

Fogo de coquetel molotov atinge policial em protesto na capital mexicana (Foto: Reuters)Fogo de coquetel molotov atinge policial em
protesto na capital mexicana (Foto: Reuters)

“Houve mais expectativas que resultados até agora no terreno legislativo’, disse à Agência Efe José Antonio Crespo, do Centro de Pesquisa e Docência Econômicas (CIDE), que prevê que depois de nove meses de gestão o presidente apresentará “resultados bastante pequenos”.

Crespo considera que o começo do mandato de Peña Nieto em 1º de dezembro foi promissor, envolvido por “boas expectativas de reformas” graças ao Pacto pelo México, assinado pelos três maiores partidos políticos mexicanos para impulsionar uma ambiciosa agenda de reformas estruturais.

De acordo com o analista, foi possível ver nos primeiros meses do mandato de Peña Nieto que “há resistências políticas evidentes que impedem saber que futuro vão ter as reformas energética e fiscal, já que há fraturas com a esquerda”.

O aspecto que gera mais receio entre a população é, segundo Crespo, o fraco desempenho econômico do México, que começou 2013 com uma previsão de crescimento anual de 3,5% e a rebaixou este mês a 1,8% após um primeiro semestre decepcionante.

Em matéria de segurança o analista quase não vê mudanças em relação à administração de Felipe Calderón (2006-2012), que deixou o país imerso em uma onda de violência que matou mais de 70 mil pessoas.

Igualmente crítica é a ONG Instituto Mexicano de Direitos Humanos e Democracia (IMDHD), que em uma avaliação dos compromissos de Peña Nieto em segurança não vê diferenças nem perspectivas inovadoras.

“Das propostas prometidas em matéria de segurança e justiça é possível dizer que uma parte foi cumprida parcialmente e outra está à espera de implementação. Mas o conjunto não permite vislumbrar uma ação inovadora e transformadora. O atual governo continua fazendo o mesmo que o (presidente) anterior” questionou a ONG.

De janeiro a junho deste ano foram criados apenas 300 mil postos de trabalho, “o que afeta a percepção dos cidadãos por verem que não estão sendo gerados os empregos que o país precisa”.

O crescimento abaixo da expectativa “claro, está ligada na dificuldade enfrentada pelas economias dos Estados Unidos e da Europa”, mas acrescenta que há um “problema político” com o Pacto pelo México. “Há uma rejeição significativa da esquerda, principalmente pela reforma energética que se discute, e isto poderia gerar uma mobilização muito grande nas ruas”.

Os protestos já se materializaram na reforma educativa, promulgada em fevereiro e que provocou uma greve geral por causa da rejeição da Coordenadora Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE) de que os professores sejam avaliados como deseja o governo.

Tudo isso criou um ambiente para o relatório que “põe Peña Nieto diante de uma situação particularmente sensível, delicada”, na qual o Executivo deveria responder com maior “capacidade política de negociação e abertura” do que a mostrada até agora.

Manifestantes e policiais entraram em confronto (Foto: AP)Manifestantes e policiais entraram em confronto (Foto: AP)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Capital mexicana tem protestos contra propostas de reformas

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Milhares de policiais montaram barreiras para impedir a marcha dos amnifestantes até o congresso mexicano (Foto: Reuters)Milhares de policiais montaram barreiras para impedir a marcha dos manifestantes até o congresso mexicano (Foto: Reuters)

Manifestantes protestaram neste domingo (1º) nas ruas da Cidade do México contra propostas de reformas do governo do presidente Enrique Peña Nieto, em especial na área de educação e energia. Professores, anarquistas e outros grupos marcharam rumo ao Congresso Nacional enquanto Peña Nieto enviava seu ministro do Interior para o parlamento para entregar seu informe de “estado da nação”, que proferirá na segunda-feira (2).

É o primeiro informe sobre o estado da nação que o presidente apresenta. Houve confrontos entre alguns grupos de manifestantes e parte dos milhares de policiais acionados para impedir que a manifestação chegue até o congresso mexicano.

Peña Nieto está  desgastado por um desempenho ruim da economia do país e a dificuldade para impulsionar sua agenda de reformas, especialmente a energética.

Fogo de coquetel molotov atinge policial em protesto na capital mexicana (Foto: Reuters)Fogo de coquetel molotov atinge policial em
protesto na capital mexicana (Foto: Reuters)

“Houve mais expectativas que resultados até agora no terreno legislativo’, disse à Agência Efe José Antonio Crespo, do Centro de Pesquisa e Docência Econômicas (CIDE), que prevê que depois de nove meses de gestão o presidente apresentará “resultados bastante pequenos”.

Crespo considera que o começo do mandato de Peña Nieto em 1º de dezembro foi promissor, envolvido por “boas expectativas de reformas” graças ao Pacto pelo México, assinado pelos três maiores partidos políticos mexicanos para impulsionar uma ambiciosa agenda de reformas estruturais.

De acordo com o analista, foi possível ver nos primeiros meses do mandato de Peña Nieto que “há resistências políticas evidentes que impedem saber que futuro vão ter as reformas energética e fiscal, já que há fraturas com a esquerda”.

O aspecto que gera mais receio entre a população é, segundo Crespo, o fraco desempenho econômico do México, que começou 2013 com uma previsão de crescimento anual de 3,5% e a rebaixou este mês a 1,8% após um primeiro semestre decepcionante.

Em matéria de segurança o analista quase não vê mudanças em relação à administração de Felipe Calderón (2006-2012), que deixou o país imerso em uma onda de violência que matou mais de 70 mil pessoas.

Igualmente crítica é a ONG Instituto Mexicano de Direitos Humanos e Democracia (IMDHD), que em uma avaliação dos compromissos de Peña Nieto em segurança não vê diferenças nem perspectivas inovadoras.

“Das propostas prometidas em matéria de segurança e justiça é possível dizer que uma parte foi cumprida parcialmente e outra está à espera de implementação. Mas o conjunto não permite vislumbrar uma ação inovadora e transformadora. O atual governo continua fazendo o mesmo que o (presidente) anterior” questionou a ONG.

De janeiro a junho deste ano foram criados apenas 300 mil postos de trabalho, “o que afeta a percepção dos cidadãos por verem que não estão sendo gerados os empregos que o país precisa”.

O crescimento abaixo da expectativa “claro, está ligada na dificuldade enfrentada pelas economias dos Estados Unidos e da Europa”, mas acrescenta que há um “problema político” com o Pacto pelo México. “Há uma rejeição significativa da esquerda, principalmente pela reforma energética que se discute, e isto poderia gerar uma mobilização muito grande nas ruas”.

Os protestos já se materializaram na reforma educativa, promulgada em fevereiro e que provocou uma greve geral por causa da rejeição da Coordenadora Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE) de que os professores sejam avaliados como deseja o governo.

Tudo isso criou um ambiente para o relatório que “põe Peña Nieto diante de uma situação particularmente sensível, delicada”, na qual o Executivo deveria responder com maior “capacidade política de negociação e abertura” do que a mostrada até agora.

Manifestantes e policiais entraram em confronto (Foto: AP)Manifestantes e policiais entraram em confronto (Foto: AP)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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