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Cardeais que estudam reforma da Igreja concluirão trabalhos em 2015

O grupo de oito cardeais nomeado pelo Papa Francisco para assessorá-lo na reforma do governo central da Igreja Católica irá concluir seus trabalhos em 2015, indicou nesta terça-feira (23) o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

“O trabalho a ser feito ainda é muito, mas, provavelmente, estará concluído em 2015”, garantiu.

Os cardeais participam desde segunda-feira (28) da quarta rodada de reuniões com o pontífice, a fim de estabelecer os eixos para uma profunda reforma da Cúria Romana, abalada por uma série de escândalos nos últimos anos.

O Papa se reunirá pela primeira vez no dia 2 de maio com a comissão que dirige a nova Secretaria de Economia, que é responsável por todas as atividades econômicas da Santa Sé.

O comitê é composto por quinze membros, oito cardeais e sete leigos, e é responsável por elaborar orientações a serem seguidas pela secretaria.

Esse órgão deve garantir a credibilidade e a transparência da Igreja.

Lombardi informou ainda que a próxima reunião do ‘G8’ está marcada para acontecer entre os dias 1 e 4 de julho.

O chamado “G8” é formado por cardeais dos cinco continentes e coordenado pelo hondurenho Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Lavrov e Kerry concordam com reforma constitucional na Ucrânia

Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

O ministro das relações exteriores russo, Sergei Lavrov, falou por telefone neste domingo (16) com o secretário de Estado americano, John Kerry, sobre a situação na região separatista ucraniana da Crimeia – e ambos concordaram que uma reforma constitucional resolveria a crise política na Ucrânia, segundo afirmou o ministério russo. Washington não confirmou o telefonema.

A Crimeia realiza neste domingo um referendo sobre uma possível anexação à Rússia. O Ocidente tenta ajudar a Ucrânia a não perder seu território e evitar uma escalada militar no conflito.

O presidente russo Vladimir Putin disse à chanceler alemã Angela Merkel neste domingo que o referendo na Ucrânia respeita as leis internacionais, segundo comunicado do Kremlin.

O comunicado disse que Putin também usou a conversa telefônica com Merkel para expressar sua preocupação sobre a escalada de tensões que, segundo ele, está sendo causada por grupos radicais nas regiões do sudeste da Ucrânia em “conivência com autoridades de Kiev”.

“A chanceler propôs uma ampliação da presença existente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) na Ucrânia e o envio de um maior número de observadores para áreas de maior tensão, especialmente o leste da Ucrânia”, disse o porta-voz de Merkel. “O presidente russo entendeu a iniciativa, e prometeu orientar o Ministro de Relações Exteriores Sergei Lavrov neste sentido.”

A Crimeia se tornou o foco da atenção internacional nas últimas semanas com uma escalada militar russa e ucraniana em seu território. As tensões separatistas da região, de maioria russa, se tornaram mais acirradas com a deposição do presidente ucraniano Viktor Yanukovich, em 22 de fevereiro – o que levou a Rússia a aprovar o envio de tropas para “normalizar” a situação.

O premiê interino ucraniano, Arseny Yatseniuk, também pediu à OSCE o envio urgente de observadores ao sudeste da Ucrânia e prometeu levar à Justiça todos que estão propagando o separatismo na Crimeia “acobertados pelas tropas russas”.

Contra o referendo, o Parlamento ucraniano aprovou a dissolução da assembleia regional da Crimeia, e um líder nacionalista do Congresso em Kiev disse que a região precisa ser punida para impedir que haja mais movimentos separatistas no leste ucraniano.

E não é só a Ucrânia a insatisfeita com a consulta popular deste domingo. Os Estados Unidos e outros países ocidentais exigem que a Rússia recue suas tropas. Os EUA também suspenderam as transações comerciais com o país e cancelaram um acordo de cooperação militar com Moscou.

A Rússia é ameaçada também de ser expulsa do G8 (grupo dos países mais industrializados do mundo) caso mantenha sua posição no conflito contra a Ucrânia.
Neste sábado, um projeto de resolução do Conselho de Segurança da ONU que condenava o referendo acabou sendo arquivado. O documento recebeu 13 votos favoráveis dos 15 membros do Conselho, mas foi rejeitado devido ao veto da Rússia, que, como membro permanente, pode bloquear qualquer tipo de posição adotada nesta instância da ONU. A China se absteve.

O que pode acontecer?
O governo interino da Ucrânia denunciou uma possível invasão russa na Crimeia e pediu que a população não se levante ante às provocações. Segundo analistas, os russos moradores da Crimeia devem aprovar a anexação no referendo, e isso pode, sim, fazer com que a Rússia incorpore a região ao seu território.

“A maioria do povo da Crimeia, constituída pelos russos e russófonos [que falam russo], pretende pedir a adesão ao estado forte, rico e estável que é a Rússia”, disse em entrevista ao G1 o professor de relações internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alexander Zhebit. Ele acredita que os russos podem defender melhor os direitos da região diante do “cenário da arbitrariedade e da falência do poder estatal no fim do governo de Yanukovich e no início do atual, cuja legitimidade é altamente questionável.”

Segundo ele, a Crimeia significa muito para a Rússia “devido aos vínculos humanos e culturais que ligam a Crimeia e a Rússia desde 1783”. Essa importância foi enfatizada na sexta-feira pelo ministro das Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, ao dizer que a Crimeia significa mais para a Rússia do que as Malvinas para a Grã-Bretanha.

Mas, apesar da empolgação russa para adquirir o território, o professor Zhebit não acha que a anexação só trará louros aos russos. “A curto e a médio prazos a Rússia poderá sentir efeitos políticos, econômicos e financeiros de desgaste, caso aceite a decisão do plebiscito.”

Reações
O Ocidente já anunciou sanções à Rússia e às lideranças da Crimeia, mas nada foi mencionado sobre o possível uso da força para impedir a anexação da região. Para o professor de história contemporânea da Universidade de São Paulo Angelo Segrillo, não deve haver um envolvimento militar. “Os interesses ocidentais são principalmente geopolíticos, pois há uma clara tentativa de aumentar a influência ocidental no leste da Europa e nas antigas repúblicas soviéticas. Economicamente, há a preocupação com a passagem do gás e petróleo russo para a Europa ocidental que se realiza, em parte considerável, por gasodutos/oleodutos na Ucrânia.”

O mesmo acredita o professor Zhebit. “O Ocidente não deve se envolver e não se envolverá militarmente na Ucrânia, porque não possui nem acordos militares nem interesses econômicos significativos na Ucrânia, nem tantos cidadãos dos países ocidentais no território da Ucrânia, cuja existência possa justificar ou respaldar qualquer ação deste tipo.”

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Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Um ano após renúncia de Bento XVI, Papa começa reforma na Igreja

Neste sábado (8), Papa participou de celebração na Basílica de São Pedro (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Neste sábado (8), Papa participou de celebração na
Basílica de São Pedro (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Um ano depois da renúncia de Bento XVI, o Papa Francisco abriu várias frentes para reformar a Igreja, imprimiu ao papado um novo estilo, mais próximo, e segue de perto o que ocorre no mundo. A imagem do Vaticano se deteriorou muito pelos escândalos de pedofilia e por diversas polêmicas, mas isso está mudando graças à popularidade do Papa argentino, inclusive entre os que não são fiéis.

No dia 13 de março, o arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, foi eleito com dois objetivos claros: reformar as estruturas da Igreja, sobretudo o governo central – a chamada Cúria romana -, e impulsionar o caráter missionário em uma época de forte secularização.

Francisco dá prioridade ao segundo ponto. “Para ele, o que realmente importa é que o Evangelho seja levado a cada pessoa, independentemente de sua situação concreta: o que se chama misericórdia, abertura incondicional”, explica à AFP o padre Antonio Spadaro, diretor da revista jesuíta Civilta Cattolica.

A revolução levada adiante por ele é, sobretudo, de gestos. Lavando os pés de presos muçulmanos, beijando pessoas com deficiência física, afirmando que não é ninguém para julgar os homossexuais, o Papa comoveu a opinião pública. E também voltou suas críticas aos clérigos “carreiristas” ou “mundanos”.

Telefona, escreve, usa o Twitter
Francisco não permanece passivo diante dos acontecimentos no mundo. Diante de uma inundação, um drama familiar ou uma catástrofe, telefona, quando não escreve ou tuíta. O Papa, com sua espontaneidade, é um grande comunicador, e foi designado “homem do ano” por várias revistas.

Faz isso sem se esquecer de seu objetivo mais importante: reformar a Igreja. Em um primeiro momento mostrou-se prudente e não fez grandes mudanças no organograma de seu antecessor. Mas quando se sentiu mais seguro começaram a chegar as nomeações e as destituições com a intenção de afastar os responsáveis por intrigas e os corruptos.

Em sua residência de Santa Marta realiza reuniões, nomeia comissões para refletir sobre a reforma do banco ou da administração vaticana e ordena auditorias. E, sobretudo, designou um “G8”, um conselho consultivo de oito cardeais dos cinco continentes para assessorá-lo durante vários anos.

Francisco é um “general” jesuíta, determinado, exigente, às vezes com pouco tato. A Cúria, outrora todo-poderosa, algumas vezes se sente maltratada. É possível sentir no ar um certo desconforto. Decide sozinho. Sua primeira eleição de novos cardeais foi muito pessoal, com preferência por “homens terrenos”, às vezes desconhecidos, em detrimento dos príncipes da Cúria.

Colegialidade
Uma de suas metas para a Igreja do futuro é a aplicação dos princípios de colegialidade, que se baseia na consulta regular dos bispos, e da subsidiariedade, que faz com que não seja necessário que tudo chegue a Roma.

Mas manteve intacta a doutrina nos temas quentes, como o aborto, a eutanásia, o casamento entre homossexuais ou as mudanças bioéticas. Este Papa, que não pode ser classificado de progressista ou de conservador, também se opõe à ordenação de mulheres.

Para Francisco, a família é o ponto central de sua ação e por isso convocou um consistório para fevereiro e dois sínodos. Parece consciente da necessidade de fornecer respostas a realidades concretas dos cristãos, como os divorciados, as mães solteiras e os homossexuais.

Seu compromisso em nível social e humanitário é impressionante. Seu lema é ‘uma Igreja pobre e para os pobres’ e, em nome dela, trava uma guerra contra o gasto excessivo de dinheiro, o tráfico e a exploração. Denuncia a ‘cultura do desperdício’ que marginaliza os imigrantes clandestinos, os idosos e os mais frágeis.

Também não fica calado quando se trata de política externa. “Seu discurso contra uma intervenção estrangeira na Síria significou o retorno” da Santa Sé ao cenário internacional, afirmou à AFP um embaixador da Ásia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Obama anuncia decisão sobre reforma da vigilância em 17 de janeiro

O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciará as suas decisões sobre como reformar as práticas de vigilância dos Estados Unidos em discurso no dia 17 de janeiro, afirmou a Casa Branca nesta sexta-feira (10).

Obama tem analisado as recomendações sobre mudanças nesta área após as revelações feitas pelo ex-funcionário de inteligência dos EUA Edward Snowden, que está temporariamente asilado na Rússia.

A Casa Branca havia dito anteriormente que Obama revelaria suas decisões antes do discurso do Estado da União, previsto para o fim deste mês.

Obama se reuniu com a delegação em Washington, como parte das consultas com diferentes atores envolvidos no debate sobre como melhorar o equilíbrio entre segurança nacional e preservação das liberdades civis. O encontro incluiu várias autoridades críticas da coleta de dados eletrônicos por parte da NSA. Desde o início da polêmica, Obama vem afirmando que as revelações feitas por Snowden minaram a confiança da opinião pública na comunidade de inteligência americana e que reformas são necessárias.

O presidente da Comissão Judiciária da Câmara de Representantes, o republicano Bob Goodlatte, um dos parlamentares presentes na reunião, pediu ao presidente que explique a necessidade de um programa tão amplo de coleta de dados.

Funcionários de alto escalão do governo sinalizaram que o presidente Obama está avaliando a possibilidade de permitir que os programas sejam mantidos, desde que os dados sejam armazenados por empresas do setor de tecnologia, ou por uma terceira parte, que não seja a NSA. As autoridades da comunidade de inteligência teriam, então, de obter uma permissão judicial para acessar os registros telefônicos, por exemplo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Obama prepara reforma no setor de inteligência dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, consultou na quarta-feira (8) autoridades do setor de inteligência sobre formas de limitar as práticas de vigilância dos EUA, à medida que se aproxima de concluir uma revisão que levará a mudanças na forma de proceder com dados de telefonemas e também a restrições na espionagem de líderes estrangeiros.

Obama, que pode anunciar as reformas no setor de inteligência na próxima semana, tem agido em busca de restaurar a confiança dos norte-americanos nos serviços de inteligência do país, após os danos causados pelas revelações do ex-prestador de uma agência de espionagem Edward Snowden sobre a dimensão das práticas de vigilância do governo.

O presidente conversou sobre o andamento do processo de revisão em reunião com o diretor de Inteligência dos EUA, James Clapper, o diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), Keith Alexander, o secretário de Justiça, Eric Holder, e o vice-presidente, Joe Biden.

“Essa foi uma chance importante para o presidente ouvir diretamente de sua equipe, quando ele começa a tomar decisões finais sobre como nós vamos seguir em frente com os programas-chave de inteligência”, disse Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Obama também reuniu-se com integrantes do Conselho de Supervisão da Privacidade e das Liberdade Civis, um grupo bipartidário independente que faz uma revisão das práticas de vigilância dos EUA, incluindo a coleta de dados de telefonemas.

Obama deve encontrar diversos parlamentares norte-americanos nesta quinta-feira para voltar a tratar sobre a revisão da inteligência.

As reformas devem incluir algumas restrições à espionagem de líderes estrangeiros, uma questão surgida no ano passado após denúncias de que a NSA teria espionado as comunicações pessoais da presidente Dilma Rousseff e da chanceler alemã, Angela Merkel.

As informações sobre a capacidade de o governo de monitorar o tráfego de telefonemas e emails de norte-americanos e estrangeiros estão entre as principais revelações feitas por Snowden, que atualmente vive em asilo temporário na Rússia. Ele é procurado pelos EUA para enfrentar acusações de espionagem.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Congresso do México aprova histórica reforma energética

A histórica reforma energética do México foi aprovada de forma definitiva nesta quinta-feira (12) depois que o Congresso submeteu a uma última votação mudanças constitucionais importantes que permitem o investimento privado nacional e estrangeiro no setor.

A reforma foi aprovada por 353 votos a favor e 134 contra, principalmente da esquerda, que considera a norma ‘um assalto à nação’, disseram os legisladores ao declarar seus votos.

Na quarta-feira (11), a Câmara dos Deputados já havia aprovado a reforma, que abre as portas ao capital privado para a exploração de combustíveis, mas ainda restavam alguns pontos que precisam ser debatidos.

Após a aprovação no Senado sem os votos da esquerda, a polêmica reforma foi aprovada em termos gerais na Câmara com 354 votos a favor e 134 contrários. A votação foi tensa e aconteceu em meio a gritos e ofensas.

A reforma é considerada a mais importante das mudanças estruturais defendidas pelo presidente Enrique Peña Nieto para estimular o crescimento econômico e social do país.A reforma, aprovada graças aos votos do Partido Revolucionário Institucional (PRI), no poder, e do Partido Ação Nacional (PAN), pretende acabar com 75 anos de monopólio estatal do setor de energia e abrir ao capital privado nacional e estrangeiro a exploração e extração de combustíveis.

O projeto prevê diferentes tipos de contrato, de serviços, de utilidade e de produção compartilhada ou de licença, o que a esquerda considera uma ‘privatização’ do setor e a abertura a concessões dissimuladas.

A reforma também inclui a criação de um fundo que administrará os recursos petroleiros, levando em consideração que a Pemex, a empresa estatal do setor, destina atualmente 67% do lucro aos cofres públicos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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‘G8 vaticano’ estuda reforma profunda na constituição católica

Os oito cardeais designados pelo Papa Francisco para assessorá-lo na reforma da Cúria estudam medidas profundas e não meros retoques da Constituição que regulamenta o funcionamento do governo central da Igreja, afirmou o porta-voz do Vaticano.

“A orientação dos cardeais não é apenas a de um ‘aggiornamento’ (ordem do dia) da Constituição ‘Pastor Bonus'”, adotada em 1998, afirmou o padre Federico Lombardi em uma entrevista coletiva no penúltimo dia das consultas a portas fechadas dos oito prelados dos cinco continentes.

Papa Francisco durante a audiência semanal na Praça de São Pedro, no Vaticano (Foto: Giampiero Sposito/ Reuters)Papa Francisco durante a audiência semanal na Praça de São Pedro, no Vaticano (Foto: Giampiero Sposito/ Reuters)

Os trabalhos do grupo se orientam “para uma nova Constituição, porque os cardeais não vieram para fazer retoques, mudanças cosméticas”, acrescentou Lombardi, antecipando que entre os temas discutidos estão as atribuições do secretário de Estado (equivalente a um primeiro-ministro) e o papel dos laicos na Igreja Católica.

A Cúria é alvo constante de críticas pelo centralismo e falta de transparência.

O próprio papa Francisco criticou o funcionamento muito “vaticano-centrista” da Igreja, em uma entrevista concedida no início da semana.

O pontífice, eleito em março para substituir o renunciante Bento XVI, defendeu na entrevista ao jornal La Repubblica uma “Igreja concebida como uma organização não apenas vertical, mas também horizontal”.

Lombardi disse na entrevista coletiva que os oito cardeais, chamados de G8, trabalham efetivamente em “um projeto de Cúria a serviço da igreja universal e das igrejas locais, respeitando o princípio de subsidiariedade”.

Este princípio supõe que as instâncias centrais de uma organização se ocupam apenas dos assuntos que os níveis inferiores não conseguem resolver.

A secretaria de Estado, percebida muitas vezes como um Estado dentro do Estado, “deverá ser no futuro uma secretaria do papa” no sentido pleno da palavra, disse Lombardi.

O papa nomeou recentemente um novo secretário de Estado, Pietro Parolin, que substituirá a partir de 15 de outubro Tarcisio Bertone.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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