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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

Fonte G1

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Exército tailandês reforça tropas após alerta de violência em eleição

O Exército da Tailândia informou nesta quinta-feira (30) que vai reforçar a presença de tropas na capital antes da eleição de domingo (2), após o governo ter alertado que pode não conseguir conter a violência se manifestantes contrários ao governo tentarem impedir as pessoas de votar.

Os manifestantes, membros do Comitê Popular para a Reforma Democrática, dizerem que vão impedir a votação como parte da campanha para derrubar a primeira-ministra Yingluck Shinawatra.

A decisão do governo de realizar a eleição no domingo inflamou as tensões na capital Bangcoc, onde os manifestantes bloqueiam cruzamentos importantes e forçaram muitos ministérios a fechar as portas.

“Além dos 5.000 soldados que já destacamos em Bangcoc e arredores para ajudar a monitorar a segurança, vamos aumentar as tropas ao redor dos locais de protesto, uma vez que há pessoas tentando instigar a violência”, disse à Reuters o porta-voz do Exército Winthai Suvaree.

Cerca de 10.000 policiais ficarão responsáveis pela segurança em Bangcoc no dia da votação, e os soldados ficarão de prontidão, acrescentou o porta-voz.

Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)Manifestantes caminham pelas ruas de Bangcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Novo relatório climático reforça visão de que homem causa aquecimento

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, IPCC na sigla em inglês, divulgou nesta sexta-feira (26) um novo relatório que aumenta o grau de certeza dos cientistas em relação à responsabilidade do homem no aquecimento global.

Chamado de “Sumário para os Formuladores de Políticas”, o texto afirma que há mais de 95% (extremamente provável) de chance de que o homem tenha causado mais de metade da elevação média de temperatura registrada entre 1951 e 2010, que está na faixa entre 0,5 a 1,3 grau – a edição anterior falava em mais de 90%.

O documento apresentado em Estocolmo, na Suécia, em conferência científica realizada ao longo desta semana, mostra também que o nível dos oceanos aumentou 19 centímetros entre 1901 e 2010, e que as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso aumentaram para “níveis sem precedentes em pelo menos nos últimos 800 mil anos”.

O novo relatório diz ainda que há ao menos 66% de chance de a temperatura global aumentar pelo menos 2 ºC até 2100 em comparação aos níveis pré-industriais (1850 a 1900), caso a queima de combustíveis fósseis continue no ritmo atual e não sejam aplicadas quaisquer políticas climáticas já existentes.

Os 259 pesquisadores-autores de várias partes do mundo, incluindo o Brasil, estimam ainda que, no pior cenário possível de emissões, o nível do mar pode aumentar 82 centímetros, prejudicando regiões costeiras do planeta, e que o gelo do Ártico pode retroceder até 94% durante o verão no Hemisfério Norte (veja abaixo uma tabela com os eventos climáticos possíveis, segundo os cientistas).

Trata-se da primeira parte de um conjunto de dados que servirá de base para as negociações climáticas internacionais. A última versão saiu em 2007, quando o estudo rendeu ao painel de especialistas o Prêmio Nobel da Paz. O primeiro capítulo divulgado nesta sexta, de um total de três, aborda A Base das Ciências Físicas. As demais partes serão publicadas em 2014.

IPCC - arte (Foto: G1)

Aquecimento quase certo
Os cientistas tratam como fato o aumento médio de 0,85 ºC na temperatura global entre 1880 e 2012 e que é “muito provável” que desde 1950 houve redução de dias e noites mais frios e aumento de dias e noites mais quentes em todo o planeta.

A temperatura da superfície do oceano teve aumento de 0,11 ºC por década entre 1971 e 2010, e a água marinha está mais ácida, fator que pode prejudicar o ecossistema.

Um ponto considerado polêmico do documento, o chamado “hiato” da mudança climática, foi mantido. O trecho explica que houve uma “desaceleração” no aumento da temperatura global entre 1998 e 2012, com taxa de aquecimento de 0,05 ºC por década, enquanto que período entre 1951 e 2012, essa taxa era de 0,12 ºC. Para o IPCC, esta desaceleração sentida não significa uma mudança de curso no aquecimento do planeta.

Ao avaliar quatro cenários de emissões de gases, o IPCC fez previsões de que até 2100 a temperatura no planeta pode aumentar entre 0,3 ºC e 1,7 ºC (no cenário mais brando, com menos emissões e políticas climáticas implementadas) e entre 2,6 ºC 4,8 ºC se não houver controle do lançamento de gases-estufa.

O relatório aponta também que é forte a evidência de que as camadas polares e glaciares do Ártico e Antártica têm perdido massa de gelo e reduzido sua extensão oceânica.

O texto diz que são “altamente confiáveis” as informações de que a Groenlândia e a Antártica perderam massa de gelo nas últimas duas décadas e que já há migração de ecossistema terrestre para áreas onde o frio predominava (e não havia chance de sobrevivência da maioria dos tipos de vegetais).

“O mais importante é que o gelo fora da região antártica continua com ritmo acelerado de derretimento e, principalmente, as geleiras não polares (encontradas em montanhas) continuam a reduzir rapidamente e a contribuir para o aumento do nível do mar”, explicou o glaciologista brasileiro Jefferson Simões, um dos revisores da parte que aborda as massas de gelo do planeta.

“Agora nós temos muito mais dados e um detalhamento maior, que possibilita que as previsões sejam corrigidas”, complementa.

Segundo o IPCC
– temperatura global aumentou 0,85 ºC entre 1880 e 2012;- há 95% de chance de que o homem causou aquecimento;- concentração de CO2 no ar é a maior em 800 mil anos;
– no pior cenário de emissões, a temperatura sobe 4,8 ºC até 2100;- no mesmo cenário, nível do mar pode aumentar 82 cm até 2100;- gelo do Ártico pode retroceder 94% até 2100 durante o verão;

Maior emissão de gases
Um dos dados apresentados pelo IPCC aponta que foi registrado um aumento de 43% na forçante radiativa entre 1985 e 2011.

A forçante radiativa é um índice que estima impactos climáticos causados pelo desequilíbrio entre as radiações solares absorvidas pela Terra e o calor devolvido pelo planeta à atmosfera, aquecendo-a. Essa troca de energia equilibrada garante uma temperatura global estável.

No entanto, uma maior emissão de gases e aerossóis pelo homem por conta de queimadas, desmatamento e queima de combustíveis fósseis (principalmente CO2) tem elevado a forçante e, consequentemente, retido uma maior quantidade de calor no planeta.

Segundo Paulo Artaxo, físico da Universidade de São Paulo e um dos coautores do capítulo divulgado, o aumento representa a elevação das concentrações de gases de efeito estufa “que continuam a subir rapidamente”.

Mares mais altos
De acordo com o IPCC, é muito provável que o nível do mar aumente no século 21 em todos os cenários de emissões estudados pelos cientistas. A elevação seria causada pelo aumento do degelo na região da Antártica e do Ártico.

No cenário mais brando, em que há corte de emissões e políticas climáticas, o nível do mar pode subir entre 26 centímetros e 55 centímetros até 2100. Já no pior cenário, com altas emissões de gases-estufa e não cumprimento de regras para a redução delas, o nível do mar aumentaria entre 45 centímetros e 82 centímetros.

O IPCC faz a previsão também de que 95% da totalidade do oceano tem probabilidade alta de aumentar o seu nível e que 70% das regiões costeiras do planeta sofrerão com o avanço do mar.

“É importante salientar que algumas regiões do globo podem ter aumento maior que este e outras regiões aumentos menores, pois este valor é uma média global”, afirma Artaxo.

Esperamos um grande impacto deste relatório nos formuladores de políticas”José Marengo, pesquisador do Inpe e editor do relatório do IPCC

Credibilidade em xeque
Vazamento de e-mails com conversas entre autores, debatendo possíveis exageros presentes no relatório, ou até mesmo erros cometidos, como a conclusão de que as geleiras nas montanhas do Himalaia derretiam mais rápido do que as outras do mundo e “poderiam desaparecer até 2035, ou antes” – dado que o IPCC considerou um “lamentável erro” – levantou um debate sobre a credibilidade da instituição.

O fato alimentou a opinião de céticos em relação às mudanças climáticas. Mas, para cientistas brasileiros envolvidos na elaboração do documento e ouvidos pelo G1, foram problemas pontuais que não diminuíram a “confiabilidade científica” do painel.

“Houve uma mudança na forma de trabalhar, os capítulos foram enviados para revisão internacional. Esperamos um grande impacto deste relatório nos formuladores de políticas”, afirma José Marengo, pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre, ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O pesquisador, que é um dos editores do capítulo divulgado, duvida que a confiabilidade científica do texto do IPCC tenha diminuído. “O fato de que há críticos por aí não significa que está errado ou cheio de problemas”, disse.

“A credibilidade não é colocada em dúvida por causa de questões menores perto de milhares de aspectos acertados no relatório. Sempre é possível que pequenos deslizes ocorram em qualquer tipo de trabalho, mas isso não tira o brilho de uma extensa análise feita por milhares de cientistas”, afirmou Paulo Artaxo.

O homem e o clima
As conclusões do novo relatório do IPCC sobre os eventos climáticos

O homem contribuiu para essas mudanças?

Probabilidade de que ocorram mais mudanças até o fim do século 21

Dias mais quentes ou menos dias frios na maioria das áreas terrestres

Provavelmente haverá mais áreas com aumento do que com diminuição. Muito provavelmente na América do Norte central

Aumento da intensidade ou duração das secas

Baixa confiança em escala global

Provável (com média confiança)

Aumento na atividade de ciclones tropicais

Baixa confiança em mudanças de longo prazo*

Mais provável que ocorra do que que não ocorra

* Expressa o nível de confiança dos cientistas, com base nas informações disponíveis e no grau de concordância entre os especialistas a respeito de cada tema

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Casa Branca reforça que o governo é responsável por ataques na Síria

O relatório da ONU que confirmou o uso de armas químicas em um ataque de 21 de agosto na Síria reforçou o argumento dos EUA que o governo sírio foi responsável, disse a Casa Branca nesta segunda-feira (16).
A conselheira de segurança nacional do presidente Barack Obama, Susan Rice, disse em um comunicado que a prova técnica no relatório da ONU, inclusive que o agente sarin foi de alta qualidade e que um foguete particular foi utilizado no ataque, foi significativa.
A conclusão, segundo ela, “reforça nossa avaliação de que estes ataques foram realizados pelo regime sírio, como só eles tinham a capacidade de montar um ataque dessa maneira”.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Coletiva da ONU
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta segunda-feira durante uma coletiva de imprensa que “qualquer uso de armas químicas é crime”.

Ban Ki-moon também afirmou que agora é a hora do Conselho de Segurança da ONU mostrar a sua liderança perante a situação. Segundo o secretário, as armas químicas “foram usadas ??em uma escala relativamente grande” na Síria.

“É o uso mais significativo confirmado de armas químicas contra civis desde que Saddam Hussein usou em Halabja, em 1988”, disse Ban.

Segundo um dos enviados americanos da ONU para fazer coletar amostras, o relatório deixa claro que apenas o governo poderia estar por trás do ataque com armas químicas no país. Ainda segundo ele, não há “nenhuma evidência” sobre a oposição ter gás sarin.

A missão da ONU tem “cumprido os protocolos mais rigorosos disponíveis para tal investigação, inclusive para garantir a custódia para todas as amostras”, acrescentou Ban.

“A missão também tem documentado e tem amostras dos locais de impacto e munições, e foram coletadas 30 amostras de solo e ambientais – muito mais do que qualquer investigação anterior das Nações Unidas”, completou Ban.

O chefe das Nações Unidas fez estes comentários em consultas a portas fechadas do órgão executivo de 15 membros da ONU, nas quais disse que médicos encontraram gente morrendo nas ruas após o ataque com gás sarin de 21 de agosto perto de Damasco, afirmaram à AFP diplomatas presentes na reunião.

Ban disse que as condições do tempo da manhã de 21 de agosto maximizaram o impacto potencial do ataque. “O movimento descendente do ar permitiu que o gás penetrasse facilmente nos porões e nos níveis mais baixos dos edifícios, e em outras estruturas onde muitas pessoas buscaram refúgio”, explicou.

Ban afirmou ao Conselho nesta segunda-feira que 85% das amostras de sangue colhidas por investigadores testaram positivo para sarin, enquanto quase todas as amostras biomédicas verificadas testaram positivo para exposição ao sarin.

“Os sobreviventes relataram que depois de um ataque com bombardeios, eles rapidamente tiveram uma variedade de sintomas, incluindo falta de ar, desorientação, irritação ocular, visão turva, náuseas, vômitos e fraqueza geral”, disse Ban.

“Muitos, eventualmente, perderam a consciência”, acrescentou. “Socorristas descreveram ter visto um grande número de pessoas deitadas no chão, muitas delas mortas ou inconscientes”.

16/9 - Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)

Relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta segunda-feira em seu site o relatório sobre a investigação a respeito do ataque de armas químicas ocorrido em 21 de agosto nos subúrbios de Damasco.

O documento confirma que um grande número de pessoas morreu vítima de armas químicas na região de Goutha, na periferia da capital, Damasco, e que o agente nervoso gás sarin foi usado, jogado dentro de bombas em três regiões: Ein Tarma, Moadamiyah e East  Goutha.

“Com base em evidências obtidas durante a investigação sobre o incidente de Ghouta, a conclusão é de que armas químicas foram usadas no conflito em andamento entre as partes na República Árabe Síria… contra civis, incluindo crianças, numa escala relativamente grande”, afirma o relatório.

Mais cedo, uma imagem da capa do documento já alertava para as conclusões de uso de gás sarin.

Os Estados Unidos afirmam que 1.400 pessoas morreram no ataque, entre elas mais de 400 crianças.

O documento, assinado por Ban Ki-moon, defende que a ONU trabalhe para que armas químicas não voltem a ser usadas em conflitos e expressa como “bem-vinda” a decisão da Síria de assinar a convenção que proíbe a fabricação e o uso de armas químicas no mundo.

O texto diz que há investigações sobre uso de armas químicas também em outros três locais.

Repercussão
Síria e Rússia culparam os rebeldes pelo ataque de 21 de agosto. Os rebeldes, os Estados Unidos e outras potências ocidentais culpam as forças leais a Assad.

Não está claro se algum detalhe do relatório sugeriu culpabilidade. O mandato de Sellstrom se limita a investigar os fatos, não apontar culpados, informou a agência de notícias Reuters.

O chanceler francês, Laurent Fabius, no entanto, disse que o relatório da ONU mostrou que “não há dúvida” de que o governo Assad foi responsável pelo ataque químico.

Alguns diplomatas ocidentais afirmaram em condição de anonimato que as informações sobre os tipos de armas e alguns outros detalhes que Sellstrom pode possuir poderiam dar indicações da responsabilidade do governo no ataque.

Reino Unido e Estados Unidos se uniram à França nesta segunda-feira ao declarar que detalhes contidos em um relatório de investigadores da ONU confirmam que o governo da Síria, e não a oposição, está por trás do ataque de 21 de agosto com gás sarin.

O embaixador britânico, Mark Lyall Grant, disse a jornalistas que “não há dúvida restante que foi o regime” o responsável pelo ataque que deixou centenas de mortos.

A embaixadora dos EUA, Samantha Power, repetiu suas observações.

Direitos Humanos
A Comissão de investigação sobre a Síria na ONU analisa 14 casos de suspeita de ataques químicos desde que começou o monitoramento no país, em setembro de 2011, disse nesta segunda-feira (16) o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, chefe da equipe, segundo a agência de notícias Reuters.

Pinheiro também afirmou que o governo sírio convidou Carla del Ponte, membro da comissão, para visitar o país, mas a comissão queria uma visita oficial, que o incluísse. Del Ponte disse que pode ter sido convidada pois havia dito em maio deste ano que havia indícios de que a oposição usou armas químicas.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Cisco reforça portfólio de small cells 3G e 4G comprando Ubiquisys

A empresa anunciou a intenção da compra da companhia inglesa, fornecedora de tecnologia wireless, por 310 milhões de dólares

Para reforçar seu posicionamento no mercado de small cells para redes 3G e 4G, a Cisco anunciou nesta quarta-feira, 03/04, a decisão de comprar a empresa Ubiquisys, fornecedora inglesa de tecnologia para conectividade sem fio. A transação, que deverá ser finalizada até o fim do ano fiscal de 2013, está estimada em US$ 310 milhões em dinheiro e incentivos.

Todos os negócios e operações da Ubiquisys, inclusive os funcionários, serão integrados ao grupo Cisco Service Provider Mobility. No comunicado oficial, a fabricante elogia as soluções de small cells da Ubiquisys que, segundo ela, permitem que as operadoras otimizem e obtenham mais receita de suas infraestruturas sem fio.

“Ao adquirir a Ubiquisys, estamos ampliando nossa liderança em mobilidade e nosso portfólio de produtos de fim a fim, que inclui small cells integradas, licenciadas e não licenciadas, fortemente integradas a SON, backhaul e núcleo de pacotes móveis”, diz Kelly Ahuja, vice-presidente sênior e gerente geral do Cisco Mobility Business Group. “Para os provedores de serviço, a Ubiquisys permite cobertura mais eficaz em termos de custos e capacidade para entregar uma experiência diferenciada ao cliente.”

Segundo a Cisco, a aquisição da Ubiquisys complementa a estratégia de mobilidade da empresa, juntamente com as aquisições recentes da BroadHop e Intucell, ao aumentar a capacidade de pesquisa e desenvolvimento interna em campos como WiFi e rádio licenciado.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Siemens Enterprise reforça portfólio de comunicações unificadas para PMEs

Empresa adotou nova identificação para o seu portfólio direcionado para o mercado de pequenas e médias empresas com arquitetura baseada na marca OpenScap.

A Siemens Enterprise Communications anunciou que adotou nova identificação para o seu portfólio direcionado para o mercado de pequenas e médias empresas (PMEs) com arquitetura baseada na marca OpenScape. De acordo com a companhia, o OpenScape Business é o novo pacote de ofertas da companhia direcionado negócios menores. Fazem parte dos produtos oferecidos as tecnologias HiPath 3000 e OpenScape Office.

José Furst, vice-presidente de Marketing e Canais para a América Latina da Siemens Enterprise Communications, explica que essa oferta faz parte da nova estratégia de cloud da Siemens Enterprise Communications. “A tecnologia OpenScape, de implementação e integração flexíveis, encaixa-se nas pequenas e médias empresas”, diz Furst. 

Com a oferta as soluções, a Siemens Enterprise Communications também traz um novo posicionamento para atender parceiros, distribuidores e revendedores. A empresa vai oferecer treinamentos e promoções das novas soluções. “Nossos parceiros terão suporte para apresentar os novos modelos de oferta para clientes e substituir os modelos anteriores”, finaliza.

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Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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