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Homens armados atacam ministério em Bagdá e tomam reféns

Homens armados atacaram nesta quinta-feira (30) um escritório do ministério dos Direitos Humanos em Bagdá e tomaram como reféns vários funcionários, informaram fontes das forças de segurança.

“Oito homens armados atacaram um escritório do ministério dos Direitos Humanos na rua Al-Qanat e tomaram como reféns todos os funcionários”, afirmou uma fonte policial.

As forças de segurança isolaram a área, na qual ficam vários edifícios governamentais, incluindo a sede do ministério dos Transportes.

A causa do ataque é desconhecida e nenhum grupo reivindicou a ação até o momento.

Os insurgentes sunitas do grupo Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL, vinculado à Al-Qaeda) já cometeram vários ataques contra edifícios governamentais.

Fonte G1

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Islamitas afirmam ainda manter reféns em shopping no Quênia

Soldados quenianos entram no Shopping Westgate, em Nairóbi, (Foto: Ben Curtis / AP Photo)Soldados quenianos entram no Shopping Westgate, em Nairóbi, (Foto: Ben Curtis / AP Photo)

O grupo armado que atacou no sábado um centro comercial de Nairóbi, capital do Quênia, ainda mantinha na manhã desta terça-feira (24) reféns vivos, afirmaram em sua conta no Twitter os islamitas somalis da Al-Shebab, que reivindicaram o ataque.

Separadamente, o Exército do Quênia confirmou a morte de três soldados que haviam ficado feridos durante a ação, e o corpo de bombeiros informou que parte do teto do shopping desabou.

“Os reféns detidos pelos mujahedines no interior do (shopping) Westgate ainda estão vivos, comovidos, mas vivos”, escreveram os membros das milícias Al-Shebab, afiliados à rede terrorista da Al-Qaeda, em sua conta no Twitter.

O grupo muda regularmente sua conta no site de microblogagens, uma vez que são frequentemente suspensos, mas informam aos jornalistas e a outros seguidos sobre as mudanças por email ou outros meios.

“Nos comunicamos com nossos Mujahideen no Westgate e eles nos disseram que o conflito acabou de recomeçar”, disse um representante do Al-Shabab à Reuters. “Aqueles que descrevem os agressores como norte-americanos ou britânicos são pessoas que não sabem o que está acontecendo no prédio do Westgate.”

Há relatos de que tiros foram disparados dentro do complexo nesta terça, apesar de o governo ter dito, na véspera, que a situação estava controlada.

A polícia queniana anunciou no Twitter que estava desativando explosivos colocados pelos islamitas durante o ataque ocorrido no sábado, que deixou 62 mortos e 63 desaparecidos, segundo dados oficiais.

Segundo a agência EFE, um comandante relatou nas primeiras horas da manhã que a operação não está concluída. A agência Reuters noticia que militares mataram seis rebeldes dentro do shopping.

Soldados do exército queniano patrulham região onde está localizado o prédio invadido po rterroristas. (Foto: Sayyid Azim Curtis / AP Photo)Soldados do exército queniano patrulham região onde está localizado o prédio invadido po rterroristas. (Foto: Sayyid Azim Curtis / AP Photo)

As autoridades quenianas começaram a identificar integrantes do grupo terrorista. De acordo com a ministra das Relações Exteriores Amina Mohamed, em entrevista à TV americana “PSB”, “dois ou três jovens americanos e uma mulher britânica figuram entre os terroristas” que atacaram o shopping Westgate.

A britânica – que segundo a ministra teria participado em muitas ocasiões de ações armadas – foi identificada pela polícia como Samantha Lewthwaite, viúva de um dos terroristas suicidas dos atentados de 7 de julho de 2005 em Londres.

Já os americanos seriam “homens jovens, de 18 e 19 anos, de origem somali ou árabe, mas que vivem nos Estados Unidos, em Minnesota e em outro local”, acrescentou a ministra em declarações à rede de televisão americana PBS.

Mas os islamitas negaram a declaração.

Câmeras de vigilância gravaram o ataque
Segundo imagens captadas por câmeras de segurança às quais o jornal queniano “The Standard” teve acesso, uma dúzia de criminosos invadiu o centro comercial Westgate no sábado.

As imagens confirmam a versão das testemunhas de que um comando islamita, armado com granadas, rifles e pistolas, invadiu o shopping por duas entradas distintas.

No domingo (22), já haviam sido divulgadas pela TV chinesa “CCTV” imagens gravadas com um celular que mostram os momentos de pânico vividos dentro do shopping. No vídeo, clientes correm e se escondem atrás de prateleiras, com ruídos de tiros constantes. (assista ao lado)

A maioria dos criminosos entrou pela porta principal, lançando granadas e atirando contra clientes de uma cafeteria.

mapa quenia v. 2 (Foto: 1)

Outro grupo entrou na galeria comercial pelo estacionamento, disparando contra um guarda antes de se dirigir aos andares superiores, onde uma rádio local organizava uma festa.

Logo depois de entrar, os islamitas lançaram duas granadas contra a multidão, mas apenas uma explodiu.

De acordo com testemunhas citadas pelo jornal, os islamitas forçaram as pessoas que estavam no centro comercial a recitar ao menos o início da Shahada, uma fórmula pronunciada pelos fiéis muçulmanos.

Os que eram incapazes de fazê-lo eram mortos a sangue frio.

Segundo omesmo jornal, o grupo que invadiu o local pela entrada principal seguiu logo depois aos andares superiores do shopping.

As imagens das câmeras de vigilância também mostram os criminosos atirando contra as portas dos banheiros, depois de supostamente terem descoberto que muitas pessoas estavam refugiadas nos sanitários.

Depois, uma parte do grupo se dirigiu ao cinema do centro comercial, enquanto outra parte tomava o controle de um supermercado dentro do edifício.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Quase todos os reféns são libertados em shopping no Quênia, diz ministro

Mais explosões e tiroteios foram ouvidos nesta segunda-feira (23) dentro do shopping atacado por membros da milícia islâmica radical Al-Shabab em Nairóbi, capital do Quênia, no último sábado, segundo testemunhas.

Quase todos os reféns ainda mantidos no local foram libertados, segundo Joseph Ole Lenku, ministro queniano do interior, e três terroristas do movimento islamita Al-Shabab, que assumiu o ataque, foram mortos em confrontos nesta segunda. Dez suspeitos foram detidos para interrogatório.

O balanço até agora é de 62 mortos e 63 desaparecidos, segundo a Cruz Vermelha.

O ministro afirmou que ainda é cedo para dizer que a ação acabou no local, que o cerco ao shopping continua e que ainda é possível que existam reféns.

Uma fonte da agência Associated Press afirmou que ainda há muitos reféns, apesar do relato do governo queniano.

Segundo ele, o tiroteio de sábado começou no supermercado Nakumat, dentro do shopping.

Todos os terroristas eram homens, apesar de que alguns estavam vestidos como mulheres.

O comandante do exercito do Quênia, Julius Karangi, afirmou que os membros do grupo que atacaram o centro comercial “vêm de diferentes países”, falando, por isso, de “terrorismo mundial’.

A fumaça que se ergue do shopping é provocada pelos militantes, que estariam queimando colchões, segundo o ministro.

Al-Shabab
O ataque foi assumido pela milícia radical islâmica somali Al-Shabab, que afirma ter matado “mais de cem” pessoas em represália pela presença de militares do Quênia na missão da ONU na Somália.

O governo queniano, no entanto, disse que a confirmação sobre a responsabilidade pelo ataque ainda está em aberto.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, declarou que seu sobrinho e a noiva dele estão entre os mortos.

“Eu mesmo perdi membros da minha família no ataque”, afirmou em um discurso dirigido à nação, prometendo punir os responsáveis pelo ataque.

Câmeras de vigilância gravaram o ataque
Segundo imagens captadas por câmeras de segurança às quais o jornal queniano “The Standard” teve acesso, uma dúzia de criminosos invadiram o centro comercial Westgate no sábado.

As imagens confirmam a versão das testemunhas de que um comando islamita, armado com granadas, rifles e pistolas, invadiu o shopping por duas entradas distintas.

No domingo (22), já haviam sido divulgadas pela TV chinesa CCTV imagens gravadas com um celular que mostram os momentos de pânico vividos dentro do shopping. No vídeo, clientes correm e se escondem atrás de prateleiras, com ruídos de tiros constantes. (assista ao lado)

A maioria dos criminosos entrou pela porta principal, lançando granadas e atirando contra clientes de uma cafeteria.

Outro grupo entrou na galeria comercial pelo estacionamento, disparando contra um guarda antes de se dirigir aos andares superiores, onde uma rádio local organizava uma festa.

Logo depois de entrar, os islamitas lançaram duas granadas contra a multidão, mas apenas uma explodiu.

De acordo com testemunhas citadas pelo jornal, os islamitas forçaram as pessoas que estavam no centro comercial a recitar ao menos o início da Shahada, uma fórmula pronunciada pelos fiéis muçulmanos. Os que eram incapazes de fazê-lo eram mortos a sangue frio.

Segundo omesmo jornal, o grupo que invadiu o local pela entrada principal seguiu logo depois aos andares superiores do shopping.

As imagens das câmeras de vigilância também mostram os criminosos atirando contra as portas dos banheiros, depois de supostamente terem descoberto que muitas pessoas estavam refugiadas nos sanitários.

Depois, uma parte do grupo se dirigiu ao cinema do centro comercial, enquanto outra parte tomava o controle de um supermercado dentro do edifício.

Em uma declaração publicada na internet, o porta-voz dos shebab, Ali Mohamud Rage, ameaçou matar os reféns diante da pressão exercida contra eles por “Israel e outros governos cristãos”.

“Autorizamos os mujahedines do interior do edifício a realizar ações contra os prisioneiros”, disse.

Forças especiais israelenses chegaram no domingo para apoiar as forças quenianas, indicou à France Presse uma fonte que pediu o anonimato. Segundo um funcionário israelense, este seria, sobretudo, um apoio logístico, e não no combate.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Terroristas mantêm reféns no shopping em Nairóbi

Homens armados ainda mantêm reféns no shopping atacado neste sábado (21) em Nairóbi, onde terroristas somalis já deixaram 39 mortos e 150 feridos, informaram membros das forças de segurança do Quênia.

Segundo o Centro Nacional de Operações de emergência, terroristas mantêm lojistas e funcionários do shopping em seu poder, enquanto prossegue uma vasta operação do Exército e da polícia, cerca de 12 horas após o início do ataque.

‘As operações prosseguem’, disse à AFP um oficial da segurança queniana.

‘Vamos libertar todas as pessoas que estão no interior (do shopping), mas não podemos dar detalhes sobre a operação, exceto para dizer que todo o possível está sendo feito’, destacou o oficial.

O ataque foi reivindicado pela milícia somali ‘Shebab’, ligada à Al-Qaeda, em represália à intervenção das forças armadas do Quênia no sul da Somália.

‘Esta é a justiça punitiva pelos crimes de seus soldados’ envolvidos no conflito somali. ‘Por terra, ar e mar, as forças quenianas invadiram nossa pátria muçulmana, matando centenas de muçulmanos e provocando a fuga de milhares’.

O Exército do Quênia entrou na Somália em 2011, onde ocupa o sul do país, como parte da força africana multinacional que apoia o governo somali contra os rebeldes islâmicos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Brasil

 

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