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Cientistas sugerem que comer morangos ajuda a reduzir colesterol

Cientistas argentinos conseguem estender vida útil de morango em 50%. (Foto: Ken Hammond/Divulgação)Cientistas afirmam que comer morangos contribui para reduzir índices de colesterol (Foto: Ken Hammond/Divulgação)

Pesquisadores da Itália e da Espanha sugerem em estudo que comer morangos ajuda a reduzir significativamente índices do mau colesterol e do triglicérides. As conclusões foram publicadas nesta terça-feira (25) no “Journal of Nutritional Biochemistry”.

Segundo a investigação científica, 23 voluntários saudáveis adicionaram, cada um, 500 gramas de morango por dia à dieta alimentícia por pouco mais de um mês. Foram colhidas amostras de sangue antes e depois do consumo da fruta para comparar diversos índices.

Os resultados apontaram que a quantidade total de colesterol caiu 8,78%, os níveis de lipoproteínas de baixa densidade (LDL, também conhecido como colesterol ruim) caíram 13,72% e a quantidade de triglicérides caiu 20,8%. Já o HDL (colesterol bom) permaneceu inalterado.

De acordo com cientistas, o consumo de morango também melhorou outros índices como o de biomarcadores antioxidantes. Todos os parâmetros retornaram aos valores iniciais após os voluntários “abandonarem” o tratamento com a fruta.

De acordo com Maurizio Battino, pesquisador da Universidade Politécnica de Marche, é a primeira vez que um estudo mostra o papel protetor de compostos bioativos presentes em morangos.

O pesquisador admite que não há evidência direta de quais componentes da fruta têm efeito benéfico, mas, segundo Battino, todos os estudos epidemiológicos feitos apontam para as antocianinas, um corante natural que dá a cor vermelha à fruta.

Outras pesquisas realizadas pela mesma equipe apontam ainda que os morangos ajudam a proteger o corpo da radiação ultravioleta, reduz os efeitos do álcool no estômago e ainda fortalece as células vermelhas do sangue, aumentando sua capacidade de antioxidação.

Fonte G1

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Oposição na Ucrânia busca reduzir poderes do presidente

O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, cujo governo é alvo de protestos populares, enfrenta reivindicações feitas pela oposição nesta terça-feira (4) por mudanças constitucionais que reduziriam bastante os seus poderes.

Yanukovich ainda avalia quem ele indicará como o seu novo primeiro-ministro. Há rumores de que ele estaria considerando a nomeação de um político linha-dura, que atualmente comanda a sua administração.

Enquanto o banco central ucraniano voltou a intervir para evitar a corrida por dólares e o enfraquecimento da moeda local, a Ucrânia criticou de forma dura a Alemanha, depois que o ministro do Exterior alemão afirmou que sanções deveriam ser usadas como uma ameaça, se uma solução política para a crise não fosse encontrada.

Pelo menos seis pessoas morreram nas duas últimas semanas, em violência política sem precedentes em Kiev, cujo centro é agora uma entrincheirada zona de protesto.

Os confrontos entre a polícia de choque e grupos de manifestantes radicais têm despertado preocupações globais sobre a possibilidade de uma guerra civil na ex-república soviética de 46 milhões de habitantes.

Apesar de Kiev não registrar violência nos últimos dias, governos ocidentais alertam Yanukovich de que os distúrbios podem voltar se ele não fizer um acordo com a oposição.

Os protestos começaram em novembro passado, quando o presidente recusou um acordo comercial com a União Europeia (UE) e decidiu se aproximar economicamente da Rússia. A medida revoltou ucranianos que sonham com um futuro europeu para o país.

Em meio à disputa geopolítica entre a Rússia e o Ocidente, Yanukovich tem difíceis escolhas a fazer sobre as alianças que fará.

Os Estados Unidos e a UE dão apoio aos manifestantes, e a ajuda econômica prometida pelos russos tem como condição que o presidente forme um governo com o qual Moscou simpatize.

Yanukovich, de acordo com comentários atribuídos a um aliado político, tem dito que não vai usar a força para desocupar as ruas.

A oposição defendeu nesta terça-feira no Parlamento o retorno de uma Constituição anterior, o que significaria que o presidente perderia importantes poderes acumulados desde que ele foi eleito em 2010.

Esses poderes incluem a nomeação do primeiro-ministro, do governo e dos governadores regionais.

A oposição também pede o perdão incondicional para todos os manifestantes presos.

“Uma das saídas é a redistribuição dos poderes. Depois disso podemos ficar mais seguros sobre mudanças no país”, disse o lutador de boxe e agora um dos principais líderes da oposição, Vitaly Klitschko.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Obama vai reduzir uso de metadados na espionagem, dizem agências

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira (17) uma grande reforma no polêmico programa da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) que monitora grande quantidade de dados telefônicos de estrangeiros e norte-americano, disseram fontes graduadas do governo às agências Reuters e France Presse.

Em discurso às 14h (horário de Brasília) no Departamento de Justiça, Obama vai dizer que está ordenando uma transição que vai mudar de forma significativa o uso pela NSA do que ficou conhecido como programa de “metadados” de telefonemas.

A medida de Obama tem como objetivo restaurar a confiança nas práticas de inteligência dos Estados Unidos, e será anunciada após meses de revisão do programa pela Casa Branca, depois das revelações feitas pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden.

Em um aceno aos defensores da privacidade, Obama vai dizer que ele decidiu que o governo não deve mais manter o enorme volume de metadados de telefonemas, uma decisão que pode frustrar alguns oficiais de inteligência.

Além disso, o presidente vai determinar, com efeito imediato, que “nós tomaremos medidas para modificar o programa para que uma decisão judicial seja necessária antes de consultar o banco de dados”, disse a fonte, que revelou detalhes do discurso sob condição de anonimato.

Vazamento
Em um dos maiores vazamentos de segurança da história dos Estados Unidos, Snowden, um ex-contratado da NSA agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como Brasil e Alemanha.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo assegura que a informação arrecadada é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Obama disse que tentará restaurar a confiança pública nas operações de inteligência.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, por sua vez, admitiu que, para o presidente, as revelações de Snowden são prejudiciais, mas as reformas também são necessárias.

Em sua edição de quarta-feira, o “New York Times” ressalta que não se espera uma revolução na maneira de trabalhar da NSA.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas nos Estados Unidos.

“Estamos dando as últimas pinceladas na revisão dos nossos programas de vigilância eletrônica”, declarou Carney, sem comentar a matéria.

Segundo o jornal, é provável que Obama rejeite a recomendação do painel de atribuir às operadoras o poder de armazenar os dados, e não à NSA. Mas seu discurso será marcado por “um espírito de reforma (…) e deixará a porta aberta para novas mudanças mais à frente”.

Os analistas acreditam que a reforma será ainda mais restrita para os programas de vigilância no exterior, já que o grupo de especialistas evitou pedir o final do sistema Prism.

O Prism foi autorizado pelo artigo 702 de uma lei votada em 2008 pelo Congresso e é defendido como um dos instrumentos mais eficazes da NSA. Ele permite acessar e-mails, fotos e demais comunicações eletrônicas trocadas nos sites mais visitados do mundo, como Gmail, Hotmail e Skype.

“No que se refere ao programa 702, conservaremos, a grosso modo, a mesma estrutura que hoje”, disse na terça-feira o professor Peter Swire, um ex-funcionário do governo e especialista no tema.

“Querem ter o direito a ser mais transparentes sobre os dados que proporcionam e as condições em que fazem isso”, explica Mark Rumold, da Electronic Frontier Foundation, mas, “em termos de reforma da legislação, não acho que o presidente Obama proponha grande coisa”.

Depois do pronunciamento de Obama, espera-se que a reforma seja submetida à votação no Congresso. O consenso político que permitiu a aprovação da ‘Patriot Act’ em 2001 já não existe, e os principais críticos dos métodos da NSA se encontram no partido do presidente.

Na véspera do discurso, o jornal “Guardian” publicou as mais recentes revelações dos vazamentos de Snowden.

Segundo a matéria, a NSA teria coletado cerca de 200 milhões de mensagens de texto diários (SMS) de celulares em todo o mundo para extrair informações sobre a localização, redes de contato e cartões de crédito dos usuários.

Prontos para levar sua luta ao Congresso se necessário, os ativistas das liberdades civis esperam pelo discurso de Obama com ceticismo.

“A trajetória do presidente Obama nesses assuntos, de reformador a partidário desses programas, é muito desanimadora”, afirma Kevin Bankston, diretor do Open Technology Institute, da New America Foundation, um centro de estudos em Washington.

“Se ele não assumir a liderança corajosa que é necessário será responsabilidade do Congresso revisar as revelações e esperamos trabalhar com eles para isso”, afirmou Bankston.

Espera-se que Obama defenda medidas extraordinárias para proteger a privacidade de estrangeiros atingidos pelas interceptações eletrônicas e limitar a espionagem de seus aliados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Obama vai reduzir uso de metadados na espionagem, dizem agências

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira (17) uma grande reforma no polêmico programa da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) que monitora grande quantidade de dados telefônicos de estrangeiros e norte-americano, disseram fontes graduadas do governo às agências Reuters e France Presse.

Em discurso às 14h (horário de Brasília) no Departamento de Justiça, Obama vai dizer que está ordenando uma transição que vai mudar de forma significativa o uso pela NSA do que ficou conhecido como programa de “metadados” de telefonemas.

A medida de Obama tem como objetivo restaurar a confiança nas práticas de inteligência dos Estados Unidos, e será anunciada após meses de revisão do programa pela Casa Branca, depois das revelações feitas pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden.

Em um aceno aos defensores da privacidade, Obama vai dizer que ele decidiu que o governo não deve mais manter o enorme volume de metadados de telefonemas, uma decisão que pode frustrar alguns oficiais de inteligência.

Além disso, o presidente vai determinar, com efeito imediato, que “nós tomaremos medidas para modificar o programa para que uma decisão judicial seja necessária antes de consultar o banco de dados”, disse a fonte, que revelou detalhes do discurso sob condição de anonimato.

Vazamento
Em um dos maiores vazamentos de segurança da história dos Estados Unidos, Snowden, um ex-contratado da NSA agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como Brasil e Alemanha.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo assegura que a informação arrecadada é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Obama disse que tentará restaurar a confiança pública nas operações de inteligência.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, por sua vez, admitiu que, para o presidente, as revelações de Snowden são prejudiciais, mas as reformas também são necessárias.

Em sua edição de quarta-feira, o “New York Times” ressalta que não se espera uma revolução na maneira de trabalhar da NSA.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas nos Estados Unidos.

“Estamos dando as últimas pinceladas na revisão dos nossos programas de vigilância eletrônica”, declarou Carney, sem comentar a matéria.

Segundo o jornal, é provável que Obama rejeite a recomendação do painel de atribuir às operadoras o poder de armazenar os dados, e não à NSA. Mas seu discurso será marcado por “um espírito de reforma (…) e deixará a porta aberta para novas mudanças mais à frente”.

Os analistas acreditam que a reforma será ainda mais restrita para os programas de vigilância no exterior, já que o grupo de especialistas evitou pedir o final do sistema Prism.

O Prism foi autorizado pelo artigo 702 de uma lei votada em 2008 pelo Congresso e é defendido como um dos instrumentos mais eficazes da NSA. Ele permite acessar e-mails, fotos e demais comunicações eletrônicas trocadas nos sites mais visitados do mundo, como Gmail, Hotmail e Skype.

“No que se refere ao programa 702, conservaremos, a grosso modo, a mesma estrutura que hoje”, disse na terça-feira o professor Peter Swire, um ex-funcionário do governo e especialista no tema.

“Querem ter o direito a ser mais transparentes sobre os dados que proporcionam e as condições em que fazem isso”, explica Mark Rumold, da Electronic Frontier Foundation, mas, “em termos de reforma da legislação, não acho que o presidente Obama proponha grande coisa”.

Depois do pronunciamento de Obama, espera-se que a reforma seja submetida à votação no Congresso. O consenso político que permitiu a aprovação da ‘Patriot Act’ em 2001 já não existe, e os principais críticos dos métodos da NSA se encontram no partido do presidente.

Na véspera do discurso, o jornal “Guardian” publicou as mais recentes revelações dos vazamentos de Snowden.

Segundo a matéria, a NSA teria coletado cerca de 200 milhões de mensagens de texto diários (SMS) de celulares em todo o mundo para extrair informações sobre a localização, redes de contato e cartões de crédito dos usuários.

Prontos para levar sua luta ao Congresso se necessário, os ativistas das liberdades civis esperam pelo discurso de Obama com ceticismo.

“A trajetória do presidente Obama nesses assuntos, de reformador a partidário desses programas, é muito desanimadora”, afirma Kevin Bankston, diretor do Open Technology Institute, da New America Foundation, um centro de estudos em Washington.

“Se ele não assumir a liderança corajosa que é necessário será responsabilidade do Congresso revisar as revelações e esperamos trabalhar com eles para isso”, afirmou Bankston.

Espera-se que Obama defenda medidas extraordinárias para proteger a privacidade de estrangeiros atingidos pelas interceptações eletrônicas e limitar a espionagem de seus aliados.

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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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China estabelece novas metas para reduzir poluição atmosférica

Jovem usa máscara para evitar riscos à saúde provocados pela poluição na China. (Foto: China Out/AFP)Jovem usa máscara para evitar riscos à saúde provocados pela poluição na China. (Foto: China Out/AFP)

A China impôs novas metas para uma redução de 5 a 25% na poluição atmosférica, disse a imprensa estatal na noite de terça-feira (7), salientando a preocupação do governo com um tema que irrita a opinião pública.

A China emite regularmente diretrizes para tentar combater a poluição atmosférica nas grandes cidades, mas com efeitos apenas limitados.

O ex-ministro da Saúde Chen Zhu disse que a poluição atmosférica causa 350 mil a 500 mil mortes prematuras por ano na China, relatou a imprensa estatal. Chen escreveu o artigo na edição de dezembro da revista médica The Lancet.

Também na terça-feira, a qualidade do ar atingiu níveis insalubres em grande parte do norte e sul da China.

Pelas novas regras, Pequim, a vizinha Tianjin e a província de Hebei, no norte, precisarão reduzir em 25% por ano a presença de partículas do tipo PM 2,5, que são especialmente nocivas, disse a agência Xinhua citando o documento do Ministério de Proteção Ambiental.

Xangai e as províncias de Jiangsu, Zhajiang, Shandong (todas no leste) e Shanxi (norte) precisarão realizar cortes de 20%. Guangdong e Chongqing deverão fazer reduções de 15%, e a Região Autônoma da Mongólia Interior terá de cortar 10%, segundo a Xinhua.

O governo está analisando um sistema para avaliar o progresso de cada localidade, e pretende expor à execração aqueles que não cumprirem as metas, segundo o jornal China Daily.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Polícia de Nova York promete reduzir controle sobre negros e latinos

Bill Bratton é o novo chefe de polícia da cidade de Nova York (Foto: SPENCER PLATT / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)Bill Bratton é o novo chefe de polícia da cidade de
Nova York (Foto: SPENCER PLATT /
GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)

O novo chefe de polícia de Nova York, Bill Bratton, de 66 anos, prometeu amenizar a polêmica política de controle que afeta, principalmente, negros e latinos, ao assumir a função nesta quinta-feira (2).

Bratton, que é respeitado internacionalmente por suas conquistas, foi escolhido pelo prefeito Bill de Blasio para substituir Ray Kelly, que ocupava o cargo desde 2002, sob o mandato do prefeito Michael Bloomberg.

O novo chefe é a única pessoa que já dirigiu as polícias de Nova York e Los Angeles, tendo sido figura-chave na aplicação da “tolerância zero” policial na “Grande Maçã”, então assolada pelo crime, durante os anos 90.

Seu retorno à direção do maior corpo policial do país acontece quando o crime na cidade se situa em níveis historicamente baixos, com 333 homicídios em 2013, um recorde de 50 anos.

Por isso, uma de suas missões é restaurar a ligação entre a polícia e grande parte da comunidade, que olha com desconfiança para os policiais, acusando-os de discriminação em relação às minorias afro-americanas e latinas.

“Tenho certeza de que podemos obter os mesmos resultados com uma abordagem diferente”, disse Bratton, referindo-se ao método policial conhecido como “stop and frisk”, que se pauta pelo extremo controle e a tolerância zero nas ruas, política muito questionada pela opinião pública.

De Blasio, que foi eleito em novembro o primeiro prefeito democrata de Nova York em duas décadas, também é um crítico ferrenho deste método de controles das ruas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Aplicativo para celular pode ajudar a reduzir mortes de baleias nos EUA

Uma tecnologia desenvolvida por cientistas dos Estados Unidos pode ajudar a reduzir a quantidade de mortes de baleias na costa da Califórnia provocadas por colisão com grandes navios comerciais.

Um aplicativo para dispositivos móveis chamado de Whale Spotter (rastreador de baleias, em livre tradução) utilizaria informações sobre a localização desses mamíferos aquáticos inseridas por voluntários. Os dados seriam enviados para Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) e para a Guarda Costeira do país.

Desta forma, marinheiros, pescadores e cientistas marinhos ajudariam os órgãos federais a recomendar diferentes rotas às embarcações e, desta forma, reduzir o atropelamento de baleias. Testes com essa tecnologia devem começar ainda este mês. A ferramenta recebeu o apoio da indústria naval.

A ideia por trás do aplicativo é criar uma rede de observadores de baleias, para que os mamíferos possam ser monitorados, em tempo real, durante o processo de migração

“Todos concordam que é preciso manter uma distância entre baleias e navios. No entanto, nós sabemos onde os navios estão, mas não sabemos onde estão as baleias”, disse John Berge, vice-presidente de uma associação de navios mercantes da região do Pacífico.

Em junho, grandes navios que viajam para os portos na costa da Califórnia começaram a utilizar novas faixas de tráfego que foram desenvolvidas para que embarcações fiquem longe das baleias.

A ideia por trás do aplicativo é criar uma rede de observadores de baleias, para que os mamíferos possam ser monitorados, em tempo real, durante o processo de migração.

A região da Baía de São Francisco recebe anualmente 7.300 navios de grande porte. Do lado de fora da baía, baleias nadam frequentemente ao longo da plataforma continental, onde a oferta de alimentos é grande.

Um grande obstáculo para a ferramenta digital é que a cobertura de telefonia celular no mar é irregular. No entanto, Jaim Jahncke, um dos responsáveis por distribuir informações sobre a localização de baleias, a esperança é que os celulares atuais são constantemente monitorados por satélite – portanto, a localização dos aparelhos pode ser feita fora do alcance das antenas.

Reprodução da tela do aplicativo que ajuda a localizar baleias na costa da Califórnia (Foto: Point Blue/AP)Reprodução da tela do aplicativo que ajuda a localizar baleias na costa da Califórnia e, consequentemente, a desenhar rotas alternativas para grandes navios (Foto: Point Blue/AP)

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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