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Sabesp cria aplicativo para estimular redução do consumo de água

Aplicativo mostra projeções do que comprar com dinheiro poupado. (Foto: Reprodução/Sabesp)Aplicativo pretende estimular redução no consumo.
(Foto: Reprodução/Sabesp)

A Companhia de Saneamento Básico do Estado São Paulo (Sabesp) disponibiliza desde esta terça-feira (3) um aplicativo para estimular a redução do consumo de água na capital. Esta é mais uma medida para tentar diminuir os efeitos da estiagem que atinge o estado desde o fim do ano passado.

A ferramenta, chamada de “Calculadora dos Sonhos”, acompanha o consumo e realiza projeções de objetos e equipamentos que podem ser adquiridos com o dinheiro poupado da conta de água.

É preciso se cadastrar no site da calculadora para ter acesso ao aplicativo. São necessárias uma conta de água e o número do Registro Geral do Imóvel (RGI) para que seja feita a leitura periódica do medido e o acompanhamento da evolução das metas.

Após o cadastro, o cliente tem acesso a um sistema que dará orientações de como atingir o desconto na conta de água. É possível cadastrar um objeto que o consumidor deseja adquirir para que a ferramenta mostre, por meio da leitura da conta, se houve economia de água e em quantos meses será possível alcança-lo. O aplicativo fica disponível durante a campanha do bônus de economia de água, até dezembro.

Estratégias contra a falta de água
O governo oferece bônus de 30% para quem economizar 20% de água e já prometeu que haverá multa para quem gastar mais do que de costume, estratégia criticada por advogados da área de defesa do consumidor.

Em alguns bairros, o governo mudou o fornecimento de água para que as residências sejam abastecidas por represas que não sofrem com a falta de água. A Sabesp afirma não haver racionamento, mas são vários os moradores de bairros da capital, em especial da Zona Norte, que relatam que ficam sem água durante a noite e em alguns momentos do dia.

A retirada do volume morto, no entanto, é uma das principais apostas para que a Grande São Paulo não fique sem água até a próxima estação de chuvas, que começa em outubro.  Confira, abaixo, perguntas e respostas sobre o volume morto.

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Publicado por em 9 de junho de 2014 em Tecnologia

 

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DF registra a maior redução no número de orelhões do país

Homem fala ao celular ao lado de orelhão, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)Homem fala ao celular ao lado de orelhão em frente à sede da Anatel, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)

O Distrito Federal teve uma redução de 48% no número de orelhões nos últimos dez anos, o maior percentual do país, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A quantidade de aparelhos caiu de 22.646 unidades, em 2004, para 11.687 hoje.

A redução no DF é superior à média nacional. Levantamento do G1 com base nos dados da Anatel mostra que o país perdeu um terço dos aparelhos em uma década. Eram 1,3 milhão em 2004. Hoje, existem 850 mil.

Goiás aparece em segundo lugar entre as unidades da federação com maior redução no número de orelhões, com 45% de queda – de 51.239 para 27.984 aparelhos. Em terceiro lugar está o Rio de Janeiro, com 42% de diminuição – de 124.064 para 72.099.

Apenas duas unidades da federação tiveram queda abaixo dos 10%. Em Roraima, o número de orelhões foi reduzido de 2.711 para 2.620. Os aparelhos em Rondônia caíram de 7.750 para 7.114.

Em proporção ao número de habitantes, o DF tem 4,1 orelhões para cada grupo de mil moradores, 14º índice do país. A média nacional é de 4,3 aparelhos para cada mil habitantes. A unidade com mais aparelhos em relação à população é Roraima, com 5,3 orelhões para cada mil habitantes. O Amazonas tem o pior índice do país: 3,97 aparelhos para cada mil habitantes.

Orelhão sem manutenção em Taguatinga, no Distrito Federal (Foto: Lucas Nanini/G1)Orelhão sem manutenção em Taguatinga, no Distrito Federal (Foto: Lucas Nanini/G1)

Segundo a Anatel, 413 orelhões encontram-se em manutenção no DF. Em frente à própria agência, um dos aparelhos voltou a funcionar recentemente, segundo um comerciante da região. “Ficou uns quatro meses sem funcionar. Eu até achava que ainda não estava funcionando”, conta.

A Anatel afirma que o número de orelhões diminui à medida em que os aparelhos são menos utilizados. De acordo com a agência, metade dos equipamentos realiza duas chamadas por dia. O avanço da tecnologia, o crescimento no número de usuários de telefones celulares e de internet e novas necessidades de comunicação têm contribuído para o declínio na utilização dos orelhões, diz o órgão.

Eu tinha que buscar uma pessoa que vinha de São Paulo e eu estava sem o celular. Eu precisava falar com ela e não tinha orelhão, que é um bem público e devia ser obrigatório”Luiz Fernando Macedo Bessa, professor

Apesar da menor procura, os usuários ainda precisam recorrer aos telefones públicos. O motorista Kleber Alexandre Barros de Sousa, de Samambaia, diz que deixou de informar a mulher sobre um serviço bancário porque não encontrou orelhão por perto.

“O celular dela tinha dado problema, e eu deixei o meu com ela. Eu disse que iria ligar depois de passar no banco, na 504 Norte. Só que não tinha nenhum orelhão. Perguntei e me disseram que só tinha um duas quadras depois. Eu pensei ‘não vou andar isso tudo’. Deixei que ela [a mulher] pensasse que eu resolvi”, afirma.

O professor Luiz Fernando Macedo Bessa também precisou de um telefone público, mas não encontrou um aparelho quando estava em um shopping da capital. “Eu tinha que buscar uma pessoa que vinha de São Paulo e eu estava sem o celular. Eu precisava falar com ela e não tinha orelhão, que é um bem público e devia ser obrigatório”, diz.

Segundo Bessa, a administração do centro de compras ofereceu um telefone fixo para ele fazer a ligação. “Só se fala com celular [no shopping]. Eu acho uma coisa elitista, um pouco segregado.”

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Nestlé anuncia redução do consumo de água em 20 mil m³ em SP

A Nestlé disse que conseguiu reduzir em 20 mil m³ o consumo de água no estado de São Paulo, onde tem fábricas em Araras e Marília. A empresa divulgou o resultado dos projetos, que começaram em 2010, no Dia Mundial da Água, comemorado nesta quarta-feira (19).

As unidades reutilizam o recurso para suas próprias atividades e a média mensal de economia gira em torno 700 m³ em cada fábrica, segundo a companhia.

O projeto de redução do consumo em Araras começou em novembro de 2012 e conseguiu redução anual de mais de 10 mil m³. Marília alcançou redução de 9 mil m³ por ano com projetos que tiveram início em 2010.

Em todo o mundo, a economia de água pela Nestlé alcançou 33% por tonelada de produto fabricado, segundo a empresa. Em 2013, foram economizados mais de 62 milhões de litros de água com iniciativas de cada uma das unidades produtivas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Imagens de satélite mostram redução do volume do Mar de Aral em 5 anos

Mar de Aral visto em foto de satélite feita em 2008 (esq.) e neste domingo (22) (Foto: Nasa/AFP)Mar de Aral visto em foto de satélite feita em 2008 (esq.) e neste domingo (22) (Foto: Nasa/AFP)

Duas imagens de satélite feitas pela agência espacial americana (Nasa) revelam uma impressionante redução do volume do Mar de Aral nos últimos cinco anos. A primeira foto foi feita em 2008 e a segunda, neste domingo (22).

Esse lago de água salgada, localizado na Ásia Central, entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, já foi o quarto maior do mundo, com 68 mil km² de área.

Desde a década de 1960, porém, o Mar de Aral tem perdido volume de água depois que rios que o alimentavam foram desviados para atender a projetos de irrigação soviéticos.

Em 2007, o lago ficou com apenas 10% de seu tamanho original, dividindo-se em quatro partes. Em 2008, a profundidade máxima do local não passava de 42 metros.

Segundo cientistas, a diminuição do Mar de Aral é um dos piores desastres ambientais já vistos no planeta. A indústria pesqueira da região ficou destruída, trazendo desemprego e dificuldades econômicas.

Além disso, a água está fortemente poluída, provocando problemas graves de saúde pública. O recuo do mar também já teria provocado mudanças climáticas, com verões cada vez mais quentes e secos e invernos mais frios e longos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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