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Casa de câmbio de bitcoins Mt. Gox recorre à lei de falências nos EUA

Dez dias após pedir concordata no Japão, a casa de câmbio de bitcoins Mt. Gox recorreu na segunda-feira (10) à proteção provisória da lei de falências nos Estados Unidos, segundo um documento judicial.

Em dificuldades financeiras, a empresa japonesa agora se beneficia da proteção do capítulo 15 previsto pelo código americano para as companhias estrangeiras.

O tribunal de quebras de Dallas (Texas), responsável por aceitar o pedido, deverá pronunciar-se novamente sobre o caso no dia 1º de abril.

No dia 28 de fevereiro, a Mt. Gox, uma das operadoras mais importantes da moeda virtual, entrou com um pedido de falência no Japão argumentando que havia perdido 850 mil bitcoins, um rombo aproximado de US$ 480 milhões, cerca de 7% do total em circulação.

Na ocasião, Mark Karpeles, CEO da Mt. Gox, culpou invasões ao site pela perda, o que teria sido provocado por uma fraqueza do sistema do bitcoin. Das 850 mil moedas, 750 mil eram de clientes que não haviam sacado seus bitcoins após transações dentro da plataforma e 100 mil pertenciam à própria Mt. Gox.

O bitcoin, que valia poucos centavos quando foi criado em 2009, chegou a registrar cotação de US$ 1 mil no fim de 2013.

No dia 7 de fevereiro, a empresa suspendeu as transações, o que provocou muita preocupação entre os clientes e a pior crise na curta vida da moeda virtual.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Com cofres vazios, Itália recorre a empresas para restaurar monumentos

Restauração de 'A Última Ceia' está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)Restauração de ‘A Última Ceia’ está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)

Em tempos de crise econômica e cofres públicos vazios, cada vez mais cidades italianas recorrem a parcerias com empresas privadas para restaurar seus monumentos. Entre eles estão obras de grande valor histórico e artístico, como o Coliseu e a Fontana di Trevi, em Roma.

Empresas como Prada, Fendi, Coca-Cola ou Tod’s estão se ocupando de um encargo com o qual o estado italiano já não pode arcar devido à crise pela qual passa o país.

A reforma de monumentos históricos é custosa e, depois de dois anos de recessão contínua e cortes no orçamento público, não há dinheiro nos cofres do governo para financiar todas as obras necessárias.

A reforma que está mais em evidência é o restauro do famoso Coliseu de Roma, um verdadeiro símbolo da Itália. A empresa de moda italiana Tod’s vai gastar 25 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões) na obra, que deverá restaurar a fachada do anfiteatro romano e reconstruir o setor de entrada.

Um outro monumento romano que está sendo restaurado com dinheiro da iniciativa privada é a Fontana di Trevi, no centro da capital do país. O grupo de moda italiano Fendi está investido 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 8 milhões) na conservação e limpeza da famosa fonte.

Quadros
Mas não são só monumentos famosos que lucram com o mecenato empresarial.

A marca italiana de luxo Prada está financiando com uma soma não revelada a restauração do quadro ‘A Última Ceia’, do pintor italiano Giorgio Vasari. A grande tela, que mede 2,6 metros de comprimento por 6,6 metros de largura, ficou horas debaixo d’água quando a cidade de Florença foi inundada, em 1966.

Marco Ciatti, diretor da famosa oficina de restauro Opificio delle Pietre Dure em Florença, explicou à BBC Brasil que a obra não poderia ser restaurada sem o patrocínio de uma empresa. Segundo ele, o valor da recuperação da obra é muito alto e os recursos públicos são cada vez mais limitados.

Seu sonho é expor a pintura em 2016, nos 50 anos da inundação da cidade.

Entre os outros monumentos italianos que estão recebendo fundos da iniciativa privada estão a famosa ponte do Rialto em Veneza, a histórica Galleria Vittorio Emanuele II em Milão e a abadia Santa Maria di Cerrate, em Lecce.

Mas há quem critique o papel de mecenas das empresas privadas.

A reforma do Coliseu, por exemplo, foi acompanhada de protestos pelo fato da Tod’s receber em troca o direito de publicar a imagem do monumento em seus anúncios. A associação italiana de consumidores Codacons chegou a tentar impedir a restauração no tribunal, sem sucesso.

Para o prefeito da cidade de Roma, Ignazio Marino, o mecenato é um ‘meio legítimo’ de conseguir fundos para obras de restauro e recuperação.

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o prefeito conversou com o presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, que prometeu destinar fundos às obras arqueológicas de Roma.

Agora Marino quer criar uma fundação junto com a empresa de consultoria McKinsey para arrecadar fundos da iniciativa privada em todo o mundo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Greenpeace recorre de decisão que mantém ativistas presos na Rússia

Ativista brasileira Paula Maciel é vista presa em Murmansk, Rússia, no domingo (29) (Foto: Greenpeace/AP)Brasileira Ana Paula Maciel é vista presa em Murmansk, Rússia, no domingo (29) (Foto: Greenpeace/AP)

O Greenpeace recorreu nesta segunda-feira (30) da decisão de prisão preventiva conferida a 22 tripulantes do navio “Arctic Sunrise” detidos na Rússia. O grupo, formado no total por 30 ambientalistas, foi preso no dia 18, após uma ação de protesto contra exploração de petróleo no Ártico.

“O recurso foi interposto perante o Tribunal Regional de Murmansk, no noroeste russo. Em relação aos outros oito ativistas (também em prisão preventiva desde o domingo), os documentos serão apresentados nos próximos dias”, informou um porta-voz do Greenpeace às agências locais.

A prisão preventiva dos tripulantes do navio quebra-gelo aprisionado pela guarda costeira russa – incluindo a da bióloga brasileira Ana Paula Maciel – foi justificada pelo risco de eles fugirem, obstruírem o trabalho dos investigadores ou continuarem articulando atividades ilegais.

O Comitê de Instrução (CI) da Rússia anunciou nesta segunda que apresentará em breve acusações formais contra todos os membros da tripulação do “Arctic Sunrise” por tentar invadir a plataforma petrolífera Prirazlomnaya, de propriedade da companhia energética Gazprom.

A ação do Greenpeace, cujos ativistas queriam se acorrentar à plataforma da Gazprom, foi descrita pelo CI como “uma ameaça real à segurança pessoal dos trabalhadores da plataforma e da propriedade”.

“Tais ações são penalmente puníveis, independentemente de seus motivos. E os supostos fins pacíficos em nenhum caso as justificam”, assinalou o comitê.

O tribunal Leninski, em Murmansk, considerou que os 30 tripulantes da embarcação devem permanecer presos enquanto a Justiça russa investiga o crime de pirataria de que o CI deseja acusá-los.

O chefe do programa ártico do Greenpeace na Rússia, Vladimir Chuprov, negou que os ativistas da organização pudessem ter colocado em risco a vida dos operários da plataforma da Gazprom.

“O Greenpeace é uma organização não violenta. Se alguém arriscou a vida nessa ação, foram os próprios ativistas”, completou Chuprov, que ressaltou que os ambientalistas são instruídos antes de tomar parte nessas ações, para evitar incidentes violentos.

Apesar disso, Chuprov comemorou o fato de o CI não ter mencionado a palavra “pirataria” entre as acusações contra os tripulantes do “Arctic Sunrise”.

Os ativistas condenados são de 19 países: Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, Brasil, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

Após o protesto junto à plataforma da Gazprom em águas do Mar de Barents, no Polo Norte, o navio quebra-gelo do Greenpeace foi aprisionado pela guarda costeira russa, enquanto seus tripulantes acabaram detidos provisoriamente até uma decisão da Justiça sobre o caso.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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