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Governo vai facilitar visto para sírios que alegarem razões humanitárias

O governo publicou nesta terça-feira (24) no “Diário Oficial da União” uma resolução que torna mais flexíveis as regras para concessão de visto a cidadãos sírios que aleguem razões humanitárias. Segundo a ONU, cerca de 100 mil pessoas morreram desde a eclosão da guerra civil na Síria em 2011, e outros 2 milhões deixaram o país.

De acordo o Itamaraty, a resolução publicada nesta terça tem o objetivo de facilitar a vinda de sírios que estejam de alguma forma ameaçados pelos conflitos em seu país. O Itamaraty explicou ainda que os critérios que serão flexibilizados para a concessão do visto vão variar  de acordo com cada pedido. Em alguns casos, por exemplo, o governo pode relevar o fato de o solicitante do visto não ter comprovado emprego fixo na Sìria. Em outros casos, poderão ser aceitos pedidos sem que o cidadão sírio apresente comprovantes de renda.

A norma vale todos os tipos de visto, entre eles os de trabalho, os de turismo e os permanentes. A resolução já está em vigor, vale por dois anos e pode ser prorrogada.

Dilma Rousseff
Em discurso nesta terça na abertura da Assembleia-Geral da ONU, a presidente Dilma Rousseff defendeu uma solução diplomática, sem o uso de força militar, para o conflito na Síria.

“É preciso impedir a morte de inocentes, crianças, mulheres e idosos. É preciso calar a voz das armas – convencionais ou químicas – do governo ou dos rebeldes. Não há saída militar. A única solução é a negociada, o diálogo, o entendimento”, disse.

Dilma disse apoiar o acordo liderado pela Rússia para a eliminação de armas químicas na Síria.

“Cabe ao governo sírio cumpri-lo integralmente, de boa-fé e com ânimo cooperativo.

Em qualquer hipótese, repudiamos intervenções unilaterais ao arrepio do direito internacional, sem autorização do Conselho de Segurança”, afirmou.

Para a presidente uma  intervenção militar só “agravaria a instabilidade política da região e aumentaria o sofrimento humano”.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Veja 4 razões pelas quais sua empresa não precisa do novo Microsoft Office

Além de uma nova interface que necessita um novo aprendizado, é possível encontrar versões semelhantes – e grátis – no mercado

06 de fevereiro de 2013 – 11h05

Como você  já deve ter ouvido falar, o Microsoft Office 2013 chegou. E o Microsoft Office 365 também. Alguns argumentam que o último é o melhor negócio, mas eu estou aqui para dizer que você não precisa de nenhum deles.

O Office, é claro, é o conjunto de software que guia o mundo dos negócios. Muitas pequenos empreendimentos contam com ele e seus  três principais aplicativos: Word, Excel e PowerPoint. Com isso em mente, aqui estão quatro razões pelas quais você não precisa do novo Office:

1. Uma nova interface significa um novo aprendizado
Mais uma vez, a Microsoft fez mudanças bastante significativas na interface do Office. Muitas delas são cosméticas (a barra de ferramentas, por exemplo, teve sua cor e profundidade alteradas), mas há também algumas alterações na forma como o conjunto funciona.
Isso não é necessariamente uma coisa ruim (é a menos confusa), mas não apresenta uma curva de aprendizado – e a última coisa que você precisa é gastar tempo e dinheiro aprendendo (tendo que fazer seus funcionários aprenderem) a usar um novo Office.

2. Atualizações podem ser um aborrecimento
Como Yardena Arar, da PC World, observou em suas impressões sobre o Office 2013 depois de testá-lo, você pode ter problemas ao lidar com as versões de 32 e 64 bits do pacote: “A Microsoft diz que uma licença do Office 365 pode cobrir uma mistura de instalações de 32 e 64 bits, mas se você está atualizando do Office 2010, não pode mudar a versão daquela instalação. Em outras palavras, você não pode atualizar a versão de 32 bits do Office 2010 para a versão de 64 bits do Office 365 e vice-versa”. 
Por quê? Parece bastante ridículo a MS não poder acomodar clientes que estão atualmente executando a versão de 32 bits do Office e querem a de 64. 

3. Ainda não há versões Android ou iOS
Embora o Office 365 ofereça suporte a dispositivos móveis, ele suporta apenas aqueles com sistema operacional Windows. Isso significa que você não pode obter os nativos Word, Excel e outros em seu tablet Android ou iPad. Essa opção pode proporcionar aos trabalhadores móveis um incentivo considerável para atualizar, mas até que a Microsoft faça o ajuste para oferecê-lo, não há nenhuma vantagem móvel no Office 2013.

4. Existem alternativas mais baratas ou de graça

Talvez a maior razão de todas para ficar livre do Office 2013 seja o preço. Embora a Microsoft agora ofereça um modelo de assinatura convincente, o fato é que você pode obter uma eficiente suíte de escritório por muito menos – ou até mesmo sem pagar nada.
De fato, como Katherine Noyes, da PC World, informou recentemente, há pelo menos cinco alternativas viáveis de código aberto com custo zero. Será que eles vão te dar todos os recursos do Office 2013? Não. Será que eles vão fornecer entre 90 e 100% do que a maioria das empresas precisa? Sim. E, se você precisar de espaço na nuvem, não se esqueça de opções como Google Docs e Zoho Docs. (Elas são grátis, também.)

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Briga entre Oracle e HP tem raízes em 2010 com o “acordo Hurd”

Empresas trocam farpas e acusações há dois anos. No meio do fogo-cruzado, clientes corporativos aguardam o destino dos servidores Itanium.

Parece novela, mas não é. As acusações de mentiras, traição, abandono, difamação e conspiração trocadas nos últimos dois anos entre Oracle e HP vão pegar fogo a partir desta semana. Na segunda-feira, 4/06, começaram as sessões de argumentos de ambas as partes diante do juiz da Corte Superior do Estado da Califórnia, sobre o processo movido pela HP contra a Oracle relativo ao encerramento do suporte de software da Oracle aos processadores Intel Itanium, que abastecem os servidores Integrity da HP.

A parceria azedou em março de 2011, quando a Oracle anunciou o fim do desenvolvimento de aplicações para máquinas Itanium alegando que Intel e HP tinham planos de encerrar a vida dos processadores Itanium. A HP, em resposta, recorreu à Justiça para que a Oracle voltasse a dar suporte à tecnologia, negando as acusações. Enquanto a HP acusa a Oracle de quebra de contrato e conspiração para prejudica-la e de mentir nas alegações para o rompimento do acordo, a Oracle jura que o Itanium está morrendo e que a HP mente ao esconder o fato dos consumidores.

HP e Intel desenvolveram o processador Itanium há mais de uma década com o propósito de prover mais performance, confiabilidade e disponibilidade para empresas do que a plataforma x86 poderia entregar. Um dos pontos importantes do produto era o suporte da Oracle na forma do fornecimento de software de banco de dados corporativo compatível com o modelo de processamento do Itanium, cujos servidores rodam uma versão do Unix da HP chamada HP/UX.

A irritação da HP no entanto tem raiz em agosto de 2010, quando a Oracle contratou o ex-CEO da HP, Mark Hurd. um mês apenas depois dele ter sido demitido da HP, para ser seu co-presidente. A empresa processou Hurd por quebra de confidencialidade, decidida a bloquear sua entrada na Oracle. As companhias, no entanto, rapidamente negociaram um acordo para que a HP desistisse da ação contra Hurd em nome da manutenção das parcerias comerciais.

E isso nos leva de volta ao presente. A HP quer que o tribunal declare que o chamado “Acordo Hurd”, celebrado em setembro de 2010, foi quebrado pela Oracle ao derrubar o desenvolvimento  do Itanium. A HP também acusa a Oracle de difamação, dizendo que a empresa de Larry Ellison mentiu quando afirmou que a Intel estava planejando matar o Itanium e que na verdade ela estava interrompendo o suporte ao Itanium numa tentativa de atrair os clientes para seu próprio hardware, originário da compra da Sun Microsystems em janeiro de 2010.

A Oracle contraataca dizendo que a HP foi dissimulada sobre o futuro do Itanium e que escondeu o fato de que a plataforma seria descontinuada. A Oracle chama do “Acordo Hurd” de um mero “abraço corporativo” e diz que deliberadamente não negociou nenhuma relação entre ele e o compromisso de manter o desenvolvimento para o Itanium. O Oracle quer que o “Acordo Hurd” seja eliminado do contexto e diz que as acusações da HP são falsas e mancham sua reputação.

A empresa também acusa a HP de fraude por esconder informação durante a negociação do “Acordo Hurd” e não informar que estaria na época planejando a contratação de dois executivos que seriam “mortais” contra a Oracle. Logo após o “Acordo Hurd” ter sido assinado, a HP contratou como CEO Leo Apotheker, ex-CEO da alemã SAP (arquiinimiga da Oracle), e Ray Lane, ex-executivo da Oracle que tinha “trombado” com Larry Ellison, presidente da Oracle anos antes (Lane atualmente é presidente executivo da HP e Meg Whitman substituiu Apotheker como CEO).

As duas empresas dizem que pensam em primeiro lugar nos interesses de seus clientes e acusam-se mutuamente de não levar em conta os consumidores. O fato é que a briga judicial sozinha já é um problema para os clientes, antes mesmo do veredito final, dizem os analistas. Os clientes corporativos precisam de confiabilidade em suas negociações sobre TI corporativa, não só sobre os produtos que compram mas sobre as empresas que os fornecem. E um processo judicial desse tipo impacta o mercado, não importa quem ganhe.

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Publicado por em 16 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Vídeo: 5 razões para fazer jailbreak no iPhone ou iPad

AppId is over the quota

Meu primeiro gadget da Apple foi um iPod touch de 3ª geração. Depois de uma semana de uso, decidi testar o famoso jailbreak e ver o que o outro mundo tinha a me oferecer. Nem preciso dizer que a coisa pegou, né? Gostei tanto que quando comprei meu iPhone 4, em agosto de 2010, a primeira coisa que fiz nele foi jailbreak. E as pessoas que não conhecem vivem me perguntando: mas por que fazer jailbreak?

Como você já deve saber, o jailbreak libera acesso a aplicativos não autorizados pela Apple e permite fazer inúmeras melhorias no iOS. Na verdade, o Cydia, que é a “App Store dos hackers”,  veio antes da App Store oficial, quando o iPhone era vendido apenas com os aplicativos nativos e sem a possibilidade de instalar apps de terceiros.

Infelizmente o jailbreak tem uma má fama de pirataria por conta de alguns usuários mal-intencionados, que usam a liberdade oferecida pelo Cydia para instalar aplicativos da App Store sem pagar nada aos desenvolvedores. Por conta disso, existe um certo preconceito quando se fala em jailbreak no iPhone.

Mas o jailbreak oferece centenas de excelentes recursos e melhorias que são 100% legais. Veja no vídeo abaixo 5 razões para ter jailbreak:

Lista de apps e tweaks
Tudo que foi demonstrado no vídeo pode ser baixado no Cydia. A dock e a animação ao travar a tela são do tweak Springtomize 2 (US$1,99) e a cor do teclado foi alterada com o Color Keyboard (US$1,99). O calendário foi adicionado à Central de Notificações com o Calendar for Notification Center (grátis). Há dezenas de widgets na seção “Addons (Notification Center)”, encontrada na aba Sections do Cydia. Depois de instalar, vá em Ajustes > Central de Notificações e habilite o widget desejado.

Em segurança, o iCaughtU possui uma versão gratuita e as limitações dos aparelhos podem ser removidas também com o Springtomize 2 (US$1,99), na opção “Capabilities”, em Ajustes. Entre os aplicativos listados, o DisplayRecorder custa US$ 2,99 e o ProTube sai por US$1,99; já os utilitários iBlacklist e iFile custam US$12,00 e US$4,00, respectivamente, e  podem ser testados gratuitamente.

No vídeo, mostramos vários ajustes no sistema – conhecidos como tweaks. O multitarefa deslizando os dedos para os lados ou de baixo para cima é oferecido pelo Zephyr (US$1,99). O Music Controls Pro (US$5,99) oferece os controles adicionais de músicas, mas também tem uma versão gratuita, listada como Music Controls.  O SwitcherMod (grátis) oferece melhorias para o multitarefa, como deslizar para fechar um app. Já o controle de tweet foi configurado com o Activator (Ajustes > Actiavtor > Anywhere > Volume Buttons/Double Press > Compose Tweet) e o Siri foi adicionado ao iPod touch com o Spire.

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Publicado por em 7 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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