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Polícia encontra quatro macacos raros roubados de zoo britânico

A polícia britânica recuperou quatro de cinco macacos que foram roubados de um zoológico no norte da Inglaterra. A busca pelos animais, alguns deles de espécies seriamente ameaçadas de extinção, espalhou-se por toda a Europa.

Os ladrões levaram os macacos – duas fêmeas e um filhote da espécie sagui-cabeça-de-aldogão e dois da sagui-imperador – de suas jaulas após abrirem um buraco na cerca de proteção em um zoológico de Blackpool, no noroeste da Inglaterra, na noite de terça-feira (29).

Autoridades disseram que estavam fazendo interrogatórios em toda a Europa, onde houvesse “definitivamente um mercado para os macacos”.

A União Internacional para a Conservação da Natureza lista o sagui-cabeça-de-algodão como uma espécie com perigo crítico de extinção, com uma população mundial estimada de 6 mil animais.

Após um grande apelo público, autoridades do zoológico confirmaram neste sábado (3) que quatro dos cinco macacos foram encontrados sem ferimentos em um endereço de West Yorkshire, na noite de sexta-feira. O filhote ainda está desaparecido.

“Estamos extremamente aliviados que quatro dos cinco macacos foram encontrados seguros e bem, embora ainda nos entristece o fato de o bebê de sagui-cabeça-de-algodão não ter sido achado”, afirmou em comunicado Charlotte Pennie, chefe do setor de primatas do zoológico de Blackpool.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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China aprova pena de prisão para quem comer carne de animais raros

Panda gigante descansa em uma árvore no jardim zoológico de Hangzhou, na China. (Foto: China Daily/Reuters)Panda gigante é um dos animais raros cuja carne
está proibida para consumo na China
(Foto: China Daily/Reuters)

O Legislativo chinês aprovou nesta quinta-feira (24) uma medida legal que prevê pena de prisão para as pessoas que forem flagradas comendo carne de animais raros, informou a imprensa oficial.

Segundo a agência de notícias oficial Xinhua, o governo da China considera 420 espécies de animais selvagens raros ou ameaçados de extinção. Os animais incluem pandas gigantes, macacos dourados, ursos negros asiáticos e pangolins, acrescentou.

O Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo (NPC, na sigla em inglês) aprovou uma nova interpretação da Lei Criminal da China em uma sessão bimestral, de acordo com a Xinhua. O NPC, a mais elevada legislatura chinesa, reuniu-se em março. No entanto, o Comitê Permanente do NPC tem a autoridade de aprovar leis e fazer mudanças legais próprias.

Exemplar de urso-negro-asiático "flagrado" na região de Sichuan (Foto: WWF/Peking University)Urso-negro-asiático também está na lista de
animais raros cujo consumo é crime na China
(Foto: WWF/Peking University)

De acordo com a interpretação legal aprovada nesta quinta, as pessoas que comem a carne dos animais na lista ou os compram para outros propósitos serão considerados violadores da lei criminal.

Dependendo do crime, os violadores poderão ser condenados a até dez anos de prisão, prosseguiu.

A matança de animais de espécies ameaçadas e o uso de partes de seus corpos – como chifres de rinocerontes e barbatanas de tubarão – na medicina tradicional e como iguarias foi apontada como uma ameaça global.

A demanda dos cada vez mais ricos consumidores asiáticos tem sido culpada por ajudar a alimentar o comércio.

Ambientalistas da Indonésia devolvem à natureza 85 exemplares de pangolins que foram resgatados de contrabandistas no último dia 28 na cidade de Medan. Eles foram libertados em uma floresta no distrito de Karo. (Foto: AFP)China aprova pena de prisão para quem comer 
pangolins, entre outros animais (Foto: AFP)

Em fevereiro, o grupo ambientalista global International Union for Conservation of Nature, com sede na Suíça, identificou mais de 11 mil espécies ameaçadas, muitas das quais são objeto crescente do tráfico internacional.

A nova interpretação da lei chinesa esclarece o papel das pessoas que compram ilegalmente animais caçados, acrescentou o relatório.

“Ela determina que comprar sabidamente animais selvagens originários de caça ilegal é passível de penas de no máximo três anos de prisão”, acrescentou a Xinhua.

“De fato, os compradores são um grande motivador para a caça ilegal em larga escala”, disse a jornalistas Lang Sheng, vice-diretor da Comissão de Assuntos Legislativos do Comitê Permanente do NPC, segundo a Xinhua.

A agência de notícias chinesa indica ainda que a interpretação da Lei Criminal pelo NPC foi a décima desde que entrou em vigor, em 1997. Ainda de acordo com a Xinhua, a lei sofreu nove emendas.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Ex-apresentador do Animal Planet é condenado por vender lagartos raros

Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)

O ex-apresentador de um programa do canal Animal Planet, Donald Schultz, foi condenado nesta segunda-feira (24), nos Estados Unidos, a dois anos de liberdade condicional, 200 horas de serviço comunitário e uma multa de US$ 9 mil depois de admitir que tentou vender dois lagartos iranianos, uma espécie em extinção, sem autorização.

Em novembro, Schultz, que é sul-africano, fez um acordo judicial e se declarou culpado de violar a Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção. Em 2010, ele tentou vender dois lagartos raros por US$ 2,5 mil a um agente federal disfarçado de cliente.

No seu programa, “Wild Recon”, que foi cancelado, Schultz se aventurava em locais remotos para recolher amostras biológicas a partir de cobras venenosas e outros animais perigosos. Ele também fez o programa “Venom in Vegas”, no qual ficou em uma grande estrutura de vídeo fechado com mais de cem cobras, algumas venenosas, em frente a um cassino de Las Vegas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ex-apresentador do Animal Planet é condenado por vender lagartos raros

Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)

O ex-apresentador de um programa do canal Animal Planet, Donald Schultz, foi condenado nesta segunda-feira (24), nos Estados Unidos, a dois anos de liberdade condicional, 200 horas de serviço comunitário e uma multa de US$ 9 mil depois de admitir que tentou vender dois lagartos iranianos, uma espécie em extinção, sem autorização.

Em novembro, Schultz, que é sul-africano, fez um acordo judicial e se declarou culpado de violar a Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção. Em 2010, ele tentou vender dois lagartos raros por US$ 2,5 mil a um agente federal disfarçado de cliente.

No seu programa, “Wild Recon”, que foi cancelado, Schultz se aventurava em locais remotos para recolher amostras biológicas a partir de cobras venenosas e outros animais perigosos. Ele também fez o programa “Venom in Vegas”, no qual ficou em uma grande estrutura de vídeo fechado com mais de cem cobras, algumas venenosas, em frente a um cassino de Las Vegas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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