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Cerveja adulterada mata 10 pessoas e intoxica 35 no Quênia

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Pelo menos dez pessoas morreram e 35 foram hospitalizadas por intoxicação após beber cerveja adulterada em bairros pobres de Embu, cidade a nordeste de Nairóbi, informa nesta terça-feira (6) a imprensa local.

As vítimas morreram na noite passada, e os outros intoxicados foram hospitalizados com fortes dores e perda de visão, explicou o superintendente da saúde, Gerald Ndiritu, ao jornal “The Standard”.

A bebida tóxica era vendida a 20 xelins (R$ 0,50) 100 mililitros, e uma mulher foi detida acusada de adulterar cerveja para fazê-la, informou o comandante da polícia local, Elphas Korir.

Algumas das vítimas estavam bebendo a cerveja, conhecida como “kathavuria”, quando começaram a perder a visão, relataram à emissora queniana “Capital FM”.

“Demorei para me dar conta de que estava ficando cego. Comecei a ver tudo escuro e pensei que estava anoitecendo”, lembrou uma das vítimas, que ingeriu a bebida em uma favela sem iluminação pública.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Quênia legaliza poligamia e impede que mulheres possam interferir

Uhuru Kenyatta durante celebração da Páscoa em Nairóbi (Foto: Thomas Mukoya/Reuters)Uhuru Kenyatta durante celebração da Páscoa em
Nairóbi (Foto: Thomas Mukoya/Reuters)

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, assinou nesta terça-feira (29) a lei que legaliza a poligamia e permite aos homens se casarem com o número de mulheres que quiserem, sem que suas esposas anteriores possam interferir na decisão.

A nova lei, cuja tramitação parlamentar contou com uma forte oposição de várias associações de mulheres, considera o casamento uma união voluntária entre um homem e uma mulher ‘seja em união monógama ou polígama’, informou o governo.

A poligamia é uma prática frequente no Quênia, apesar de, até agora, não ser reconhecida como uma união civil válida nos tribunais, já que transgredia a Constituição do país.

A Lei Matrimonial, aprovada no mês passado pelo parlamento queniano, isenta os homens da responsabilidade de consultarem a suas esposas antes de trazer uma nova mulher para a família.

Durante o debate, os parlamentares, em arrasadora maioria frente às deputadas, conseguiram eliminar a cláusula incluída na minuta da norma que permitia às esposas vetarem a escolha do marido.

As deputadas, indignadas, abandonaram a câmara e condenaram uma emenda que consideram ‘injusta’.

O diretor da comissão parlamentar de Justiça e Assuntos Legais, Samuel Chepkong’a, defendeu que quando uma mulher se casa sob uma norma consuetudinária, deve entender que o casamento está aberto à poligamia.

‘Sempre que um homem chegar em casa com uma mulher, se entenderá que será a segunda ou terceira esposa. As mulheres ou esposas com as quais você se casa não precisam saber quando você vai trazer para casa outra mulher. Qualquer mulher que trouxer para casa é sua mulher’, reforçou Chepkong’a.

A deputada Regina Nthambi replicou que a lei prejudicará as mulheres que não podem pagar uma cerimônia religiosa, mas suas críticas, e as dos outros parlamentares, não foram levadas em conta.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Atentado a igreja cristã no Quênia deixa mortos e feridos

Pelo menos duas pessoas morreram e mais de dez ficaram feridas neste domingo (23) após um atentado contra uma igreja na cidade de Mombaça, no litoral do Quênia, informou a emissora local ‘Capital FM’.

Um grupo de homens armados invadiu a igreja cristã “Joy Jesus Church” e abriu fogo contra os fiéis que participavam da missa de domingo.

Militantes do grupo terrorista islâmico Al Shabab cometeram nos últimos meses vários ataques similares em Nairóbi, Mombaça e em cidades próximas a fronteira do Quênia com a Somália.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Abutre e chacal brigam por carcaça em reserva no Quênia

10/03/2014 13h26 – Atualizado em 10/03/2014 13h26

Um abutre não se intimidou e lutou contra um chacal enquanto os animais disputavam uma carcaça no reserva de Masai Mara, no Quênia (Foto: Carl de Souza/AFP)Um abutre não se intimidou e lutou contra um chacal enquanto os animais disputavam uma carcaça no reserva de Masai Mara, no Quênia (Foto: Carl de Souza/AFP)

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Tribunal do Quênia impõe pena recorde a traficante chinês de marfim

O chinês Tang Yong Jian (ao centro) é visto durante o julgamento realizado em Nairóbi, no Quênia, nesta segunda-feira (27) (Foto: Tony Karumba/AFP)O chinês Tang Yong Jian (ao centro) é visto durante o julgamento realizado em Nairóbi, no Quênia, na segunda-feira (27) (Foto: Tony Karumba/AFP)

Um chinês que foi detido em posse de marfim no aeroporto de Nairóbi foi condenado nesta terça-feira (28) por um tribunal do Quênia a pagar uma multa recorde de US$ 233.000 ou a sete anos de prisão, caso não tenha condições de pagar a quantia.

A condenação, a maior para este tipo de caso no Quênia, é a primeira imposta dentro de uma nova lei de proteção da fauna promulgada em dezembro e que endurece consideravelmente as sanções para caçadores furtivos e traficantes.

Até então as sanções eram consideradas extremamente clementes ante as quantidades de marfim obtidas com o tráfico e o alcance do massacre dos grandes mamíferos na África.

Tang Yong Jian, de 40 anos, havia sido detido em meados de janeiro com 3,4 quilos de marfim bruto em uma maleta no aeroporto internacional de Nairóbi, onde fazia uma escala em um voo entre Moçambique e China. Na segunda-feira (27) ele se declarou culpado de posse ilegal e de tráfico de marfim. Agora tem 14 dias para recorrer da decisão.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Começa o julgamento pela matança no shopping do Quênia

O julgamento de quatro homens acusados de ter dado apoio ao comando que conduziu a matança no shopping Westgate em Nairóbi no final de setembro começou nesta quarta-feira.

Em 21 de setembro, um comando islamista atacou o Westgate disparando indiscriminadamente contra os comerciantes e clientes do centro comercial depois se entrincheirando em seu interior. Em quatro dias, o ataque deixou 67 mortos e uns 20 desaparecidos, segundo fontes oficiais.

Os quatro homens suspeitos, somalis ou de etnia somali, Adan Mohamed Abidkadir Adan, Mohamed Ahmed Abdi, Liban Abdulá Omar e Hussein Hasan Mustafá, não são acusados de ter participado no comando islamita que lançou o ataque, e sim de proporcionar apoio a eles. Eles se declararam inocentes.

26/9 - Imagem cedida pelo governo queniano mostra a destruição causada pelo incêndio provocado no shopping center Westgate, após o fim do ataque em Nairóbi. Carros foram destruídos, e alguns deles ficaram pendurados no estacionamento (Foto: Reuters/Presidential Strategic Communications Unit)26/9 – Imagem cedida pelo governo queniano mostra a destruição causada pelo incêndio provocado no shopping center Westgate, após o fim do ataque em Nairóbi. Carros foram destruídos, e alguns deles ficaram pendurados no estacionamento (Foto: Reuters/Presidential Strategic Communications Unit)

O atentado foi reivindicado pelos islamitas somalis shebab, afiliados à Al-Qaeda. Eles disseram tratar-se de uma represália pela intervenção do exército queniano, desde o final de 2011, na força da União Africana que luta contra eles na Somália.

Fontes da segurança afirmam que todos os membros do comando morreram durante o ataque e em confrontos com a polícia.

Mas a polícia de Nova York, que também participou na investigação, não descarta que alguns agressores tenham fugido e que não há provas formais de sua morte.

Uma parte do shopping desabou durante os confrontos, e os corpos encontrados entre os escombros não foram identificados.

No entanto, com ajuda dos vídeos de vigilância, a ata de acusação cita o nome de dois atacantes: Mohamed Abdinur Said e Hasan Abdi Dhuhulow.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Startup testa drone para monitorar rinocerontes e evitar caça no Quênia

Engenheiros da startup Airware mostram imagens captadas por drones que vigiam rinocerontes e outros animais selvagens a patrulheiros de reserva ambiental no Quênia. (Foto: Divulgação/OI Pejeta Conservancy)Engenheiros da startup Airware mostram imagens
captadas por drones que vigiam rinocerontes
e outros animais selvagens a patrulheiros de
reserva ambiental no Quênia. (Foto: Divulgação/
OI Pejeta Conservancy)

Chegar próximo de um rinoceronte não é das tarefas mais fáceis. Monitorá-los para evitar o avanço de caçadores também não.

Por isso a startup norte-americana Airware, que desenvolve drone (veículos aéreos não tripulados), testou o uso das máquinas aéreas na vigilância de áreas selvagens na África, para evitar o extermínio de algumas espécies, como o rinoceronte negro.

Um vídeo do procedimento foi divulgado pela companhia nesta terça-feira (14) (Veja aqui).

Chamado de Patrulheiro Aéreo, o drone foi testado no OI Pejeta, o maior santuário de rinocerontes negros do Leste da África. Localizado no Quênia, a área de preservação é a única no país onde se podem ver chipanzés, além de reunir a maior densidade de predadores selvagens.

Devido à caça predatória, o número de rinocerontes vem caindo drasticamente. Em 1960, 2 mil rinocerontes habitavam a reserva. Somente em 2013, 50 foram mortos e apenas sete ainda vivem no parque.

A área é administrada por uma organização sem fins lucrativos, chamada OI Pejeta Conservancy, que, junto do Serviço do Quênia de Vida Selvagem, trabalharam nos testes com a Airware.

Monitores mostram imagens captadas por drone da Airware, que vigia rinocerontes e outros animais selvagens em reserva ambiental no Quênia. (Foto: Divulgação/OI Pejeta Conservancy)Monitores mostram imagens captadas por drone
da Airware, que vigia rinocerontes e outros animais
selvagens em reserva ambiental no Quênia.
(Foto: Divulgação/OI Pejeta Conservancy)

O teste foi realizado no Natal de 2013. O drone usado estava equipado com a plataforma de piloto automático e o software de controle da Airware, que, em conjunto, funcionam como uma ferramenta de monitoramento que transmite vídeos e imagens térmicas em tempo real à base dos patrulheiros.

Com o veículo, é possível sobrevoar áreas habitadas por animais selvagens e fazer a contagem de populações com mais frequência. Tanto a rota do drone quanto as câmeras presentes nele podem controladas por patrulheiros.

Enquanto esteve na área de preservação, a Airware também testou planadores convencionais e vários tipos de aterrisagem.

Até março de 2013, a startup participava do programa da aceleradora Y Combinator, pioneira no mundo nesse ramo de acolher empresas iniciantes de tecnologia para ajuda-las a construir um plano de negócio que sustente financeiramente as inovações tecnológicas que criaram. Passaram por ela Reddit, Dropbox, Airbnb, Pebble, Rap Genius, iCracked e Coinbase.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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