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Órgão fiscalizador de armas químicas quer cessar-fogo temporário na Síria

A Opaq (Organização para a Proibição das Armas Químicas) quer obter um cessar-fogo temporário na Síria para que os inspetores de armas possam fazer seu trabalho.

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“Acredito que se puderem ser estabelecidos alguns períodos de cessar-fogo temporários, será possível alcançar os objetivos”, declarou Ahmet Uzumcu, chefe da agência,  aos jornalistas em Haia, sede da Opaq.

A organização afirmou que 20 instalações precisam ser visitadas no país nos próximos dias e semanas.

Segundo a entidade, as autoridades da Síria foram “bastante cooperativas” e os prazos de destruição do arsenal devem ser cumpridos.

arte síria versão 08.10 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Mais inspetores serão mandados à Síria para destruir armas químicas

A Opaq (Organização para a Proibição de Armas Químicas) anunciou nesta terça-feira (8) que vai mandar mais uma equipe à Síria para o trabalho de destruição do arsenal do regime sírio.

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O segundo contingente completará a equipe de reconhecimento, composta por especialistas da Opaq, que está na Síria desde 1º de outubro, afirmou a organização, com sede em Haia.

Segundo a entidade, o governo do presidente sírio Bashar al-Assad teve um início “construtivo” no que chamou de um processo “longo e difícil”.

arte síria versão 08.10 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Inspetores de armas químicas iniciam terceiro dia de missão na Síria

Nove especialistas responsáveis por verificar o arsenal químico sírio antes do desmantelamento deixaram o hotel de Damasco na manhã desta quinta-feira (3) para o terceiro dia de trabalhos.

Os inspetores da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) deixaram o hotel em três veículos da ONU. O destino dos especialistas não foi divulgado.

Os nove especialistas integram uma equipe de 19 pessoas, presentes no país desde terça-feira (1) para assegurar a aplicação da resolução 2118 da ONU, que ordena a destruição do arsenal químico da Síria, aprovada após um ataque químico que provocou centenas de mortes em agosto em uma área controlada por forças rebeldes.

A primeira missão da equipe será verificar as informações divulgadas pelo regime de Bashar al-Assad sobre seu arsenal.

Os inspetores da Opaq chegaram ao país um dia após a partida dos especialistas da ONU, que investigaram sete supostos casos de utilização de armas químicas denunciados pelo regime ou pela oposição. Eles entregarão seu relatório no fim de outubro.

Segundo especialistas em desarmamento, a Síria possui mais de mil toneladas de armas químicas, entre elas 300 toneladas de gás mostarda e sarin, distribuídas em 45 locais diferentes.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Papel dos EUA na Síria é garantir fim de armas químicas, diz Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa diante da Assembleia Geral da ONU após a fala de Dilma Rousseff (Foto: Mike Segar/Reuters)O presidente dos EUA, Barack Obama, discursa diante da Assembleia Geral da ONU após a fala de Dilma Rousseff (Foto: Mike Segar/Reuters)

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta terça-feira (24) que o papel dos EUA na guerra civil da Síria é “garantir o banimento” das armas químicas.

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Ele reafirmou, diante da Assembleia Geral da ONU, a convicção de que o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, usou armas químicas no ataque de 21 de agosto.

Obama defendeu a posição de que a pressão militar sobre Assad é a única maneira a obter uma saída diplomática para a crise, que já matou 110 mil pessoas em 30 meses.

Obama afirmou que a comunidade internacional não está agindo “à altura” da crise e disse que o Conselho de Segurança deve aprovar uma “resolução forte” para garantir o cumprimento da proibição internacional do uso de armas químicas, e que tenha “consequências” para Assad.

“Deve haver uma forte resolução do Conselho de Segurança (da ONU) para verificar se o regime de Assad está mantendo seus compromissos, e deve haver consequências se eles não o fizerem”, disse Obama.

“Se não pudermos entrar em acordo sobre isso, vamos mostrar que a ONU é incapaz de impor a mais básica das leis internacionais”, declarou.

“Por outro lado, se obtivermos sucesso, enviaremos uma forte mensagem de que o uso de armas químicas não tem espaço no século XXI”, ressaltou.

O americano criticou as posições de Rússia e Irã, de apoio ao regime sírio, e, em uma alusão velada ao presidente russo Vladimir Putin, disse que é um “insulto” acreditar que o ataque químico que matou mais de 1.429 civis possa ter sido feito por alguém que não as forças de Assad.

Questão nuclear iraniana
Obama voltou a acenar com a via diplomática para o Irã, apesar de ver “grandes obstáculos” no caminho”.

“Os obstáculos podem se provar grandes, mas eu acredito firmemente que o caminho diplomático deve ser testado”, disse.

O democrata pediu que a República Islâmica cumpra suas responsabilidades na questão nuclear, com “transparência”.

Os EUA romperam as relações diplomáticas com o Irã em 1980, na sequência da Revolução Islâmica.

As rivalidades entre os dois países têm aumentado desde então, com os Estados Unidos liderando as sanções ocidentais contra o país diante de suspeitas de que Teerã tenta se dotar de uma bomba nuclear.

“Eu não acredito que esta história difícil pode ser superada da noite para o dia – a suspeita é muito profunda. Mas eu acredito que, se nós pudermos resolver a questão do programa nuclear do Irã, isso pode servir como um grande passo no longo caminho em direção a um relacionamento diferente – baseado em respeito e interesses mútuos”, afirmou.

Obama afirmou que havia escrito ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e ao novo presidente, Hassan Rohani, dizendo que os Estados Unidos estavam “determinados a impedi-los de desenvolver uma arma nuclear”, mas que não deseja uma “mudança de regime”.

Ao lembrar a recente declaração de Rohani segundo a qual o Irã nunca produzirá uma bomba nuclear, Obama afirmou que havia uma base para um “acordo significativo”.

Obama pediu ao regime iraniano que mostre “ações” que provem que não tem a intenção de se armar nuclearmente.

O democrata afirmou que os EUA vão sempre testar a via democrática, mas, se for necessário, vão “usar a força militar quando a democracia falhar”.

Israelenses e palestinos
Falando sobre a crise no Oriente Médio, Obama pediu que líderes palestinos e israelenses assumam riscos para conseguir um acordo de paz, no atual processo mediado pelos EUA, que busca uma solução de dois Estados para a região.

O democrata reafirmou a posição americana de defender a segurança de Israel, mas disse que os palestinos também têm o direito de viver em segurança.

Egito
Em relação ao Egito, em crise após a derrubada do presidente islamita Mohamed Morsi, Obama afirmou que a continuidade do apoio americano ao país vai depender da sua “continuidade democrática”.

Coleta de inteligência
Já no início do discurso, o americano citou a mudança na política em relação ao uso de drones, para evitar a morte de civis, bem como o papel da prisão de Guantánamo, em Cuba, e mudanças na maneira de “coletar dados”, no que seria uma referência às revelações de casos de espionagem partidos dos EUA, após o incisivo discurso da presidente brasileira Dilma Rousseff, que citou o tema.

“E, do mesmo modo como modificamos o modo como usamos nossas extraordinárias capacidades militares de modo que corresponda aos nossos ideais, começamos a revisar o modo como reunimos inteligência, para que possamos apropriadamente equilibrar as legítimas preocupações de segurança de nossos cidadãos e aliados com as preocupações de privacidade comuns a todas as pessoas”, disse Obama.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Relatório da ONU confirma que armas químicas foram usadas na Síria

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta segunda-feira (16) em seu site o relatório sobre a investigação a respeito do ataque de armas químicas ocorrido em 21 de agosto nos subúrbios de Damasco.

O documento confirma que um grande número de pessoas morreu vítima de armas químicas na região de Goutha, na periferia da capital, Damasco, e que o agente nervoso gás sarin foi usado, jogado dentro de bombas em três regiões: Ein Tarma, Moadamiyah e East  Goutha. Leia aqui o relatório

“Com base em evidências obtidas durante a investigação sobre o incidente de Ghouta, a conclusão é de que armas químicas foram usadas no conflito em andamento entre as partes na República Árabe Síria… contra civis, incluindo crianças, numa escala relativamente grande”, afirma o relatório.

Mais cedo, uma imagem da capa do documento já alertava para as conclusões de uso de gás sarin.

Os Estados Unidos afirmam que 1.400 pessoas morreram no ataque, entre elas mais de 400 crianças.

O enviado britânico disse que o relatório “não deixa dúvidas de que foi o regime” que estava por trás do ataque.

O documento, assinado por Ban, defende que a ONU trabalhe para que armas químicas não voltem a ser usadas em conflitos e expressa como “bem-vinda” a decisão da Síria de assinar a convenção que proíbe a fabricação e o uso de armas químicas no mundo.

O texto diz que há investigações sobre uso de armas químicas também em outros três locais.

Direitos Humanos
A Comissão de investigação sobre a Síria na ONU analisa 14 casos de suspeita de ataques químicos desde que começou o monitoramento no país, em setembro de 2011, disse nesta segunda-feira (16) o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, chefe da equipe, segundo a agência de notícias Reuters.

Pinheiro também afirmou que o governo sírio convidou Carla del Ponte, membro da comissão, para visitar o país, mas a comissão queria uma visita oficial, que o incluísse. Del Ponte disse que pode ter sido convidada pois havia dito em maio deste ano que havia indícios de que a oposição usou armas químicas.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Qualquer uso de armas químicas é crime, diz Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta segunda-feira (16) durante uma coletiva de imprensa que “qualquer uso de armas químicas é crime”.

Ban Ki-moon também afirmou que agora é a hora do Conselho de Segurança da ONU mostrar a sua liderança perante a situação. Segundo o secretário, as armas químicas “foram usadas ??em uma escala relativamente grande” na Síria.

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“É o uso mais significativo confirmado de armas químicas contra civis desde que Saddam Hussein usou em Halabja, em 1988”, disse Ban.

Segundo um dos enviados americanos da ONU para fazer coletar amostras, o relatório deixa claro que apenas o governo poderia estar por trás do ataque com armas químicas no país. Ainda segundo ele, não há “nenhuma evidência” sobre a oposição ter gás sarin.

A missão da ONU tem “cumprido os protocolos mais rigorosos disponíveis para tal investigação, inclusive para garantir a custódia para todas as amostras”, acrescentou Ban.

“A missão também tem documentado e tem amostras dos locais de impacto e munições, e foram coletadas 30 amostras de solo e ambientais – muito mais do que qualquer investigação anterior das Nações Unidas”, completou Ban.

O chefe das Nações Unidas fez estes comentários em consultas a portas fechadas do órgão executivo de 15 membros da ONU, nas quais disse que médicos encontraram gente morrendo nas ruas após o ataque com gás sarin de 21 de agosto perto de Damasco, afirmaram à AFP diplomatas presentes na reunião.

Ban disse que as condições do tempo da manhã de 21 de agosto maximizaram o impacto potencial do ataque. “O movimento descendente do ar permitiu que o gás penetrasse facilmente nos porões e nos níveis mais baixos dos edifícios, e em outras estruturas onde muitas pessoas buscaram refúgio”, explicou.

Ban afirmou ao Conselho nesta segunda-feira que 85% das amostras de sangue colhidas por investigadores testaram positivo para sarin, enquanto quase todas as amostras biomédicas verificadas testaram positivo para exposição ao sarin.

“Os sobreviventes relataram que depois de um ataque com bombardeios, eles rapidamente tiveram uma variedade de sintomas, incluindo falta de ar, desorientação, irritação ocular, visão turva, náuseas, vômitos e fraqueza geral”, disse Ban.

“Muitos, eventualmente, perderam a consciência”, acrescentou. “Socorristas descreveram ter visto um grande número de pessoas deitadas no chão, muitas delas mortas ou inconscientes”.

16/9 - Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)

Relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta segunda-feira em seu site o relatório sobre a investigação a respeito do ataque de armas químicas ocorrido em 21 de agosto nos subúrbios de Damasco.

O documento confirma que um grande número de pessoas morreu vítima de armas químicas na região de Goutha, na periferia da capital, Damasco, e que o agente nervoso gás sarin foi usado, jogado dentro de bombas em três regiões: Ein Tarma, Moadamiyah e East  Goutha.

“Com base em evidências obtidas durante a investigação sobre o incidente de Ghouta, a conclusão é de que armas químicas foram usadas no conflito em andamento entre as partes na República Árabe Síria… contra civis, incluindo crianças, numa escala relativamente grande”, afirma o relatório.

Mais cedo, uma imagem da capa do documento já alertava para as conclusões de uso de gás sarin.

Os Estados Unidos afirmam que 1.400 pessoas morreram no ataque, entre elas mais de 400 crianças.

O documento, assinado por Ban Ki-moon, defende que a ONU trabalhe para que armas químicas não voltem a ser usadas em conflitos e expressa como “bem-vinda” a decisão da Síria de assinar a convenção que proíbe a fabricação e o uso de armas químicas no mundo.

O texto diz que há investigações sobre uso de armas químicas também em outros três locais.

Repercussão
Síria e Rússia culparam os rebeldes pelo ataque de 21 de agosto. Os rebeldes, os Estados Unidos e outras potências ocidentais culpam as forças leais a Assad.

Não está claro se algum detalhe do relatório sugeriu culpabilidade. O mandato de Sellstrom se limita a investigar os fatos, não apontar culpados, informou a agência de notícias Reuters.

O chanceler francês, Laurent Fabius, no entanto, disse que o relatório da ONU mostrou que “não há dúvida” de que o governo Assad foi responsável pelo ataque químico.

Alguns diplomatas ocidentais afirmaram em condição de anonimato que as informações sobre os tipos de armas e alguns outros detalhes que Sellstrom pode possuir poderiam dar indicações da responsabilidade do governo no ataque.

Reino Unido e Estados Unidos se uniram à França nesta segunda-feira ao declarar que detalhes contidos em um relatório de investigadores da ONU confirmam que o governo da Síria, e não a oposição, está por trás do ataque de 21 de agosto com gás sarin.

O embaixador britânico, Mark Lyall Grant, disse a jornalistas que “não há dúvida restante que foi o regime” o responsável pelo ataque que deixou centenas de mortos.

A embaixadora dos EUA, Samantha Power, repetiu suas observações.

Direitos Humanos
A Comissão de investigação sobre a Síria na ONU analisa 14 casos de suspeita de ataques químicos desde que começou o monitoramento no país, em setembro de 2011, disse nesta segunda-feira (16) o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, chefe da equipe, segundo a agência de notícias Reuters.

Pinheiro também afirmou que o governo sírio convidou Carla del Ponte, membro da comissão, para visitar o país, mas a comissão queria uma visita oficial, que o incluísse. Del Ponte disse que pode ter sido convidada pois havia dito em maio deste ano que havia indícios de que a oposição usou armas químicas.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Perito diz que armas químicas vão levar anos para serem destruídas

Se o Iraque de Saddam Hussein é algo que serve de referência, a destruição do enorme arsenal de armas químicas da Síria significará checar dezenas de instalações remotas em uma zona de guerra, enquanto o governo deve empregar táticas protelatórias para esconder munições proibidas, disse um perito envolvido em antigas missões de desarmamento da ONU.

A rede de armas químicas do presidente sírio, Bashar al-Assad, compreende bunkers subterrâneos remotos onde centenas de toneladas de agentes nervosos, mísseis Scud e munição de artilharia, possivelmente armada com cianeto, e fábricas no interior de território hostil, que costumavam produzir gás VX ou mostarda, acreditam especialistas.

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“É grande. Ele tem um dos maiores programas de armas químicas da região e até mesmo do mundo”, disse Dieter Rothbacher, um ex-inspetor de armas da ONU no Iraque, que treinou membros da equipe que acaba de retornar da Síria.

“Há estimativas de que para garantir a segurança sejam necessários até 75 mil soldados”, afirmou Rothbacher em entrevista à Reuters. “No Iraque levamos três anos para destruir isso, sob supervisão da ONU.”

Primeiro, é preciso que haja um acordo, seja por meio da adesão da Síria à Convenção de Armas Químicas ou, mais provavelmente, na forma de um acordo no Conselho de Segurança da ONU, no qual o governo sírio cederia o controle dessas armas.

Poderia ser semelhante ao feito com o Iraque, onde uma resolução do Conselho de Segurança forçou o país a declarar e destruir suas armas químicas. Certos militares já estão se preparando para esse cenário na Síria, segundo Rothbacher.

A Rússia propôs na segunda-feira (9) que a Síria poderia evitar uma ação militar dos EUA, para puni-la pelo suposto uso de armas químicas em um ataque em Damasco no mês passado, ao concordar em colocar seus estoques sob controle internacional.

O programa sírio de armas químicas, criado nos anos 1970 com assistência do Irã e da Rússia, e suprimentos de material químico de empresas ocidentais, foi planejado como forma de contenção a Israel.

Órgãos de inteligência ocidentais calculam que o estoque esteja espalhado por dezenas de instalações e inclua centros de desenvolvimento e de pesquisa e múltiplas áreas de produção, algumas delas subterrâneas.

Além do Egito e Israel, a Síria é um dos sete países não signatários da Convenção de Armas Químicas, de 1993, supervisionada pela Organização pela Proibição de Armas Químicas, com sede em Haia.

Mesmo que a Síria cumpra o plano proposto pela Rússia, a história mostra que não há garantia de um caminho tranquilo.

Tática de gato e rato
A guerra civil na Síria, iniciada em 2011, já custou a vida de 100 mil pessoas, excluindo cerca de 1.400 que teriam sido mortas em um ataque com gás em Damasco, em 21 de agosto.

“Quando estávamos posicionados em Bagdá chegavam mísseis de cruzeiro, e nós saíamos todos os dias para a destruição”, disse Rothbacher, que agora é sócio de uma consultoria em treinamento sobre armas, a Hotzone Solutions.

Os inspetores começariam mapeando os lugares suspeitos de serem instalações de armas e visitando-os, depois, juntando armas e munições em uma área construída especificamente para a destruição do arsenal.

“Os iraquianos tinham transferido todas as suas munições. Eles mudaram o grosso (das armas químicas). Eles as espalharam, o que tornou muito mais difícil o nosso trabalho”, afirmou Rothbacher , descrevendo como as forças de Saddam tentaram minar os esforços dos inspetores.

Autoridades dos EUA acreditam que a Síria esteja mudando seus estoques de local, o que dificultará o levantamento do arsenal.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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