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Leste da Ucrânia questiona identidade às vésperas de referendo

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O clima esteve tenso nos postos de checagem nesta quinta-feira (8) nas estradas que levam a Sloviansk, no leste da Ucrânia.

O Exército do país estava em busca de rebeldes que tentavam entrar na cidade, enquanto tiros de armas automáticas eram ouvidos à distância.

Mas, no centro de Sloviansk, as ruas estavam movimentadas, num cenário bem diferente de há três dias, quando o silêncio imperava na cidade.

O Exército ucraniano montou barreiras nas estradas em busca de rebeldes pró-Rússia (Foto: BBC)O Exército ucraniano montou barreiras nas estradas em busca de rebeldes pró-Rússia (Foto: BBC)

Não é possível dizer se esta mudança está relacionada à declaração feita pelo presidente russo, Vladimir Putin, na quarta-feira, ou se o conflito se atenuou.

Surpresa
Na última quarta-feira (7), Putin surpreendeu jornalistas no Kremlin ao dizer que estava pedindo aos ativistas pró-Rússia no leste da Ucrânia que adiassem o polêmico referendo que eles pretendem realizar no próximo domingo, dia 11.

Também disse que a eleição presidencial da Ucrânia, marcada para o dia 25 deste mês, é um passo “na direção certa”.

No entanto, ele afirmou que o voto não valerá nada se não vier acompanhado da proteção dos direitos de “todos os cidadãos”.

Foi o primeiro sinal de que ele pretende tirar a Ucrânia da beira do abismo de uma guerra civil – ainda que tenha responsabilizado os ucranianos anti-Rússia por colocar o país nessa posição.

Desilusão
A poucos metros da sede do serviço de segurança, um avô passeava de mãos dadas com seu neto. Nos arredores, sob um belo dia de sol, clientes entravam e saíam das lojas.

Na primeira visita feita há três dias, a equipe da BBC News foi recebida com tiros de alerta disparados por rebeldes posicionados do lado de fora deste mesmo edifício.

A tensão pode ter diminuído, mas cresceu a desilusão de moradores que ainda tentavam compreender a postura conciliatória adotada pelo Kremlin.

Yulia Tarasenko, de 30 anos, se disse incomodada com o pedido de adiamento do referendo.

“Queríamos o referendo porque pensávamos que, se ele fosse realizado, as forças ucranianas se retirariam e a paz a e a estabilidade voltariam”, ela afirmou.

Quando perguntada sobre o que acontecerá a seguir, Yulia respondeu:
“Só queremos voltar à normalidade”.

‘Sei pelo que luto’
Em Kramatorsk, cidade a cerca de meia hora de carro de Sloviansk, o rebelde Oleg deu outra resposta.

“O que Putin disse foi ruim. O referendo não pode ser evitado. Já se chegou longe demais. Os pacificadores russos ainda deveriam ser enviados. Estamos protegendo nossa terra.”

Seu colega Valentin, de 25 anos, um ex-operário fabril, disse estar disposto a morrer. “Sei pelo que luto”, ele declarou.

A preocupação com a terra e identidade são temas fortes neste conflito e lembram de forma desconcertante o que ocorreu na Irlanda do Norte, nos Bálcãs e em partes da África.

Violência generalizada
Mesmo assim, as diferenças desses conflitos com que ocorre atualmente no leste da Ucrânia são tão poderosas quanto as semelhanças.

O número de fatalidades ainda é relativamente pequeno na região.

Grupos organizados de assassinos ainda não massacraram em larga escala seus opositores.

Apesar de terem ocorrido sequestros e alguns assassinatos, a violência generalizada que caracteriza os conflitos modernos ainda não ocorreu. Isso pode mudar, é claro.

Famílias divididas
Em Donetsk, a capital da autodeclarada República Popular de Donbass, Elena Malyutina, uma funcionária pública de 40 anos que foi expulsa de seu local de trabalho pelos rebeldes, acredita que alguns das barreiras de checagem representam os piores elementos de uma sociedade.

Em seu novo escritório, ela aponta para algumas plantas e o computador que conseguiu levar consigo quando homens armados a expulsaram do antigo prédio.

O que mais dói, ela disse, são as divisões sociais geradas pela rebelião. “É um trauma psicológico. Famílias estão divididas…Conheço pessoas que se divorciaram por causa de tudo isso.”

Pessoas de ambos os lados dessa divisão política, e muitos que estão no meio do caminho ainda estão refletindo sobre a nova posição de Putin.

Suas palavras podem amainar a tensão entre o leste e o oeste do país, mas não entre Moscou e Kiev.

E, com os ânimos alterados, o conflito sobre identidade neste país não serão resolvidos rapidamente ou facilmente.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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ONU questiona detenção de brasileiro em Londres, diz jornal

David Miranda ficou nove horas detido (Foto: AFP)David Miranda ficou nove horas detido (Foto: AFP)

Há pouco mais de duas semanas desde a detenção do brasileiro David Miranda no aeroporto de Heathrow, em Londres, dois representantes da ONU fizeram um alerta ao governo britânico no qual ressaltam que a necessidade de proteger segredos de Estado não pode servir de desculpa para ‘intimidar a imprensa’, segundo o jornal britânico “The Guardian”.

De acordo com a publicação, Frank de La Rue, relator especial das Nações Unidas para a liberdade de expressão, e Ben Emmerson, relator para temas de direitos humanos e combate ao terrorismo, escreveram para o governo do primeiro-ministro David Cameron pedindo informações sobre a legalidade da detenção de Miranda.

‘Sob nenhuma circunstância jornalistas, membros da mídia ou da sociedade civil que tiverem acesso a informações secretas sobre violações aos direitos humanos podem ser intimidados ou punidos’, teria dito La Rue.

O brasileiro foi detido por nove horas no dia 18 e questionado com base na lei antiterror, que permite às forças de segurança britânicas pararem qualquer pessoa em trânsito pelo país.

Além disso, documentos e dispositivos eletrônicos que ele levava foram confiscados.

Na ocasião, Miranda voltava de Berlim, onde esteve com a cineasta americana Laura Poitras, que trabalha com seu companheiro, Glenn Greenwald, nas investigações do material vazado por Edward Snowden, ex-prestador de serviços da Agência Nacional de Segurança americana (NSA, sigla em inglês).

Debate público
La Rue também teria defendido um debate público sobre as revelações feitas por Snowden sobre a existência de uma extensa rede de espionagem na qual agentes americanos teriam acesso a e-mails, ligações via Skype e trocas de mensagem online de milhares de cidadãos americanos e estrangeiros.

No último fim de semana, uma reportagem veiculada pela TV Globo denunciou a existência de documentos secretos conseguidos junto a Snowden que mostrariam que a NSA teria monitorado inclusive conversas entre a presidente Dilma Rousseff e seus principais assessores.

A denúncia causou grande mal-estar entre o governo brasileiro e a Casa Branca e há rumores de que Dilma poderia adiar sua visita aos Estados Unidos, prevista para o mês que vem.

Na quarta-feira, Obama cogitou publicamente pela primeira vez uma proposta de lei que limitaria os poderes da NSA.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Bing questiona estudo que aponta Google como melhor em detecção de malware

Microsoft afirma que empresa alemã AV-Test cometeu erro em metodologia que afetou resultado. Companhia também disse que nenhum buscador é 100% perfeito.A Microsoft soltou um comunicado questionando um estudo publicado na semana passada que apontava o rival Google como cinco vezes melhor na detecção de malware do que o seu browser Bing. As informações são TechCrunch.

Publicado pela empresa alemã de testes de antivírus AV-Test, o levantamento em questão teria como erro o fato de ter usado sua própria API para executar as buscas em vez de realizá-las diretamente pelo Bing.com, segundo a Microsoft. A fabricante do Windows alega que essa metodologia foi responsável por “enganar” o sistema de alertas de malware do Bing.

“O Bing na verdade evita que os usuários cliquem em sites infectados por malware ao desabilitar o link na página de resultados e mostrando uma mensagem abaixo para impedir que as pessoas acessem o site”, afirma o gerente sênior da Microsoft para o Bing, David Fesltead.

O executivo ainda explica que a Microsoft não remove de forma explícita os sites potencialmente maliciosos do seu índice de buscas, uma vez que “a maioria deles são sites legítimos que normalmente não hospedam malware, mas foram hackeados”. Em vez disso, o browser mostra um alerta quando os usuários clicam em tais links.

De acordo com Felstead, isso acontece porque os internautas esperam que o site apareá em suas buscas, mesmo que seja um vetor conhecido de malware. Caso contrário, pensariam que o diretório do Bing é incompleto, afirma.

E, apesar da rivalidade maior com o Google nos últimos tempos, o diretor da Microsoft admite que detectar malware em sites é uma tarefa bastante complexa e que “nenhuma ferramena será perfeita em 100% do tempo”.

Para conferir a resposta completa da Microsoft ao teste da AV-Test, confira esse link.

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Bing questiona estudo que aponta Google como melhor em detecção de malware

Microsoft afirma que empresa alemã AV-Test cometeu erro em metodologia que afetou resultado. Companhia também disse que nenhum buscador é 100% perfeito.A Microsoft soltou um comunicado questionando um estudo publicado na semana passada que apontava o rival Google como cinco vezes melhor na detecção de malware do que o seu browser Bing. As informações são TechCrunch.

Publicado pela empresa alemã de testes de antivírus AV-Test, o levantamento em questão teria como erro o fato de ter usado sua própria API para executar as buscas em vez de realizá-las diretamente pelo Bing.com, segundo a Microsoft. A fabricante do Windows alega que essa metodologia foi responsável por “enganar” o sistema de alertas de malware do Bing.

“O Bing na verdade evita que os usuários cliquem em sites infectados por malware ao desabilitar o link na página de resultados e mostrando uma mensagem abaixo para impedir que as pessoas acessem o site”, afirma o gerente sênior da Microsoft para o Bing, David Fesltead.

O executivo ainda explica que a Microsoft não remove de forma explícita os sites potencialmente maliciosos do seu índice de buscas, uma vez que “a maioria deles são sites legítimos que normalmente não hospedam malware, mas foram hackeados”. Em vez disso, o browser mostra um alerta quando os usuários clicam em tais links.

De acordo com Felstead, isso acontece porque os internautas esperam que o site apareá em suas buscas, mesmo que seja um vetor conhecido de malware. Caso contrário, pensariam que o diretório do Bing é incompleto, afirma.

E, apesar da rivalidade maior com o Google nos últimos tempos, o diretor da Microsoft admite que detectar malware em sites é uma tarefa bastante complexa e que “nenhuma ferramena será perfeita em 100% do tempo”.

Para conferir a resposta completa da Microsoft ao teste da AV-Test, confira esse link.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Gartner questiona benefícios de plataforma de nuvem open source

Consultoria afirma que tecnologia OpenStack tem problemas de interoperabilidade. Fundação OpenStack se defende das críticas.

Um relatório recente da Gartner chama a atenção do mercado para os “mitos perigosos” que estão sendo gerados em torno OpenStack, projeto de computação em nuvem open source, que poderão levar as empresas a fazer decisões de TI erradas.

O OpenStack é uma tecnologia emergente que vem despertando interesse de muitos fabricantes. Mas para a consultoria, a divulgação sobre a plataforma tem mais campanha de marketing que compromisso para a expansão dos objetivos do projeto.

A analista Lydia Leong, vice-presidente de pesquisa do Gartner e autora do relatório, afirma que o interesse em torno do projeto OpenStack prejudica o objetivo de interoperabilidade entre nuvens baseadas nesta tecnologia.

Lydia afirma que o OpenStack tem ganhando muito destaque principalmente nas últimas semanas com o lançamento da Fundação OpenStack, a nova versão do código Folsom e OpenStack Summit, que será realizado este mês para planejar futuros desenvolvimentos.

Jonathan Bryce, diretor-executivo da Fundação OpenStack, diz que muitas das críticas contidas no relatório do Gartner também poderiam ser aplicadas a outros projetos de computação em nuvem. Ele argumenta que o mercado ainda está em fase inicial das mudanças tecnológicas trazidas por cloud computing.

De acordo com avaliação do Gartner, o gerenciamento de plataforma na nuvem pelo OpenStack gerou dúvidas em alguns clientes que decidiram investir nestas soluções para construir uma cloud privada ou infraestrutura como serviço (IaaS). A consultoria afirma que alguns acreditaram que, como OpenStack é open source, também é um padrão aberto que garante interoperabilidade.

Os defensores do OpenStack dizem que o interesse por esta tecnologia não é mais um hype, pois tem atraído muitos usuários. E sobre a sua confusão com um padrão, eles argumentam que só é possível conseguir esse status por meio da adoção generalizada da tecnologia, que é um dos objetivos da Fundação OpenStack.

A fundação recém-formada vai agir como um corpo unitário que abrange os diversos interesses envolvidos na OpenStack.

Para o Gartner, o OpenStack é suportado por uma grande comunidade de fabricantes e que muitos só contribuem para o projeto com código e drivers para próprio hardware, o que dificulta a interoperabilidade.

A consultoria afirma que os interesses dos fabricantes também afetaram as características de implementação do OpenStack, pois cada um deles quer trabalhar com seus próprios produtos.

Para os entusiastas do do OpenStack, o número crescente de membros do projeto reforça o uso da tecnologia. “A alternativa seria ter um projeto de código aberto controlado por uma única empresa ou por um pequeno número delas, que é exatamente o que não queremos”, afirma a fundação.

O Gartner acredita que o interesse dos fabricantes envolvidos no projeto procuram desenvolver um ecossistema OpenStack, com incentivo considerável para o surgimento de “bloqueio proprietário”. Entretanto, o relatório alerta que o risco com OpenStack e tão grande quanto com qualquer plataforma proprietária de gestão.

Muitas empresas estão usando a plataforma OpenStak para criar os seus próprios produtos e serviços, o que garante a interoperabilidade intrínseca entre eles, argumenta a comunidade do projeto. A Fundação OpenStack assegura que os produtos e serviços que utilizam a marca OpenStack incluem componentes específicas para aumentar a compatibilidade.

Segundo o Gartner, as dificuldades do projeto já estão obrigando fornecedores a reavaliar as estratégias OpenStack. Os defensores do OpenStack afirmam que a adesão ao projeto de Folsom cresceu 65% em relação a versão anterior, com um recorde de 330 desenvolvedores e adicionou 185 novas funcionalidades e atualizações para o código.

Apesar das críticas, o Gartner acredita que OpenStack pode finalmente tornar-se uma fonte sólida aberta no coração de um grande ecossistema e bem-sucedido de ofertas comerciais. A consultoria constata que a plataforma tornou-se rapidamente uma das quatro infraestrutura de computação em nuvem competindo com a Amazon Web Services, VMware e Microsoft.

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Publicado por em 9 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Governo do AM questiona na Justiça incentivo para tablet em SP

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Medida cautelar de Omar Aziz diz que desoneração de ICMS dos equipamentos fabricados em São Paulo gera guerra fiscal, já que os produzidos em Manaus chegam ao estado paulista taxados em 12%.

13 de fevereiro de 2012 – 16h59

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer de medida cautelar proposta pelo governador do Amazonas, Omar Aziz, contra o estado de São Paulo. O governo amazonense está questionando na Justiça a isenção de ICMS para fabricação local de tablets, alegando que a desoneração é inconstitucional.

Segundo a ação, a concessão de incentivos fiscais para esses produtos vem causando impactos prejudiciais aos demais estados e ao Distrito Federal. Os tablets produzidos em São Paulo tiveram alíquota reduzida a zero, enquanto o mesmo equipamento fabricado na zona franca de Manaus estaria sendo taxado em 12% ao entrar em São Paulo.

De acordo com o parecer, “não é possível a edição de atos normativos que concedam benefícios fiscais relativos ao ICMS sem a prévia celebração de convênio no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária”. Também foi afirmada a legitimidade da propositura da ação pelos governadores dos estados ou do Distrito Federal.

O parecer afirma que, mesmo sendo o ICMS um imposto estadual, a Constituição Federal atribui à lei complementar a forma como serão dadas isenções, incentivos e benefícios relativos ao imposto, devendo ser concedidos mediante deliberação dos estados e do Distrito Federal.

“Trata-se de exigência que tem por objetivo evitar a pra´tica de guerra fiscal, que, em u´ltima ana´lise, provoca a desestruturac¸a~o do pro´prio pacto federativo, mediante o exorbitante favorecimento do ente pu´blico desonerador, em prejui´zo aos demais entes da Federac¸a~o”, defende o parecer.

O parecer será apreciado pelo ministro Celso de Mello, relator da ação no STF.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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