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Google avisará por celular quando produto visto on-line estiver por perto

Google avisa por celular quando produto visto on-line for oferecido por loja próxima ao usuário. (Foto: Divulgação/Google)Google avisa por celular quando produto visto
on-line for oferecido por loja próxima ao usuário.
(Foto: Divulgação/Google)

O Google vai enviar notificações aos celulares dos usuários quando um produto pesquisado por eles em sites da internet estiverem sendo vendidos em alguma loja nos arredores. A novidade foi liberada pela companhia nesta segunda-feira (5).

Os avisos serão exibidos pelo Google Now, mas por enquanto serão oferecidos a quem possui um aparelho que rode Android.

Isso ocorre porque a atualização que permite aos usuários usufruírem da nova função foi feita, por enquanto, apenas no aplicativo Google Search para Android.

O assistente pessoal Google Now rivaliza com a Siri, da Apple, e com a recém-apresentada Cortana, da Microsoft.

Com acesso aos dados pessoais do usuários presentes em ferramentas da companhia, como o Calendário, o assistente pessoal combina essas informações a outros serviços para sugerir ações ou fornecer informações. Com isso, pode informar o resultado do jogo de futebol do time de coração do usuário e ainda, baseado nas condições de trânsito exibidas no Maps, sugerir que ele saia mais cedo de casa para chegar no horário a tempo a um compromisso, marcado na Agenda.

Além de notificar o usuário de que o produto buscado na internet é oferecido em um algum lugar por perto, o Google Now informará quais são as lojas e por qual preço é vendido.

“Você tem procurado on-line o par perfeito de botas para escalar, mas não as encontrou ao redor para puxar o gatilho. A partir de hoje, se você estiver fora de casa e perto de uma loja que possua essas botas, você provavelmente verá um cartão do Google Now mostrando o produto e o preço para lembrá-lo”, informou o Google.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Pistorius não usava próteses quando atirou na namorada, diz especialista

O atleta paralímpico sul-africano Oscar Pistorius vomitou após passar mal em plena audiência, no tribunal que o julga por assassinato, ao ouvir a descrição do legista sobre a autópsia de sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, em Pretória. (Foto: Bongiwe Mchunu e Siphiwe Sibeko/Reuters)O atleta paralímpico sul-africano Oscar Pistorius durante audiência, no tribunal que o julga por assassinato  (Foto: Bongiwe Mchunu e Siphiwe Sibeko/Reuters)

Oscar Pistorius estava apoiado sobre suas pernas amputadas quando destruiu a porta do banheiro para alcançar a namorada atingida por tiros, disse um especialista forense da polícia sul-africana nesta quarta-feira (12), rebatendo a afirmação do astro paralímpico de que estava usando suas próteses na ocasião.

Usando um taco de críquete no tribunal, o coronel de polícia Johannes Vermeulen se ajoelhou antes de golpear a porta de madeira para mostrar o ângulo das marcas e indicar que só poderiam ter sido feitas por alguém muito mais baixo do que ele.

O atleta, de 27 anos, foi acusado de matar a modelo e advogada Reeva Steenkamp, em que atirou através da porta trancada do banheiro no dia dos namorados local no ano passado.

Os promotores querem provar que foi um assassinato premeditado, mas Pistorius diz que estava se defendendo do que pensou ser um invasor, que teria arrombado sua casa na capital do país.

Em sua audiência de fiança no ano passado, Pistorius justificou ter atirado por causa da extrema vulnerabilidade que sua deficiência o faz sentir. Entretanto, em seu depoimento sob juramento, ele declarou que tinha colocado as próteses antes de destruir a porta.

Vermeulen discordou. “As marcas na porta na verdade indicam que ele não as usava, e suspeito que devem ser semelhantes à altura em que estava quando fez os disparos”, disse ele ao tribunal.

O advogado de defesa Barry Roux o contestou sugerindo que, mesmo com as próteses, Pistorius não bateria com o taco na mesma altura que uma pessoa sem sua deficiência.

Fotos em close da porta danificada foram exibidas na corte, assim como dos arranhões no taco.

A defesa tem procurado acusar a polícia de ter feito um mau trabalho na coleta de evidências depois de Vermeulen testemunhar que a polícia remontou a porta quebrada com um adesivo temporário. Na audiência de fiança, Roux arrasou com o detetive que conduzia a investigação, Hilton Botha, mais tarde afastado por ser suspeito em sete casos de tentativa de assassinato.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Boeing cria smartphone que se ‘autodestrói’ quando é violado

Black levou três anos para ser criado (Foto: Boeing)Black levou três anos para ser criado (Foto: Boeing)

A Boeing criou um smartphone voltado para comunicações secretas.

Além de criptografar ligações e mensagens, ele apaga automaticamente todos os seus dados e programas se alguém tenta abri-lo para mexer em suas peças.

Conhecida por seus aviões, a companhia disse que o produto está sendo feito para ajudar empresas e organizações a ter ‘um acesso confiável a dados para realizar suas missões’.

Chamado Black, o aparelho faz parte de uma nova leva de smartphones de alta segurança que estão chegando ao mercado.

No Mobile World Congress, evento da indústria de celulares realizado anualmente em Barcelona, na Espanha, foi exibido um desses aparelhos, o Blackphone, voltado para consumidores e negócios preocupados com a segurança de seus dados privados.

A Boeing já fornece redes de comunicação seguras para oficiais do governo norte-americano, inclusive o presidente.

O Black não é voltado para o mercado consumidor – e ainda não teve seu preço e data de lançamento anunciados.

Lacrado
Segundo a fabricante, foram necessários três anos para desenvolvê-lo. Para sua criação, fora utilizados conhecimentos de recém-adquiridas empresas de tecnologia pela Boeing.

O smartphone tem entrada para dois chips, o que permite alternar entre as redes de telecomunicação governamentais e as comerciais.

Ele traz uma versão do sistema operacional Android, do Google,e uma série de programas de segurança criados pela Boeing.

Mas o Black vai além dos celulares comuns em seu hardware, que recebeu melhorias.

‘Nenhuma de suas peças pode ser trocada ou ajustada. Se alguém tentar fazer isso, o produto é destruído’, disse a companhia em documentos enviados à Comissão Federal de Comunicações, órgão equivalente à Anatel nos Estados Unidos.

‘Ele é fabricado e depois lacrado, tanto com uma cola muito forte como também parafusos que recebem uma proteção no topo para impedir que se mexa neles e que qualquer tentativa de desmontá-lo deixe marcas.

‘Qualquer tentativa de abri-lo dispara funções que apagam os dados e os programas, o que o inutiliza.’

De acordo com a empresa, o Black pode ser conectado a sensores de leitura biométrica e satélites, além de um painel de energia solar e uma bateria extra.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Jovem é morta a tiros quando ia testemunhar sobre estupro na Índia

Uma jovem indiana de 25 anos foi assassinada a tiros por desconhecidos quando se dirigia a um tribunal para testemunhar contra um religioso que supostamente a estuprou três anos antes no norte da Índia, informou nesta sexta-feira (7) a polícia.

O ataque aconteceu ontem no distrito de Mathura, no estado de Uttar, e nele também a mãe da vítima também ficou gravemente ferida e foi levada ao hospital mais próximo, segundo a fonte, citada pelo canal NDTV.

A polícia deteve dois suspeitos, embora por enquanto as forças de segurança desconheçam se o religioso, Govindananda Tirath, que se encontra em liberdade e é acusado de estuprar a jovem assassinada, está envolvido no ataque.

As informações sobre estupros na Índia repercutem cada vez mais, fruto da consciência criada pelo estupro em grupo e morte de uma estudante universitária em Nova Déli em 16 de dezembro de 2012.

Esse estupro causou protestos e abriu um debate sem precedentes sobre a situação da mulher no país, o que levou o governo a endurecer as leis contra os agressores sexuais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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‘Vivo um personagem e quero esquecer quando voltar ao Brasil’, diz garoto de programa

O estigma em torno da prostituição masculina e o temor de serem descobertos por família e amigos no Brasil são alguns dos fatores que dificultam a apuração de dados sobre a presença de garotos de programa brasileiros na Grã-Bretanha.

Apesar de não haver dados oficiais, uma pesquisa divulgada em dezembro pela British HIV Association (BHIVA) aponta que 39% dos trabalhadores do sexo na Inglaterra são sul-americanos. Deste total, 97% são brasileiros.

São homens que querem ganhar dinheiro com a indústria do sexo, que apesar da recessão na Grã-Bretanha, continua muito lucrativa. As leis britânicas não classificam como ilegal a prostituição punindo apenas quem solicita e paga por sexo ou aqueles que exploram comercialmente a atividade sexual de outras pessoas.

Agentes de saúde sexual ouvidos pela BBC Brasil confirmaram que os brasileiros formam a maior parte de seus pacientes.

Eles são na maioria jovens, com idades entre 25 e 35 anos, e usam o dinheiro dos programas para ajudar a família no Brasil, pagar os estudos ou complementar a renda que ganham com outros empregos.

Muitos trabalham na atividade temporariamente, enquanto outros querem se estabelecer no país porque apreciam a abertura de Londres ‘ao estilo de vida gay’, como avalia Gregory King, enfermeiro-chefe do Working Men project, clínica de saúde sexual do sistema de saúde público britânico (NHS).

Mas, segundo ele, independentemente das intenções e do tempo em que atuam na indústria do sexo, parece ser consenso o fato de que estes brasileiros, em diferentes proporções, sofrem com o estigma e querem preservar o anonimato.

A BBC Brasil conversou com brasileiros que fazem programa em Londres. Apesar de concordar em conceder a entrevista, eles não quiseram enviar fotos ou gravar matérias de vídeo.

No depoimento em primeira pessoa abaixo, o carioca Augusto (nome fictício) conta por que trabalha com prostituição, como lida com o dilema emocional e o quer para o futuro.

‘Eu vivo um personagem quando estou trabalhando. Não dou verdade ao que faço e quando voltar para o Brasil quero esquecer.

Eu vim para Londres porque estava muito decepcionado com minha vida profissional no Brasil. Tenho 25 anos, sou formado em administração de empresas e nunca consegui um emprego na área. No meu último estágio ganhava R$ 400 por mês e depois que me formei fui mandado embora.

Consegui um visto de estudante há três meses e vim morar com um amigo, também brasileiro. Ele é professor de educação física, já fazia programa e me explicou como eu também poderia ganhar um bom dinheiro com isso.

Mas eu não queria só fazer programa. Então também consegui emprego em um bar, onde trabalho das 23h às 2h. A rotina é puxada. Às vezes eu saio do bar, vou atender os clientes e no dia seguinte tenho aula de inglês.

Fico muito cansado, mas fazer o que? Não estou em Londres para descansar, estou aqui para ganhar dinheiro. Meu objetivo é juntar uma grana para voltar para o Brasil no final do ano e abrir um negócio. Uma granja, no interior do Rio. (Ele não revela quanto pretende guardar).

Só o trabalho no bar me sustentaria. O salário varia por causa da gorjetas, mas em média tiro 1,5 mil libras por mês. Mas quero mais.

Cobro £ 200 por hora e posso fazer um desconto de £ 50 se o cliente quiser mais tempo. Eu prefiro os programas que duram mais, para que não sejam uma coisa tão mecânica, só sexo e dinheiro.

E os clientes gostam disso, dizem que não faço o tipo garoto de programa tradicional, que está ali só para fazer sexo, ganhar dinheiro e ir embora. E acabam me procurando de novo.

Já fiz £ 3 mil em um final de semana e quando é assim fico sem trabalhar uma semana ou mais.

Eu prefiro os clientes estrangeiros, que estão em Londres a passeio ou a trabalho. E evito os ingleses porque eles geralmente são muito pesados, querem usar drogas. Eu não uso, mas às vezes finjo que estou sob efeito de alguma coisa.

Também não gosto dos que oferecem mais para não usar camisinha. Essa clientela não me interessa.

Eu sou bissexual, mas prefiro atender os homens. Aliás, eles são a maior parte dos clientes. Todas as mulheres que me chamaram estavam com homens porque são eles que têm o dinheiro.

Eu sempre vou até os clientes, em hotéis, na maior parte das vezes. E eles adoram os brasileiros, o nosso jeito de ser. Acham a gente sexy.

Às vezes é dificil lidar com o dilema emocional. Já tive que usar viagra quando não estava com vontade e algumas vezes não consegui ter ereção.

Mas vejo tudo isso como uma fase. Sou uma outra pessoa aqui e minha família e amigos no Brasil nem imaginam que faço programa. Por isso tomo muito cuidado para não ser identificado nos sites em que coloco meus anúncios.

Sou de uma família de classe média, estudei em escola particular e tive uma educação muito tradicional.

Mas estou muito focado no meu objetivo, que é recuperar o tempo perdido no Brasil e ganhar dinheiro. Para isso, faço o que for preciso.’

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Quando você vê seus dois amigos homens se pegando

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Quando uma criança conhece o irmão gêmeo do pai

Não vejo uma pessoa dar tela azul tão hard assim desde que discuti a origem do universo com minha filha de um ano e meio.

No caso fui eu que dei tela azul.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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