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Rússia vai replicar qualquer sanção, diz vice-ministro da Economia

A Rússia vai impor sanções simétricas se os Estados Unidos e a União Europeia aplicarem medidas contra o país, disse o vice-ministro da Economia russo, Alexei Likhachev, nesta quinta-feira (13).

“Estamos prontos para qualquer eventualidade”, disse Likhachev a jornalistas. “Nós vamos espelhar (qualquer ação).”

Ele também disse que o ministério espera que eventuais sanções sejam políticas e não econômicas.

Os Estados membros da União Europeia chegaram a um acordo sobre os termos a serem usados nas sanções à Rússia, as quais incluem restrições a viagens e congelamentos de bens dos responsáveis por violarem a soberania da Ucrânia, segundo um documento preliminar de sete páginas visto pela Reuters.

O texto descreve em detalhes as medidas punitivas a serem adotadas contra Moscou caso a Rússia não recolha suas forças na península ucraniana da Crimeia e não inicie um diálogo com mediadores internacionais para tentar resolver a crise na Ucrânia.

Fonte G1

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Supervulcões podem explodir a qualquer hora, diz pesquisa

Lagos de água quente são provas da magma quente que está abaixo da superfície em Yellowstone (Foto: AFP/BBC)Lagos de água quente são provas da magma quente que está abaixo da superfície em Yellowstone (Foto: AFP/BBC)

Supervulcões como o Yellowstone, nos Estados Unidos, podem entrar em erupção sem terremotos ou outros fatores externos, sugere um estudo realizado por especialistas suíços, publicado na revista Nature Geoscience.

O imenso volume de magma seria suficiente para causar uma supererupção catastrófica, de acordo com um experimento realizado no Laboratório Europeu de Radioatividade de Sincrotron (ESRF, na sigla em inglês), com sede em Grenoble, na França.

Poder simular o calor e pressão intensos desses ‘gigantes adormecidos’ poderia ajudar a prever um desastre futuro, segundo os cientistas.

“Nós sabíamos que a hora estava passando, mas não sabíamos o quão rápido: o que seria preciso para desencadear uma erupção?”, indaga Wim Malfait, pesquisador-chefe da ETH, uma universidade de tecnologia e ciências naturais, em Zurique.

“Agora sabemos que não precisamos de nenhum fator extra. Um supervulcão pode entrar em erupção simplesmente por causa de seu enorme tamanho”, acrescentou.

“Uma vez que a lava está derretida o suficiente, a erupção pode começar num estalar de dedos.”

Efeitos devastadores
Há cerca de 20 supervulcões na Terra, entre os quais o Lake Toba, na Indonésia e Lake Taupo, na Nova Zelândia.

Supererupções ocorrem raramente, geralmente uma vez a cada cem mil anos. Mas quando ocorrem, o efeito é devastador para o clima e ecologia do planeta.

Quando um supervulcão entrou em erupção há 600 mil anos no Estado de Wyoming, onde fica hoje o Parque Nacional de Yellowstone, expeliu mais de mil quilômetros cúbicos de cinzas e lava na atsmofera – o suficiente para enterrar uma cidade grande a alguns quilômetros de profundidade.

“É possível comparar a erupção ao impacto de um asteróide. O risco de que possa acontecer a qualquer momento é pequeno, mas quando acontece as consequências são catastróficas”, afirma Malfait.

Entender o que desencadeia uma megaerupção continua sendo uma questão difícil de responder.

Um mecanismo possível pode ser o aumento da pressão sobre a câmara magmática gerada pelas diferenças entre a densidade do magma e das rochas que a rodeiam.

“O efeito é similar ao segurar uma bola de futebol embaixo d’água. Quando você solta, a bola sobe, impulsionada pela densidade da água”, explica o cientista.

Mas ainda não se sabe se só este efeito é suficiente. É possível que um gatilho adicional, como uma injeção repentina de magma, uma infusão de vapor de água ou um terremoto também seja necessário.

Cápsula de diamante foi aquecida até a temperatura da crosta terrestre (Foto: BBC)Cápsula de diamante foi aquecida até a temperatura
da crosta terrestre (Foto: BBC)

Simulação
Para similar a intensa pressão e o calor na caldeira de um supervulcão, os pesquisadores visitaram o ESRF em Grenoble, onde usaram uma estação experimental.

Eles preencheram uma cápsula de diamante com magma sintético e a borbardearam com raios-X para aumentar a pressão e avaliar as mudanças causadas em seu interior.

“Quando medimos a diferença de densidade entre os magmas líquido e sólido, pudemos calcular a pressão necessária para provocar uma erupção espontânea”, disse Mohamed Mezouar, cientista da ESRF.

“Recriar as condições na crosta terrestre não é tarefa fácil, mas com os meios corretos é possível manter o magma líquido estável em até 1,7 milºC.”

O experimento mostrou que a transição de magma sólido para líquido cria uma pressão que pode provocar rachaduras em mais de dez quilômetros da crosta terrestre acima da câmara do vulcão.

“A penetração do magma nas rachaduras eventualmente chegam à superfície terrestre. E à medida que sobe, expande violentamente, causando uma explosão,” explicar Carmen Sanchez-Valle, da ETH .

A boa notícia é que se um vulcão como o Yellowstone estiver à beira da erupção, emitirá um alerta, tranquilizou Malfait.

“O solo provavelmente seria elevado em centenas de metros”, afirmou, acrescentando que os cientistas acreditam que o vulcão atualmente tem entre 10 e 30% de magma parcialmente derretido.

“Para que a pressão seja suficiente para causar uma erupção, seria necessário que esse índice seja de 50%.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pequeno acessório promete levar exercícios físicos a qualquer lugar

Acessório WellShell permite fazer exercícios ao pressionar aparelho (Foto: Divulgação/Tao Wellness)WellShell permite fazer exercícios ao pressionar
aparelho (Foto: Divulgação/Tao Wellness)

Um acessório chama a atenção na feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES) 2014 porque promete ao usuário que, com ele em mãos, será possível fazer exercícios em qualquer lugar, até mesmo em uma apertada poltrona de avião.

O TAO WellShell é pequeno, tem o formato de uma concha – mas lembra também um mouse – e, quando conectado ao smartphone ou tablet, dá ao usuário séries de exercícios para fortalecer a musculatura dos braços, pernas, peito e costas, segundo a fabricante.

Os exercícios são feitos ao pressionar com as mãos, cotovelos, braços e joelhos o aparelho, que consegue medir a pressão exercida pelo usuário.

WellShell tem formato de concha e permite exercícios em qualquer lugar (Foto: Gustavo Petró/G1)WellShell tem formato de concha e permite
exercícios em qualquer lugar
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Desse modo, com as informações na tela do smartphone, o WellShell consegue contar o número de vezes que a concha é pressionada e o tamanho da força usada. As calorias perdidas são contadas e o usuário consegue acompanhar a redução de peso e a sua tonificação muscular.

Por ser pequeno e compatível com qualquer dispositivo móvel com sistemas iOS ou Android, o acessório permite realizar pequenos exercícios em qualquer local, como no escritório ou em um voo de avião.

Há também pequenos jogos que ajudam nos exercícios. No teste realizado pelo G1, a pressão exercida pelos dois braços conduzia um esquiador por um determinado caminho na neve. Deixá-lo na posição correta exigia muita força.

O WellShell ainda está em fase de desenvolvimento e não tem data para chegar ao mercado.

Tablet ou smartphone é usado para controlar exercícios do WellShell e também oferecer jogos (Foto: Gustavo Petró/G1)Tablet ou smartphone é usado para controlar exercícios do WellShell e também oferecer jogos (Foto: Gustavo Petró/G1)

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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NSA desenvolve computador capaz de decifrar qualquer código

A Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos está a ponto de criar um computador quântico capaz de decifrar qualquer tipo de código, revela o jornal “Washington Post” nesta quinta-feira (2), com base em documentos divulgados pelo ex-analista de Inteligência Edward Snowden.

Segundo o jornal, o novo computador permitirá à NSA decifrar códigos informáticos que protegem segredos bancários, médicos e informações de governos e de empresas de todo o planeta.

Grandes empresas de informática, como a IBM, tentam há algum tempo desenvolver computadores quânticos, incrementando de maneira considerável a rapidez e a segurança dos computadores.

Mas segundo especialistas, é pouco provável que a NSA esteja a ponto de obter um computador deste tipo sem que a comunidade científica tenha conhecimento.

“É pouco provável que a NSA esteja tão avançada em relação às empresas civis sem que ninguém saiba”, disse ao Washington Post Scott Aaronson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A NSA não respondeu ao pedido de comentário da AFP sobre o tema.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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NSA desenvolve computador capaz de decifrar qualquer código

A Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos está a ponto de criar um computador quântico capaz de decifrar qualquer tipo de código, revela o jornal “Washington Post” nesta quinta-feira (2), com base em documentos divulgados pelo ex-analista de Inteligência Edward Snowden.

Segundo o jornal, o novo computador permitirá à NSA decifrar códigos informáticos que protegem segredos bancários, médicos e informações de governos e de empresas de todo o planeta.

Grandes empresas de informática, como a IBM, tentam há algum tempo desenvolver computadores quânticos, incrementando de maneira considerável a rapidez e a segurança dos computadores.

Mas segundo especialistas, é pouco provável que a NSA esteja a ponto de obter um computador deste tipo sem que a comunidade científica tenha conhecimento.

“É pouco provável que a NSA esteja tão avançada em relação às empresas civis sem que ninguém saiba”, disse ao Washington Post Scott Aaronson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A NSA não respondeu ao pedido de comentário da AFP sobre o tema.

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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Qualquer uso de armas químicas é crime, diz Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta segunda-feira (16) durante uma coletiva de imprensa que “qualquer uso de armas químicas é crime”.

Ban Ki-moon também afirmou que agora é a hora do Conselho de Segurança da ONU mostrar a sua liderança perante a situação. Segundo o secretário, as armas químicas “foram usadas ??em uma escala relativamente grande” na Síria.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“É o uso mais significativo confirmado de armas químicas contra civis desde que Saddam Hussein usou em Halabja, em 1988”, disse Ban.

Segundo um dos enviados americanos da ONU para fazer coletar amostras, o relatório deixa claro que apenas o governo poderia estar por trás do ataque com armas químicas no país. Ainda segundo ele, não há “nenhuma evidência” sobre a oposição ter gás sarin.

A missão da ONU tem “cumprido os protocolos mais rigorosos disponíveis para tal investigação, inclusive para garantir a custódia para todas as amostras”, acrescentou Ban.

“A missão também tem documentado e tem amostras dos locais de impacto e munições, e foram coletadas 30 amostras de solo e ambientais – muito mais do que qualquer investigação anterior das Nações Unidas”, completou Ban.

O chefe das Nações Unidas fez estes comentários em consultas a portas fechadas do órgão executivo de 15 membros da ONU, nas quais disse que médicos encontraram gente morrendo nas ruas após o ataque com gás sarin de 21 de agosto perto de Damasco, afirmaram à AFP diplomatas presentes na reunião.

Ban disse que as condições do tempo da manhã de 21 de agosto maximizaram o impacto potencial do ataque. “O movimento descendente do ar permitiu que o gás penetrasse facilmente nos porões e nos níveis mais baixos dos edifícios, e em outras estruturas onde muitas pessoas buscaram refúgio”, explicou.

Ban afirmou ao Conselho nesta segunda-feira que 85% das amostras de sangue colhidas por investigadores testaram positivo para sarin, enquanto quase todas as amostras biomédicas verificadas testaram positivo para exposição ao sarin.

“Os sobreviventes relataram que depois de um ataque com bombardeios, eles rapidamente tiveram uma variedade de sintomas, incluindo falta de ar, desorientação, irritação ocular, visão turva, náuseas, vômitos e fraqueza geral”, disse Ban.

“Muitos, eventualmente, perderam a consciência”, acrescentou. “Socorristas descreveram ter visto um grande número de pessoas deitadas no chão, muitas delas mortas ou inconscientes”.

16/9 - Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)

Relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta segunda-feira em seu site o relatório sobre a investigação a respeito do ataque de armas químicas ocorrido em 21 de agosto nos subúrbios de Damasco.

O documento confirma que um grande número de pessoas morreu vítima de armas químicas na região de Goutha, na periferia da capital, Damasco, e que o agente nervoso gás sarin foi usado, jogado dentro de bombas em três regiões: Ein Tarma, Moadamiyah e East  Goutha.

“Com base em evidências obtidas durante a investigação sobre o incidente de Ghouta, a conclusão é de que armas químicas foram usadas no conflito em andamento entre as partes na República Árabe Síria… contra civis, incluindo crianças, numa escala relativamente grande”, afirma o relatório.

Mais cedo, uma imagem da capa do documento já alertava para as conclusões de uso de gás sarin.

Os Estados Unidos afirmam que 1.400 pessoas morreram no ataque, entre elas mais de 400 crianças.

O documento, assinado por Ban Ki-moon, defende que a ONU trabalhe para que armas químicas não voltem a ser usadas em conflitos e expressa como “bem-vinda” a decisão da Síria de assinar a convenção que proíbe a fabricação e o uso de armas químicas no mundo.

O texto diz que há investigações sobre uso de armas químicas também em outros três locais.

Repercussão
Síria e Rússia culparam os rebeldes pelo ataque de 21 de agosto. Os rebeldes, os Estados Unidos e outras potências ocidentais culpam as forças leais a Assad.

Não está claro se algum detalhe do relatório sugeriu culpabilidade. O mandato de Sellstrom se limita a investigar os fatos, não apontar culpados, informou a agência de notícias Reuters.

O chanceler francês, Laurent Fabius, no entanto, disse que o relatório da ONU mostrou que “não há dúvida” de que o governo Assad foi responsável pelo ataque químico.

Alguns diplomatas ocidentais afirmaram em condição de anonimato que as informações sobre os tipos de armas e alguns outros detalhes que Sellstrom pode possuir poderiam dar indicações da responsabilidade do governo no ataque.

Reino Unido e Estados Unidos se uniram à França nesta segunda-feira ao declarar que detalhes contidos em um relatório de investigadores da ONU confirmam que o governo da Síria, e não a oposição, está por trás do ataque de 21 de agosto com gás sarin.

O embaixador britânico, Mark Lyall Grant, disse a jornalistas que “não há dúvida restante que foi o regime” o responsável pelo ataque que deixou centenas de mortos.

A embaixadora dos EUA, Samantha Power, repetiu suas observações.

Direitos Humanos
A Comissão de investigação sobre a Síria na ONU analisa 14 casos de suspeita de ataques químicos desde que começou o monitoramento no país, em setembro de 2011, disse nesta segunda-feira (16) o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, chefe da equipe, segundo a agência de notícias Reuters.

Pinheiro também afirmou que o governo sírio convidou Carla del Ponte, membro da comissão, para visitar o país, mas a comissão queria uma visita oficial, que o incluísse. Del Ponte disse que pode ter sido convidada pois havia dito em maio deste ano que havia indícios de que a oposição usou armas químicas.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Falha no Facebook permitia apagar fotos de qualquer usuário

O pesquisador de segurança Arul Kumar recebeu US$ 12,5 mil (quase R$ 30 mil) por informar ao Facebook a existência de uma vulnerabilidade que permitia que qualquer usuário apagasse qualquer foto enviada por outro usuário na rede social.

O especialista indiano publicou os detalhes do problema em seu blog pessoal  depois de já ter aguardado que o Facebook solucionasse a falha (Veja aqui).

O Facebook recompensa em dinheiro qualquer um que contribuir com informações sobre falhas na rede social, mas o valor pago nesse caso foi mais alto que o de costume.

O problema estava em uma função do Facebook que permite a um usuário denunciar uma foto ao Facebook como inapropriada.

Quando a rede social não remove a foto, o internauta tem a opção de enviar uma solicitação a quem fez o upload da mesma, que receberá uma notificação dizendo que alguém gostaria que a foto fosse apagada.

Essa tela possui um link para que aquele que enviou a foto possa imediatamente apagar a imagem. No entanto, qualquer outro usuário do Facebook poderia acessar esse mesmo link e apagar a imagem, porque a rede social não verificava se o usuário logado era o mesmo do dono da foto.

Dessa forma, era preciso apenas saber o link, o que também era possível adivinhar. Com isso, qualquer foto na rede social poderia ser apagada, apenas acessando endereços específicos.

Kumar publicou um vídeo demonstrando como era possível adivinhar os valores numéricos do endereço a ser acessado (Veja o vídeo).

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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