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Putin assina lei que conclui processo de adesão da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)

O presidente russo, Vladimir Putin, assinou nesta sexta-feira (21) a lei  que ratifica o tratado assinado por ele e pelas lideranças da Crimeia nesta semana, tornando a região autônoma no Mar Negro e a cidade de Sebastopol oficialmente parte da Rússia.

A cerimônia foi realizada no Kremlin e transmitida ao vivo pela televisão russa.

A assinatura, realizada após as duas câmaras do Parlamento russo ratificarem o tratado de adesão, desafia o Ocidente, que não reconhece a incorporação da Crimeia e diz que ela ainda é parte da Ucrânia.

Mais cedo nesta sexta, o Conselho da Federação (Câmara Alta do Parlamento russo) ratificou o tratado de incorporação da Crimeia à Rússia, um dia depois da Câmara Baixa.

Os senadores aprovaram de forma unânime este texto assinado na terça-feira (18) pelo presidente Vladimir Putine os líderes da Crimeia e Sebastopol, através do qual é anexada à Rússia esta região que estava desde 1954 sob a jurisdição da Ucrânia.

“Não somos testemunhas, somos os atores dos eventos históricos ocorridos nos últimos dias e cumprimos com nossa missão histórica com dignidade, com sentido de responsabilidade e patriotismo”, declarou Valentina Matvienko, presidente do Conselho da Federação, ao fim da votação.

A ratificação do tratado por parte das duas câmaras do Parlamento era uma simples formalidade. O Kremlin havia indicado na terça que o texto entrava em vigor imediatamente após sua assinatura por parte de Putin.

Na quinta-feira (20), a Duma (câmara baixa do parlamento russo) ratificou o acordo por meio do qual a Crimeia e a cidade de Sebastopol foram anexadas à Rússia.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta que as incorporações da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa serão formalizadas juridicamente esta semana.

“O processo jurídico será terminado esta semana”, disse o chanceler russo em reunião com delegados do Ministério das Relações Exteriores nas entidades da Federação Russa, segundo as agências locais.

Uma vez que sejam terminados os trâmites no Legislativo, Putin poderá promulgar as leis, o último passo para completar o procedimento jurídico.

O projeto de lei constitucional, que determina que a Crimeia e Sebastopol são parte da Rússia desde 18 de março, o dia da assinatura do tratado, será apresentado hoje aos deputados por Lavrov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Ban Ki-moon relata sua preocupação com crise na Ucrânia a Putin

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou nesta quinta-feira (20) ao presidente russo Vladimir Putin que se encontra muito preocupado com crise na Ucrânia, depois da anexação da Crimeia por parte da Rússia.

“Como secretário-geral, não posso ocultar que estou profundamente preocupado com a atual situação”, declarou Ban.

Putin, por sua vez, lembrou que a Rússia, como país fundador do organismo mundial, “sempre, de maneira permanente e consequente, respaldou o papel central da ONU” na arena internacional.

Acrescentou que a Rússia avalia altamente os esforços do secretário-geral da ONU na solução das “crises anteriores e as possíveis crises existentes”.

Antes de se reunir com Putin, Ban teve um encontro com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.

Na sexta-feira (21), o secretário-geral estará na Ucrânia para se reunir com o presidente interino, Oleksandr Turchinov; o primeiro-ministro Arseni Yatsenyuk; e outros responsáveis, acrescentou a nota.

Durante sua estadia em Kiev, Ban se encontrará também com membros da missão das Nações Unidas para a supervisão dos direitos humanos na Ucrânia e com personalidades da sociedade civil.

A viagem de Ban é parte de seus esforços diplomáticos para encorajar todas as partes a resolver a atual crise de forma pacífica. Ainda segundo o texto, o secretário-geral insistiu repetidamente em que se alcance uma solução guiada pelos princípios da Carta das Nações Unidas.

A viagem acontece justo depois de a Rússia anexar formalmente a península da Crimeia dois dias depois do referendo realizado no domingo passado, e cuja legalidade foi rejeitada pela Ucrânia e boa parte da comunidade internacional. O Conselho de Segurança das Nações Unidas realizará nesta tarde uma nova reunião para tratar da crise.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Rússia construirá ponte para ligar território à Crimeia, anuncia Putin

A Rússia construirá uma ponte entre seu território e a península da Crimeia, anunciou nesta quarta-feira (19) o presidente Vladimir Putin, e seu governo avaliou o projeto em US$ 3 bilhões.

“Precisamos de uma ponte para os automóveis e para o trem”, ressaltou Putin diante do Conselho de Ministros, segundo a agência Interfax.

A travessia do estreito de Kertch, que tem 4,5 km de distância em sua parte mais estreita, entre o mar de Azov e o mar Negro, a leste da Crimeia, é a única forma, além do avião, de chegar à península a partir do território russo sem passar pela Ucrânia.

Uma balsa une atualmente as duas margens. Os trens circulam pelo território ucraniano, indicou o ministro dos Transportes, Maxime Sokolov. Ele afirmou que também estava sendo estudada a possibilidade de cavar um túnel.

Segundo o ministro, citado pela Interfax, o projeto conta com um orçamento total de 3 bilhões de dólares (2,16 bilhões de euros). Não foi informado quais estruturas estavam incluídas neste orçamento.

Uma autoridade local declarou no início do mês que o projeto de ponte terá 7,5 km de comprimento. O primeiro-ministro russo, Dimitri Medvedev, assinou um decreto ao confiar a gestão a um grupo público de BTP. O preço evocado na época era de 24 bilhões de rublos (470 milhões de euros).

A Crimeia, um território do sul da Ucrânia com maioria de língua russa, proclamou sua independência após a mudança de poder em Kiev, e aprovou com 97% dos votos em um referendo no domingo sua incorporação à Rússia, denunciada pelas potências ocidentais.

O presidente Vladimir Putin assinou na terça-feira (18) o tratado através do qual este território integra a Federação da Rússia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin dá sinal verde para incorporação da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu seu sinal verde para a minuta de um tratado para a incorporação da Crimeia à Federação Russa, informou nesta terça-feira (18) o site oficial de informação jurídica do país.

O documento, com data de segunda-feira (17), aprova, “o projeto do Tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a incorporação da República da Crimeia à Federação Russa”.

“Considerar conveniente a assinatura do tratado contemplado na presente resolução ao mais alto nível”, conclui a resolução do chefe do Kremlin.

Comunicado publicado nesta terçano site do Kremlin também indica que Putin está formalmente disposto a ratificar um acordo que prevê a incorporação à Rússia da Crimeia. No documento, o chefe de Estado pede aos poderes públicos russos (governo e Parlamento) que aprovem o acordo e considera “oportuno” ratificá-lo.

Putin se dirigirá ao parlamento russo em uma reunião extraordinária nesta terça, no Kremlin, por ocasião do pedido da Crimeia sobre sua incorporação à Federação Russa.

O discurso do chefe do Estado vai acontecer na sala São Jorge do Grande Palacio do Kremlin às 15h locais (8h de Brasília), no mesmo formato em que apresenta seu relatório sobre o estado da nação uma vez por ano.

Putin reconheceu na segunda, por decreto, à região autônoma ucraniana da Crimeia como um Estado soberano e independente.

“Levando em conta a expressão da vontade do povo crimeano no referendo realizado em 16 de março de 2014, (decreto) reconhecer a República da Crimeia, na qual a cidade de Sebastopol tem um status especial, como um Estado independente e soberano. Este decreto entra em vigor hoje”, diz o documento.

Em termos gerais do direito internacional, o reconhecimento da Crimeia como um Estado independente é uma etapa necessária para a integração, algo que deve ser objeto de um acordo entre dois Estados independentes.

O parlamento da Crimeia aprovou na segunda uma resolução pela qual a república autônoma foi declarada independente da Ucrânia e pediu oficialmente sua incorporação à Rússia depois que mais de 95% de sua população apoiou no domingo (16) em referendo sua reunificação ao país ao qual pertenceu até 1954.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin e líderes da Crimeia assinam acordo de incorporação à Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram nesta terça-feira (18) um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia.

O tratado foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

“Proponho à Assembleia federal (as duas câmaras do Parlamento russo) que adote uma lei para incorporar na Federação da Rússia duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol”, declarou em um discurso no Kremlin perante os representantes das duas câmaras do Parlamento, os governadores e os membros do governo russo, ao fim do qual assinou um acordo sobre a incorporação da península.

“A República da Crimeia se considera parte da Federação Russa a partir da assinatura do acordo”, afirmou o Kremlin.

Apesar de o documento ter entrado imediatamente em vigor, os parlamentares russos deverão ratificar uma lei que inclua na Federação Russa duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol, que tem um status particular. A data da ratificação, uma simples formalidade, não foi anunciada.

A Ucrânia respondeu dizendo que não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia. “Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis.

Reino Unido, Polônia e França também condenaram a medida e disseram não reconhecer a assinatura do tratado.

arte cronologia ucrânia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Discurso em Moscou
Mais cedo, em discurso inflamado ao Parlamento russo, Putin que o referendo foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”.

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

Putin se apoiou no resultado do referendo – no qual a reunificação foi aprovada com 96,8% dos votos -, assim como na história da Crimeia, para justificar suas medidas, e se referiu aos valores comuns que a península que hoje faz parte da Ucrânia compartilha com a Rússia.

“Na Crimeia estão os túmulos dos soldados russos, e a cidade de Sebastopol é a pátria da Frota do Mar Negro.”

Putin disse que Moscou não podia deixar sem resposta o desejo da Crimeia de se incorporar à Rússia, o que “teria sido uma traição”. “Não podíamos deixar sem resposta a petição da Crimeia e de seu povo. Não ajudar a Crimeia teria sido uma traição.

O presidente russo também condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neonazistas, russofóbicos e antissemitas.”

O chefe de Estado russo também criticou a influência internacional, afirmando que os países ocidentais “ultrapassaram a linha” no caso, atuando de maneira não profissional e irresponsável. Segundo ele, a política externa dos Estados Unidos é ditada não pelas leis internacionais, mas pelo “direito do mais forte”.

O presidente russo disse que seu país não quer mais divisões na Ucrânia, e que nunca irá buscar incitar confrontos com os outros países – mas lutará para defender seus interesses.

“Não acreditem naqueles que tentam assustá-los com a Rússia e que afirmam que outras regiões vão seguir a Crimeia. Nós não queremos uma divisão da Ucrânia, não precisamos disso.”

Putin ainda disse ver as ameaças do Ocidente com sanções contra a Rússia como uma “agressão” e garantiu que haverá retaliações.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Crimeia ‘sempre foi e sempre será parte da Rússia’, diz Putin

Putin faz pronunciamento sobre a Crimeia na Duma (18/03) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)Putin faz pronunciamento sobre a Crimeia na Duma (18/03) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)

 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira (18) em discurso ao Parlamento que o referendo realizado na região ucraniana da Crimeia foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”. A consulta popular aprovou a reintegração da Crimeia a Moscou neste domingo (16).

O presidente afirmou que vai submeter ao Parlamento ainda nesta terça a lei que permitirá a anexação da Crimeia. Ele pediu que os legisladores aceitem a integração, e anunciou a assinatura imediata de um tratado bilateral.

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

Putin se apoiou no resultado do referendo – no qual a reunificação foi aprovada com 96,8% dos votos – assim como na história da Crimeia, para justificar suas medidas, e se referiu aos valores comuns que a península que hoje faz parte da Ucrânia compartilha com a Rússia.

“Na Crimeia estão os túmulos dos soldados russos, e a cidade de Sebastopol é a pátria da Frota do Mar Negro.”

Putin disse que Moscou não podia deixar sem resposta o desejo da Crimeia de se incorporar à Rússia, o que “teria sido uma traição”. “Não podíamos deixar sem resposta a petição da Crimeia e de seu povo. Não ajudar a Crimeia teria sido uma traição.

Em seu discurso, Putin disse que a Crimeia terá três idiomas oficiais após a reunificação: russo, ucraniano e o tártaro crimeano. “Eu acredito que seria certo que na Crimeia, e acho que a população irá apoiar isso, existam três idiomas igualitários: russo, ucraniano e tártaro crimeano”, disse.

Críticas à Ucrânia e ao Ocidente
O presidente russo condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

arte cronologia ucrânia 17.03 (Foto: Arte/G1)

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neonazistas, russofóbicos e antissemitas.”

Entretanto, apesar da crise com a Ucrânia, o presidente russo disse que as relações com os ucranianos “fraternais” terão sempre uma importância crucial para a Rússia.“As relações com a Ucrânia e com os ucranianos fraternais sempre foram, continuam e sempre serão muito importantes e cruciais para nós, sem exageros”.

O chefe de Estado russo também criticou a influência internacional, afirmando que os países ocidentais “ultrapassaram a linha” no caso, atuando de maneira não profissional e irresponsável. Segundo ele, a política externa dos Estados Unidos é ditada não pelas leis internacionais, mas pelo “direito do mais forte”.

O presidente russo disse que seu país não quer mais divisões na Ucrânia, e que nunca irá buscar incitar confrontos com os outros países – mas lutará para defender seus interesses.

“Não acreditem naqueles que tentam assustá-los com a Rússia e que afirmam que outras regiões vão seguir a Crimeia. Nós não queremos uma divisão da Ucrânia, não precisamos disso.”

Putin ainda disse ver as ameaças do Ocidente com sanções contra a Rússia como uma “agressão” e garantiu que haverá retaliações.

Por outro lado, ele agradeceu a China por seu apoio na crise.

Incorporação
Mais cedo nesta terça, Putin, deu seu sinal verde para a minuta de um tratado para a incorporação da Crimeia à Federação Russa. O documento, com data de segunda-feira (17), aprova, “o projeto do Tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a incorporação da República da Crimeia à Federação Russa”.

“Considerar conveniente a assinatura do tratado contemplado na presente resolução ao mais alto nível”, conclui a resolução do chefe do Kremlin.

Comunicado publicado nesta terça no site do Kremlin também indica que Putin está formalmente disposto a ratificar um acordo que prevê a incorporação à Rússia da Crimeia. No documento, o chefe de Estado pede aos poderes públicos russos (governo e Parlamento) que aprovem o acordo e considera “oportuno” ratificá-lo.

Em termos gerais do direito internacional, o reconhecimento da Crimeia como um Estado independente é uma etapa necessária para a integração, algo que deve ser objeto de um acordo entre dois Estados independentes.

O parlamento da Crimeia aprovou na segunda uma resolução pela qual a república autônoma foi declarada independente da Ucrânia e pediu oficialmente sua incorporação à Rússia depois que mais de 95% de sua população apoiou no domingo (16) em referendo sua reunificação ao país ao qual pertenceu até 1954.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Tártaros protestam na Crimeia com gritos de ‘Putin, vai embora’

Tártaros protestam contra referendo no domingo (Foto: Viktor Drachev/AFP)Tártaros protestam contra referendo no domingo (Foto: Viktor Drachev/AFP)

Aos gritos de “Putin, vai embora” e “Soldados russos voltem para casa” centenas de tártaros da Crimeia se manifestaram nesta sexta-feira (14) para protestar contra o referendo de domingo (16) sobre a anexação desta península ucraniana à Rússia.

Os manifestantes, que exibiam bandeiras ucranianas, se concentraram nas principais ruas de Bajchisarai, reduto da minoria muçulmana na Crimeia, sob o olhar atento de milícias de autodefesa pró-russas. “Não queremos sequer pensar na possibilidade de voltar à Rússia”, declarou à AFP Fatima Suittarova, de 40 anos.

Os tártaros, uma minoria muçulmana instalada na península, foram deportados em massa por Joseph Stalin para a Sibéria e Ásia Central, mas começaram a voltar durante os últimos anos de Guerra Fría.

Atualmente, representam entre 12% e 15% dos dois milhões de habitantes da Crimeia.

A Rússia cedeu esta península à Ucrânia em 1954, quando as duas ex-repúblicas faziam parte da URSS. No entanto, Moscou manteve no porto de Sebastopol (Crimeia) a base de sua frota no Mar Negro.

O líder tártaro, Mustafa Djemilev, pediu na véspera o boicote ao referendo e solicitou que a Otan intervenha como fez em Kosovo, antes que ocorra um massacre.

Pró-russos preparam referendo
Nesta sexta, a tensão aumentou ainda mais no leste da Ucrânia om o anúncio feito por militantes pró-Rússia da cidade de Carcóvia de que no domingo (14) um referendo também será realizado concomitantemente com o da Crimeia.

Os simpatizantes de Moscou estão no mesmo embalo do ‘premiê’ separatista pró-Rússia da península ucraniana da Crimeia, Serguei Axionov. Ele acaba de convidar lideranças russófonas do leste a organizar referendos nos moldes do que será realizado neste domingo na Crimeia, que tratará da adesão à Rússia.

A petição feita pelo movimento pró-russo de Carcóvia, que anuncia também uma série de reuniões neste sábado nesta cidade, em Lugansk, Donetsk, Mariupol e Odessa, propõe uma votação inspirada na que ocorrerá na Crimeia, com duas opções: maior autonomia ou adesão à Rússia.

Os signatários do documento anunciam a instalação de 100 a 200 urnas em Carcóvia e se propõem também a ‘assumir o poder’ e ‘pedir a ajuda da Rússia’.

A iniciativa preocupou o governador da região, Igor Baluta, que convocou uma reunião extraordinária com os responsáveis pela segurança e lançou um apelo aos moradores para que evitem as reuniões, alertando para ‘possíveis atos terroristas’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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