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Pussy Riots são atacadas com spray de pimenta na Rússia

Jovens atacaram nesta quinta-feira (6) com spray de pimenta e tinta ecológica as duas integrantes do grupo punk russo Pussy Riot, Maria Aliokhina e Nadezhda Tolokonnikova, que sofreram queimaduras.

As duas mulheres se encontravam na cidade de Nizhni Novgorod, leste de Moscou, onde deviam visitar uma prisão.

“Um grupo organizado entrou no McDonalds onde as componentes do Pussy Riot comiam e as atacaram com spray de pimenta e outras substâncias aparentemente não tóxicas”, contou, em um e-mail à AFP Piotr Verzilov, marido de Tolokonnikova.

Um vídeo postado na internet mostra como seis jovens, que usam símbolos patrióticos, se aproximam das cantoras e as insultam.

O advogado deo grupo, Euvgeni Guni, indicou à agência Interfax que as agressoras também jogaram objetos metálicos contra elas.

Tolokonnikova, que publicou em seu Twitter o boletim médico, sofre com queimaduras de primeiro grau em um dos olhos, na testa e nas mãos, enquanto que Aliokhina está muito abalada com a agressão.

A polícia abriu uma investigação, segundo a agência Interfax.

Nadezhda Tolokonnikova, uma das integrantes da banda Pussy Riot, conversa com policiais do lado de fora de uma corte em Moscou, onde ocorria o julgamento de pessoas acusadas de atacar a polícia em ato contra Putin em 2012. (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)Nadezhda Tolokonnikova, uma das integrantes da banda Pussy Riot, conversa com policiais do lado de fora de uma corte em Moscou em 24 de fevereiro, onde ocorria o julgamento de pessoas acusadas de atacar a polícia em ato contra Putin em 2012. (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Agora ativistas, integrantes da Pussy Riot prometem voltar aos palcos

Nadezhda Tolokonnikova agora é ativista da Anistia Internacional (Foto: Don Emmert/AFP)Nadezhda Tolokonnikova agora é ativista da Anistia
Internacional (Foto: Don Emmert/AFP)

Duas integrantes da banda punk russa Pussy Riot se transformaram em ativistas globais dos direitos humanos depois de serem presas por vandalismo. Mas, nesta semana, prometeram voltar aos palcos como artistas.

“É absolutamente impossível tirar isso de nós”, disse Nadezhda Tolokonnikova, de 24 anos, em uma entrevista coletiva em Nova York, onde participará de um show nesta quarta-feira (5) como parte de um evento da Anistia Internacional, às vésperas da abertura da Olimpíada de Inverno de Sochi, na Rússia.

Tolokonnikova e sua colega Maria Alyokhina, de 25 anos, serão apresentadas no show da anistia pela pop star Madonna. Elas devem falar, mas não está previsto que toquem.

As duas artistas foram condenadas em 2012 por terem feito um protesto contra o presidente russo, Vladimir Putin, numa catedral ortodoxa de Moscou. Uma terceira integrante do grupo, Yekaterina Samutsevich, teve sua sentença suspensa na fase de recurso.

Nadezhda Tolokonnikova e colega agora são ativistas da Anistia Internacional e subirão ao palco em show durante evento (Foto: AFP)Nadezhda Tolokonnikova e Maria agora são ativistas da Anistia Internacional e subirão ao palco em show durante evento (Foto: AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Madonna apresentará Pussy Riot em show da Anistia Internacional em NY

Maria Alyokhinafor e Nadezhda Tolokonnikova posam para foto em Cingapura (Foto: Mohd Fyrol/AFP)Maria Alyokhinafor e Nadezhda Tolokonnikova,
integrantes da Pussy Riot (Foto: Mohd Fyrol/AFP)

A cantora Madonna afirmou nesta quarta-feira (29) que irá levar ao palco duas integrantes da banda punk russa Pussy Riot, que estavam presas, durante um show da Anistia Internacional em Nova York na próxima semana, chamando a dupla de “companheiras combatentes da liberdade”.

Maria Alyokhina, de 25 anos, e Nadezhda Tolokonnikova, de 24 anos, vão falar no concerto organizado pelo grupo de direitos humanos em 5 de fevereiro, sua primeira viagem a Nova York desde dezembro, quando receberam anistia do presidente russo, Vladimir Putin.

Elas se tornaram conhecidas internacionalmente e símbolos de campanhas de direitos humanos depois de ficaram presas na Rússia por quase dois anos.

“Estou honrada em apresentar as minhas companheiras combatentes da liberdade Masha e Nadya (diminutivos de Maria e Nadezhda, em russo) da Pussy Riot. Eu admiro a coragem delas e apoio seu comprometimento e os sacrifícios que fizeram em nome da liberdade de expressão e dos direitos humanos”, disse Madonna em comunicado, depois de postar a notícia em sua página do Facebook.

A Anistia Internacinal havia anunciado no início deste mês que a dupla, condenada em 2012 por vandalismo motivado por ódio religioso após invadirem a maior catedral de Moscou e rogarem à Virgem Maria que livrasse a Rússia de Putin, irá participar do evento.

Uma terceira integrante da banda, Yekaterina Samutsevich, foi libertada depois da suspensão de sua sentença por um recurso.

As bandas de rock alternativo Imagine Dragons e the Flaming Lips, além da cantora de R&B Lauryn Hill, vão se apresentar no concerto “Trazendo os Direitos Humanos para Casa” que ocorrerá no Brooklyn.

O evento irá retomar uma série de concertos globais que a Anistia Internacional, ganhadora de um Nobel da Paz, iniciou há 25 anos, com grandes nomes do rock como U2, Bruce Springsteen, Sting e Lou Reed.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Integrantes do Pussy Riot prometem continuar a luta por direitos humanos

Maria Alyokhinafor e Nadezhda Tolokonnikova posam para foto em Cingapura (Foto: Mohd Fyrol/AFP)Maria Alyokhinafor e Nadezhda Tolokonnikova posam para foto em Cingapura (Foto: Mohd Fyrol/AFP)

Duas integrantes do grupo punk russo Pussy Riot prometeram durante evento em Cingapura prosseguir a sua campanha em defesa dos direitos humanos na Rússia, em sua primeira viagem ao exterior desde a sua libertação da prisão.

Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alekhina, anistiadas e libertadas no mês passado, estão em Cingapura para participar da premiação Prudential Eye Awards, que celebra a sua primeira edição.

O vídeo em que as ativistas russas realizam uma ‘oração punk’ contra o presidente Vladimir Putin em uma catedral de Moscou, o que custou uma pena de dois anos de prisão para as três integrantes do grupo, foi selecionado para o prêmio na categoria vídeo digital.

As duas jovens, presas em fevereiro de 2012 e anistiadas no mês passado depois de cumprir a maior parte de sua sentença, asseguraram que irão manter a sua campanha pelos direitos humanos na Rússia por meio de ‘vídeos e outras formas de criação’.

‘Sem dúvida, vamos continuar nossas atividades políticas, e agora estamos concentradas em um projeto para apoiar os direitos dos presos’, declarou Nadezhda Tolokonnikova durante uma coletiva de imprensa em Cingapura.

As duas ressaltaram que vão levar a causa adiante individualmente, e não como membros do grupo Pussy Riot.

‘Temos de nos expressar em nosso próprio nome’, disse Tolokonnikova.

O prêmio em jogo em Cingapura é de 20.000 dólares para o melhor em cada categoria. O grande vencedor levará um adicional de US$ 30.000 e ganhará uma exposição na Galeria Saatchi, em Londres, este ano.

Tolokonnikova explicou que, se ganhar um prêmio, o dinheiro irá para ‘o projeto de defesa dos direitos dos presos’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pussy Riot agradece governo russo por prisão que levou a projeção

A indicação da Pussy Riot a um prêmio artístico em Cingapura deve se estender também ao governo russo, por te dado destaque à banda punk ao prender suas integrantes por causa de um vídeo de protesto, ironizaram duas das integrantes do grupo.

Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina, que foram libertadas pouco antes do fim de suas penas de dois anos de prisão, atraíram grande atenção em um evento midiático organizado nesta sexta-feira (17) para 20 artistas asiáticos na disputa pelo Prêmio Prudential Eye.

A Pussy Riot, cujo vídeo de 2012 “Punk Prayer” mostra as integrantes da banda dentro de uma catedral de Moscou realizando um protesto de cunho profanatório contra o presidente Vladimir Putin, foi indicada na categoria vídeo digital. A cerimônia de premiação está marcada para sábado (18).

Integrantes de banda punk agradecem Rússia por prisão de integrantes que projetou e levou a destaque internacional (Foto: Roslan Rahman/AFP)Integrantes de banda punk agradecem Rússia por prisão de integrantes que projetou e levou a destaque internacional (Foto: Roslan Rahman/AFP)

“Estamos falando sobre nosso trabalho com o uso da mídia –como pegar uma única ideia e espalhá-la por todo o mundo. Isso é o que fizemos em cooperação com o Estado russo”, disse Tolokonnikova.

“Esse prêmio não é somente para nós, mas para todo o sistema político que existe atualmente na Rússia”, informou a banda.

Com a Rússia prestes a sediar a Olimpíada de Inverno na cidade de Sochi em fevereiro, o caso da Pussy Riot ganha destaque nas críticas sobre as liberdades civis, direitos humanos e à maneira que o governo Putin lida com opiniões dissidentes.

Uma terceira integrantes da Pussy Riot, Yekaterina Samutsevich, foi libertada em outubro de 2012 quando o juiz suspendeu a pena dela ao julgar uma apelação.

“Se nada do que aconteceu conosco após o ato não tivesse acontecido, talvez não houvesse nenhuma indicação. E aqui devemos prestar homenagem ao Estado russo”, disse Alyokhina.

“Talvez alguma autoridade russa devesse ter sido convidada a vir aqui compartilhar a indicação conosco.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Após ser hospitalizada, integrante do Pussy Riot interrompe greve de fome

Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda Pussy Riot (Foto: Reuters/ Sergei Karpukhin)Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda
Pussy Riot (Foto: Reuters/Sergei Karpukhin)

Nadejda Tolokonnikova, integrante do grupo Pussy Riot hospitalizada no domingo, interrompeu nesta terça-feira (1º) a greve de fome que já durava oito dias. “A detida pôs fim à greve de fome e começou a se alimentar”, informou um comunicado do serviço carcerário.

A informação foi confirmada pelo deputado Ilia Ponomarev e o delegado do Kremlin para direitos humanos Vladimir Loukine, que mantiveram contato com a detida.

Tolokonnikova, que havia sido transferida no domingo da prisão para o hospital, declarou-se na segunda-feira retrasada em greve de fome para protestar contra as ameaças que diz estar recebendo na prisão depois de denunciar suas condições de encarceramento.

Em uma carta transmitida por seu marido, a jovem de 23 anos, que tem uma filha de cinco anos, indicou que duas funcionárias do campo de trabalhos forçados para mulheres Nº 14 de Mordóvia (600 km a leste de Moscou), acompanhadas por uma prisioneira, entraram na cela onde estava incomunicável desde o início desta semana para confiscar todas as suas garrafas de água.

“Sem água, uma pessoa morre em poucos dias quando está em greve de fome”, afirmou. O serviço russo de aplicação de penas desmentiu estas acusações.

Nadejda Tolokonnikova cumpre uma pena de dois anos por ter participado em 2012 de uma oração punk contra o presidente russo Vladimir Putin, cantada na catedral de Moscou.

Ela e as outras integrantes do grupo, Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, na oração punk pediam, em plena Catedral de Cristo Salvador de Moscou, que a Virgem “expulsasse Putin do poder”. As três foram condenadas a dois anos por “vandalismo” e “incitação ao ódio religioso”.

Ekaterina Samutsevich obteve a liberdade condicional em outubro de 2012, enquanto Alejina e Tolokonnikova devem ser libertadas em março.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Pussy Riot em greve de fome é transferida a cela de isolamento

Nadezhda Tolokonnikova, membro da banda punk Pussy Riot, acena para apoiadores em um tribunal distrital em Zubova Polyana, 440 km a sudeste de Moscou. (Foto: Mikhail Metzel/AP)Nadezhda Tolokonnikova foi presa após protestar
contra o governo. (Foto: Mikhail Metzel/AP)

Uma das integrantes do grupo punk rock russo Pussy Riot, Nadejda Tolokónnikova, que na segunda-feira (23) começou uma greve de fome na prisão, foi transferida a uma cela de isolamento, informaram nesta terça-feira (23) os serviços penitenciários.

“Nadezhda Tolokónnikova foi colocada em uma cela de segurança do estabelecimento. Não é uma cela de castigo”, disse um porta-voz dos serviços da prisão, citado pela agência Interfax.

Tolokónnikova iniciou uma greve de fome dizendo ter sido ameaçada de morte e denunciou as condições de detenção em seu campo de trabalho.

Em uma carta enviada à imprensa por seu advogado, a jovem de 23 anos narrou as terríveis condições no campo de trabalho para mulheres na colônia penal número 14,  em Mordóvia, a 600 km a leste de Moscou, onde cumpre uma pena de dois anos.

Em uma demanda separada dirigida à Justiça, a jovem acusa o diretor adjunto do campo, Yuri Kuprionov, de tê-la ameaçado de morte no dia 30 de agosto, depois de ela ter se queixado das condições de detenção e trabalho.

Nadejda Tolokonnikova foi detida em março de 2012 junto com Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, também integrantes do grupo punk rock feminista Pussy Riot, por terem cantado uma oração punk na Catedral de Cristo Salvador de Moscou no dia 21 de fevereiro de 2012.

Na oração, as Pussy Riot pediam à virgem que expulsasse do poder o presidente Vladimir Putin.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Integrante presa da banda russa Pussy Riot inicia greve de fome

Tribunal de Zubova Polyan negou nesta sexta-feira (26) a libertação de Nadezhda Tolokonnikova (Foto: Mikhail Metzel/AP)Nadezhda Tolokonnikova está presa na Rússia por
protestar contra o governo (Foto: Mikhail Metzel/AP)

Uma integrante da banda russa Pussy Riot, que está presa, afirmou nesta segunda-feira (23) que vai começar uma greve de fome contra o “trabalho escravo” ao qual é submetida na colônia penal em que está e onde também disse ter sido ameaçada de morte por um funcionário da prisão.

Nadezhda Tolokonnikova foi condenada a dois anos de prisão em agosto de 2012 depois de ter realizado um protesto em uma catedral de Moscou, que a banda chamou de “oração punk”, contra o presidente Vladimir Putin em meio a manifestações de rua contra o governo.

“A partir de 23 de setembro, eu vou começar uma greve de fome e me recusarei a participar do trabalho escravo na colônia”, escreveu Tolokonnikova em uma carta que foi divulgada pelo marido, Pyotr Verzilov.

“Eu vou fazer isto até que a administração obedeça a lei e pare de tratar as mulheres encarceradas como gado”, escreveu.

Nadezhda Tolokonnikova está na colônia penal número 14, na região da Mordóvia, sudeste de Moscou. Ela afirmou que as detentas são forçadas a trabalhar até 17 horas por dia, costurando uniformes policias.

Segundo a integrante da banda, elas não dormem mais de quarto horas por noite e os agentes prisionais usam detentas mais antigas para colocar ordem em um sistema que é uma reminiscência da Gulag, sistema penal de trabalho forçado da antiga União Soviética.

“Suas mãos são furadas pelas agulhas e cobertas de arranhões, o sangue fica espalhado por toda a mesa de trabalho, mas mesmo assim você continua costurando”, escreveu.

As autoridades carcerárias da região da Mordóvia acusaram Verzilov e a advogada de Tolokonnikova, Irina Khrunova, de chantagem e de tentar pressionar a colônia penal a dar um tratamento especial à integrante da banda.

Nadezhda deve ser libertada em março, bem como sua colega da banda Maria Alyokhina. Uma outra integrante do grupo teve a sentença suspensa.

Ela já havia feito greve de fome este ano, depois que autoridades não a deixaram participar de uma audiência. Nadezhda teve de ser internada no fim de maio e encerrou o protesto dias depois que autoridades prisionais aceitaram as demandas dela, disse Verzilov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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The Knife lembra um ano da prisão das integrantes do Pussy Riot; assista

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O duo sueco The Knife se apresentou, no sábado (17), no festival Pukkelpop, que acontece na cidade de Hasselt, na Bélgica, segundo o site Pitchfork informou nesta terça-feira.

O artista Tarek Halaby, que está abrindo os shows do The Knife em sua turnê europeia do disco “Shaking the habitual”, lembrou o aniversário de um ano da prisão das integrantes do Pussy Riot. (Clique aqui para assistir ao vídeo)

O vídeo de 16 minutos mostra a performance do artista, intitulada “Absurdist Aerobics”, que lidera o público em uma espécie de “aeróbica anti-autoritária”. “Libertem Pussy Riot! Nós todos somos Pussy Riot!”, grita, do palco. Em discurso, ele pede para que soltem imediatamente Maria Alyokhina e Nadezhda Tolokonnikova, que estão cumprindo pena por terem cantado uma “oração punk” anti-Putin na catedral de Moscou.

Mais de 100 músicos de todo o mundo, entre eles Madonna, Adele, Elton John e Bryan Adams, fazem campanha pela libertação das integrantes detidas.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música

 

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