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Indiana denuncia estupro coletivo como punição por militância política

Uma indiana muçulmana denunciou que mais de 12 homens a estupraram para puni-la por seu trabalho em favor da oposição nacionalista hindu nas eleições legislativas, informou a polícia nesta terça-feira (29).

A mulher, do estado oriental de Jharkhand, denunciou à polícia que um grupo de homens a atacou em sua casa na segunda-feira e também agrediu sua filha de 13 anos.

Seu marido teria sido amarrado durante o ataque.

Anurag Gupta, porta-voz da polícia de Jharkhand, declarou que o caso estava sendo investigado, mas disse que era muito cedo para confirmar se o ataque foi motivado por razões políticas.

“É muito difícil dizer neste momento qual foi a razão exata por trás do incidente”, disse à AFP.

A vítima, de 30 anos, faz parte de uma ala “minoritária” do Partido Bharatiya Janata (BJP), que tenta atrair os eleitores muçulmanos a esta organização, favorita nas eleições.

Poucos muçulmanos são esperados para votar em favor do BJP, liderado pelo político linha-dura Narendra Modi, cuja reputação foi afetada pelos distúrbios religiosos em seu estado natal de Gujarat, em 2002.

Modi, que segundo as pesquisas deve ser eleito primeiro-ministro em 16 de maio, era o chefe do Governo deste estado no momento em que conflitos religiosos explodiram, deixando mais de 1.000 mortos, em sua maioria muçulmanos.

A situação das mulheres é uma prioridade na agenda eleitoral, após a morte de um estudante devido a um estupro coletivo em um ônibus em Nova Delhi, em dezembro de 2012. Este caso provocou um debate nacional sobre a violência sexual no país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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ONG denuncia que regime sírio demoliu casas em ‘punição coletiva’

Fotos de satélite divulgadas pela Human Rights Watch mostram a região de Masha al-Arb’een em 28 de setembro de 2012, 3 de outubro de 2012 e 13 de outubro de 2012. A ONG acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)Fotos de satélite divulgadas pela Human Rights
Watch mostram a região de Masha al-Arb’een em
28 de setembro de 2012, 3 de outubro de 2012 e 13
de outubro de 2012. A ONG acusa do governo de
promover destruição em massa de bairros (Foto:
Human Rights Watch via Digital Globe/AP)

O governo sírio demoliu milhares de habitações nas regiões onde a população apoia a oposição em Damasco e Hama (centro) como “punição coletiva”, afirmou nesta quinta-feira (30) a organização Human Rights Watch, que acusa o poder de “riscar do mapa bairros inteiros”.

“Essas demolições ilegais fazem parte de uma longa lista de crimes cometidos pelo governo sírio”, declarou o especialista em situações de crise da HRW, Ole Solvang.

Esta organização de defesa dos direitos Humanos documentou dois casos em Hama e cinco nos arredores de Damasco entre julho de 2012 e julho de 2013, utilizando imagens por satélite.

Ela calcula que 140 hectares, o equivalente a 200 campos de futebol, foram destruídos.

A organização, com sede em Nova York, indica em seu relatório que entre os imóveis destruídos, haviam vários prédios altos, o que significa que milhares de pessoas perderam seu teto.

Em Wadi al-Joz, um bairro de Hama, as imagens de satélite mostram em abril de 2013 uma série de habitações entre duas ruas, que um mês após aparecem apenas espaços em branco.

“Após estas demolições, o exército veio à nosso bairro para nos dizer que também destruiria a nossa casa caso houvesse um único disparo”, declarou à HWR um habitante de um bairro vizinho.

Segundo esta organização, todos os locais atingidos aderiram à rebelião, e é difícil de acreditar na justificativa do governo, segundo a qual faz parte de um plano de restruturação urbanística.

“As demolições foram supervisionadas pelo exército, muitas vezes após combates entre o governo e as forças da oposição. Em todo caso, não parece que tenha havido demolições em bairros favoráveis ao governo”, indica o documento.

Alguns habitantes afirmaram que tiveram muito pouco tempo para deixar suas casas antes das demolições e que ninguém recebeu indenização.

O proprietário de um restaurante em Qabun, um bairro ao nordeste da capital, relatou à HRW ter sido obrigado a deixar seu estabelecimento sob risco de ser preso.

“Eu vi soldados destruindo em poucos segundos tudo aquilo que levei anos de muito trabalho duro para construir”, acrescentou.

Imagens de satélite mostram imóveis destruídos em Damasco, na Síria, em 16 de julho de 2012 e 22 de setembro de 2012. A Human Rights Watch acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)Imagens de satélite mostram imóveis destruídos em Damasco, na Síria, em 16 de julho de 2012 e 22 de setembro de 2012. A Human Rights Watch acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)

Para HRW, essas demolições são uma violação das leis de guerra, “porque não servem a um objetivo diretamente militar e são uma punição à população civil”.

“Aqueles que são responsáveis por essas destruições cometem crimes de guerra”, segundo o relatório.

Para Solvang, “o Conselho de Segurança da ONU, ao acionar a Corte Internacional de Justiça, deve transmitir uma mensagem clara de que a dissimulação e a impunidade do governo não resistirão à justiça”.

A Coalizão de oposição indicou em um comunicado que “brutalizar os civis para que abandonem sua luta por liberdade é o ponto central da estratégia do regime”.

Mais de 130.000 pessoas morreram desde o início do conflito, há quase três anos, e milhões de outras precisaram se deslocar ou procurar refúgio em países vizinhos.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Vítimas lamentam punição tardia de núncio da República Dominicana

Foto de arquivo de 12 de agosto de 2011 mostra Jozef Wesolowski, núncio do Vaticano, em Santo Domingo (Foto: Erika Santelices/ Arquivo AFP)Foto de arquivo de 12 de agosto de 2011 mostra
Jozef Wesolowski, núncio do Vaticano, em Santo
Domingo (Foto: Erika Santelices/ Arquivo AFP)

A associação de vítimas de pedofilia americana Snap lamentou nesta quinta-feira (5) a punição “secreta e tardia” do Papa Francisco contra o núncio do Vaticano na República Dominicana, destituído no final de agosto por acusações de abusos sexuais contra menores.

“Os chefes católicos só agem quando são obrigados a fazer isso, sob pressão da mídia. E quando o fazem, é sempre em segredo, neste caso sem revelar as acusações, a suspensão ou a razão da suspensão”, lamentou em um comunicado Barbara Dorris, diretora da Rede de Sobreviventes e Vítimas de Abusos Cometidos por Sacerdotes.

“Como seus predecessores, o Papa Francisco age de maneira tardia e secreta”, acrescentou.

Em 21 de agosto, o núncio (embaixador) do Vaticano na República Dominicana, o polonês Jozef Wesolowski, de 65 anos, foi destituído de suas funções, uma informação que o Vaticano não divulgou, mas que foi confirmada na véspera por Federico Lombardi, o porta-voz do Papa, que confirmou a existência de uma investigação em curso sobre as acusações.

A destituição pode ser a primeira ordenada pelo Vaticano em um caso de pedofilia.

Segundo a imprensa dominicana, Wesolowski, de 65 anos e cujo paradeiro é desconhecido, manteve relações sexuais em troca de dinheiro com meninos e adolescentes na capital Santo Domingo.

Um canal de televisão difundiu imagens de um homem que seria Wesolowski passeando e usando uma camiseta e um boné, e ele estaria acompanhado de outro padre polonês também acusado de abusos de menores e que deixou o país em maio passado quando o escândalo explodiu.

A procuradoria da República Dominicana anunciou na quarta que investigará o caso Wesolowski, que começou sua missão em 2008 depois da designação do papa Bento XVI.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Para Samsung, pedido de punição da Apple é uma “afronta ao júri”

A Samsung pediu a um tribunal da Califórnia para derrubar a recomendação da Apple de sanções contra a empresa sul-coreana por revelar para a imprensa documentos que não haviam sido admitidos como provas na disputa por patentes, afirmando que o pedido da Apple é “uma afronta à integridade do júri”.

“A Apple procede na perceção sem base de que o júri, já instruído pela corte a não ler reportagens da mídia, vai violar as instruções do tribunal e fazer exatametne isso”, afirmou a Samsung em um documento enviado nesta quinta-feira, 2/8, para a Corte Distrital do Norte da Califórnia.

A companhia sul-coreana voltou a negar no documento as afirmações da Apple de que ela estava tentando influenciar o júri no processo de patentes entre as duas empresas, cujo julgamento começou nesta semana..

As informações que a Samsung compartilhou com a imprensa já haviam sido liberadas para o público, e tinham sido obejto de várias audiências e registros públicos, afirma o documento da Samsung, em grande parte apenas reiterando a declaração feita pelo advogado da empresa, John Quinn, na última quarta, 1/8.

A Apple pediu ao tribunal que penalize a Samsung, incluindo decidir o julgamento em seu favor nas alegações de que a empresa da Coreia do Sul viola as suas patentes do iPhone, e ao conceder que essas patentes não são inválidas.

A liberação de documentos pela Samsung teve como foco expor o júri a provas excluídas por meio da imprensa, afirmou a Apple.

Em seu documento, a Samsung afirmou que em 31 de julho, representante da empresa enviaram por e-mail uma declaração para determinados membros selecionados da imprensa e transmitiram a eles várias informações. A declaração afirma que a Samsung não podia dizer ao júri toda a história, e que as provas excluídas estabeleceriam sem dúvidas que a fabricante do Galaxy S não copiou o design do iPhone.

iphone4s390b

As evidências enviadas incluem imagens feitas para estabelcer que a Samsung desenvolveu um celular com vários elementos do design do iPhone antes do anúncio do smartphone da Apple, em janeiro de 2007. Também foram incluídos documentos para tentar provar que a Apple teria usado um protótipo inspirado por designs da Sony para chegar até o modelo final do iPhone.

A Samsung disse que fez esse envio de documentos para a imprensa com base nas decisões recentes do tribunal de que o julgamento seria “aberto”, ao qual o público e a imprensa receberiam o maior acesso possível.

Nada nos documentos enviados pela Samsung para a imprensa era falso, ou engandor, nem tentou minar a integridade dos procedimentos do tribunal, afirmou a Samsung em seu pedido enviado ontem. “A Apple não cita o suporte de nenhuma autoridade para uma sanção tão extrema para uma conduta protegia pela Primeira Emenda”, afirmou a Samsung.

A companhia sul-coreana disse ainda que teve tempo limietado para preparar seu documento, e pediu uma oportunidade para enviar uma outra resposta caso o tribunal decida não rejeitar a recomendação da Apple.

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Publicado por em 14 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Para Samsung, pedido de punição da Apple é uma “afronta ao júri”

A Samsung pediu a um tribunal da Califórnia para derrubar a recomendação da Apple de sanções contra a empresa sul-coreana por revelar para a imprensa documentos que não haviam sido admitidos como provas na disputa por patentes, afirmando que o pedido da Apple é “uma afronta à integridade do júri”.

“A Apple procede na perceção sem base de que o júri, já instruído pela corte a não ler reportagens da mídia, vai violar as instruções do tribunal e fazer exatametne isso”, afirmou a Samsung em um documento enviado nesta quinta-feira, 2/8, para a Corte Distrital do Norte da Califórnia.

A companhia sul-coreana voltou a negar no documento as afirmações da Apple de que ela estava tentando influenciar o júri no processo de patentes entre as duas empresas, cujo julgamento começou nesta semana..

As informações que a Samsung compartilhou com a imprensa já haviam sido liberadas para o público, e tinham sido obejto de várias audiências e registros públicos, afirma o documento da Samsung, em grande parte apenas reiterando a declaração feita pelo advogado da empresa, John Quinn, na última quarta, 1/8.

A Apple pediu ao tribunal que penalize a Samsung, incluindo decidir o julgamento em seu favor nas alegações de que a empresa da Coreia do Sul viola as suas patentes do iPhone, e ao conceder que essas patentes não são inválidas.

A liberação de documentos pela Samsung teve como foco expor o júri a provas excluídas por meio da imprensa, afirmou a Apple.

Em seu documento, a Samsung afirmou que em 31 de julho, representante da empresa enviaram por e-mail uma declaração para determinados membros selecionados da imprensa e transmitiram a eles várias informações. A declaração afirma que a Samsung não podia dizer ao júri toda a história, e que as provas excluídas estabeleceriam sem dúvidas que a fabricante do Galaxy S não copiou o design do iPhone.

iphone4s390b

As evidências enviadas incluem imagens feitas para estabelcer que a Samsung desenvolveu um celular com vários elementos do design do iPhone antes do anúncio do smartphone da Apple, em janeiro de 2007. Também foram incluídos documentos para tentar provar que a Apple teria usado um protótipo inspirado por designs da Sony para chegar até o modelo final do iPhone.

A Samsung disse que fez esse envio de documentos para a imprensa com base nas decisões recentes do tribunal de que o julgamento seria “aberto”, ao qual o público e a imprensa receberiam o maior acesso possível.

Nada nos documentos enviados pela Samsung para a imprensa era falso, ou engandor, nem tentou minar a integridade dos procedimentos do tribunal, afirmou a Samsung em seu pedido enviado ontem. “A Apple não cita o suporte de nenhuma autoridade para uma sanção tão extrema para uma conduta protegia pela Primeira Emenda”, afirmou a Samsung.

A companhia sul-coreana disse ainda que teve tempo limietado para preparar seu documento, e pediu uma oportunidade para enviar uma outra resposta caso o tribunal decida não rejeitar a recomendação da Apple.

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Publicado por em 11 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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