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Ucrânia reintroduz o serviço militar para enfrentar revolta pró-Rússia

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A Ucrânia reintroduziu nesta quinta-feira (1º) o serviço militar, suprimido há apenas um ano, diante da degradação da situação no leste do país, onde o governo enfrenta uma insurreição armada pró-russa.

Nova arte crimeia 27/03 vale esta (Foto: Arte G1)

O presidente interino, Olexander Turchynov, assinou o decreto que entrou em vigor imediatamente “evando-se em conta a degradação da situação no leste e no sul (…), o aumento das unidades armadas pró-russas, a tomada de controle ou o bloqueio das administrações públicas, de unidades militares, das comunicações e dos transportes nas regiões de Donetsk e Lugansk”, segundo um comunicado da presidência.

“Isto atenta contra a integridade territorial do país”, acrescentou a presidência. O serviço militar afetará os homens de 18 a 25 anos, com exceção dos que tiverem direito a uma isenção.

O Fundo Monetário Internacional, que havia aprovado na quarta um plano de ajuda de 17 bilhões de dólares, admitiu que esse plano deve ser ‘revisado’ em caso de perda de regiões do leste do país.

Pouco antes em Donetsk, principal cidade da região rebelde, a sede da Procuradoria regional foi ocupada em menos de uma hora por uma multidão de manifestantes pró-Rússia, deixando clara, mais uma vez, a impotência das autoridades ucranianas diante das ações de separatistas na província.

Os policiais, que tentavam proteger o prédio, foram atacados antes de deixar o local, desarmados, alguns aos prantos, constataram jornalistas da AFP.

De acordo com a imprensa, homens armados e encapuzados tomaram durante a noite a sede da Procuradoria da cidade de Gorlivka. Eles levaram computadores e queimaram documentos.

Os rebeldes pró-russos, hostis ao governo que assumiu em Kiev após a derrubada do presidente Viktor Yanukovytch, mantiveram o seu avanço nos últimos dias. Eles assumiram o controle de pontos estratégicos (Prefeitura, sedes da Polícia e dos serviços de segurança) em mais de dez cidades.

Blindados mobilizados
A batalha entre Kiev e Moscou é travada nas frentes militar, econômica e diplomática.

Em Kiev, as autoridades realizaram exercícios militares durante a noite de quarta para quinta. Integrantes das unidades especiais da guarda presidencial, a bordo de cerca de dez blindados, cercaram o prédio do Parlamento, e atiradores de elite chegaram ao teto de paraquedas.

Preocupado em eliminar os argumentos dos separatistas, o governo ucraniano anunciou que pretende organizar um referendo sobre a unidade da nação ucraniana e sobre a descentralização junto com a eleição presidencial antecipada de 25 de maio.

A Rússia chamou a ideia de “cínica” e repetiu que Kiev deve parar de “realizar operações militares contra seu próprio povo”, referindo-se à operação “antiterrorista” iniciada pelas autoridades no leste.

Kiev havia anunciado na quarta-feira que suas Forças Armadas haviam sido colocadas em “estado de alerta total” para o combate, diante da ameaça de uma intervenção russa e para tentar impedir o alastramento da insurreição para novas regiões do sul e do leste.

1º de maio
Em Kiev, a mobilização neste Dia do Trabalho foi pequena, apesar da gravidade da crise neste país de 46 milhões de habitantes que deixou a União Soviética e se tornou independente em 1991.

Cerca de 2 mil pessoas se reuniram pacificamente gritando palavras de ordem em favor da unidade da Ucrânia.

Já em Moscou as manifestações reuniram por volta de 100 mil pessoas na Praça Vermelha. “Tenho orgulho do meu país”, “Putin tem razão”, indicavam os cartazes exibidos pelos manifestantes.

O mesmo clamor patriótico podia ser visto em Simferopol, capital da península da Crimeia, anexada à Rússia em março. Cerca de 60 mil pessoas participaram de uma passeata agitando bandeiras russas e exibindo cartazes com frases como “Nós somos a Rússia”, “Putin é nosso presidente”.

Em Kharkiv (leste da Ucrânia), 2 mil pró-russos percorreram as ruas do centro gritando “Ucrânia sem fascistas”, “Russo, língua do Estado”.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Rebeldes pró-Rússia derrubam dois helicópteros ucranianos

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Helicóptero militar ucraniano voa perto de um posto de controle da Ucrânia, perto da cidade de Slaviansk (Foto: Baz Ratner/ Reuters)Helicóptero militar ucraniano voa perto de um posto de controle da Ucrânia, perto da cidade de Slaviansk (Foto: Baz Ratner/ Reuters)

Rebeldes pró-Rússia derrubaram dois helicópteros ucranianos nesta sexta-feira (2), matando dois tripulantes, à medida que tropas da Ucrânia apertam o cerco sobre Slaviansk, cidade mantida por separatistas, no que Moscou classificou como um ataque “criminoso” por Kiev que arruína as esperanças de paz.

O porta-voz do presidente russo, Vladimir Putin, disse que o Kremlin estava “extremamente preocupado” porque não tinha notícias de um representante que Putin enviara à cidade para ajudar a libertar reféns estrangeiros.

Ele disse que uma “operação punitiva” organizada por forças ucranianas acabou com um plano de paz acertado com potências ocidentais duas semanas atrás.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes pró-Rússia tomam sede do governo de Luhansk

Ativistas pró-Rússia tomaram nesta terça-feira (29) a sede do governo regional de Luhansk, no sudeste da Ucrânia, informaram agências locais, citadas pela Efe.

Os manifestantes quebraram as janelas de vidro do edifício e lançaram bombas e objetos contra a fachada.

Milhares de manifestantes foram à administração regional depois que às 14h locais venceu o prazo do ultimato que haviam apresentado às autoridades para que libertassem manifestantes pró-Rússia detidos. Segundo a agência AFP, vários edifícios públicos foram ocupados.

Ativistas pró-Rússia atacam o prédio da administração regional em Luhansk, leste da Ucrânia (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)Ativistas pró-Rússia atacam o prédio da administração regional em Luhansk, leste da Ucrânia (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)

Alexei Koriaguin, um dos líderes do “Exército de libertação de Donbass” (bacia mineradora da região de Donetsk), disse que não planejavam tomar o edifício e que o ataque aconteceu de maneira espontânea e pacificamente.

“O prédio da administração não nos interessa”, declarou ao canal de televisão “Anna News”, que transmitiu ao vivo pela internet a tomada da sede governamental.

O ativista acrescentou que já não há policiais no edifício e que o objetivo do protesto era “dialogar com as autoridades”.

Nas imagens de TV se pôde observar junto ao edifício a um destacamento de policiais antidistúrbios que não atuaram contra os manifestantes.

Em Luhansk, os milicianos pró-Rússia mantinham ocupada há várias semanas a sede do departamento regional do Serviço de Segurança da Ucrânia.

Caos
Segundo a agência AFP, cerca de mil ativistas pró-russos, apoiados por 50 homens armados, também atacaram nesta terça a sede da polícia local de Lugansk.

“Estes jovens estão certos. Não queremos esta junta de nazistas que tomou o poder em Kiev. Nós não os reconhecemos. Eu quero que meus filhos e netos cresçam na Rússia”, comentou uma engenheira aposentada que assistia ao ataque.

O prédio foi cercado pelos homens fortemente armados com fuzis e um lança-foguetes. A maioria deles portava uniforme ou roupas de combate. Ajoelhados atrás de veículos, eles atiraram nas janelas. A polícia respondeu com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

Em Kiev, o presidente interino da Ucrânia, Olexander Turtshinov, denunciou a “falta de ação”, ou mesmo a “traição”, das forças de ordem no leste do país.

“Os eventos no leste ilustram a falta de ação, a impotência e, às vezes, a traição criminosa das forças de ordem nas regiões de Donetsk e Luhansk”, declarou em um comunicado.

Segundo a imprensa ucraniana, ativistas pró-russos também ocuparam a Prefeitura da cidade de Pervomaisk, perto de Lugansk.

No total, as forças pró-russas ocupam os prédios públicos de doze cidades do leste.

Obervadores
Continua incerto o futuro dos observadores da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), detidos desde sexta-feira por separatistas em Slaviansk. Nesta terça, um dos oito observadores europeus detidos por motivos de saúde, mas os outro sete continuam presos.

O secretário-geral da OSCE, Lamberto Zannier, reuniu-se nesta terça em Kiev com o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andrei Dechtchitsa, que exigiu a “libertação imediata dos reféns”, sete estrangeiros e quatro ucranianos.

Em Slaviansk, o líder separatista da cidade indicou que houve “progressos significativos” nas negociações para a libertação do grupo.

A embaixada dos Estados Unidos em Kiev chamou de “terrorismo” o sequestro dos observadores da OSCE por separatistas ucranianos pró-Moscou.

Cosmonautas americanos ‘expostos’
Em Moscou, várias autoridades acusaram os países ocidentais, que anunciaram novas sanções contra a Rússia, de ressuscitar a política da “Cortina de Ferro” e de levar a Ucrânia, no centro da disputa, a “um beco sem saída”.

A expressão Cortina de Ferro foi utilizada pelos ocidentais durante a Guerra Fria para denunciar a separação entre o leste e o oeste da Europa, instaurada pela União Soviética após o fim da Segunda Guerra Mundial.

A Rússia acusou inclusive o governo dos Estados Unidos de colocar em perigo seus astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS). “Se eles querem atingir o setor russo de mísseis, eles vão, automaticamente, expor seus cosmonautas da Estação Espacial Internacional”, declarou Dmitri Rogozine, vice-primeiro-ministro russo.

As espaçonaves russas Soyuz são atualmente a única maneira de transportar e repatriar a tripulação da ISS. “Honestamente, eles começam a nos irritar com suas sanções, e não compreendem que elas vão retornar para eles como um bumerangue”, afirmou ainda Rogozin, citado pela agência Itar-Tass.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Manifestação pró-Rússia reúne milhares em Donetsk

Cerca de 4 mil pessoas participaram de uma manifestação neste sábado (22) em Donetsk, cidade de maioria russa do leste da Ucrânia, agitando bandeiras russas e exigindo a volta do presidente deposto Viktor Yanukovytch.

“Rússia, nos ajude!”, “Yanukovytch, nos ajude!”, gritavam os manifestantes, que exigiam também a renúncia de Serguei Taruta, bilionário nomeado recentemente governador da região pelas novas autoridades em Kiev.

Apoiadores da rússia fazem protesto em Donetsk neste sábado (22) (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)Apoiadores da rússia fazem protesto em Donetsk neste sábado (22) (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)

Os manifestantes mencionaram pela primeira vez o retorno de Viktor Yanukovytch, destituído no fim de fevereiro pelo Parlamento depois de uma violenta repressão a manifestações na capital ucraniana e de sua fuga para a Rússia.

Alguns exibiam imagens de Yanukovytch, nascido na região de Donbas, onde fica Donetsk, e cartazes com as frases: “Volte Yanukovytch!” ou “Yanukovytch, salve Donbas!”.

A manifestação foi pacífica, ao contrário dos atos das últimas semanas, quando houve confrontos com partidários de Kiev, que terminaram com a morte de uma pessoa e com a ocupação de prédios públicos.

Os serviços de segurança ucranianos (SBU) anunciaram neste sábado a detenção do líder separatista regional Mikhailo Tchumatchenko, chefe das ‘Milícias Populares de Donbas’, acusado de atentar contra a integridade territorial ucraniana.

A situação é tensa no leste russófono da Ucrânia, principalmente depois da anexação da Crimeia pela Rússia em três semanas, em meio à ocupação da península ucraniana por grupos armados russos.

Kiev acusa os serviços secretos de Moscou de estarem por trás da tensão nas regiões pró-russas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Grupos pró-Rússia tomam dois navios de guerra na Crimeia

tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta0feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)Tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)

Grupos pró-Rússia se apoderaram de dois navios ucranianos nesta quinta-feira (20) em Sevastopol, na Crimeia. Segundo a agência de notícias Associated Press, tiros foram ouvidos, mas não houve registro de feridos quando o navio corveta Khmelnitsky foi tomado em Sevastopol. Segundo a agência, outro navio também foi tomado em situação parecida. O Ministério da Defesa não tinha informações a respeito do incidente.

A Ucrânia diz que suas tropas estão sendo ameaçadas na Crimeia, região separatista que foi considerada “território russo” pelo governo de Vladimir Putin. A União Europeia anunciou que estuda novas sanções contra a Rússia pela anexação da península do Mar Negro. As tensões permanecem na região, apesar da liberação de um comandante naval ucraniano que era mantido refém por forças pró-russas na região.

O vice-ministro da Defesa da Ucrânia, Leonid Polyakov, acusou as tropas russas de ameaçar constantemente as bases militares de soldados ucranianos. Em Genebra, o embaixador da Ucrânia para as Nações Unidas alertou para uma forte deterioração das relações entre os países vizinhos, dizendo que a Rússia parece se preparar para uma invasão de mais áreas de seu país.

Em um pronunciamento ao Parlamento em Berlim, a chanceler Angela Merkel disse que a União Europeia estava preparando novas sanções contra a Rússia e que um encontro do G-8, cuja presidência é assumida pela Rússia, foi cancelado.

As forças russas tomaram o controle da região separatista da Ucrânia com maioria de russos, a Crimeia, há duas semanas, após uma crise política que derrubou o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych. A crise no país começou no fim do ano passado, quando Yanukovych desfez um acordo com os europeus e em troca negociou um tratado com a Rússia – o que enfureceu ucranianos pró-Europa do centro e oeste do país.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Poder pró-Rússia da Crimeia cogita saída de tártaros de áreas ocupadas

O novo poder pró-Moscou da Crimeia cogita recuperar parte das terras ocupadas “ilegalmente” pelos tártaros, anunciou nesta terça-feira (18) o vice-primeiro-ministro da península, Rustam Temirgaliev. “Vamos pedir que liberem parte das terras, porque precisamos delas para projetos sociais”, declarou Temirgaliev à agência russa Ria Novosti.

Ele disse que em Simferopol, a capital da Crimeia, há muitos terrenos ocupados ‘ilegalmente’ pelos tártaros. Os tártaros, de religião muçulmana, representam entre 12% e 15% da população local e no domingo (16) boicotaram o referendo de adesão da Crimeia à Rússia.

Em 1944, toda a população tártara da Crimeia foi deportada para a Ásia Central por ordem de Stalin. Os tártaros não foram autorizados a retornar para a Crimeia até 1989, na época da ‘perestroika’.

Alguns se instalaram em terrenos cujos títulos de propriedade não conservavam mais. Suas terras haviam sido ocupadas por novos habitantes, após a deportação de 1944.

Discurso
Nesta segunda-feira, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o referendo realizado na região ucraniana da Crimeia foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”. A consulta popular aprovou a reintegração da Crimeia a Moscou neste domingo (16).

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

O presidente russo condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neo-nazistas, russofóbicos e anti-semitas.”

Entretanto, apesar da crise com a Ucrânia, o presidente russo disse que as relações com os ucranianos “fraternais” terão sempre uma importância crucial para a Rússia.“As relações com a Ucrânia e com os ucranianos fraternais sempre foram, continuam e sempre serão muito importantes e cruciais para nós, sem exageros”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes pró-Ucrânia e pró-Rússia brigam na Crimeia

Grupo comemorava aniversário de poeta ucraniano (Foto: BBC)Grupo comemorava aniversário de poeta ucraniano
(Foto: BBC)

Um protesto a favor da Ucrânia realizado em Sevastopol, na Crimeia, terminou em violência neste domingo.

Duzentas pessoas estavam reunidas em uma praça quando cerca de cem pessoas a favor da Rússia se aproximaram da manifestação.

Entre gritos e ofensas, ambos os lados afirmavam que a Crimeia pertencia a eles. Veja o vídeo.

Em meio à discussão, uma das pessoas do lado pró-Rússia foi golpeada e caiu no chão sangrando.

Em seguida, os simpatizantes da Rússia seguiram os pró-Ucrânia até um estacionamento próximo, onde quebraram o parabrisa de um carro.

Imagens também mostram um grupo de pessoas, supostamente simpatizantes da Rússia, envolvidos em uma briga com outras pessoas, que seriam pró-Ucrânia, atrás de um arbusto da praça.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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