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Os 10 melhores provedores de armazenamento na nuvem, segundo o Gartner

Estão na lista empresas como Amazon Web Services, Microsoft, HP e Google. Consultoria avaliou prós e contras dos serviços desses fornecedores.

Aproximadamente 19% das organizações ao redor do mundo estão utilizando a computação na nuvem para produção de aplicações, enquanto outros 20% contratam serviços públicos de armazenamento na cloud, segundo estudo do Gartner.

Os resultados mostram que a nuvem oferece grandes oportunidades de negócios, especialmente para serviços de armazenamento. O instituto de pesquisas estima que as empresas gastaram 109 milhões de dólares com a computação na nuvem em 2012, um crescimento de 20% em comparação com o ano anterior. 

Ao mesmo tempo, a indústria de serviços de nuvem é grande e conta com muitos provedores com estratégias agressivas para conquistar clientes. Para orientar as companhias na hora de selecionar seu parceiro, o Garnter elegeu os dez principais fornecedores de serviços de armazenamento, levando em consideração a capacidade deles de atendimento aos clientes.

Veja a seguir essa listagem com prós e contras da oferta de cada um em ordem alfabética.

Amazon Web Services

Como em muitos outros aspectos da computação em nuvem, a Amazon Web Services é considerada um líder no mercado de armazenamento em nuvem. A empresa é um player precoce e agressiva no mercado. Sua oferta acaba movimentando a concorrência, segundo o Gartner. Seu preço é “benchmark da indústria.” A oferta Simple Storage Service (S3) é o serviço básico de armazenamento, enquanto que Elastic Block Storage é para grandes volumes.

A AWS também inova. No início deste ano, anunciou o Glacier, um serviço de armazenamento de arquivos de longo prazo a baixo custo. Apresentou também recentemente na sua primeira conferência de usuários o Redshift, oferta de armazenamento baseado em dados na nuvem.

Mesmo assim, AWS tem desafios. Apesar de contar com uma ferramenta para vincular os dados que estão nas instalações das empresas em nuvem, chamada de AWS Storage Gateway, a capacidade de criar arquiteturas híbridas com essa funcionalidade ainda está em andamento, diz o Gartner.

A AWS continua lançando produtos e serviços inovadores para manter sua liderança no mercado. Conta também com ofertas orientados para determinados setores como de governo com o seu serviço GovCloud.

AT&T

O serviço da AT&T Synaptic está alinhado com o de armazenamento EMC Atmos, utilizado como instalações de sistemas de armazenamento. Isso cria uma oportunidade para a AT & T vender soluções para a base sólida de clientes da EMC e oferecer recursos de nuvem híbrida.

O Gartner observa que este produto tem focado principalmente pequenas e médias empresas (PMEs). O AT & T Synaptic já abrange várias regiões e a companhia planeja expandir o serviço globalamente. A Europa é a sua próxima parada. Os clientes que utilizam os serviços de VPN da AT & T são liberados dos custos de entrada na nuvem.

Google Cloud Storage

Lançado em 2010, Google Cloud Storage  é o produto de armazenamento subjacente para outros produtos e serviços de nuvem do Google. A oferta inclui o Google App Engine, plataforma de desenvolvimento de aplicativos, Google Compute Engine e BigQuery, que são máquinas virtuais baseadas em cloud e uma ferramenta de análise para Big Data. Os clientes acessam o Google Cloud Storage através de uma API . O serviço está disponível nos EUA e Europa.

Porém, o que está impedindo a plataforma de armazenamento em nuvem do Google de ganhar mais presença no mercado é a falta de suporte direcionado a clientes corporativos, afirma o Gartner. Isso faz com que o Google Cloud Storage seja ideal para clientes sofisticados que querem criar e gerenciar a implantação, bem como para desenvolvedores que procuram alta capacidade de armazenamento para aplicativos do Google.

HP

A HP anunciou a versão beta pública de sua plataforma para armazenamento em nuvem e estreou em maio de 2012. O projeto foi concebido para trabalhar com a rede de computadores e distribuição de conteúdo (CDN) e se associou recentemente com a Akamai. A tecnologia é baseada em OpenStack e a HP oferece suporte via chat 24/7 com garantia de disponibilidade de 99,95%.

“Entre os fornecedores de armazenamento na nuvem com base em OpenStack, a HP está bem posicionada para entender as necessidades de TI dos clientes. Isso em razão de a fabricante ter uma extensa linha de hardware, software e opções de serviço”, avalia o Gartner.

Mas como o Object Storage Cloud é novo, a HP deve evoluir e aperfeiçoar as ofertas de arquitetura e serviços. O sistema replica automaticamente os dados através de três zonas de resiliência disponibilidade (os clientes podem escolher o que fazer na nuvem da Amazon), e a HP processa as informações em seu hardware e em nuvem pública nas instalações de clientes, possibilitando que a configuração de rede híbrida se torne mais fácil.
IBM

O armazenamento em nuvem da IBM é parte de sua oferta empresarial SmartCloud, que inclui outros serviços, tais como o desenvolvimento de aplicativos baseados em nuvem e infraestrutura.

Para o Gartner, a desvantagem principal da IBM é a falta de integração entre os vários aspectos da oferta SmartCloud. Por exemplo, a IBM vende sua solução de backup em nuvem e de recuperação, mas esses serviços não utilizam o Object Storage SmartCloud em seu servidor

Talvez essa integração não aconteça porque a IBM está associada com a Nirvanix, outro fornecedor de armazenamento em nuvem para executar o armazenamento de objteto do SmartCloud armazenamento.

O Gartnert acredita que a heterogeneidade desses serviços sob o guarda-chuva da IBM SmartCloud poderia criar “silos de capacidades” para vários serviços.  Porém, observa que a IBM está comprometida em integrar seus produtos e serviços. Sua experiência em vender para departamentos de TI de grandes empresas dá uma vantagem significativa para que se torne um player importante no mercado de armazenamento corporativo na nuvem.
Internap

A história da Internap é de um provedor de serviços gerenciados que recentemente tornou-se também um player em nuvem. Seu sistema de armazenamento na cloud é o AgileFiles, baseado em plataforma OpenStack Swift e está disponível nos EUA, Europa e Ásia, com planos de expansão futura.

Para diferenciar seu serviço, a Internap tentou separar os recursos avançados de rede em serviço como Manager Internet Route Optimizer (MIRO), que analisa o desempenho das formas possíveis de fornecer e escolher melhor conteúdos. Sua maior limitação, de acordo com o Gartner, é ainda a tímida presença no mercado.
Microsoft

Depois da Amazon Web Services, o Windows Azure Blob Storage da Microsoft, é segundo previsões do Gartner, o segundo serviço de armazenamento mais utilizado. Atualmente, a tecnologia conta com mais de um bilhão de objetos e cresce 200% ao ano. O produto dá suporte para uma ampla gama de recursos, incluindo armazenamento de objetos, tabela, SQL Server e uma rede de entrega de conteúdo (CDN).

O armazenamento Blob Azure está numa verdadeira corrida para oferecer o menor preço, já que a Amazon e Google baixaram seus custos constantemente no ano passado. Seu objetivo é ser o mais competitivo entre os três. O Gartner chama a Microsoft de “rápida seguidora” das características da AWS. Suas opções de suporte atraem clientes de grandes empresas, de acordo com a consultoria, oferecendo uma equipe de apoio prático, baseado em prestações.

A Microsoft recentemente expandiu sua oferta com a compra da StorSimple, fornecedor de  armazenamento em nuvem.
Nirvanix

O fornecedor de armazenamento em nuvem Nirvanix é dedicado exclusivamente a este mercado. O Gartner avalia que o provedor é ideal para empresas que procuram as necessidades de armazenamento de dados intensivos. Entretanto, a consultoria considera inconvenientes para os clientes que procuram um provedor que oferece todos os cálculos em uma plataforma de armazenamento.

Mas o Nirvanix tem algumas características atraentes, segundo o Gartner. O instituto de pesquisa destaca a capacidade do provedor de ter serviços de armazenagem público e ofertas mistas para instalações em companhias com opções suporte de alta qualidade. Apesar disso, pode não ser a opção para as PMEs, que preferem preços sobre a demanda.
Rackspace

O Rackspace é outro player importante no ecossistema de armazenamento em nuvem, com sua oferta Cloud Files, que conta com um robusto conjunto de serviços de apoio, incluindo infraestrutura e rede uma CDN alimentada por Akamai.

Para atender as companhias que necessitam de armazenamento de alto desempenho, o produto do provedor é o Cloud Storage Block. O Rackspace trabalha duro no projeto de código aberto OpenStack e o andamento de seus projetos estão sendo monitorados de perto.

Por causa de seu trabalho no ambiente OpenStack, o Gartner avalia que os serviços públicos de armazenamento em nuvem do Rackspace integram muito bem com nuvens movidas pelo OpenStack, podendo criar cloud híbrida para os clientes.

Softlayer

O sistema de armazenamento CloudLayer da Softslayer é baseado na plataforma OpenStack Swift. O serviço acompanha uma variedade de outros oferecidos pelo Softlayer, incluindo computação e CDN. 

O Softlayer também tem uma oferta SAN com presença internacional. Possui centros de dados em sua sede em Dallas (EUA) em Amisterdã e Cingapura. Mas a falta de ciclos de implementação e suporte turnkey faz com que o produto não seja ainda muito procurado pelo mercado empresarial, afirma o Gartner.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Governo de SP busca parceria com provedores de TI para modernização

Intenção é que sejam investidos 5 bilhões de reais nos próximos anos para melhoria da educação e de outras áreas usando tecnologia.

O setor bancário está na vanguarda da inovação, na visão de Júlio Semenghini, secretário de Planejamento do Governo do Estado de São Paulo. A ideia é levar esse título para outras áreas. Para isso, diz, o governo está fazendo sua parte. “Em São Paulo, tentamos fazer máximo uso de TI. Cada vez mais a sociedade exige que o governo acompanhe e o setor financeiro tem dado o ritmo”, afirma.

Segundo Semenghini, na última semana, em reunião com a presidente Dilma Rousseff, ficou clara a intenção de promover um salto no Brasil para investimentos em áreas críticas que estão com o crescimento freado como transporte e aeroportos e vários projetos deverão sair da gaveta. Ele, no entanto, não entrou em detalhes sobre as iniciativas.

O secretário de Planejamento do governo do Estado de São Paulo, que esteve presente no Ciab Febraban 2012, feira de TI para instituições financeiras, indicou que o governo busca estabelecer parceria com provedores de tecnologia da informação para permitir o avanço local. “Queremos investir 5 bilhões nos próximos anos para aplicar tecnologia na educação e mudar o conceito de ensino, para melhorar o sistema de trânsito, entre outros”, afirma. “Essa movimentação vai refletir no dia a dia e deverá criar uma sociedade conectada”, completa. 

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Publicado por em 4 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Provedores liberam software para medir banda larga

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Telefônica, Net, Oi e Embratel oferecem em seus sites links para o portal gratuito speedtest.com; prazo para oferecer software próprio acaba em 1/11.

Desde ontem (29/02), as provedoras de internet banda larga estão obrigadas a oferecer um software para mensurar a velocidade de conexão, de acordo com a Resolução nº 574, aprovada em outubro de 2011 pela Anatel. No entanto, em vez de oferecer um programa próprio, Telefônica, Net, Oi, Embratel, CTBC, Sercomtel e Cabo Telecom estão apenas redirecionando os internautas para o serviço Speedtest.net.

Em seus sites, as operadoras alertam os internautas que a forma de mensurar a velocidade da banda larga é provisória e que o software definitivo deverá estar disponível até 1º de novembro, fim do prazo determinado pela Anatel.

A GVT diz, em seu site, que “não estabelece cláusula de velocidade mínima oferecida nos planos de banda larga e tem o compromisso de entregar a velocidade contratada pelo cliente”. A operadora já oferece, desde 2009, uma ferramenta chamada Teste Power, e também disponibilizou o link de acesso ao site SpeedTest na home da página da companhia, na seção Cliente GVT, na parte inferior central do portal.

A Anatel obriga operadoras fixas e móveis a entregar aos clientes um percentual mínimo, que aumentará gradualmente, da velocidade de conexão contratada  Muitas empresas garantem apenas 10% da taxa de download – ou seja, se o plano é de 10 Mbps, entregam 1 Mbps.

As operadoras de internet fixa e de celular serão obrigadas a oferecer no mínimo 20% da velocidade contratada a partir de novembro de 2012, 30% em 2013 e 40% em 2014.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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IPv6: provedores e sites se comprometem com início em junho

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Companhias como AT&T, Time Warner, Facebook e Google confirmaram início de habilitação permanente do novo protocolo a partir de 6/6.

Muitos dos maiores sites e provedores de Internet (ISP) do mundo se comprometeram a habilitar permanentemente o IPv6 (próxima geração do Internet Protocol) em seus produtos e serviços a partir de 6 de junho. Empresas como AT&T, Comcast e Time Warner estão entre os 7 provedores globais que confirmaram o prazo, juntamente com alguns dos mais famosos sites do mundo, incluindo Facebook, Google, Yahoo e o Bing (da Microsoft).

Todas essas companhias anunciaram que atenderão a esse deadline como participantes de um evento chamado World IPv6 Launch (Lançamento Mundial do IPv6), que está sendo organizado pela Internet Society.

“O fato de que companhias líderes em vários mercados estão fazendo comprometimentos significativos para participar do World IPv6 Day Launch é mais um indicativo de que o IPv6 não é mais uma experiência de laboratório; ele está aqui e é um importante passo na evolução da Internet”, afirmou a CTO da Internet Society, Leslie Daigle.

Os provedores participantes do World IPv6 Launch concordaram em habilitar o IPv6 para que pelo menos 1% dos seus assinantes residenciais usem o IPv6 para acessar sites habilitados para o novo padrão. Outros provedores participantes incluem a japonesa KDDI, a francesa Free Telecom, a australiana Internode e a holandesa XS4ALL.

O IPv6 é o substituto do IPv4, o principal protocolo de comunicações da Internet, que está ficando sem espaço para endereços. O IPv6 não é compatível com o IPv4, por isso as operadoras de rede e sites precisam atualizar hardware e software para suportá-lo. As operadoras de rede podem tanto trabalhar com ambos, no que é chamado de modo dual-stack, ou fazer a “tradução” entre IPv4 e IPv6, o que poderia adicionar latência (lentidão) e custos extras.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 13 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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