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Egito tem protestos contra julgamentos em massa de islamitas

A polícia disparou gás lacrimogêneo nesta terça-feira (25) para dispersar manifestantes contrários aos julgamentos em massa de membros da Irmandade Muçulmana na cidade de Minya, sul do Egito, disse uma testemunha da Reuters.

Cerca de 700 pessoas fizeram manifestações na Universidade de Minya depois que o líder da Irmandade e outros 682 integrantes do grupo foram a julgamento por conta de acusações que incluem assassinato.

Também foram registrados protestos nesta terça na Universidade de Alexandria, no norte do Egito.

O julgamento de Mohmed Badie, de 70 anos, e de seguidores seus começa um dia depois de o mesmo tribunal, na província de Minya, condenar à morte 529 membros do grupo islâmico, no que entidades de direitos humanos disseram ser a maior sentença coletiva à pena capital na história moderna do Egito.

A Irmandade tem sido duramente reprimida desde julho, quando o Exército depôs Mursi, da Irmandade, o primeiro presidente democraticamente na história egípcia.

Fonte G1

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Brasil

 

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Número de mortes em protestos na Venezuela sobe para 33

Dois venezuelanos morreram por ferimentos causados por tiros durante os protestos contra o presidente socialista Nicolas Maduro, disseram testemunhas e a mídia local no sábado, elevando o número de mortes em quase dois meses de protestos contra o governo para 33.

Manifestantes da oposição que se queixam de aumento dos preços e escassez de produtos prometeram permanecer nas ruas até que Maduro renuncie, apesar de haver poucos sinais de que a pior onda de protestos no país em uma década irá forçá-lo a sair do cargo.

Argenis Hernandez, 26 anos, foi baleado no abdômen quando estava protestando perto de uma barricada no centro da cidade de Valência e morreu na manhã de sábado em um hospital próximo, de acordo com relatos da mídia local.

Um motociclista tentou atravessar a barricada e atirou contra os manifestantes quando eles não o deixavam passar, ferindo Hernandez.

O motorista Wilfredo Rey, 31, morreu na sexta-feira à noite depois de ser baleado na cabeça durante um confronto entre manifestantes e pistoleiros encapuzados na cidade ocidental de San Cristobal, de acordo com moradores do bairro onde ocorreu o incidente. Rey não estava envolvido nos protestos, disseram.

Protestos de rua da oposição começaram em fevereiro contra o aumento dos preços ao consumidor, a escassez de produtos e criminalidade desenfreada. Eles se intensificaram depois que três pessoas foram mortas em 12 de fevereiro, no centro de Caracas.

As manifestações, desde então, têm variado de marchas pacíficas a confrontos violentos entre a polícia e manifestantes encapuzados atirando pedras e coquetéis molotov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Protestos na Venezuela deixaram 31 mortos e 400 feridos, diz procuradora

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, confirmou nesta quinta-feira (20) que 31 pessoas morreram e mais de 400 ficaram feridas desde que começaram os protestos contra o governo de Nicolás Maduro, em 12 de fevereiro.

“Temos até o dia de hoje 31 pessoas falecidas, das quais 25 são civis e seis policiais, militares e funcionários públicos”, disse a procuradora em seu programa de rádio “Em Sintonia com o Ministério Público”.  O número de feridos é de 461 pessoas, divididos entre 318 civis e 143 agentes policiais e militares, enquanto a quantidade de pessoas que permanecem detidas atualmente em conexão com episódios de violência nos protestos chega a 121, acrescentou Ortega.

No total, foram detidas 1.854 pessoas pelos incidentes ocorridos nos protestos que há um mês se sucedem no país, das quais 1.529 foram liberadas com penas substitutivas de liberdade.

Ortega informou ainda que 62 pessoas detidas “em flagrante” receberam liberdade plena e oito confessaram suas participação nos fatos.

Desde que em 12 de fevereiro uma marcha em Caracas terminou em incidentes que deixaram três mortos e danos a instituições públicas, a Venezuela vem sendo palco de manifestações diárias contra o governo, algumas pacíficas e outras com finais violentos.

O governo denuncia que por trás dos protestos há uma tentativa de golpe, enquanto a oposição defende o direito de expressar seu descontentamento pacificamente e acusa a polícia de abusos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Nova onda de protestos no Egito deixa dois mortos e vários feridos

Protestos violentos tomam o Egito na quarta-feira (Foto: Mohamed El-Shahed/AFP)Protestos violentos tomam o Egito na quarta-feira (Foto: Mohamed El-Shahed/AFP)

Duas pessoas morreram durante os protestos realizado por islamitas ontem no Egito, segundo a contagem oficial de vítimas divulgada nesta quinta-feira (20), embora para a Irmandade Muçulmana o número de vítimas fatais seja de 10.

O porta-voz do departamento de Emergências do Ministério da Saúde egípcio, Khaled al-Khatib, informou à Agência Efe que até o momento as autoridades registraram dois mortos e 39 feridos.

As vítimas fatais foram registradas nos enfrentamentos entre manifestantes e policiais no Cairo e na cidade de Beni Suef, a 110 quilômetros ao sul da capital.

Os números oficiais contrastam com o divulgado nas últimas horas pela Irmandade Muçulmana em seu site, no qual a organização indica que dez pessoas morreram nas ‘mãos das milícias do golpe’, como o grupo se refere às forças de segurança.

A Irmandade Muçulmana disse que três das vítimas morreram baleadas nos protestos convocados no distrito de Heluan, no Cairo, onde a polícia empregou gás lacrimogêneo e balas de chumbo para dispersar as manifestações.

Segundo a Irmandade, dois jovens morreram em Beni Suef, um deles um adolescente de 13 anos; dois na universidade de Al Fayum, um na zona cairota de Al Masken, e outro na cidade mediterrânea de Alexandria. A décima vítima fatal seria um dos fundadores do movimento Azariyun contra o Golpe, identificado como Mohammed Yassin, membro da universidade de Al-Azhar, no Cairo.

Além disso, centenas de pessoas foram detidas durante os últimos meses nos protestos, acrescentou a Irmandade em seu comunicado.

Os protestos foram convocados pela Aliança de Defesa da Legitimidade, que agrupa a Irmandade e outros partidários do presidente deposto islamita Mohammed Mursi. A quarta-feira (19) marcou o início de uma ‘nova onda revolucionária’ que durará 11 dias, segundo a coalizão, para marcar o terceiro aniversário do referendo realizado em 20 de março de 2011 sobre a emenda constitucional elaborada pela cúpula militar após a rebelião que depôs Hosni Mubarak.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Protestos diminuem e Tailândia encerra estado de emergência

O governo da Tailândia anunciou nesta terça-feira (18) a revogação do estado de emergência em Bangcoc ante a diminuição das manifestações, que abalaram o turismo na capital do país.

O estado de exceção, que ficaria vigente até o próximo sábado e que afetava Bangcoc e outras províncias vizinhas, será substituído a partir de amanhã pela Lei de Segurança Interna, informou o jornal “Bangcoc Post”.

“A primeira-ministra assinou o decreto de revogação do estado de emergência, que será efetivo a partir desta terça-feira à meia-noite”, anunciou Suranand Vejjajiva, secretário-geral da chefe de Governo Yingluck Shuinawatra.

O estado de emergência estava em vigor na capital tailandesa desde 22 de janeiro.

A lei estará vigente até as eleições pendentes, que ocorrem entre os dias 20 e 27 de abril em várias províncias do sul do país e em alguns distritos de Bangcoc, onde foram boicotadas pelos manifestantes, afirmou o porta-voz governamental, Suranand Vejjajiva.

A declaração de estado de exceção, junto com as manifestações que ocuparam durante meses algumas das principais avenidas da cidade, causaram importantes prejuízos econômicos no setor turístico.

Os protestos perderam bastante força nas últimas semanas, apesar de os manifestantes continuarem acampados em áreas chave de Bangcoc, como o Parque de Lumpini, a Casa do Governo e o complexo governamental de Chaeng Wattana.

O movimento antigovernamental exige a renúncia do governo interino de Yingluck Shinawatra e o adiamento de qualquer processo eleitoral até que haja uma reforma no sistema político e que se tenha acabado com a corrupção.

O governo interino tailandês segue apostando na realização de eleições antecipadas para superar a crise política na qual o país está inserido e rejeitou desde o primeiro dia a utilização da força para dissolver os protestos.

Segundo o Centro de Serviço Médico de Urgências Erawan, 23 pessoas morreram e 768 ficaram feridas desde o início das manifestações no dia 25 de novembro de 2013.

A Tailândia vive uma profunda crise política desde 2006 quando um golpe de estado militar depôs o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão mais velho da atual governante, com frequentes manifestações nas ruas que causaram dezenas de mortes e grandes perdas econômicas. 

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Só em março, 97 jornalistas são detidos em protestos na Venezuela

Manifestantes anti-governo são dispersados com canhões de água e gás lacrimogêneo lançado pela polícia durante protesto em Caracas. (Foto: Tomas Bravo)Manifestantes anti-governo são dispersados com canhões de água e gás lacrimogêneo lançado pela polícia durante protesto em Caracas. (Foto: Tomas Bravo)

Quase uma centena de jornalistas, incluindo 28 correspondentes estrangeiros, sofreram com detenções arbitrárias, roubos e agressões físicas durante este mês de protestos que abalam a Venezuela, denunciou nesta quarta-feira o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP).

“Até 11 de março, 97 trabalhadores da imprensa foram vítimas de ataques por membros da segurança do Estado, civis armados e manifestantes”, disse Marco Ruiz, secretário-geral do SNTP.

Caracas e outras cidades venezuelanas, como Mérida, Valencia, Barquisimeto e Maracay, registram há um mês protestos da oposição, muitos deles com incidentes violentos, que fizeram 21 mortos e mais de 300 feridos.

Como vários jornalistas foram agredidos mais de uma vez, a lista de ataques do SNTP ultrapassa 120, segundo um comunicado. “A maioria das agressões contra os trabalhadores da mídia durante este mês foram realizadas por funcionários do Estado, num total de 61 casos”, acrescentou o relatório.

O registro também destaca “15 relatos de ataques realizados por civis armados (…) identificados como partidários do governo”. A lista de correspondentes estrangeiros que sofreram algum tipo de violência inclui repórteres de redes de televisão CNN, Telemundo, TV Globo, do jornal The New York Times e das agências Reuters, Associated Press e Agence France-Presse.

Os protestos estudantis começaram em 4 de fevereiro, quando manifestantes de San Cristóbal denunciaram a tentativa de assalto e estupro de uma universitária.

Em seguida, os protestos se estenderam por diferentes localidades, com reivindicações contra a crise econômica, a inflação anual de 56%, a repressão policial e a prisão de ativistas políticos e líderes da oposição.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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