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Vestidos de vaca, defensores dos animais protestam na Índia

Ativistas da ONG Peta (sigla em inglês para Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) fizeram um protesto nesta sexta-feira (9) em Bangalore, na Índia, contra a indústria de produção de leite no país.

Vestidos com fantasias de vaca, eles empunharam cartazes no qual afirmam que as fazendas para produção de leite são cruéis. Segundo os ativistas, o uso de produtos químicos para induzir a produção de mais leite pelas vacas tem efeitos nocivos aos animais.

Ativistas do Peta fazem protesto contra fazendas de produção de leite na Índia nesta sexta-feira (9) (Foto: Manjunath Kiran/AFP)Ativistas do Peta fazem protesto contra fazendas de produção de leite na Índia nesta sexta-feira (9) (Foto: Manjunath Kiran/AFP)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Ativistas protestam com animais mortos em frente a símbolo de Berlim

Ativistas levaram animais mortos para a frente do Portão de Brandemburgo, em Berlim (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)Ativistas levaram animais mortos para a frente do Portão de Brandemburgo, em Berlim (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

Ativistas de direitos dos animais fizeram nesta terça-feira (25) uma vigília solene em frente ao Portão de Brandenburgo, um dos pontos turísticos mais famosos de Berlim, na Alemanha. Cada um dos cerca de 100 ativistas levou um animal morto em laboratórios experimentais e fazendas pecuaristas para protestar contra a criação instensiva de galinhas, cabritos, leitões e outros bichos para experiências e para a indústria alimentícia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ativistas protestam com animais mortos em frente a símbolo de Berlim

Ativistas levaram animais mortos para a frente do Portão de Brandemburgo, em Berlim (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)Ativistas levaram animais mortos para a frente do Portão de Brandemburgo, em Berlim (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

Ativistas de direitos dos animais fizeram nesta terça-feira (25) uma vigília solene em frente ao Portão de Brandenburgo, um dos pontos turísticos mais famosos de Berlim, na Alemanha. Cada um dos cerca de 100 ativistas levou um animal morto em laboratórios experimentais e fazendas pecuaristas para protestar contra a criação instensiva de galinhas, cabritos, leitões e outros bichos para experiências e para a indústria alimentícia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim

Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A informação de que o avião do voo MH370 da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico e não deixou sobreviventes, anunciada na segunda-feira (24) pelo primeiro-ministro malaio, Najib Razak, revoltou familiares dos 239 passageiros desaparecidos desde o dia 8 de março. Nesta terça-feira (25), parentes das vítimas fizeram uma marcha de protesto em frente ao prédio da Embaixada da Malásia em Pequim, na China.

O Boeing 777 fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim quando sumiu dos radares. A informação de que ele caiu no mar foi obtida com base em uma nova análise de dados de satélite da Grã-Bretanha, que apontaram que a última localização do avião foi no sul do Oceano Índico, cerca de 2.500 km ao sudoeste de Perth, na Austrália.

25/3 - Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)Familiares de passageiros de avião sumido
protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/
Reuters)

Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados. A conclusão do governo da Malásia se baseia na última localização da aeronave somada a cálculos que apontam que, se ela não avançou mais que isso e o combustível disponível era limitado, só poderia ter caído no mar.

Veja o que já se sabe e o que ainda se especula sobre o caso

Na manifestação desta terça, familiares dos passageiros tentaram furar um bloqueio erguido pela polícia chinesa, causando tumulto. O grupo exigia mais explicações sobre a tragédia. Mais de 150 passageiros a bordo do avião desaparecido eram chineses.

Cerca de 30 familiares que participavam do ato entraram em confronto com a polícia, acusando a Malásia de “atrasos e mentiras”. Os manifestantes jogaram garrafas d’água na Embaixada da Malásia e tentaram invadir o prédio, exigindo uma reunião com o embaixador. Entre os gritos, ouvidos em meio a lágrimas, estavam: “O governo malaio nos enganou” e “Malásia, devolva nossos parentes”.

Polícia chinesa reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Polícia reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A China cobra da Malásia dados de satélite sobre o avião desaparecido. O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Xie Hangsheng, informou ao embaixador da Malásia em Pequim que já pediu para que a Malásia entregue todos os dados significativos de satélites a respeito do voo MH370.

“Essa [o último dado de satélite] é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso”, disse o primeiro-ministro malaio na segunda-feira. “Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com esses novos dados, o voo MH-370 terminou no sul do Oceano Índico”, declarou Razak.

Os comentários do premiê foram feitos em um momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião, após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que, acredita-se, sejam parte do Boeing 777.

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

Os objetos, descritos como “circulares e cinzas ou verdes” e “retangulares laranjas”, foram vistos na tarde de segunda-feira, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estavam a caminho da área.

O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu dos radares civis menos de uma hora após ter decolado de Kuala Lumpur rumo a Pequim. Desde então, não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado no trajeto.

A atenção e os recursos na busca pelo Boeing 777 mudaram para um trecho cada vez mais estreito do mar revolto do sul do Oceano Índico, milhares de quilômetros distante da rota original do voo.

No início da segunda-feira, a agência de notícias oficial chinesa Xinhua disse que uma aeronave do país modelo Ilyushin IL-76 avistou dois objetos “relativamente grandes” e vários outros menores flutuando dispersos por vários quilômetros.

Além disso, a Marinha dos Estados Unidos está enviando para a área seu detector de caixas-pretas (gravador de voz e dados de voo na cabine) de alta tecnologia. Encontrar esses equipamentos rapidamente é crucial, porque o localizador emite sinais por apenas 30 dias.

“Se forem encontrados destroços, responderemos o mais rápido possível, já que a vida da bateria da caixa-preta é limitada”, disse o comandante Chris Budde, chefe de Operações da 7ª Frota dos EUA, em comunicado por e-mail.

Investigadores acreditam que alguém a bordo do voo MH370 tenha desligado os sistemas de comunicação do avião. Um rastreamento parcial de um radar militar mostrou que a aeronave virou para o oeste e cruzou novamente a Península da Malásia, aparentemente sob controle de um piloto habilidoso.

Isso levou os investigadores a cogitar as hipóteses de sequestro ou sabotagem, mas problemas técnicos também não são descartados. Pulsos eletrônicos tênues detectados por um satélite comercial indicam que o avião voou por cerca de 6 horas ou mais, mas não foi possível fazer mais do que localizar seu último sinal em um ou dois vastos arcos de busca ao norte e ao sul do Oceano Índico.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Em Seul, ativistas protestam contra caça predatória de golfinhos no Japão

Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de plástico que foram pintados com tinta vermelha, representando sangue derramado pelos animais, vítimas da pesca predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je)Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de
plástico que foram pintados com tinta vermelha,
representando o sangue dos animais, vítimas da pesca
predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Ativistas da Coreia do Sul usaram golfinhos de plástico pintados com tinta vermelha em protesto realizado nesta quinta-feira (20) contra a caça desses animais no Japão, prática criticada por vários governos, mas que é defendida no país.

Os manifestantes deitaram no chão do centro de Seul, capital sul-coreana, pedindo que aquários do país parem de importar golfinhos do Japão, onde os mamíferos seriam capturados de forma cruel.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Em Seul, ativistas protestam contra caça predatória de golfinhos no Japão

Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de plástico que foram pintados com tinta vermelha, representando sangue derramado pelos animais, vítimas da pesca predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je)Ativista protesta em meio a bonecos de golfinho de
plástico que foram pintados com tinta vermelha,
representando o sangue dos animais, vítimas da pesca
predatória no Japão (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Ativistas da Coreia do Sul usaram golfinhos de plástico pintados com tinta vermelha em protesto realizado nesta quinta-feira (20) contra a caça desses animais no Japão, prática criticada por vários governos, mas que é defendida no país.

Os manifestantes deitaram no chão do centro de Seul, capital sul-coreana, pedindo que aquários do país parem de importar golfinhos do Japão, onde os mamíferos seriam capturados de forma cruel.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)Recentemente, o governo japonês defendeu a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Tártaros protestam na Crimeia com gritos de ‘Putin, vai embora’

Tártaros protestam contra referendo no domingo (Foto: Viktor Drachev/AFP)Tártaros protestam contra referendo no domingo (Foto: Viktor Drachev/AFP)

Aos gritos de “Putin, vai embora” e “Soldados russos voltem para casa” centenas de tártaros da Crimeia se manifestaram nesta sexta-feira (14) para protestar contra o referendo de domingo (16) sobre a anexação desta península ucraniana à Rússia.

Os manifestantes, que exibiam bandeiras ucranianas, se concentraram nas principais ruas de Bajchisarai, reduto da minoria muçulmana na Crimeia, sob o olhar atento de milícias de autodefesa pró-russas. “Não queremos sequer pensar na possibilidade de voltar à Rússia”, declarou à AFP Fatima Suittarova, de 40 anos.

Os tártaros, uma minoria muçulmana instalada na península, foram deportados em massa por Joseph Stalin para a Sibéria e Ásia Central, mas começaram a voltar durante os últimos anos de Guerra Fría.

Atualmente, representam entre 12% e 15% dos dois milhões de habitantes da Crimeia.

A Rússia cedeu esta península à Ucrânia em 1954, quando as duas ex-repúblicas faziam parte da URSS. No entanto, Moscou manteve no porto de Sebastopol (Crimeia) a base de sua frota no Mar Negro.

O líder tártaro, Mustafa Djemilev, pediu na véspera o boicote ao referendo e solicitou que a Otan intervenha como fez em Kosovo, antes que ocorra um massacre.

Pró-russos preparam referendo
Nesta sexta, a tensão aumentou ainda mais no leste da Ucrânia om o anúncio feito por militantes pró-Rússia da cidade de Carcóvia de que no domingo (14) um referendo também será realizado concomitantemente com o da Crimeia.

Os simpatizantes de Moscou estão no mesmo embalo do ‘premiê’ separatista pró-Rússia da península ucraniana da Crimeia, Serguei Axionov. Ele acaba de convidar lideranças russófonas do leste a organizar referendos nos moldes do que será realizado neste domingo na Crimeia, que tratará da adesão à Rússia.

A petição feita pelo movimento pró-russo de Carcóvia, que anuncia também uma série de reuniões neste sábado nesta cidade, em Lugansk, Donetsk, Mariupol e Odessa, propõe uma votação inspirada na que ocorrerá na Crimeia, com duas opções: maior autonomia ou adesão à Rússia.

Os signatários do documento anunciam a instalação de 100 a 200 urnas em Carcóvia e se propõem também a ‘assumir o poder’ e ‘pedir a ajuda da Rússia’.

A iniciativa preocupou o governador da região, Igor Baluta, que convocou uma reunião extraordinária com os responsáveis pela segurança e lançou um apelo aos moradores para que evitem as reuniões, alertando para ‘possíveis atos terroristas’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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