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Americana tenta ser a primeira a nadar de Cuba à Flórida sem proteção contra tubarões

AppId is over the quota
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A nadadora americana de longa distância Diana Nyad quer ser a primeira pessoa a atravessar a nado os 166 km que separam Cuba do Estado americano da Flórida, sem uma gaiola de proteção contra tubarões.

Nyad, que começou o percurso no sábado dia 31 de agosto, já percorreu mais da metade da distância entre a ilha e o continente.

A mulher de 64 anos, disse que essa será sua quinta e última tentativa de completar a travessia.

Ano passado ela precisou cancelar a prova depois de uma grande tempestade e após ser queimada diversas vezes por águas-vivas.

Dessa vez, ela está usando uma máscara de silicone especial para proteger o rosto de águas-vivas, mas até o momento Nyad não cruzou com nenhuma.

Sua equipe de apoio tem feito constantes atualizações em sua página na internet. No domingo, por volta das 17h (horário local) foi dada a informação de que ela já havia nadado ‘mais do que em qualquer outra tentativa anterior’, e que sua ‘velocidade média geral de 3.28 km/h está aumentando progressivamente ao longo do dia devido a uma corrente favorável.’

“Eu acho que tenho um pouco de sorte a meu favor em relação a mãe natureza. Eu estou pronta, e a proteção contra águas-vivas está melhor do que antes”, disse ela enquanto se preparava para deixar a capital cubana, Havana.

Ambição de uma vida

Nyad disse que a máscara, feita especialmente para a ocasião, torna a respiração mais difícil e pode diminuir sua velocidade, mas que a ajudaria a ‘passar por esses animais’.

As regras do nado de longa distância dizem que ela não pode, em momento algum, segurar no barco de apoio.

Nyad tem uma equipe de 35 pessoas para ajudá-la a manter seu curso e dar-lhe comida e água. Ela acredita que poderá levar até três dias para completar a travessia.

Durante sua última tentativa em agosto de 2012, ela teve que ser retirada da água após 41 horas, quando uma tempestade, e repetidas queimaduras de águas-vivas venenosas, não a deixaram continuar.

A nadadora tentou pela primeira vez completar a travessia em 1978 usando uma gaiola de proteção contra tubarões.

A segunda tentativa – sem uma gaiola – em 2011, teve que ser cancelada por causa de uma dor no ombro e um ataque de asma. No mesmo ano, queimaduras de águas-vivas acabaram com sua terceira tentativa de completar o cruzamento.

Falando em uma entrevista em Cuba, na sexta-feira (30), Nyad disse que esta seria sua última tentativa. “É muito emocionante para mim – já era há 35 anos, e ainda é – fazer algo que ninguém jamais fez. Tudo valeu a pena”, disse ela.

“Mas, desta vez, se eu não concluir a travessia, direi com orgulho que não tenho mais nada a acrescentar.”

Em junho, a nadadora de longa distância australiana Chloe McCardle tentou fazer a travessia sem uma gaiola de proteção contra tubarões, mas teve que desistir depois de também ser queimada por águas-vivas.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Durante meses, App Store não possuia proteção por criptografia

John P. Mello Jr., CSO / EUA

A App Store operou por meses sem que recebesse proteção pelo protocolo de criptografia SSL, de acordo com pesquisadores. A Apple anunciou que corrigiu o problema em janeiro, mas os especialistas que descobriram a falha não escreveram sobre ela até este mês.

“Estou muito feliz que esse trabalho que desenvolvo como hobby tenha incentivado a Apple a finalmente ativar o HTTPS para proteger os usuários”, escreveu Elie Bursztein, que trabalha em tempo integral no Google, em seu blog pessoal.

A gigante de Cupertino não comentou sobre o caso imediatamente.

Bursztein, junto com Bernhard “Bruhns” Brehm da empresa de segurança Labs Recurity e Rahul Iyer da Bejoi, descobriu em julho de 2012 que as comunicações entre a App Store e consumidores que utilizam da loja não eram criptografadas.

Essa deficiência deixou os usuários vulneráveis a vários tipos de ataque em redes públicas, como as encontradas em uma loja no aeroporto ou café, de acordo com Bursztein.

Os ataques potenciais incluíam:

Roubo de senhas
Quando um usuário acessa a App Store, um cracker poderia exibir uma tela de solicitação de senha falsa durante o processo, efetivamente levando o usuário a entregar sua senha. “O Apple ID controla seu cartão de crédito para a compra de música e aplicativos, que controla todos os seus backups com todos os seus contatos”,  disse o conselheiro de segurança da Sophos, Chet Wisniewski, em uma entrevista. “Isso é uma coisa muito sensível. A Apple ID é semelhante ao Facebook e Google. Uma vez hackeado, ele abre portas para toda a sua vida digital.”

Aplicativos falsos
O usuário poderia ser enganado para instalar um aplicativo enviado pelo cracker quando pensam que estão instalando softwares legítimos. Um aplicativo que custa dinheiro pode ser substituído por um aplicativo gratuito, também.

Falsas atualizações
Cibercriminosos poderiam enganar o usuário a instalar outra coisa que não a atualização do aplicativo eles pensam que estão recebendo.

Prevenção de instalação
Isso evitaria um aplicativo de ser instalado na máquina, removendo-o da loja ou enganando o dispositivo para que ele pense que o aplicativo já foi instalado.

Espionagem de aplicativos
O mecanismo de atualização da App Store poderia ser acessado e todos os aplicativos instalados no dispositivo de um usuário poderiam ser vistos por um cracker.

Com as comunicações da App Store vulneráveis ??por tanto tempo, é um milagre que um ataque significativo não tenha ocorrido, disse o CSO da Rapid7, HD Moore.

“Eu vi a comunidade hacker falando sobre isso e demonstrando diferentes técnicas”, disse ele, “mas é surpreendente que não tenha havido qualquer ataque em escala mais ampla.”

Um fator limitante, ele explicou, é que o atacante tem que estar na mesma área física que o alvo – ou no mesmo segmento local ou na mesma rede sem fio – para realizá-lo.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Durante meses, App Store não possuia proteção por criptografia

John P. Mello Jr., CSO / EUA

A App Store operou por meses sem que recebesse proteção pelo protocolo de criptografia SSL, de acordo com pesquisadores. A Apple anunciou que corrigiu o problema em janeiro, mas os especialistas que descobriram a falha não escreveram sobre ela até este mês.

“Estou muito feliz que esse trabalho que desenvolvo como hobby tenha incentivado a Apple a finalmente ativar o HTTPS para proteger os usuários”, escreveu Elie Bursztein, que trabalha em tempo integral no Google, em seu blog pessoal.

A gigante de Cupertino não comentou sobre o caso imediatamente.

Bursztein, junto com Bernhard “Bruhns” Brehm da empresa de segurança Labs Recurity e Rahul Iyer da Bejoi, descobriu em julho de 2012 que as comunicações entre a App Store e consumidores que utilizam da loja não eram criptografadas.

Essa deficiência deixou os usuários vulneráveis a vários tipos de ataque em redes públicas, como as encontradas em uma loja no aeroporto ou café, de acordo com Bursztein.

Os ataques potenciais incluíam:

Roubo de senhas
Quando um usuário acessa a App Store, um cracker poderia exibir uma tela de solicitação de senha falsa durante o processo, efetivamente levando o usuário a entregar sua senha. “O Apple ID controla seu cartão de crédito para a compra de música e aplicativos, que controla todos os seus backups com todos os seus contatos”,  disse o conselheiro de segurança da Sophos, Chet Wisniewski, em uma entrevista. “Isso é uma coisa muito sensível. A Apple ID é semelhante ao Facebook e Google. Uma vez hackeado, ele abre portas para toda a sua vida digital.”

Aplicativos falsos
O usuário poderia ser enganado para instalar um aplicativo enviado pelo cracker quando pensam que estão instalando softwares legítimos. Um aplicativo que custa dinheiro pode ser substituído por um aplicativo gratuito, também.

Falsas atualizações
Cibercriminosos poderiam enganar o usuário a instalar outra coisa que não a atualização do aplicativo eles pensam que estão recebendo.

Prevenção de instalação
Isso evitaria um aplicativo de ser instalado na máquina, removendo-o da loja ou enganando o dispositivo para que ele pense que o aplicativo já foi instalado.

Espionagem de aplicativos
O mecanismo de atualização da App Store poderia ser acessado e todos os aplicativos instalados no dispositivo de um usuário poderiam ser vistos por um cracker.

Com as comunicações da App Store vulneráveis ??por tanto tempo, é um milagre que um ataque significativo não tenha ocorrido, disse o CSO da Rapid7, HD Moore.

“Eu vi a comunidade hacker falando sobre isso e demonstrando diferentes técnicas”, disse ele, “mas é surpreendente que não tenha havido qualquer ataque em escala mais ampla.”

Um fator limitante, ele explicou, é que o atacante tem que estar na mesma área física que o alvo – ou no mesmo segmento local ou na mesma rede sem fio – para realizá-lo.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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App Store ficou sem proteção por criptografia durante meses

John P. Mello Jr., CSO / EUA

A App Store operou por meses sem que recebesse proteção pelo protocolo de criptografia SSL, de acordo com pesquisadores. A Apple anunciou que corrigiu o problema em janeiro, mas os especialistas que descobriram a falha não escreveram sobre ela até este mês.

“Estou muito feliz que esse trabalho que desenvolvo como hobby tenha incentivado a Apple a finalmente ativar o HTTPS para proteger os usuários”, escreveu Elie Bursztein, que trabalha em tempo integral no Google, em seu blog pessoal.

A gigante de Cupertino não comentou sobre o caso imediatamente.

Bursztein, junto com Bernhard “Bruhns” Brehm da empresa de segurança Labs Recurity e Rahul Iyer da Bejoi, descobriu em julho de 2012 que as comunicações entre a App Store e consumidores que utilizam da loja não eram criptografadas.

Essa deficiência deixou os usuários vulneráveis a vários tipos de ataque em redes públicas, como as encontradas em uma loja no aeroporto ou café, de acordo com Bursztein.

Os ataques potenciais incluíam:

Roubo de senhas
Quando um usuário acessa a App Store, um cracker poderia exibir uma tela de solicitação de senha falsa durante o processo, efetivamente levando o usuário a entregar sua senha. “O Apple ID controla seu cartão de crédito para a compra de música e aplicativos, que controla todos os seus backups com todos os seus contatos”,  disse o conselheiro de segurança da Sophos, Chet Wisniewski, em uma entrevista. “Isso é uma coisa muito sensível. A Apple ID é semelhante ao Facebook e Google. Uma vez hackeado, ele abre portas para toda a sua vida digital.”

Aplicativos falsos
O usuário poderia ser enganado para instalar um aplicativo enviado pelo cracker quando pensam que estão instalando softwares legítimos. Um aplicativo que custa dinheiro pode ser substituído por um aplicativo gratuito, também.

Falsas atualizações
Cibercriminosos poderiam enganar o usuário a instalar outra coisa que não a atualização do aplicativo eles pensam que estão recebendo.

Prevenção de instalação
Isso evitaria um aplicativo de ser instalado na máquina, removendo-o da loja ou enganando o dispositivo para que ele pense que o aplicativo já foi instalado.

Espionagem de aplicativos
O mecanismo de atualização da App Store poderia ser acessado e todos os aplicativos instalados no dispositivo de um usuário poderiam ser vistos por um cracker.

Com as comunicações da App Store vulneráveis ??por tanto tempo, é um milagre que um ataque significativo não tenha ocorrido, disse o CSO da Rapid7, HD Moore.

“Eu vi a comunidade hacker falando sobre isso e demonstrando diferentes técnicas”, disse ele, “mas é surpreendente que não tenha havido qualquer ataque em escala mais ampla.”

Um fator limitante, ele explicou, é que o atacante tem que estar na mesma área física que o alvo – ou no mesmo segmento local ou na mesma rede sem fio – para realizá-lo.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Até onde vai a liberdade de expressão e proteção de dados na internet?

Publicada em 30/01/2013 19:45

Liberdade de expressão é um tema complexo. Proteção de dados pessoais, idem. Quando olhados da perspectiva da internet e dos desafios da era digital, então… Até onde vão os nossos direitos e onde começam os dos outros? Há necessidade de regular a Internet? O que ganhamos e o que perdemos com iniciativas como a do Marco Civil da Internet?

Um pouco de cada uma dessas questões veio à tona o hangout sobre Liberdade de Expressão e Proteção de Dados na Internet promovido hoje pela Google Brasil, que tive a oportunidade de mediar. Os convidados, Maurício Azedo,  presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Vitor Hugo Freitas, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia  da OAB-SP e membro da ISOC-br e Marcelo Leonardi , diretor de políticas públicas do Google Brasil e professor da FGV-SP,  foram unânimes em refutar a imposição de restrições à liberdade de expressão na Internet. Mas reconhecem, todos, que as liberdades na Internet, e ela mesma, Internet, enquanto meio não regulado, correm sérios riscos.

A liberdade de expressão é um direito fundamental e deve ser interpretado no contexto de direitos humanos. Contudo não é um direito absoluto. Cada Participante, sob a ótica das organizações que representam, reconhece ainda a importância de marcos jurídicos adequados que possam proteger direitos correlatos ao da liberdade de expressão, assegurado na Constituição, como o direito à privacidade, o direito à honra, o direito à intimidade, sem correr riscos de suprimir o direito à liberdade de expressão por completo.

Vale assistir. Além de instrutivo, o papo, de uma hora, esclarece vários pontos sobre o assunto.

Proteção de dados
Quando o assunto é a proteção de dados pessoais, o The Register acaba de publicar que a Apple e o Google  não se saíram tão bem no ranking das empresas mais confiáveis ??para proteger a privacidade e as informações pessoais de seus clientes, publicada anualmente pelo Ponemon Institute. A Apple ocupa agora o 21º lugar. E Google, que chegou a estar entre as dez mais nos últimos anos, também caiu é outra gigante da internet que ão integra a lista das 20 empresas mais confiáveis.

Como vêm fazendo nos últimos sete anos, os pesquisadores  do Ponemon ouviram mais de 100 mil adultos residentes nos Estados Unidos e pediu a cada um deles para, entre outras coisas, citar as empresas mais confiáveis ??para proteger a privacidade de suas informações pessoais. A empresa apontada como a mais confiável, desta vez, foi a American Express. A HP aparece na segunda posição seguida pela Amazon, IBM, e o Serviço Postal dos Estados Unidos. O eBay, que em 2007 também chegou a ser líder, caiu para a nona posição.

O relatório do Ponemon Institute vale uma leitura rápida. Traz informações relevantes sobre a percepção das pessoas a respeito da proteção de seus dados, especialmente na Internet. As pessoas ouvidas estão cada vez mais pessimistas em relação o maior controle que  sentem que as empresas têm sobre suas informações pessoais.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Até onde vai a liberdade de expressão e proteção de dados na internet?

Publicada em 30/01/2013 19:45

Liberdade de expressão é um tema complexo. Proteção de dados pessoais, idem. Quando olhados da perspectiva da internet e dos desafios da era digital, então… Até onde vão os nossos direitos e onde começam os dos outros? Há necessidade de regular a Internet? O que ganhamos e o que perdemos com iniciativas como a do Marco Civil da Internet?

Um pouco de cada uma dessas questões veio à tona o hangout sobre Liberdade de Expressão e Proteção de Dados na Internet promovido hoje pela Google Brasil, que tive a oportunidade de mediar. Os convidados, Maurício Azedo,  presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Vitor Hugo Freitas, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia  da OAB-SP e membro da ISOC-br e Marcelo Leonardi , diretor de políticas públicas do Google Brasil e professor da FGV-SP,  foram unânimes em refutar a imposição de restrições à liberdade de expressão na Internet. Mas reconhecem, todos, que as liberdades na Internet, e ela mesma, Internet, enquanto meio não regulado, correm sérios riscos.

A liberdade de expressão é um direito fundamental e deve ser interpretado no contexto de direitos humanos. Contudo não é um direito absoluto. Cada Participante, sob a ótica das organizações que representam, reconhece ainda a importância de marcos jurídicos adequados que possam proteger direitos correlatos ao da liberdade de expressão, assegurado na Constituição, como o direito à privacidade, o direito à honra, o direito à intimidade, sem correr riscos de suprimir o direito à liberdade de expressão por completo.

Vale assistir. Além de instrutivo, o papo, de uma hora, esclarece vários pontos sobre o assunto.

Proteção de dados
Quando o assunto é a proteção de dados pessoais, o The Register acaba de publicar que a Apple e o Google  não se saíram tão bem no ranking das empresas mais confiáveis ??para proteger a privacidade e as informações pessoais de seus clientes, publicada anualmente pelo Ponemon Institute. A Apple ocupa agora o 21º lugar. E Google, que chegou a estar entre as dez mais nos últimos anos, também caiu é outra gigante da internet que ão integra a lista das 20 empresas mais confiáveis.

Como vêm fazendo nos últimos sete anos, os pesquisadores  do Ponemon ouviram mais de 100 mil adultos residentes nos Estados Unidos e pediu a cada um deles para, entre outras coisas, citar as empresas mais confiáveis ??para proteger a privacidade de suas informações pessoais. A empresa apontada como a mais confiável, desta vez, foi a American Express. A HP aparece na segunda posição seguida pela Amazon, IBM, e o Serviço Postal dos Estados Unidos. O eBay, que em 2007 também chegou a ser líder, caiu para a nona posição.

O relatório do Ponemon Institute vale uma leitura rápida. Traz informações relevantes sobre a percepção das pessoas a respeito da proteção de seus dados, especialmente na Internet. As pessoas ouvidas estão cada vez mais pessimistas em relação o maior controle que  sentem que as empresas têm sobre suas informações pessoais.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Buscapé lança serviço de proteção que ressarce internauta

A Buscapé anunciou nesta quinta (1) o lançamento do recurso Buscapé Protege, que devolve o dinheiro do internauta caso ele enfrente problemas com as compras feitas através do site comparador de preços. O serviço poderá ser usado se o pedido não for entregue ou se o produto chegar quebrado.

A medida é válida para produtos ou serviço de até 500 reais. O Buscapé disse que se a compra exceder esse valor, o restante será pago pelo próprio fornecedor, após contato feito pelo portal.

Para ter direito ao serviço é preciso criar uma conta no Buscapé. Depois disso, ao realizar uma comparação de preços no site será possível visualizar as ofertas protegidas, sinalizadas por um cadeado amarelo (foto).

Buscapeprotege
Ao se cadastrar no site, o Buscapé Protege é automaticamente ativado

Ao finalizar a compra, o internauta deverá responder a pesquisa e-bit no final do processo. Feito isso, ele receberá um email confirmando a cobertura do serviço. 

O consumidor tem um prazo de até 45 dias após a data do pedido para realizar reclamações sobre o produto adquirido por meio do portal. O Buscapé terá o mesmo prazo, após o contato do internauta, para resolver o problema ou efetuar o reembolso. O serviço pode ser utilizado somente uma vez ao ano e o valor do reembolso não é cumulativo.

De acordo com a empresa, inicialmente o Buscapé Protege vai ser oferecido apenas nas ofertas protegidas de lojas com classificação Diamante da e-bit (empresa provedora de informações sobre o mercado eletrônico) e companhias que utilizam Pagamento Digital como meio exclusivo de pagamento, desde que sejam conveniadas a e-bit. 

A empresa alerta que o Buscapé Protege não é válido para situações específicas, como casos de greve dos Correios, produtos importados, produtos com defeito e já enviados para análise e com prazo para estorno do cartão de crédito.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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