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Twitter analisa possível bloqueio na Turquia após promessa de premiê

A empresa Twitter disse nesta quinta-feira (20) que está analisando denúncias de que seu serviço foi bloqueado na Turquia. O Twitter publicou uma mensagem aconselhando usuários turcos a enviar tweets usando mensagens por telefones celulares. O possível bloqueio ocorre horas depois que o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, prometeu em um comício eleitoral ‘erradicar’ esta rede social.

Erdogan disse não se importar com uma reação internacional, em sua mais nova explosão emocional em uma campanha eleitoral cada vez mais amarga.

A campanha para as eleições locais de 30 de março foram marcadas por explosões de raiva, ameaças e teorias da conspiração. Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção que diz ser orquestrado por seus inimigos, e as informações estão sendo vazadas principalmente via Twitter e YouTube. “Twitter… Vamos varrer tudo isso do mapa”, disse ele.

“A comunidade internacional pode dizer isso ou aquilo. Não me importo. Todos verão quão poderosa é a República da Turquia”, disse em seu característico tom inflexível.

Duas semanas atrás, Erdogan disse que a Turquia poderia banir o Facebook e o YouTube que, segundo ele, têm sido usados por seus inimigos, depois que gravações revelando corrupção de seus colaboradores foram publicadas on-line.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Twitter analisa possível bloqueio na Turquia após promessa de premiê

A empresa Twitter disse nesta quinta-feira (20) que está analisando denúncias de que seu serviço foi bloqueado na Turquia. O Twitter publicou uma mensagem aconselhando usuários turcos a enviar tweets usando mensagens por telefones celulares. O possível bloqueio ocorre horas depois que o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, prometeu em um comício eleitoral ‘erradicar’ esta rede social.

Erdogan disse não se importar com uma reação internacional, em sua mais nova explosão emocional em uma campanha eleitoral cada vez mais amarga.

A campanha para as eleições locais de 30 de março foram marcadas por explosões de raiva, ameaças e teorias da conspiração. Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção que diz ser orquestrado por seus inimigos, e as informações estão sendo vazadas principalmente via Twitter e YouTube. “Twitter… Vamos varrer tudo isso do mapa”, disse ele.

“A comunidade internacional pode dizer isso ou aquilo. Não me importo. Todos verão quão poderosa é a República da Turquia”, disse em seu característico tom inflexível.

Duas semanas atrás, Erdogan disse que a Turquia poderia banir o Facebook e o YouTube que, segundo ele, têm sido usados por seus inimigos, depois que gravações revelando corrupção de seus colaboradores foram publicadas on-line.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Criador do ‘Flappy Bird’ cumpre promessa e retira game do ar

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)‘Flappy Bird’ se tornou hit entre os usuários e chegou
a faturar R$ 119 mil em anúncios
(Foto: Divulgação/.Gears)

Mantendo o aviso feito no sábado (8) por meio de seu perfil no Twitter, o desenvolvedor vietnamita Dong Nguyen removeu o sucesso “Flappy Bird” da App Store e do Google Play neste domingo (9).

Por meio de seu perfil no Twitter, Dong se limitou a dizer que “não aguentava mais”, e que não esperava que o jogo gratuito fosse fazer um sucesso tão esmagador entre os usuários.

A decisão pegou os usuários de surpresa, já que a versão para Android havia sido lançada há pouco tempo, enquanto que o jogo para iOS havia recebido uma atualização em 7/2, apenas um dia antes do anúncio de que ele seria retirado do ar.

Por volta das 16h (horário de Brasília) deste domingo, o jogo desapareceu das lojas de apps do Google e da Apple, e não pode ser mais baixado.

No entanto, usuários que conseguiram fazer o download a tempo poderão continuar jogando em seus dispositivos normalmente, porém, não receberão nenhum tipo de atualização.

“Desculpem usuários  do Flappy Bird”, mas daqui a 22 horas vou remover o Flappy Bird [das lojas de aplicativos]. Não aguento mais”, escreveu Ngyen em seu perfil no site de microblogs por volta das 17h (horário de Brasília) no sábado.

Dong chegou a frisar que “vão iria vender” o título e que a decisão não teria sido motivada por questões jurídicas. “Não é nada relacionado com questões legais. Não consigo acompanhar mais”, frisou o criador vietnamita, finalizando que ainda continua criando jogos indie na produtora “dot Gears”.

O criador do game já havia reclamado da pressão que estava sofrendo da imprensa, e pediu para que os veículos parassem de procurá-lo. “A imprensa está sobrevalorizando o sucesso dos meus jogos. É algo que eu nunca quis. Por favor, me deixem em paz”, declarou Dong Nguyen no Twitter.

Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game seria retirado do ar no domingo (9), e cumpriu sua promessa (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)

Dificuldade lucrativa
O game, que ficou conhecido por sua dificuldade extrema e simplicidade, chegou ao topo da lista dos mais baixados em ambas as plataformas, arrecadando aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”.

No game o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen disse que não pretendia soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo, já que título teria alcançado “um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo”, porém chegou a ventilar que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comentou à época o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirmou à época que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Al-Jazeera lança rede ‘América’ com promessa de revolucionar jornalismo

Redação da Al-Jazeera America em Nova York (Foto: Bebeto Matthews/AP)Redação da Al-Jazeera America em Nova York (Foto: Bebeto Matthews/AP)

Graças a abundantes recursos, a uma ambiciosa agenda e a um punhado de repórteres famosos, o grupo catariano Al-Jazeera lançou nesta terça-feira (20) sua nova emissora de informação nos Estados Unidos, com a promessa de revolucionar o jornalismo televisivo no país e de superar as expectativas do público americano.

A Al-Jazeera America iniciou suas transmissões a partir das 19h GMT (16h de Brasília).

Inicialmente, a Al-Jazeera America será recebida por 40 milhões de lares em todo o país, mas os planos são de expansão e de entrar na competição feroz travada pelas três grandes do jornalismo 24h nos Estados Unidos: CNN, MSNBC e Fox News. A emissora terá, diariamente, 14 horas de transmissão ao vivo, além de documentários e programas de debate e boletins de notícia de hora em hora.

A rede pretende fazer das reportagens em profundidade e de longa duração – formato pouco prestigiado pelos grandes grupos de TV nos Estados Unidos – o ponto forte de sua programação.

“Sabemos que os americanos querem receber uma cobertura em profundidade dos temas da atualidade que lhes interessam. Querem mais reportagens imparciais e menos partidarismo, exatamente o que a Al-Jazeera faz”, diz Ehab Al Shihabi, diretor-geral interino da Al-Jazeera America.

Alguns especialistas afirmam, porém que o grupo dirigido pela família real do Catar deve se preparar para uma difícil batalha para conquistar audiência em um país como os Estados Unidos, que tem uma relação complexa com o Oriente Médio. A emissora ficou conhecida por ter divulgado, no passado, mensagens da rede Al-Qaeda, ou de Osama bin Laden.

Alguns conservadores garantem que até hoje o grupo é anti-Ocidente. “A Al-Jazeera já teve um papel na radicalização de muçulmanos no exterior, com o propósito de que os americanos fossem tomados como alvo pelo terrorismo”, criticou o diretor do lobby Accuracy in Media, Cliff Kincaid.

Ehab al-Shihabi quer acreditar que, depois que o público puder conhecer realmente a programação do canal, esses preconceitos cairão por terra. “Estamos investindo grandes quantias de dinheiro em publicidade e em estratégia de marca (…) Tenho certeza de que, em pouco tempo, a Al-Jazeera será popular”, insistiu.

Grandes nomes da televisão
Para garantir o sucesso, a emissora não poupa esforços, contratando estrelas do jornalismo americano, como Soledad O’Brien e Ali Velshi, da CNN, ou Sheila MacVicar, que foi da ABC e da CNN. Ao todo, mais de 850 profissionais foram contratados para trabalhar em 12 escritórios espalhados pelo país, e 70 no mundo.

O lançamento da Al-Jazeera America acontece no âmbito da compra do canal por assinatura Current TV, co-fundado em 2005 pelo ex-vice-presidente Al Gore.

David Shuster, um dos jornalistas contratados pela nova emissora e que já trabalhou na MSNBC, aprecia a ‘enorme oportunidade’, em função da enxurrada de recursos com que conta a Al-Jazeera. Para ele, o grupo está se tornando o maior do mundo no setor.

A presidente da Al-Jazeera America, Kate O’Brian, prometeu que seu canal “evitará recorrer a comentários de especialistas e a tratar das últimas excentricidades dos famosos” para se concentrar, em contrapartida, “em tudo aquilo que merece ser coberto”.

A Al-Jazeera contará apenas com um máximo de seis minutos de publicidade por hora, comparados aos 15 da maioria dos canais.

O quartel-general da Al-Jazeera America será em Nova York, perto da Penn Station. Em Washington, Al-Jazeera ficará nos estúdios que já foram ocupados pela ABC no “Newseum”, perto da Casa Branca e do Congresso.

Joie Chen, ex-jornalista da CNN e da CBS, um outro grande nome recuperado pela Al-Jazeera, justificou sua ida para o canal pela “qualidade do trabalho realizado”. Segundo ela, “queremos relatar aquelas histórias que não contam com suficiente cobertura e falar com as comunidades mais esquecidas.”

Já o ex-apresentador da NBC John Seigenthaler vê a Al-Jazeera como um canal que “dá um pouco mais de densidade, um pouco mais de perspectiva, um pouco mais de contexto, ou seja, aquilo que se busca no jornalismo.”

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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