RSS

Arquivo da tag: projetos

Fãs criam projetos para homenagear primeira vez de John Mayer no Brasil

AppId is over the quota
AppId is over the quota

John Mayer se apresenta no Rock in Rio em 21 de setembro, e dois dias antes faz show em São Paulo. Para comemorar a primeira vinda do cantor americano ao Brasil, tem fã-clube de Mayer que preparou mimos para ele.

Camila Gomes Furtado, de 23 anos, e Ana Carolina Santos, de 30, resolveram produzir um livro coletivo de fotos. “A ideia surgiu quando decidimos criar algo especial. Achamos que ele ia ficar encantado com as paisagens do Brasil”, conta Ana Carolina. O projeto está em processo de finalização e conta com fotografias de fãs brasileiros. Foram recebidos mais de 300 email-s com fotos. “Cada fã enviou uma indicação de música brasileira. Nosso objetivo foi juntar as paixões dele: fotografia e música. A ideia era aproximar o artista dos admiradores e da cultura brasileira”, conta Camila.

Outro projeto idealizado em comemoração a vinda do cantor foi a criação do vídeo “Draw my life – John Mayer”. Conta a história do cantor desde quando nasceu até a vida adulta. “Em menos de 24 horas recebemos mais de mil views no youtube”, afirma Ana Carolina. (Assista ao vídeo no YouTube do site John Mayer BR)

As criadores do site apontam como principais hits do cantor “Your body is a wonderland”, “Daughters” e “Gravity”.”Existe uma música do John Mayer para qualquer situação da sua vida e ele sabe a importância disso para os fãs. As letras são brutalmente honestas de uma forma muito sensível. Por ele ser assim, a gente acaba criando conexão íntima”, conta Ana Carolina.

John Mayer faz malas em desenho de vídeo feito por fãs brasileiros (Foto: Reprodução/YouTube)John Mayer faz malas em desenho de vídeo feito por
fãs brasileiros (Foto: Reprodução/YouTube)

A importância é tão grande que a jovem fez duas tatuagens em homenagem ao significado de músicas do ídolo. Ele precisa de carinho: Mayer vem ao Brasil pela primeira vez, em momento difícil da carreira, após pausa por problema em suas cordas vocais.

“O granuloma atrapalhou muito John. Ele teve que baixar o arranjo vocal de muitas músicas ao vivo. O set list para os shows será variado, mas dentro do que ele consegue cantar”, diz Ana Carolina.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Música

 

Tags: , , , , ,

ROI bem calculado ajuda líderes de TI a incrementar projetos

Como outras ideias de negócio, propostas de TI devem ser mensuradas por seu potencial de proporcionar velocidade, eficiência e inovação. Isso aumenta as chances de aprovação de projetos.

Vários anos atrás, Coombes Todd S. propôs um projeto em uma empresa onde ele era CIO. “Foi uma modernização de alguns dos nossos sistemas legados mais antigos e conversão de dados para a nova plataforma”, lembra ele. “Foi muito importante para a TI.”

Mas sua proposta teve que competir com centenas de outros usos do capital da empresa, medidos pelo tempo que levariam para dar retorno. “Muitas empresas gostam de fazer projetos que assegurem retorno do capital investido em 18 ou 24 meses”, diz Coombes, que recentemente se tornou vice-presidente executivo e CIO da ITT Educational Services, baseada em Carmel mas com 140 campi em todo o país. “Muitas dessas conversões de sistemas legados teriam retorno em sete anos, e isso não é um prazo tão longo.”

O primeiro ano em que Coombes propôs o projeto, ele foi rejeitado em favor de outros com melhor ROI. No ano seguinte, ele o propôs novamente, e novamente a proposta foi rejeitada. Mas no terceiro ano, ele chegou a ser aprovado. O que mudou? “Neste segundo ano, tivemos alguns grandes negócios impactados por  interrupções resultantes de não termos feito o projeto proposto”, diz Coombes. “Expliquei que era apenas a ponta do iceberg do que poderia acontecer se nós continuássemos a não abordar as coisas que precisavam ser abordadas apenas porque elas não atingiam as taxas de retorno que nós estávamos tentando alcançar. Acho que foi o que abriu os olhos de muitos colegas das áreas de negócio.”

A experiência de Coombes em sue antigo emprego ilustra um enigma para muitos CIOs: como exatamente projetar o impacto econômico de uma tecnologia proposta. Valor presente líquido, taxa interna de retorno e tempo de retorno do investimento são todos métodos de medição que os CIOs devem compreender e usar para ajudar os líderes empresariais a decidirem se querem ou não um investimento de tecnologia que vale a pena ser feito. Mas muitos líderes de TI não têm conhecimento financeiro para apresentar aos CFOs e CEOs as informações precisas que estão buscando. E mesmo os que têm, muitas vezes percebem que métricas financeiras podem não funcionar para a maioria dos projetos de TI.

“Setenta por cento das iniciativas de tecnologia não têm um efeito direto mensurável sobre o balanço da empresa”, diz o analista do Gartner, Michael Smith. “A mídia social é um exemplo de que, como o CRM e, em muitos outros casos, a gestão do conhecimento e a colaboração geram benefícios financeiros, mas indiretos. Muitos líderes de TI que são convidados a projetar o ROI de itens como estes passam por uma experiência muito frustrante.”

Frustrante, sim. Opcional, não. Gostem ou não, especialmente nestes tempos de restrição de recursos financeiros, os líderes de TI devem ser capazes de apoiar projetos essenciais com um bom raciocínio de ROI. Aqui estão algumas abordagens que podem ajudar.

É preciso formação financeira
Nos dias de hoje, todas as empresas líderes de TI reconhecem a importância do retorno sobre o investimento ao decidir quais os projetos que devem ser feitos. Mas poucos realmente entendem os princípios financeiros, diz Peter Weis, CIO da Matson, uma empresa de transporte baseada em Honolulu, com US $ 1,6 bilhões de receita anual.  “É fácil de subir profissionalmente com base um conjunto de competências que não têm nada a ver com finanças corporativas. Por exemplo, eu mesmo comecei no desenvolvimento de software”, diz. Mas depois de um certo estágio, outras competências começam a fazer falta.

Habilidades financeiras são consideradas um adicional na carreira de TI, diz ele, mas nenhum candidato com habilidades técnicas essenciais será contratado para cargos executivos sem ter habilidades financeiras. “Finanças não precisa ser uma reflexão tardia. Ele precisa ser o núcleo para o seu conjunto de habilidades como liderança ou estratégia de TI”, diz Weis.

Weis se sentiu tão fortemente pressionado que voltou para a escola para fazer um MBA. “Em um programa de dois anos, você aprende sobre finanças em profundidade”, diz ele.

Se você não tem ou não pode adquirir esse nível de experiência financeira, garantia que alguém de confiança no seu departamento tenha, diz Peter Campbell, vice-presidente sênior de TI da Sprint-Nextel. “Eu tenho MBAs que trabalham na minha empresa”, diz ele. “Eu não sou um DBA, não sei como corrigir problemas no Oracle, mas tenho DBAs que pode fazer isso. Da mesma forma, tenho pessoas com formação financeira que podem analisar o ROI dos projetos de TI.”

Coombes diz que a melhor solução é ter uma equipe de gerenciamento de projetos cobrada não apenas pela a gestão dos projetos, mas também por fazer análises custo-benefício e cálculos de ROI. “O PMO tem, ao menos inicialmente, que trabalhar em parceria com as finanças para criar modelos para o cálculo de ROI”, diz ele.

Faça amigos na área financeira
Por mais formação financeira que você e seus funcionários passem a ter, você não será bem sucedido até que aprenda como abordar a própria equipe financeira da sua empresa. Para fazer isso, para conheça os executivos financeiros da sua empresa, a forma como pensam, e aprenda o máximo que puder com eles.

Isso é o que Weis fez quando propôs um projeto grande, de vários anos, na Matson. Na época, a Matson era parte da Alexander & Baldwin (que desde então tem se separou), e Matthew Cox, atual CEO da empresa, foi o seu CFO. “Nós estávamos começando um ciclo de grandes investimentos, e eu tive a sorte de passar um tempo com ele”, diz Weis. “Escutei atentamente as perguntas que ele fez – e quase nenhuma delas era sobre a tecnologia. Eram sobre riscos. Ele queria ter certeza de que entregaríamos o valor para o negócio. Lembro-me de tomar notas. “

Para aqueles que não tiveram essa experiência, Weis recomenda uma abordagem direta: basta pedir seus contatos da área financeira uma avaliação honesta de sua estimativa da orçamento. “Obter um feedback sincero quanto à forma como estávamos fazendo em nossos pedidos de capitais foi muito esclarecedor para mim”, diz ele. “Eu tinha alguma vaga sensação de que eu tinha que melhorar, mas até então, realmente não sabia o quanto e como.”

Pergunte sobre os benefícios para o negócio
Quanto de benefício para o negócio um novo projeto de TI será capaz de criar? Responder a essa pergunta não deve ser o seu trabalho, de acordo com Meade Monger, diretor da divisão de Serviços de Informação de Gestão da AlixPartners, uma consultoria sediada em Nova York. Ele diz que é tolo a TI tentar julgar sozinha o que a empresa faz. Em vez disso, cálculos de ROI de um projeto de TI devem envolver toda a empresa. “A TI traz a informação sobre custos, e contatos de negócios trazem as informações sobre os benefícios de negócios”, diz ele.

“Certifique-se sempre que os números foram fornecidos pelo departamento que será o patrocinando do projeto”, diz Campbell. Você nunca deve dizer qualquer coisa como “este projeto vai economizar US $ 10 milhões”, acrescenta. “Você está dizendo que a área de negócio beneficiada  está  prevendo isso. Ao começar a fazer previsões sobre os benefícios do projeto sem o apoio da área de negócio afetada por ele, você se coloca em risco.”

Use números concretos sempre que puder
Quais são os melhores métodos para calcular o ROI? Uma análise de custo-benefício simplesmente compara o custo de um projeto com o benefício financeiro esperado. Tempo de retorno do investimento mede quanto tempo um projeto vai levar para pagar a si próprio. Taxa interna de retorno visa determinar a rentabilidade de um investimento ou projeto. Um projeto é atrativo quando sua TIR for maior do que o custo de capital do projeto. Todas essas medidas são significativas para os CFOs e os líderes de TI precisam saber usá-las.

E quando um projeto de TI deve ser feito, mas não pode ser justificado por ROI direto? Uma boa abordagem é o uso de fórmulas como as oferecidas pelo Gartner. A consultoria tem um sistema que mede 54 tipos de benefícios e define o impacto econômico de cada um. “É melhor do que criar métricas nebulosas”, diz Smith. “Considere coisas como” intimidade com o cliente. ” Se uma nova tecnologia melhora a sua intimidade com o cliente de 50% para 75%, um CFO vai perguntar: ‘Qual a receita que vamos chegar com isso?’ A maioria de nós não sabe responder a essa pergunta”, afirma.

Para um “refresh” do projeto, tais como a migração de sistemas legado que Coombes propôs, fórmulas semelhantes podem estimar o custo de não fazer o projeto, tanto em termos de necessidades de manutenção futuras e  quanto o aumento do risco de indisponibilidade. Na Sprint-Nextel, o CIO pede para que as unidades de negócios ajudem a criar uma avaliação de risco do negócio para medir o efeito potencial de uma falha em um determinado sistema. “Ela é usada como um conceito para um monte de coisas, incluindo requisitos de projeto”, diz Campbell. “Um sistema de alto impacto comercial é projetado com um monte de redundâncias, um sistema de baixo impacto não pode ter pouca redundância.”

Weis, por outro lado, é cético quanto ao uso de qualquer método de fixação de um valor em dólares para o risco de uma falha do sistema. “Se dissermos que é um problema de milhões de dólares em caso de uma interrupção desse sistema, vão nos perguntar quais são as chances de uma interrupção. Ela pode ser 0,03%, mas você nunca vai obter realmente esse percentual”, argumenta.  Assim, em vez de tentar calcular o risco, Weis inclui informações sobre coisas como o risco de uma interrupção do negócio em sua discussão narrativa de benefícios potenciais de um projeto.

“Você tem que ser verdadeiro sobre isso”, acrescenta. Na Matson, diz ele, qualquer ameaça de interrupção dos negócios a partir de uma falha de um sistema essencial é “um problemão” Mas, ele alerta, é importante não levantar a possibilidade de uma queda dramática a menos que ela seja uma possibilidade real. “Você tem que ser justo e razoável quando você faz essa afirmação”, diz ele. “E você não pode dar essa cartada com muita frequência.”

Faça uma análise de sensibilidade
A análise de sensibilidade identifica as variáveis que determinam o sucesso do projeto. Mesmo que o seu departamento de TI tenha um histórico positivo de conclusão de projetos no prazo e dentro do orçamento, é importante fazer uma análise de sensibilidade detalhando como o como ROI será afetado se as coisas não correrem de acordo com o planejado.

“Você tem o seu caso base”, diz Campbell. “Ma como o ROI será afetado se levarmos mais tempo para fazer o projeto? ” Tendo as respostas para todas essas perguntas, prontas para serem apresentadas ao pessoal da área de finanças, demonstra que você já pensou seriamente em todas as possibilidades.

Lembre-se: outros grupos, além da TI, também estão competindo pelos mesmos recursos.

“Há sempre outros grupos dentro da empresa que também estão à procura de capital”, diz Campbell. “É algo como estar no mercado aberto à procura de financiamento de capital de risco, e tentar convencer as pessoas de que o nosso business case é um bom investimento do seu dinheiro.”

E isso não é uma coisa ruim. “Se TI quer ser tratada como qualquer outra parte do negócio – e deve – nós devemos estar preparados para sermos analisados com  o mesmo nível de rigor e disciplina que outras partes do negócio são”, diz Matt Wyman, vice-presidente de TI da Terex Corp, de Westport, Connecticut “Eu adoraria mais dinheiro, não me interpretem mal. Estamos sujeitos às mesmas restrições financeiras que o resto da da empresa. “

“Devemos ajudar a analisar essas escolhas, de modo que o CFO e CEO possam tomar as decisões certas para os acionistas”, acrescenta Weis.

Bem, fiz tudo isso, e aí?
Uma vez o projeto avaliado, aprovado e implementado com sucesso, você pode pensar que você está concluído. Errado. “A maioria dos executivos de TI pensa, ‘projeto feito; vamos para  próximo”, diz Todd S. Coombes, vice-presidente executivo e CIO da ITT Serviços Educacionais. Em vez disso, vale a pena voltar e perguntar se os benefícios projetados para o negócio realmente aconteceram.

“Em muitos casos, a resposta é não”, diz Coombes. “Mas as empresas não sabem, porque elas não têm essa visão retrospectiva.”

“Por exemplo, nós deveríamos reduzir nosso time to market através da implementação da solução de gerenciamento do ciclo de vida do produto”, diz Michael Smith, analista do Gartner. “Com certeza, nós reduzimos o tempo. Mas como sabemos que foi a solução que proporcionou isso? Talvez a empresa tenha contratado alguém que é muito bom no que faz.” Além disso, os benefícios de negócio podem demorar um ano ou mais para aparecer, de modo que uma  análise seis meses após a conclusão do projeto provavelmente não será suficiente para a TI para medir o seu pleno efeito.

Fácil ou não, quanto mais detalhes o CIO puder obter sobre a materialização ou não dos benefícios esperados, melhor, dizem especialistas. E você deve compartilhar os resultados, bons ou ruins, com o resto da empresa. “No final do dia, todos nós estamos aqui para fazer o melhor que pudermos”, diz Coombes. “Se você não está compartilhando informações de forma transparente, você não está fazendo nenhum favor para a sua organização. Você precisa olhar para a informação factual real e usá-la para o bem da empresa.”

Na Sprint-Nextel, os resultados de projetos de TI são publicados mensalmente, diz Peter Campbell, vice-presidente sênior de TI. “Nós exigimos um nível elevado de precisão nas previsões, e qualquer falha é uma falha pública. Aprendemos com projetos em que falhamos. Nós temos um processo bom, fruto de uma história de esforço e melhoria contínua ao longo do tempo.”

Por que ROI e não TCO?
Você deve estar pensando: conceber meios de demonstrar o valor da tecnologia corporativa tem ocupado os CIOs há 25 anos, desde que a profissão existe. Bom, embora métricas como taxa de retorno interno e valor econômico agregado sejam aplicadas com sucesso variado, ROI e TCO continuam sendo baluartes. O que os diferencia?

Um cálculo de ROI quantifica os custos e os benefícios esperados de um projeto específicos em um prazo determinado, em geral três a cinco anos. O TCO, por sua vez, inclui apenas custos. Quando você pensa em TCO, não vê TI como um motor do negócio ou um ativo que pode aumentar o faturamento, o lucro ou o valor para o cliente. 

As decisões de TI devem ser menos em torno da tecnologia e mais da capacidade de negócio que a tecnologia torna possível. Portanto, as propostas de TI devem ser mensuradas como outras idéias de negócio, por seu potencial de proporcionar velocidade, eficiência e inovação. O ROI proporciona uma maneira sólida de representar estas ideias.

O que impede boas projeções de ROI?
Muitas organizações de TI acham difícil prever com precisão o ROI de um projeto e depois não conseguem atingir os benefícios esperados quando o projeto é concluído. Às vezes, isso acontece porque os problemas inesperados surgem.

Em outros casos, os projetos descarrilam porque a equipe esqueceu de se preparar para as armadilhas comuns, como estas:

1. É perda de tempo
Às vezes, os líderes de TI apenas “sabem” que um projeto é uma boa ideia e decidem que comprovar com números é um desperdício de tempo. “Há uma tendência a ver o business case como um obstáculo para conseguir o dinheiro, porque você intui que é um bom investimento”, diz Peter Weis, CIO da Matson. Mas isso não é bom o suficiente, adverte. É importante aprender a fazer suas próprias projeções de ROI. “Não é mais aceitável supor que você vai ser perdoado por não saber finanças, porque você é de TI”, diz ele.

2. É tudo igual
Há grandes projetos, há pequenos projetos, e há projetos que não são opcionais, porque eles estão mandatórios por questões como conformidade regulatória. Não faz sentido tratá-los todos igualmente, mas algumas empresas fazem exatamente isso, disse Matt Wyman, vice-presidente de TI da Terex Corp.

“Se uma empresa tenta colocar todos os projetos na categoria de ROI, alguns problemas de alto risco podem ficar comprometidos”, diz ele.

“Temos três níveis de gastos, e nós colocamos projetos em caixas diferentes”, acrescenta Wyman. “Os projetos de menor custo não passam pelo mesmo nível de escrutínio”. É melhor deixar que os gestores tomem essas decisões menores, acrescenta.

3. As unidades de negócios passam o bastão
O CIO tenta agradar a todos, mas às vezes os pedidos de líderes de negócios não dizem muito sobre ROI, diz Michael Smith, analista da Gartner. “Alguém vai dizer: ‘Precisamos de meios de comunicação social.” Isso expressa uma tecnologia, não uma necessidade de negócio. “O profissional de TI pode avaliar algumas soluções de mídia social e chegar a um plano de implementação, mas todo mundo vai ter pulado a etapa em que você projeta um benefício mensurável de negócio”, diz Smith.

Em vez disso, ele deve trabalhar com pessoas de negócios e finanças para chegar a um determinado benefício do negócio mensurável. “Você não pode apenas ficar para trás como o Mágico de Oz e dizer-lhe para ir buscar a vassoura da Bruxa Má do Oeste”, diz Smith. “Finanças deve desempenhar um papel de treinador.”

.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Programa Inova libera R$ 30 milhões para projetos de nanotecnologia

Recursos são para apoiar empresas brasileiras em pesquisa e desenvolvimento nessa área.

O desenvolvimento de produtos inovadores com base em nanotecnologia tem 30 milhões de em recursos de subvenção econômica, não reembolsáveis, para empresas brasileiras de qualquer tamanho. Parte do primeiro pacote do Plano Inova Empresa, lançado na última quinta-feira (14), a seleção pública apoia pesquisas que envolvam risco tecnológico e oportunidades de mercado.

“Quando você pensa em inovação em produtos de alta performance e alto valor agregado, não há futuro industrial sem a nanotecnologia”, diz o coordenador-geral de Micro e Nanotecnologias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Flávio Plentz.

“Ela já está e vai estar cada vez mais no cerne de qualquer inovação revolucionária. Dentro desse espírito, o governo federal apoia a inovação em áreas estratégicas para o Brasil, identificadas por carregar competência nacional e potencial de mercado mundial para as empresas”, complementa.

Sob execução da Finep, agência financiadora vinculada ao MCTI, os 30 milhões de reais vêm do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNDCT). O prazo para as empresas enviarem propostas termina em 16 de maio.

Fomento

De acordo com Plentz, a escolha dos temas apoiados teve como base sugestões do Comitê Interministerial de Nanotecnologia e pesquisas de mercado. “Em plásticos e borrachas, por exemplo, para estreitar o enfoque, nos ancoramos num estudo que apontava que o Brasil tem um grande mercado para embalagens”, conta o coordenador. “A nanotecnologia pode ajudar a preservar o alimento, que não oxida e mantém suas qualidades.”

*Com informações da Agência MCTI

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Social business: projetos ainda não têm o sucesso esperado, afirma relatório

Mais de 80% dos trabalhos na área “não vão registrar os benefícios esperados” até 2015, de acordo com o instituto de pesquisas.

Muitas empresas estão adotando redes sociais internas, mas para a maior parte delas, os projetos não estão sendo bem-sucedidos por enquanto, avalia o instituto de pesquisas Gartner. 

Em 2016, cerca de 50% das companhias “usarão o Facebook como rede social interna”, e 30% desse montante vai considerar a ferramenta tão crucial quanto e-mail e telefone, afirma o Gartner.

Por outro lado, até 2015, 80% “dos esforços de negócios sociais não vão registrar os benefícios esperados, devido à liderança inadequada e uma ênfase exagerada na tecnologia”, segundo o relatório.

Isso porque, o software social não funciona como uma aplicação de Enterprise Resource Planning (ERP), por exemplo. Softwares sociais envolvem uma abordagem diferenciada e oferece uma maneira melhor para trabalhar, acrescenta o relatório.

Uma série de elementos deve ser considerado para que a estratégia social seja bem-sucedida. Isso inclui, diz o Gartner, ter um “propósito significativo e específico”, “uma massa crítica de colegas usando ativamente”, e integração com outras aplicações que os funcionários estão usando.

O relatório observa que tecnologias sociais já sofreram algumas mudanças significativas nos últimos meses. Muitos provedores independentes foram abocanhados por outros maiores, enquanto grandes fornecedores, como a Oracle, desenvolveram um software de rede social próprio.

A Salesforce.com, por exemplo, foi ainda mais longe, reorientando sua estratégia e focando em negócios sociais.

Enquanto a maioria dos projetos sociais das empresas ainda precisa conquistar maturidade, lições já estão sendo aprendidas e melhores práticas estão surgindo, afirma o Gartner. Ainda assim, organizações que estão agora começando suas estratégias devem ser cuidadosas ao escolher seu primeiro piloto, acrescenta o relatório.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , , ,

Social business: projetos ainda não têm o sucesso esperado, afirma relatório

Mais de 80% dos trabalhos na área “não vão registrar os benefícios esperados” até 2015, de acordo com o instituto de pesquisas.

Muitas empresas estão adotando redes sociais internas, mas para a maior parte delas, os projetos não estão sendo bem-sucedidos por enquanto, avalia o instituto de pesquisas Gartner. 

Em 2016, cerca de 50% das companhias “usarão o Facebook como rede social interna”, e 30% desse montante vai considerar a ferramenta tão crucial quanto e-mail e telefone, afirma o Gartner.

Por outro lado, até 2015, 80% “dos esforços de negócios sociais não vão registrar os benefícios esperados, devido à liderança inadequada e uma ênfase exagerada na tecnologia”, segundo o relatório.

Isso porque, o software social não funciona como uma aplicação de Enterprise Resource Planning (ERP), por exemplo. Softwares sociais envolvem uma abordagem diferenciada e oferece uma maneira melhor para trabalhar, acrescenta o relatório.

Uma série de elementos deve ser considerado para que a estratégia social seja bem-sucedida. Isso inclui, diz o Gartner, ter um “propósito significativo e específico”, “uma massa crítica de colegas usando ativamente”, e integração com outras aplicações que os funcionários estão usando.

O relatório observa que tecnologias sociais já sofreram algumas mudanças significativas nos últimos meses. Muitos provedores independentes foram abocanhados por outros maiores, enquanto grandes fornecedores, como a Oracle, desenvolveram um software de rede social próprio.

A Salesforce.com, por exemplo, foi ainda mais longe, reorientando sua estratégia e focando em negócios sociais.

Enquanto a maioria dos projetos sociais das empresas ainda precisa conquistar maturidade, lições já estão sendo aprendidas e melhores práticas estão surgindo, afirma o Gartner. Ainda assim, organizações que estão agora começando suas estratégias devem ser cuidadosas ao escolher seu primeiro piloto, acrescenta o relatório.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , , ,

Open source: 9 projetos mais bem-sucedidos em 2012

Entre os que mais brilharam durante este ano estão Hadoop, MongoDB e OpenStack, ajudados pela disseminação de Big Data e cloud.

17 de dezembro de 2012 – 07h30

É hora de olhar para trás e analisar quais tecnologias brilharam mais em 2012. Entre estas, algumas na área de código aberto conquistaram espaço no mercado. Veja a seguir nove projetos de open source que tiveram mais sucesso durante este ano:

1- Apache Hadoop
2012 foi o ano da decolagem do Big Data e da disseminação do Hadoop, projetada para tratar grandes volumes de informação. Vários distribuidores da ferramenta estão disputando a liderança do mercado. Hortonworks, Cloudera e MapR são apenas três dos líderes, mas gigantes como a IBM também abraçaram a plataforma. A revolução de dados grande só vai aumentar e parece que o código aberto Hadoop tem cimentado a sua posição de liderança. É usado por empresas como: Yahoo, Google, Facebook, Amazon.com e eBay.

2- MongoDB
A revolução de Big Data tem exigido o desenvolvimento de bancos de dados não-relacionais para fazer análise de grandes volumes de informações. Embora seja muito cedo para declarar um vencedor na corrida NoSQL, o MongoDB da 10gen, desenvolvedora da aplicação, parece estar na frente. Com uma equipe bem-sucedida de veteranos de tecnologia, o MongoDB é geralmente reconhecido como o líder, até mesmo por seus concorrentes. É usado por Etsy, Disney, CraigsList, Foursquare e The New Yok Times.

3- OpenStack
Com capacidade para gerenciar componentes de múltiplas infraestruturas virtualizadas, o OpenStack é resultado de esforço conjunto da Nasa (Agência Espacial Americana) e do provedor Rackspace. Chamado de sistema operacional da nuvem, o projeto já é suportado por diversas empresas. Porém, o apoio generalizado que gerou criticas de especialistas, que questionam a interoperabilidade em nuvem e falta de clareza sobre companhias que estão apoiando o projeto. Ainda assim, existem mais de 6 mil linhas de código em OpenStack, o que sinaliza que alguém está fazendo algo. O projeto tem como principais concorrentes a Amazon e CloudStack. É usado pela NASA, HP, AT&T, Deutsche Telekon, etc

4- Pentaho
O Pentaho conquistou espaço no terreno de business intelligence, integração com parceiros de Hadoop, bem com empresas NoSQL. A tecnologia também levantou capital e reforçou o número de clientes em 2012. Tem parcerias com HP, Read Hat, Cloudera, MySQL e Accenture

5 – PostgreSQL
Apesar de ter havido muito barulho em torno de NoSQL, o mar para banco de dados relacional tradicional não secou. Embora o MySQL tenha deixado a comunidade preocupada quando passou para as mãos da Oracle, ele abriu uma janela para um outro banco de dados open source. Trata-se do PostgreSQL, que é suportado comercialmente pela EnterpriseDB. A plataforma avançou no mercado. É usada por Skype, Reddit, State Farm, Sony online e Instagram.

5- Joomla
O gerenciador de conteúdo de website de código aberto se tornou um dos mais utilizados para desenvolvimento de lojas virtuais, blogs, portais e catálogos online. A plataforma se destacou por suportar vários aplicativos diferentes e extensões para dar aos usuários mais poder e flexibilidade na produção de sites customizados. A ferramenta já registrou mais de 35 milhões de downloads.

6- WordPress
Enquanto o Joomla se posicionou como plataforma de gerenciamento de conteúdos para construção de sites, o WordPress se tornou a preferida dos blogs. Especialistas do mercado afirmam que o WordPress é a tecnologia mais popular na categoria de Web Management. Embora as preocupações de segurança tenham aumentado nos últimos anos, a tecnologia tem se mostrado como uma das menos vulneraveis. É usada por sites como da CNN, Forbes, Reuters, Mashable

7- DotNetNuke
Menos conhecido na lista das plataformas WCM, o sistema DotNetNuke (DNN), para criação de aplicativos web na plataforma .Net da Microsoft, teve um ano excepcional. Em outubro desse ano, a Microft fechou um parceria estratégica para levá-la para sua arquitetura de nuvem Azure. Além disso, o projeto continua a adicionar várias funcionalidades para suportar e-commerce e hospedagem em cloud.

8- SugarCRM
O SugarCRM, sitema de gerenciamento de clientes está construíndo história de sucesso. Durante muito tempo, foi considerado apenas uma versão de código aberto da Salesforce.com. Mas emergiu e vem avançando no mercado. Com várias opções de consumo, a ferramenta tem ofertas com preços para atender clientes de portes variados. Com inovação, o CRM encontrou o seu lugar. Já tem integração com Sharepoint (Microsoft), Lotus Notes, Yahoo Mail, Outlook e Gmail.

9- Audacity
Embora não seja um grande sucesso comercial como o resto dos projetos de código aberto mencionados, o software de edição digital de áudio Audacity vem se destacando no mercado pela sua facilidade de uso. Eu não estou ciente de qualquer suporte comercial da empresa e serviços, mas quem precisa? Ele simplesmente funciona. Se você tem que trabalhar com arquivos de áudio, o Audacity se apresenta como uma ferramenta poderosa. O sistema já foi baixado cerca de 70 milhões de vezes.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , ,

Inova Petro lança 1º edital para projetos de TI na área de petróleo

Resultado de parceria entre a Finep e BNDES, projeto destinará R$ 3 bilhões o desenvolvimento da cadeia de fornecedores para a indústria de petróleo e gás.

17 de setembro de 2012 – 16h05

Foi lançado nesta segunda-feira (17/09), o primeiro edital do Programa Inova Petro, durante a abertura do Rio Oil & Gas 2012, no Pavilhão 5 do Riocentro, Rio de Janeiro.

Resultado de parceria entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Inova Petro destinará 3 bilhões de reais para o desenvolvimento da cadeia de fornecedores para a indústria de petróleo e gás. Outros 150 milhões reais da Finep serão direcionados para subvenção econômica.

O objetivo da iniciativa é contribuir para aumentar o conteúdo local do produto industrial brasileiro. “O Inova Petro vai atuar na qualificação tecnológica das empresas, de modo que nossa cadeia de petróleo possa ampliar suas competências e sua competitividade”, observa o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

Do total de 3 bilhões de reais, caberá à Finep 1,5 bilhão de reais, mesmo valor para o BNDES. O Inova Petro tem consultoria técnica da Petrobras.

Inova Petro

Poderão participar do processo de seleção do Inova Petro empresas brasileiras ou grupos econômicos brasileiros com Receita Operacional Bruta (ROB) superior a 16 milhões de reais, individualmente ou em parceria. Projetos de empresas com receita inferior a esse limite são elegíveis somente se desenvolvidos em conjunto com outra empresa ou grupo econômico.

O programa tem duração prevista até o ano de 2017, oferecendo recursos para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às seguintes linhas temáticas: processamento de superfície – tecnologias aplicáveis no processamento que acontece em plataformas e embarcações; instalações submarinas – tecnologias aplicáveis aos diversos equipamentos e dutos que ficam abaixo da lâmina d’água; instalações de poços – tecnologias aplicáveis ao poço no fundo do mar.

Não são passíveis de apoio, com recursos deste programa, projetos de tropicalização ou internalização de tecnologias já desenvolvidas no exterior pelas matrizes ou controladoras de empresas proponentes instaladas no Brasil.

Poderá ser concedido o apoio a projetos que impliquem efetiva transferência e absorção de competências e tecnologias. Para tanto, admite-se a contratação de serviços e compra de itens no exterior, e a realização de parcerias estratégicas, desde que haja justificativa e fique comprovada a plena absorção de tecnologia no País.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,