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Projeto cria técnicas de manejo para evitar predação da onça no Pantanal

O projeto Gadonça criou várias técnicas de manejo para evitar a predação da onça pintada no Pantanal.  Usando as ferramentas e os resultados da pesquisa feita durante 10 anos, foi possível conciliar a criação de gado de corte com a preservação da fauna pantaneira.

Com o aval do Ibama e do Instituto Pró-Carnívoros, o biólogo Rodrigo Azevedo criou o projeto Gadonça. Ele estudou o comportamento das onças pintadas da região de Miranda durante dez anos e desenvolveu métodos de prevenção dos ataques.

A fazenda San Francisco que cria animais da raça Senepol originária do Senegal na África, adota o manejo há oito anos. Eles fazem cruzamento industrial do Senepol com Nelore e também vendem animais puros. Por isso cada cabeça que se perde para a onça é prejuízo certo.

Segundo as técnicas do projeto, se a onça atacar, a medida número um é tirar o rebanho daquele espaço. Outra técnica usada para evitar ataques, é isolar com cerca uma área de pastagem a pelo menos 200 metros de distância da mata da fazenda para servir de maternidade. Isto vai fazer com que as fêmeas entrem em trabalho de parto longe do lugar onde vive a onça.

Outra técnica adotada pelo Gadonça é a de programar os nascimentos dos bezerros numa mesma época. A programação pode ser feita através da inseminação artificial das vacas, cujos cios são programados através do método de Iatf (Inseminação em Tempo Fixo).

O projeto também está testando a introdução de búfalos nas bordas de mata. Essa ideia é inspirada no papel natural que os búfalos desempenham na África. Lá eles enfrentam um outro felino bem maior que a onça: o leão.

Por enquanto a fazenda San Francisco mantém apenas um pequeno grupo de búfalos para testar a adaptação deles ao ambiente do Pantanal. Mas o resultado é satisfatório já que desde a introdução do animal, nenhum bezerro ou gado foi atacado.

Fonte G1

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Projeto on-line permite comparações entre as Constituições de 160 países

Apoiado pelo Google, site 'Constitute' permite a comparação entre as Constituições de 160 países (Foto: Reprodução)Apoiado pelo Google, site ‘Constitute’ permite a comparação entre as Constituições de 160 países (Foto: Reprodução)

Você sabia que, pelo menos, 66 países no mundo trazem em suas Constituições algum dispositivo que trata da liberdade de os cidadãos terem acesso a informações governamental e o Brasil faz parte desse grupo? Esse tipo de informação pode ser conferido por meio do Constitute Project, lançado nesta segunda-feira (23).

A iniciativa conta com o apoio do Google, por meio do Google Ideas, braço da companhia voltado a apoiar projetos que criem melhores formas de visualizar dados.

A compilação foi realizada pelo Comparative Constitutions Project, organização que digitaliza os textos de Constituições em todo o mundo.

Podem ser buscadas as Constituições de 160 países. É possível compará-las ao buscar termos comuns, restringir as pesquisas a um continente específico ou limitá-las a textos que foram elaborados ou emendados a partir de uma determinada data. Foram catalogados 350 termos.

Por exemplo, a maior parte dos países que trata da questão do acesso a dados governamentais está na Europa (20). São 18 os países africanos cujas Cartas tratam do assunto, 12, os americanos, e 16, os americanos.

“Nosso objetivo é armar os redatores [das Constituições] com uma melhor ferramenta para o design e escrita de Constituições. Nós também esperamos que os cidadãos utilizem o ‘Constitute’ para aprender mais sobre suas próprias constituições, e sobre a de outros países ao redor do mundo”, afirmou Sara Sinclair Brody, diretor do Google Ideas, em nota.

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Malala promove projeto educacional para crianças sírias refugiadas

Malala Yousafzai e o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown, em Nova York (Foto: Adrees Latif/Reuters)Malala Yousafzai e o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown, em Nova York (Foto: Adrees Latif/Reuters)

Malala Yousafzai, a estudante paquistanesa que sobreviveu a um ataque de talibãs, retornou nesta segunda-feira (23) à Nova York para promover um projeto educacional para milhares de crianças sírias refugiadas no Líbano.

O projeto busca escolarizar 400 mil crianças “o quanto antes”, explicou em uma coletiva de imprensa o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown, enviado especial da ONU para a educação global.

O custo anual do projeto é estimado em US$ 175 milhões.

O projeto, que deve ser implementado em parceria com o governo libanês, “poderá começar em breve, utilizando as escolas que já existem e os professores sírios refugiados”, explicou.

Para isso, as escolas vão funcionar de “manhã, à tarde e talvez à noite”, disse.

O projeto “precisa de, em média, um dólar ao dia por cada criança”, explicou.

Malala Yousafzai, de 16 anos, ficou famosa ao escrever um blog para a BBC, onde contava sobre a opressão dos talibãs e sua paixão pela escola. Como punição a seu engajamento, ela foi alvo de um atentado em 9 de outubro de 2012, quando o ônibus em que ia para o colégio foi atacado.

Ela foi atingida com um tiro na cabeça e conseguiu sobreviver, depois de ter sido tratada em um hospital do Reino Unido.

Antes da coletiva de imprensa, Malala conversou com a jovem síria Farah Haddad, que cresceu em Damasco e agora continua seus estudos nos Estados Unidos.

No dia 12 de julho, Malala fez um apelo emocionado na sede da ONU em Nova York em favor da educação para os jovens. “Nossos livros e nossos lápis são nossas melhores armas”, disse ela na oportunidade. “A educação é a única solução, a educação em primeiro lugar”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Visitas monitoradas do ‘Projeto Salve o Mindu’ têm início em Manaus

Visitas vão continuar até sexta-feira (Foto: Divulgação/Semmas)Visitas vão continuar até sexta-feira (Foto: Divulgação/Semmas)

Estudantes e professores de dez escolas municipais envolvidas com o “Projeto Salve o Mindu” começaram a cumprir, nesta segunda-feira (16),  a programação de visitas monitoradas ao Parque Municipal Nascentes do Mindu, na Cidade de Deus, Zona Leste de Manaus. A programação vai se estender até a próxima sexta-feira (20).

O objetivo é levar crianças e familiares a conhecerem o parque de proteção integral que abriga as nascentes do maior igarapé da cidade de Manaus, o Mindu. Durante a visita, é feito o mapeamento com as crianças, que permitirá identificar a relação delas com o parque, as nascentes, o igarapé e o descarte de resíduos sólidos feito no curso d’água.

De acordo com a Prefeitura, as visitas fazem parte do cronograma de atividades do programa desenvolvido pelas secretarias municipais de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Educação (Semed), Saúde (Semsa), Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp) e o Grupo Imbaúba.

Segundo a Semmas, as visitas irão permitir que os participantes identifiquem espécies da fauna e flora e a relação destas com os recursos hídricos.

Além de visitar a escola e realizar o plantio simbólico de duas mudas no Parque Nascentes do Mindu, cada escola recebe 100 mudas para que possa fazer o plantio na própria sede, desde que haja espaço, ou para distribuição com os pais e responsáveis.

Até a sexta, as visitas acontecerão em dois turnos (manhã e tarde), com turmas de 40 alunos por turno. As visitas são acompanhadas por representantes da Semmas e da Semed, além da coordenadora do projeto pela Semed, Rita Lopes, e o compositor amazonense Celdo Braga.  De acordo com a Divisão de Educação Ambiental da Semmas, de cada grupo de 40 alunos, serão escolhidos quatro estudantes que participarão de um curso de formação de multiplicador ambiental, com início previsto para outubro, para atuar na sua comunidade.

Participarão do Projeto Salve o Mindu as escolas municipais Dom Jackson Damasceno, Gilberto Rodrigues, Nossa Senhora do Rosário, Poesta Mária Quintana, João Castro Filho, Sônia Maria Barbosa, Raul de Queiroz Veiga, Senador Álvaro Maia e Edinir Telles.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Projeto solta veados em montanha chinesa para alimentar tigres

Membro da WWF carrega veado ferido que foi levado à reserva para servir de presa para os tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Membro da WWF carrega veado ferido que foi levado à reserva para servir de presa para os tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

Conservacionistas que buscam preservar o tigre de Amur, ou tigre-siberiano – o maior felino do mundo – estão soltando veados nas montanhas do nordeste da China para servirem de alimentos para o tigre.

Centenas desses animais, cujo nome científico é Panthera tigris altaica, já habitaram as florestas de carvalho da Manchúria. Hoje, apenas cerca de 20 sobrevivem no ambiente selvagem.

Historicamente, o povo dessa região ao mesmo tempo reverencia e caça os tigres. No passado, a China abrigava diversas subespécies de tigres, mas atualmente o legado permanece apenas no folclore.

Ambientalistas citam o aumento dos assentamentos humanos, a exploração da madeira e a caça ilegal tanto dos tigres – para uso na medicina chinesa – quanto de suas presas, como causas da dramática queda da população desses animais.

“O número de presas é muito pequeno em comparação com outros países”, diz Rohit Singh, da organização global Iniciativa Tigres Vivos, da WWF.

Veado solto em reserva da China servirá como alimento dos tigres de Amur, em perigo de extinção. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Veado solto em reserva da China servirá como
alimento dos tigres de Amur, em perigo de extinção.
(Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

A WWF tem um projeto para aumentar o número de veados na reserva natural Jilin Wangqing em um esforço para dar aos tigres, e também aos leopardos de Amur, uma chance de sobreviver e se multiplicar.

Em 2012, 37 veados foram soltos na área. No mês passado, um número parecido foi liberado no local, para servirem de alimentos para o tigre.

Apetite insaciável
O diretor da base de Vladivostok da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês), Dale Miquelle, diz que um tigre precisa matar cerca de 50 veados por ano para sobreviver. Seria necessário ter uma população de presas cerca de 10 vezes maior do que isso para resolver o problema.

“Em última instância, o projeto vai ser certificar-se que as presas sejam protegidas da caça ilegal e que elas tenham área para expandir sua população e que seu habitat não seja destruído por outras atividades”, diz Miquelle.

A reserva Wangqing é parte de um corredor que liga a população dos tigres de Amur da China com a da Rússia, a menos de 100 quilômetros de distância. O corredor é ‘muito importante para tigres’, diz Tang Lijun, diretor do escritório de administração da reserva, acrescentando que ações têm reduzido o corte de árvores na área para ajudar a preservar a espécie.

As medidas incluem o estímulo a esquemas alternativos de renda para trabalhadores da floresta, como a pesca, o cultivo de fungos e outros empreendimentos agrícolas.
Estimativas apontam que o número de tigres selvagens está entre 2.700 e 3.200, de acordo com Joseph Vattakaven, da WWF. Há um século, esse número era estimado em 100 mil.

Membros da WWF instalam câmera em reserva chinesa onde veados foram soltos para servirem de alimento para tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Membros da WWF instalam câmera em reserva chinesa onde veados foram soltos para servirem de alimento para tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Aneel aprova projeto básico de hidrelétrica do grupo Triunfo em SC

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informa, em despacho publicado no “Diário Oficial da União” desta terça-feira (10), que aprovou o projeto básico da Usina Hidrelétrica de Garibaldi, a ser implantada no Rio Canoas, entre as cidades de Abdon Batista e Cerro Negro, em Santa Catarina.

O empreendimento pertence à Rio Canoas Energia, empresa da Triunfo Participações e Investimentos, que também tem concessionárias de rodovias.

O contrato de concessão prevê a exploração da usina por 35 anos, a partir da assinatura, em dezembro de 2010.

A capacidade instalada será de 177,9 megawatts (MW), gerando 83,1 MW de energia assegurada, o que corresponde a uma produção de 727.956 MW/ano, segundo informações disponibilizadas na internet pelo grupo Triunfo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Comissão do Senado dos EUA aprova projeto para ação na Síria

O Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos aprovou nesta  quarta-feira (4), por 10 votos a 7, o projeto que autoriza o uso limitado de força militar americana na Síria.

Acompanhe a cobertura em tempo real

Votaram contra tanto senadores democratas como da oposição republicana.

Agora, o projeto precisa ser debatido e  aprovado em plenário pelo Senado e pela Câmara de Representantes, o que deve ocorrer apenas na próxima semana.

O texto em questão prevê a autorização de uma ação militar por 60 dias, período que poderia, eventualmente, ser estendido para 90, e que proíbe explicitamente a presença de tropas terrestres na Síria.

O resultado da votação desta quarta foi considerado uma vitória para o presidente democrata Barack Obama, que busca aval no Congresso para o ataque ao regime sírio de Bashar al-Assad, acusado de usar armas químicas contra civis.

O governo sírio nega o uso de armas químicas e diz que é vítima de terroristas ligados à rede da Al-Qaeda, que tentam desestabilizar o país.

Rússia e China, aliados de Assad, barram, no âmbito do Conselho de Segurança da ONU, qualquer resolução que permita um ataque à Síria.

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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