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Acordo sobre programa nuclear do Irã pode sair em 6 meses, diz Suécia

Um acordo global entre Teerã e as grandes potências sobre o programa nuclear iraniano é “possível em um prazo muito ambicioso de seis meses”, afirmou nesta terça-feira (4) na capital do Irã o ministro sueco das Relações Exteriores, Carl Bildt.

Teerã e o grupo 5+1 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha) alcançaram em novembro em Genebra um acordo interino que entrou em vigor no dia 20 de janeiro, e que abre um período de negociação para um acordo global que certifique a natureza pacífica do programa nuclear iraniano.

“Se houver boa vontade dos dois lados, é possível que exista um acordo em um prazo muito ambicioso de seis meses”, disse Bildt em uma coletiva de imprensa com seu colega iraniano, Mohamad Javad Zarif.

“Não será fácil, e exigirá uma autêntica vontade de compromisso de ambas as partes, mas os benefícios para os dois lados estão tão claros que todos deverão se concentrar no êxito” deste acordo final, acrescentou o chanceler sueco.

Em sua visita na segunda-feira a Berlim, Zarif afirmou que é possível alcançar um acordo global até o fim de julho.

O acordo de Genebra prevê dois prazos de seis meses, ou seja, até 20 de janeiro de 2015, para alcançar um acordo global.

Fonte G1

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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ford traz ao Brasil programa de desenvolvimento de apps

Na Campus Party 2014, Ford anuncia programa de desenvolvimento de apps para o Brasil (Foto: Bruno Araujo/G1)Ford anuncia programa de desenvolvimento de
apps para o Brasil (Foto: Bruno Araujo/G1)

A Ford anunciou nesta terça-feira (28), em entrevista coletiva na Campus Party Brasil 2014, que irá abrir seu programa de desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Sync AppLink – seu sistema de conectividade entre carros e smartphones – para campuseiros e visitantes do evento, que acontece no Anhembi, em São Paulo.

Com o Sync, o motorista pode usar comandos de voz para fazer ligações telefônicas, trocar a estação de rádio ou até regular a temperatura do ar-condicionado. A tecnologia da Ford para trazer as funções dos smartphones para dentro dos carros tem ainda reprodução de músicas e navegação por GPS.

O Ford Developer Program havia sido lançado originalmente na edição de 2013 da Consumer Electronics Show (CES), feira de tecnologia que acontece anualmente em Las Vegas (EUA). “Nós temos um foco muito claro globalmente em desenvolvimento”, afirmou na Campus Party Rogelio Golfarb, vice-presidente de assuntos corporativos para a Ford na América do Sul.

No exterior, a empresa conta hoje com 66 apps ativados por comandos de voz para os veículos da linha Sync com smartphones compatíveis nas plataformas Android, BlackBerry e iOS. O site do programa (veja aqui) traz informações sobre o kit de desenvolvimento.

Na Campus Party, a empresa anunciou três apps para o mercado nacional: TuneIn (de rádio on-line), Glympse (permite que usuários compartilhem entre si suas respectivas posições num mapa) e Napster.

Para Golfarb, a exigência da montadora de aplicativos comandados pela voz é um diferencial. “Todos nossos aplicativos tem que ser operados assim. Essa é a diferença de operar seu dispositivo em uma mesa e em um carro em movimento”, afirmou. “Esses apps serão desenvolvidos com essa visão.”

De acordo com o executivo, o acesso ao Ford Developer Program será gratuito. A Ford não anunciou o modelo específico de automóvel nem a data de lançamento do serviço que será compatível com os apps desenvolvidos pela plataforma. A previsão é de que aconteça ainda em 2014. “Como engenheiro, quero que muitos apps brasileiros sejam aprovados e usados em todo o mundo”, afirmou Golfarb.

A projeção da Ford é de que, até 2015, 14 milhões de veículos estejam equipados com o Sync, a maioria com AppLink. Aproximadamente, 2 milhões já usam o sistema.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Vivo um personagem e quero esquecer quando voltar ao Brasil’, diz garoto de programa

O estigma em torno da prostituição masculina e o temor de serem descobertos por família e amigos no Brasil são alguns dos fatores que dificultam a apuração de dados sobre a presença de garotos de programa brasileiros na Grã-Bretanha.

Apesar de não haver dados oficiais, uma pesquisa divulgada em dezembro pela British HIV Association (BHIVA) aponta que 39% dos trabalhadores do sexo na Inglaterra são sul-americanos. Deste total, 97% são brasileiros.

São homens que querem ganhar dinheiro com a indústria do sexo, que apesar da recessão na Grã-Bretanha, continua muito lucrativa. As leis britânicas não classificam como ilegal a prostituição punindo apenas quem solicita e paga por sexo ou aqueles que exploram comercialmente a atividade sexual de outras pessoas.

Agentes de saúde sexual ouvidos pela BBC Brasil confirmaram que os brasileiros formam a maior parte de seus pacientes.

Eles são na maioria jovens, com idades entre 25 e 35 anos, e usam o dinheiro dos programas para ajudar a família no Brasil, pagar os estudos ou complementar a renda que ganham com outros empregos.

Muitos trabalham na atividade temporariamente, enquanto outros querem se estabelecer no país porque apreciam a abertura de Londres ‘ao estilo de vida gay’, como avalia Gregory King, enfermeiro-chefe do Working Men project, clínica de saúde sexual do sistema de saúde público britânico (NHS).

Mas, segundo ele, independentemente das intenções e do tempo em que atuam na indústria do sexo, parece ser consenso o fato de que estes brasileiros, em diferentes proporções, sofrem com o estigma e querem preservar o anonimato.

A BBC Brasil conversou com brasileiros que fazem programa em Londres. Apesar de concordar em conceder a entrevista, eles não quiseram enviar fotos ou gravar matérias de vídeo.

No depoimento em primeira pessoa abaixo, o carioca Augusto (nome fictício) conta por que trabalha com prostituição, como lida com o dilema emocional e o quer para o futuro.

‘Eu vivo um personagem quando estou trabalhando. Não dou verdade ao que faço e quando voltar para o Brasil quero esquecer.

Eu vim para Londres porque estava muito decepcionado com minha vida profissional no Brasil. Tenho 25 anos, sou formado em administração de empresas e nunca consegui um emprego na área. No meu último estágio ganhava R$ 400 por mês e depois que me formei fui mandado embora.

Consegui um visto de estudante há três meses e vim morar com um amigo, também brasileiro. Ele é professor de educação física, já fazia programa e me explicou como eu também poderia ganhar um bom dinheiro com isso.

Mas eu não queria só fazer programa. Então também consegui emprego em um bar, onde trabalho das 23h às 2h. A rotina é puxada. Às vezes eu saio do bar, vou atender os clientes e no dia seguinte tenho aula de inglês.

Fico muito cansado, mas fazer o que? Não estou em Londres para descansar, estou aqui para ganhar dinheiro. Meu objetivo é juntar uma grana para voltar para o Brasil no final do ano e abrir um negócio. Uma granja, no interior do Rio. (Ele não revela quanto pretende guardar).

Só o trabalho no bar me sustentaria. O salário varia por causa da gorjetas, mas em média tiro 1,5 mil libras por mês. Mas quero mais.

Cobro £ 200 por hora e posso fazer um desconto de £ 50 se o cliente quiser mais tempo. Eu prefiro os programas que duram mais, para que não sejam uma coisa tão mecânica, só sexo e dinheiro.

E os clientes gostam disso, dizem que não faço o tipo garoto de programa tradicional, que está ali só para fazer sexo, ganhar dinheiro e ir embora. E acabam me procurando de novo.

Já fiz £ 3 mil em um final de semana e quando é assim fico sem trabalhar uma semana ou mais.

Eu prefiro os clientes estrangeiros, que estão em Londres a passeio ou a trabalho. E evito os ingleses porque eles geralmente são muito pesados, querem usar drogas. Eu não uso, mas às vezes finjo que estou sob efeito de alguma coisa.

Também não gosto dos que oferecem mais para não usar camisinha. Essa clientela não me interessa.

Eu sou bissexual, mas prefiro atender os homens. Aliás, eles são a maior parte dos clientes. Todas as mulheres que me chamaram estavam com homens porque são eles que têm o dinheiro.

Eu sempre vou até os clientes, em hotéis, na maior parte das vezes. E eles adoram os brasileiros, o nosso jeito de ser. Acham a gente sexy.

Às vezes é dificil lidar com o dilema emocional. Já tive que usar viagra quando não estava com vontade e algumas vezes não consegui ter ereção.

Mas vejo tudo isso como uma fase. Sou uma outra pessoa aqui e minha família e amigos no Brasil nem imaginam que faço programa. Por isso tomo muito cuidado para não ser identificado nos sites em que coloco meus anúncios.

Sou de uma família de classe média, estudei em escola particular e tive uma educação muito tradicional.

Mas estou muito focado no meu objetivo, que é recuperar o tempo perdido no Brasil e ganhar dinheiro. Para isso, faço o que for preciso.’

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Ex-mais gordo do mundo é pedido em casamento em programa de TV

Paul Mason recebeu pedido de casamento da namorada americana (à direita) (Foto: BBC)Paul Mason recebeu pedido de casamento da
namorada americana (à direita) (Foto: BBC)

Paul Mason, o britânico que já foi considerado o homem mais gordo do mundo aceitou um pedido de casamento que recebeu durante a gravação de um programa de televisão nos Estados Unidos.

Mason, de 53 anos, estava gravando um episódio do programa The View, da rede americana ABC, ao lado da namorada Rebecca Mountain, uma americana que havia conhecido online.

Ao dizer ‘sim’, ele prometeu perder mais peso para poder entrar andando na Igreja.

‘Eu não quero entrar no meu casamento de cadeira de rodas’, disse ele.

Mason, que chegou a pesar 440 quilos, foi para os Estados Unidos em dezembro passar o Natal com Rebecca e se consultar com uma médica sobre cirurgias para remover o excesso de pele decorrente do emagrecimento.

Mason perdeu 300 quilos após cirurgia bariátrica (Foto: BBC)Mason perdeu 300 quilos após cirurgia bariátrica
(Foto: BBC)

Ele conseguiu perder 300 quilos com a ajuda de uma cirurgia para redução do estômago, mas disse que sua vida ‘está parada’ até que consiga remover o excesso de pele.

Paul Mason calcula que pode vir a perder outros 50 kg com a remoção do excesso de pele.

Durante o programa, o britânico disse que a médica Jennifer Capla concordou em doar seu tempo e fazer as operações de graça.

‘Ela vai operar meu abdômen e meus braços ao mesmo tempo’, disse ele.

‘Eu achei que só o abdômen fosse uma grande cirurgia em si, mas a médica está confiante porque minha saúde está boa. Então ela também fará os braços’.

Doações
As apresentadoras do programa disseram ter encontrado alguém que teria aceitado doar os R$ 40 mil que Mason estava tentando levantar para cobrir os gastos com a primeira operação.

‘Ainda temos que conseguir dinheiro para pagar o pós-operatório’, disse o britânico, acrescentando que espera que a transmissão do programa, no sábado, estimule alguém a contribuir com doações a serem somadas aos R$ 2,6 mil já arrecadados.

‘Estou muito animado, tudo que preciso é ir para a Grã-Bretanha, conseguir um visto médico e voltar.’

O casal disse ainda não ter decidido a data do casamento.

‘Há muitas coisas que precisamos fazer antes. Ele ainda vai precisar de uma cirurgia nas pernas, mas ainda teremos de esperar entre seis e oito meses’, disse Rebecca.

Em maio do ano passado, Mason posou nu para um fotógrafo com o objetivo pressionar o sistema público de saúde britânico (NHS) a lhe oferecer a cirurgia de remoção de pele.

Na época, o NHS alegou que Mason precisaria se manter com um peso estável por pelo menos dois anos para que as operações pudessem ser consideradas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Agência dos EUA colocou programa espião em 100 mil computadores

A Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) dos Estados Unidos implantou programas de vigilância em quase 100 mil computadores de todo o mundo, informou o jornal “New York Times” a partir de documentos revelados pelo ex-técnico da agência Edward Snowden.

A NSA colocou esses programas tanto em computadores conectados a uma rede como em computadores sem conexão, graças a uma antiga tecnologia adaptada aos tempos modernos: a radiofrequência, cujas ferramentas, normalmente um cartão USB, são instaladas fisicamente por uma pessoa no computador monitorado.

NSA colocou programa de espionagem em 100 mil computadores de todo o mundo, diz NYT. (Foto: Reprodução/Site New York Times)NSA colocou programa de espionagem em 100 mil computadores de todo o mundo, diz NYT. (Foto: Reprodução/Site New York Times)Ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgou documentos secretos (Foto: The Guardian/AP)Ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgou
documentos secretos (Foto: The Guardian/AP)

Segundo o “New York Times”, entre os alvos mais frequentes de vigilância da NSA através desse sistema estão o Exército da China, as Forças Armadas da Rússia, a Polícia do México e os cartéis do tráfico de drogas, instituições de comércio da União Europeia e países aliados na luta contra o terrorismo como Arábia Saudita, Índia e Paquistão.

Essa versão avançada de radiofrequência, que a NSA utiliza pelo menos desde 2008 e que foi batizada de “Quantum”, se baseia em um canal secreto de ondas de rádio que podem ser transmitidas através de cartões USB instalados secretamente nos computadores.

Em alguns casos, a informação é recolhida por uma estação do tamanho de uma maleta que as agências de inteligência podem colocar a milhares de quilômetros do alvo.

A NSA, que se negou a fazer comentários sobre o programa Quantum, garantiu em comunicado que seus esforços são “mais uma defesa ativa” contra os ciberataques estrangeiros do que uma ferramenta ofensiva.

“Nós não usamos nossos serviços de inteligência para roubar segredos comerciais de companhias estrangeiras em benefício das empresas dos EUA e sua competitividade internacional”, afirmou a porta-voz da NSA Vanee Vines, segundo o “New York Times”.

Por enquanto, não existe nenhuma prova de que a NSA tenha instalado programas de vigilância similares em computadores dos EUA.

A espionagem através da introdução de programas de vigilância em computadores foi uma das práticas criticadas pelo o comitê de especialistas encarregados pelo presidente Barack Obama para analisar os sistemas de espionagem, após o escândalo gerado pelas revelações de Snowden.

Obama anunciará nesta sexta-feira quais as medidas sugeridas pelos especialistas vai adotar na reforma dos sistemas de vigilância da NSA, que lhe renderam um dos maiores desafios de sua Presidência.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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DreamWorks lança programa no YouTube sobre melhores vídeos

O estúdio de cinema DreamWorks Animation e o YouTube se aliaram para criar um novo programa que será transmitido diariamente através dessa popular plataforma audiovisual e que será dedicado a mostrar os melhores vídeos existentes no site, informaram nesta segunda-feira (13) as duas companhias.

Em comunicado, as empresas anunciaram a estreia desse espaço, que terá o nome de “YouTube Nation” dentro da página do YouTube Spotlight, para esta terça-feira (14) a partir das 20h no horário da Califórnia – 2h de Brasília da quarta-feira (15).

Imagem sem data mostra o apresentador Jacob Soboroff no set do 'YouTube Nation', programa da DreamWorks que estreia nesta terça (Foto: YouTube Nation/AP)Imagem sem data mostra o apresentador Jacob Soboroff no set do ‘YouTube Nation’, programa da DreamWorks que estreia nesta terça (Foto: YouTube Nation/AP)

O “YouTube Nation” foi descrito por seus criadores como o primeiro programa diário criado sob a marca YouTube.

A DreamWorks Animation se encarregará de supervisionar todos os aspectos da produção e terá o controle editorial, enquanto o YouTube será responsável pelo apoio técnico e por tramitar as vendas e o marketing do programa.

O “YouTube Nation” mostrará em cada um de seus capítulos os conteúdos mais compartilhados na plataforma, inclusive as melhores histórias e seus criadores.

Segundo a revista “Variety”, o programa será rodado em Ultra HD e terá como apresentador Jacob Soboroff de “HuffPost Live”, enquanto Steve Woolf e Zadi Díaz, que lançaram a série de internet “Epic Fu”, serão os produtores executivos.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Putin e líder do Irã falam por telefone sobre programa nuclear e Síria

O presidente russo Vladimir Putin e seu colega iraniano Hassan Rohani conversaram por telefone sobre o programa nuclear do Irã e a crise na Síria, anunciou o Kremlin em um comunicado.

“Os dois presidente conversaram sobre os problemas internacionais atuais, incluindo a situação na Síria e o contexto dos preparativos da conferência de Genebra 2”, afirma o comunicado.

Os dois também analisaram a aplicação dos acordos sobre o programa nuclear iraniano, acrescentou o texto da presidência russa.

Delegações do Irã e da União Europeia se reúnem nesta quinta (9) e sexta-feira (10), em Genebra, para finalizar o acordo interino sobre o programa nuclear iraniano, em particular a questão das centrífugas de última geração. As negociações ocorrem em meio a uma grande discrição. O local da reunião, a identidade dos participantes e o programa de discussões não foram divulgados.

No entanto, o Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou a presença nesta quinta-feira em Genebra de seu número três, a vice-secretária de Estado para Assuntos Políticos, Wendy Sherman.

Por sua vez, o Irã anunciou que Abbas Araghchi, chefe dos negociadores iranianos e vice-ministro das Relações Exteriores, deve se reunir com a diplomata europeia Helga Schmid nesta quinta e sexta-feira em Genebra.

Helga Schmid ocupa o cargo de adjunta da chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, que tem a seu cargo as negociações em nome do grupo 5+1.

Os especialistas do Irã e do grupo 5+1 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha) tentam definir há dois meses as modalidades que permitam executar o acordo alcançado em Genebra no dia 24 de novembro.

Este acordo prevê, entre outras coisas, que não existam novas sanções contra o Irã durante um período de seis meses, no qual Teerã também se comprometeu a congelar o desenvolvimento de seu programa nuclear

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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