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Clientes da Amazon podem adicionar produtos à ‘sacola’ pelo Twitter

Amazon permite adicionar itens à 'sacola' usando o Twitter (Foto: Divulgação/Amazon)Amazon permite adicionar itens à ‘sacola’ usando o
Twitter (Foto: Divulgação/Amazon)

A empresa norte-americana de comércio eletrônico Amazon começou a aceitar nos Estados Unidos que seus clientes adicionem produtos à “sacola” por meio do Twitter. A novidade passa a funcionar no país a partir desta segunda-feira (5). As companhias não informaram quando o serviço deve chegar ao Brasil e a outros mercados.

Com o novo recurso, os norte-americanos não precisam acessar a loja on-line da Amazon para incluir um determinado produto à lista de itens que serão comprados pelo site. Para que o produto seja adicionado à cesta, os usuários devem retuitar uma mensagem que contenha o link da Amazon para o item desejado e incluir na postagem a “hashtag” “#AmazonCart” .

O sistema da Amazon cuida de associar o perfil no Twitter à conta do usuário na loja de comércio eletrônico. Para que a nova forma de selecionar produtos funcione, porém, é necessário estabelecer uma conexão entre as contas na Amazon e no Twitter.

A empresa diz que, além de aumentar a velocidade e a agilidade das compras, os usuários não precisam deixar o Twitter para escolher seus produtos.  “Não há mais a necessidade de trocar de aplicativo, de digitar senhas ou de tentar lembrar um produto visto no Twitter”, diz comunicado da Amazon.

O próximo passo é finalizar a compra. Para isso, porém, é necessário acessar o site da companhia de varejo.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Com Kindle, Amazon inicia venda on-line de produtos físicos no Brasil

Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro, segura um Kindle Paperwhite, aparelho que a empresa começa a vender e, assim, inaugura sua operação comercial de produtos físicos no país. (Foto: Divulgação/Amazon)Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro segura um Kindle Paperwhite, aparelho que inaugura a operação comercial da empresa de produtos físicos no país (Foto: Divulgação/Amazon)

Depois de ter chegado ao Brasil há um ano e dois meses, a Amazon começará a vender produtos físicos no país. A maior varejista do comércio eletrônico do mundo, que até então só comercializava bens digitais no país, inicia nesta sexta-feira (7) a venda on-line de seu leitor eletrônico Kindle.

“A gente está abrindo uma operação de varejo tradicional, como todo mundo conhece: com armazém, logística”, disse ao G1 Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil.

A companhia que faturou US$ 74,5 bilhões no ano passado chegou ao Brasil em dezembro de 2012 vendendo apenas livros digitais. No mesmo mês, o Kindle começou a ser vendido por outras lojas, como Ponto Frio e Livraria da Vila. Em novembro, a Amazon ampliou sua operação on-line e iniciou a venda de aplicativos para o sistema Android.

Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor digital da Amazon. (Foto: Divulgação/Amazon)Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor digital
da Amazon (Foto: Divulgação/Amazon)

Segundo Szapiro, antes de começar a venda de bens físicos, a Amazon teve que trabalhar em processos internos: criar padrões de atendimento ao consumidor, bem como estruturar processos de logística e de armazenamento dos eletrônicos. “A gente dá um passo quando achamos que estamos prontos para dá-lo”, afirmou.

Lista de presentes
Além de iniciar a venda do Kindle, a empresa traz outras duas novidades. Uma delas é o pré-registro. Os consumidores que já tiverem conta na Amazon e comprarem um Kindle na loja on-line da empresa receberão o aparelho com todos seus dados e biblioteca de e-books já registrados nele.

A outra novidade é que os clientes da Amazon poderão criar listas de desejos no site da empresa no Brasil. Ou seja, os usuários poderão gravar produtos que pretendem comprar e foram vistos em outros sites. Apesar de esse ser um bom indício de que a Amazon pode estar se preparando para aumentar o número de produtos físicos no Brasil, Szapiro prefere não comentar.

Por ora, logística e armazenamento serão feitos por empresas terceirizadas, mas, segundo Szapiro, “como toda a tecnologia que está em volta de tudo aquilo que a gente aprendeu em outros mercados nos últimos 19 anos”.

Serão três os modelos de Kindle vendidos pela Amazon no Brasil. O mais básico deles custa R$ 300. Com maior tela e contraste, o novo Kindle Paperwhite sai por R$ 480. Por fim, o Paperwhite com conexão gratuita à rede de internet 3G é vendido por R$ 700. Pesando cerca de 200 gramas, todos possuem suporte à conexão Wi-Fi. O frete é gratuito.

‘Brasileiro gosta de ler
Agora, com a venda própria de Kindle, o Brasil se torna o primeiro país da América Latina onde a Amazon possui operação varejista de bens físicos. No México, a empresa norte-americana opera apenas com livros virtuais. Isso quer dizer que a trajetória de maior varejista do mundo foi construída pela Amazon com presença em apenas em 12 países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, França, Canadá, China, Itália, Espanha, índia e Austrália).

Desde que chegou ao país, a Amazon ampliou seu portfólio de livros digitais de 13 mil para 28 mil títulos. Caso o consumidor não tenha um Kindle, é possível ler os livros comprados na  Amazon por meio do aplicativo gratuito Kindle, disponível para smartphones, tablets e computadores.

Apesar de não mencionar quantos e-books ou Kindles foram vendidos, Szapiro diz estar muito otimista. “O Brasileiro é apaixonado pela leitura, quem lê realmente adora ler”.

“Quando a gente vai a áreas remotas do Brasil, a gente sabe de casos de leitores que têm de pegar o carro e percorrer 150 km para chegar ao primeiro local onde tem livraria”.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Irã e Rússia estariam negociando troca de petróleo por produtos

Irã e Rússia estão negociando um acordo de troca de petróleo por produtos que poderia ajudar a República Islâmica a elevar substancialmente as exportações de petróleo, em um desafio às sanções ocidentais que levaram Teerã a assinar um acordo preliminar em novembro para encerrar seu programa nuclear, informou a Reuters.

Três fontes russas e iranianas próximas das negociações disseram que os detalhes finais estão em discussão para um acordo de troca no qual Moscou compraria 500 mil barris por dia de petróleo iraniano em troca de equipamentos e produtos russos.

“Um bom progresso está sendo feito no momento com grande chance de sucesso”, disse uma fonte russa. “Nós estamos discutindo os detalhes e a data da assinatura do acordo depende desses detalhes.”

Não estava claro se o negócio seria implementado antes da finalização dos detalhes do acordo nuclear entre o Irã e seis potenciais globais – incluindo a Rússia -, iniciado em novembro em Genebra.

Negociações técnicas entre Irã e a União Europeia sobre o acordo nuclear começaram na quinta-feira (9). O acordo de novembro assinado em Genebra busca frear os avanços nucleares do país islâmico por seis meses, para ganhar tempo para um acerto final até maio.

As negociações entre o vice-ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, e Helga Schmid, adjunta da chefe da diplomacia europeia, que representa o grupo 5+1 (China, Estados Unidos, Rússia, França e Reino Unido, além da Alemanha), se tornaram complicadas diante da necessidade de consultar as grandes potências envolvidas no acordo alcançado no dia 24 de novembro, informou a France Presse.

Em outras duas séries de negociações anteriores em nível de especialistas, em Viena e Genebra em dezembro, foi proposta a data de 20 de janeiro para colocar em andamento este acordo, considerado um avanço após 10 anos de tensões em torno do programa nuclear iraniano.

Este acordo prevê, entre outras coisas, que não sejam aplicadas novas sanções contra o Irã durante um período de seis meses. Em troca, Teerã se comprometeu a congelar o desenvolvimento de seu programa nuclear, sobre o qual se suspeita que tenha fins militares, apesar das negativas do Irã.

Exportações
As sanções dos Estados Unidos e União Europeia levaram o Irã a reduzir em mais da metade suas exportações de petróleo nos últimos 18 meses para cerca de 1 milhão de barris por dia (bpd). A Rússia não aplica sanções ao Irã.

Desta forma, as compras russas de 500 mil bpd de petróleo elevariam as exportações iranianas em 50%, num impulso importante para a economia do país.

Pelos atuais preços do petróleo no mercado internacional, de cerca de 100 dólares por barril, o Irã acrescentaria uma receita de 1,5 bilhão de dólares por mês.

Nenhum detalhe estava disponível sobre os equipamentos e produtos oferecidos pela Rússia.

Levando-se em conta que a Rússia é um grande exportador de petróleo e gás, o óleo iraniano provavelmente seria exportado do Irã em nome da Rússia, com os bens russos sendo enviados em troca.

Boa parte do petróleo iraniano vai para a Ásia.

O principal comprador de petróleo iraniano é a China, que comprou cerca de 420 mil bpd em 2013.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Tribunal proíbe empresa britânica de vender produtos com nome de Knut

Imagem de arquivo do urso polar Knut ainda filhote, em março de 2007, no Zoológico de Berlim (Foto: Herbert Knosowski/AP)Imagem de março de 2007 do urso polar Knut, ainda filhote, no Zoo de Berlim (Foto: Herbert Knosowski/AP)

O Tribunal Geral da União Europeia, em Luxemburgo, proibiu nesta segunda-feira (16) que a empresa britânica Knut IP Management Ltd. comercialize produtos com o nome “Knut – O urso polar”.

A decisão deu ganho de causa ao Zoológico de Berlim – onde o animal viveu até 19 de março de 2011, quando morreu aos 4 anos vítima de um afogamento –, que reivindicou direitos autorais.

Segundo os advogados do zoológico, o nome e a linha de produtos da empresa britânica se pareciam muito com a marca registrada “Knud” e poderiam confundir os consumidores que quisessem comprar produtos ligados ao bicho mais famoso que já habitou o parque.

Morte de Knut
Os resultados da autópsia no corpo do urso Knut (que em dinamarquês significa gentil, bondoso) mostraram que ele morreu afogado, após cair em seu tanque devido a um inchaço já apresentado no cérebro, provavelmente causado por uma infecção. Segundo especialistas, mesmo que o animal não tivesse caído na água, ele provavelmente não teria sobrevivido muito mais tempo.

O bichinho foi encontrado morto no cativeiro onde vivia com três fêmeas. A expectativa média de vida de um urso polar é de cerca de 35 anos.

A Alemanha ficou em luto com a morte súbita e prematura do urso. Ele e um irmão haviam sido abandonados pela mãe ao nascer, em 2006, e Knut acabou virando sensação mundial e alvo de protestos de defensores dos direitos dos animais.

A primeira aparição pública do filhote foi em março de 2007, e ele gerou milhões de dólares para o zoológico em merchandising e vendas de entradas.

O criador de Knut, Thomas Doerflein, que também ficou conhecido por seu envolvimento com o urso, morreu de ataque cardíaco aos 44 anos, em 2008.

Urso polar Knut em imagem de arquivo de março de 2007 (Foto: Michael Sohn/AP)Urso polar Knut em imagem de 23 de março de 2007 no Zoológico de Berlim (Foto: Michael Sohn/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Vazamento por produtos químicos provocou morte de peixes na China

Pescador chinês olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)Pescador olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)

Um vazamento de produtos químicos em um rio do centro da China matou milhares de peixes, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira (4).

Cerca de 100 toneladas de peixes mortos foi encontrada em um trecho de 40 km do rio Fuhe, na província de Hubei, informou a agência Nova China.

Uma investigação foi aberta depois de terem sido detectadas concentrações de amoníaco superiores às normas em vigor. Uma fonte do departamento do meio ambiente confirmou à AFP o desastre ecológico.

A maioria dos rios da China estão contaminados e com frequência ocorrem vazamentos acidentais ou intencionais de produtos químicos de graves consequências para a saúde.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Vazamento por produtos químicos provocou morte de peixes na China

Pescador chinês olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)Pescador olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)

Um vazamento de produtos químicos em um rio do centro da China matou milhares de peixes, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira (4).

Cerca de 100 toneladas de peixes mortos foi encontrada em um trecho de 40 km do rio Fuhe, na província de Hubei, informou a agência Nova China.

Uma investigação foi aberta depois de terem sido detectadas concentrações de amoníaco superiores às normas em vigor. Uma fonte do departamento do meio ambiente confirmou à AFP o desastre ecológico.

A maioria dos rios da China estão contaminados e com frequência ocorrem vazamentos acidentais ou intencionais de produtos químicos de graves consequências para a saúde.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Vazamento por produtos químicos provocou morte de peixes na China

Pescador chinês olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)Pescador olha para milhares de peixes mortos no Rio Fuhe, na região central da China. (Foto: AFP Photo)

Um vazamento de produtos químicos em um rio do centro da China matou milhares de peixes, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira (4).

Cerca de 100 toneladas de peixes mortos foi encontrada em um trecho de 40 km do rio Fuhe, na província de Hubei, informou a agência Nova China.

Uma investigação foi aberta depois de terem sido detectadas concentrações de amoníaco superiores às normas em vigor. Uma fonte do departamento do meio ambiente confirmou à AFP o desastre ecológico.

A maioria dos rios da China estão contaminados e com frequência ocorrem vazamentos acidentais ou intencionais de produtos químicos de graves consequências para a saúde.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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